Lição 01 – Crise no Céu

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Primeiro Trimestre de 2016

Tema geral do trimestre: Rebelião e redenção

Lição 01 – Crise no Céu

Semana de  26 de dezembro de 2015 a 02 de Janeiro de 2016

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar: “Ao nosso DEUS, que Se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Apoc. 7:10).

 

Introdução de sábado à tarde

Como foi o início do drama do pecado no Universo? Sim, como foi isso, sendo que o Universo foi criado e sempre foi governado pela lei do amor? Como foi isso, principalmente sabendo-se que na realidade, a base do governo de DEUS não é uma lei, e sim, acima da lei, um princípio, que vem de Seu próprio caráter? O amor é um princípio geral para todas as cosias e ações que se faz. Assim age DEUS e assim Ele deseja que ajam Suas criaturas.

O princípio geral, isso é de destacar, é como funciona a mente de DEUS. Ou seja, Ele é assim! Ele ama por natureza própria. E Ele não consegue ser diferente, por isso que se deve entender assim: o amor é a Sua natureza, Ele sempre foi amor e sempre será. E Ele é imutável.

Há um detalhe que devemos agregar nesse pequeno mas importante debate. Por ser DEUS o governante, também deve ser o juiz. E Ele é juiz. Para julgar, usa esse mesmo princípio, do amor, para tomar Suas decisões. Por isso que, por exemplo, Ele retarda os castigos, quando são necessários. Mas há um detalhe a mais. Se for o caso, DEUS, como governante, ou seja, dirigente do Universo, tem de tomar decisões no âmbito da justiça, que aparentemente contrariam o requisito do amor. Ou seja, se for o caso, Ele precisa castigar. E isso, apesar dEle fazer com amor, dói e gera tristeza. O castigo mais intenso é a morte.

Como explicar esse castigo, de tirar a vida de quem desobedece? Isso até é simples. É por meio do amor que DEUS cria a vida, assim como um casal, por meio do amor gera a vida. O amor tem a ver com vida, e vida eterna. A vida vem de DEUS, Ele é o único capaz de criar algo do nada, como criar vida, do modo como desejar. Ele o faz por meio do amor.

Logo, quem se postar contra o amor, escolhe a morte. Desiste da vida. Na medida em que desobedece a quem lhe garante todos os dias a vida, se desliga dessa fonte de vida, e depois de um tempo, envelhece e morre. Simples assim!

Retornemos à pergunta inicial. Então, como foi que em meio a um contexto de infinito amor, apareceu a rebelião?

Também isso não parece difícil de explicar, embora seja impossível justificar. Quanto às razões de Lúcifer mover uma rebelião contra DEUS, a explicação existe, mas quanto às razões que o levaram a desejar o que desejava, e logo veremos o que ele desejava, isso é uma incógnita. Especialmente quando as causas dele se rebelar, não há como justificar. Se houvesse uma justificativa, o culpado deveria ser DEUS, o Criador de Lúcifer. Não é esse o caminho da explicação nem da justificativa do pecado original no Céu.

O que Lúcifer fez, no Céu (que atualmente, os seres humanos, em geral, fazem todos os dias)? Veja-se em Isaías 14:12 a 14 e Ezequiel 28:12 a 17. Lúcifer era o anjo mais belo e poderoso no Céu. Sua função era assistir ao Rei do Universo em especial, nas honras a Ele. Ele comandava o louvor no Céu. Sobre isso, leia em História da Redenção, página 14. Ele, parece que foi a primeira criatura de DEUS. Para as funções que DEUS lhe atribuiu, foi criado superior aos outros anjos. Mas, os tempos se passaram, e Lúcifer começou a atentar para a sua formosura (assim como fez Absalão, e como a vaidade leva as pessoas a fazer hoje) e seu poder, e desejou, ter mais poder (poucos hoje não desejam poder). Desejou estar acima do lugar onde estava. Desejou ser igual a DEUS. Queria poder, a honra de DEUS. Queria isso, não apenas adorar a DEUS. Queria ser adorado. Foi imaginando essas condições e deixou-se dominar pela imaginação, que se tornou uma obsessão, um plano e depois, ação. Por esse motivo, fez um movimento rebelde no Céu, para enganar anjos a fim de que se posicionassem ao seu lado, para tentar uma revolução no Céu, e, segundo ele, aperfeiçoar o governo de DEUS. Ele dizia que a lei de DEUS devia ser melhorada, ela era um tanto inconveniente para criaturas tão perfeitas quanto os anjos. Ele, evidentemente, queria redirecionar as honras da adoração para si mesmo. Em resumo, queria estar no lugar de JESUS CRISTO, ou seja, tirar JESUS de Seu lugar na Trindade e ocupar aquele posto. A guerra foi entre Lúcifer e JESUS, cujas principais batalhas foram no deserto da tentação e na cruz do calvário, aqui nesse planeta.

Resumindo: Lúcifer passou a olhar para si em vez de olhar para DEUS. Diríamos hoje: olhava demais no espelho. Passou a criar de si mesmo um ídolo. Transformou sua beleza num motivo de adoração. Ele queria ser tanto quanto era DEUS, por isso passou também a desejar mais poder. Desenvolveu o desejo de ser adorado, como era DEUS. Mas havia uma diferença entre ele e DEUS: Ele era uma criatura, e DEUS, sempre foi o Criador. E nisso havia uma distância infinita entre um e outro. Ele afastou seus pensamentos que deveriam ser direcionados a DEUS e passou a olhar para sua formosura e para um potencial de poder acima do que DEUS lhe dera, e que não lhe competia ter. Ele, enfim, queria ser o rei do Universo, assentar-se junto com os outros dois membros da Trindade, o Pai e o ESPÍRITO SANTO, tendo deslocado JESUS de Seu lugar no trono.

Esse é um dos problemas da humanidade hoje: sede por poder e desejo de ser belo. As pessoas, ou querem dominar sobre os demais ou querem ter um corpo perfeito, conforme os critérios do mundo. Daí se pintam, se tatuam, fazem cirurgias plásticas (nem todas são condenáveis), malham em academias (no limite do bom senso e do equilíbrio até é bom malhar), se vestem de maneira extravagante, buscam posições e títulos (com equilíbrio isso é válido), se tatuam, e desejam muitas coisas que se tornam em ídolos modernos. Tudo começou com Lúcifer e continua com os seres humanos, alimentados por ele. É uma influência hereditária reforçada pela propaganda e pelo desejo de vendas e consumo.

 

  1. Primeiro dia: Queda no Céu

O debate de ontem é também o estudo de hoje. Avançamos ontem para o dia de hoje. Então, iremos aprofundar o dia de hoje, sobre a queda de Lúcifer. Faremos isso assim como os profetas fizeram em seus dias. Eles utilizaram ritos e protocolos dos reis antigos para ilustrar a rebelião e queda de Lúcifer. Nós tentaremos utilizar ilustrações atuais.

Tomemos como exemplo algum presidente de nação grande e poderosa em nosso planeta. Pode ser o presidente dos Estados Unidos da América, ou pode também ser o papa, em Roma. Também poderia ser o rei da Arábia Saudita, ou a atual rainha da Inglaterra.

Você sabe como chegar diante de uma pessoa dessas? Conhece os protocolos de como falar com ela? Sabe como ela vive, como é cercada de proteção e de honras?

Imagine a rainha da Inglaterra, ou Grã-Bretanha, (a origem desse reino remonta de antes do ano 1000 dC, quando havia pequenos reinados na ilha). Naquela época os reinos da ilha uniram-se para formar os da Bretanha e da Escócia. Em 1707, os reinos da Inglaterra e da Escócia foram fundidos para criar o Reino da Grã-Bretanha, e, em 1801, o Reino da Irlanda uniu-se a ele para criar o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda. A maior parte da Irlanda desligou-se da União em 1922, para tornar-se o Estado Livre Irlandês, mas por lei, o monarca inglês permaneceu como seu soberano até 1949. Atualmente, a rainha Isabel II reina sobre quinze estados que estão em união pessoal com o Reino Unido. Esses países são conhecidos por Reinos da Comunidade das Nações, cada um é soberano e independente dos outros. Formam assim com a Grã-Bretanha, a Comunidade das Nações; ao todo, 16 países.

O rei ou a rainha da Grã-Bretanha tem honras que são quase inimagináveis. Tem uma super proteção militar, rituais impressionantes e pompa que chama atenção de todo o mundo. Embora alguns membros da família real tenham, nesses últimos tempos, degradado a imagem dessa família, (por exemplo, um dos príncipes foi flagrado nu numa boate americana), o quanto o sistema real britânico gera de receita com turismo parece que supera o custo da pompa que a realeza demanda. A família real tem 11 palácios ou castelos para morar. Seguindo a decisão dos primeiros-ministros da Comunidade Britânica na Conferência da Comunidade em 1953, a rainha Isabel usa diferentes títulos em cada um de seus reinos. Intitulada como “Sua Majestade, a Rainha” (e quando necessária distinção “Sua Majestade Britânica” ou “Sua Majestade Canadense”), seus antigos títulos foram: Sua Alteza Real princesa Isabel de York (1926-1936); Sua Alteza Real, a princesa Isabel do Reino Unido (1936-1947); Sua Alteza Real, a princesa Isabel, Duquesa de Edimburgo (1947-1952).

A pompa e o poder da rainha da Inglaterra de hoje, no entanto, são inferiores aos do rei de Tiro da antiguidade. Aqueles possuíam poder imaginário espetacular. Hoje isso não existe mais. Eles se imaginavam possuir poder sobre o Céu e sobre a Terra (no Vaticano ainda existe isso). Eles se imaginavam como se fossem deuses (Egito, Babilônia, imperadores romanos, outras nações, e os papas pois são declarados infalíveis). Eles se imaginavam perfeitos e isentos de erros. Podiam tudo, eram a própria lei. Portanto, mais que os soberanos dos dias atuais, os daqueles tempos antigos serviam para ilustrar a imaginação por poder e honras de Lúcifer. Os de hoje não servem mais para esse fim, a não ser, o papa. Por aqueles reis antigos estarem mais próximos da queda de Lúcifer, eles também se imaginavam ultrapoderosos; assim, serviram de ilustração ao texto bíblico para explicar a imaginação de Lúcifer e seu poder. Mas, seja o caso de Lúcifer ou daqueles antigos reis, um e outro não passavam de imaginação de honras inexistentes e fora do alcance e ambição de poder ilusório bem acima do possível.

 

  1. Segunda: O príncipe deste mundo

Quando DEUS criou a vida no planeta Terra, Ele delegou poderes a Adão, que seria o pai de todas as pessoas por aqui. Adão se tornou o príncipe desse mundo. Adão era a autoridade máxima na Terra, sujeito a DEUS como Rei do Universo. Ele deveria seguir a lei do amor para exercer sua autoridade. Assim, estava submetido a DEUS, devendo obediência a Ele, pois era o Criador e também o Rei.

Ao Adão, por intermédio de sua esposa, obedecer a contraordem de Lúcifer, isto é, ao comer do fruto proibido, que DEUS disse que não comessem, o homem passou a obedecer outro poder, diferente do de DEUS. Era o poder de Lúcifer. Assim, por desobediência a DEUS e obediência a Lúcifer, a essa altura também já chamado satanás, Adão perdeu a autoridade na Terra. Essa autoridade passou para satanás. Foi assim que esse anjo se apossou do poder na Terra, estabelecido por DEUS e delegado a Adão. Assim, Lúcifer tornou-se o príncipe desse mundo, poder que perdurou até o momento em que JESUS morreu na cruz, vencendo o pecado por meio de uma vida de obediência a DEUS, o contrário do que fez Adão. Em lugar da desobediência de Adão, para perder a autoridade, a obediência de JESUS, durante toda a Sua vida, restabeleceu a autoridade nessa Terra, nas mãos de quem a delegou a Adão. Logo, desde então, Lúcifer não é mais o príncipe desse mundo, e sim, JESUS. Quando JESUS retornar e nos resgatar daqui, Ele nos dará o privilégio de reinar com Ele, durante mil anos. Nesse tempo participaremos do julgamento dos que se perderam.

Em resumo, Adão recebeu o direito de governar nesse planeta. Esse direito recebeu de DEUS, que criou tudo nesse planeta, portanto, tinha todo poder, que podia delegar a quem desejasse. Adão perdeu esse direito ao desobedecer a DEUS sobre a questão do fruto proibido. Mas JESUS, nascido como ser humano, vivendo seus 33,5 anos sempre em perfeita obediência a DEUS Pai, e chegando até a morrer em lugar do ser humano desobediente, por essa via retomou o poder de Lúcifer. Agora é Rei e juiz, para governar e julgar anjos e seres humanos desse planeta. Por hora Lúcifer ainda tem seus súditos nesse planeta, mas só aqueles que se entregaram à sua autoridade. Esse é um poder restante porque falta ainda ser destruído, o que acontecerá no final do milênio. Existe um cronograma de fatos que deveriam ser cumpridos. O principal fato desse cronograma já passou, foi a morte vitoriosa de JESUS na cruz. Agora faltam ainda quatro grandes acontecimentos: a segunda vinda de JESUS, o julgamento dos ímpios, a destruição deles, junto com satanás e a recriação da Terra, para se tornar na Nova Terra, perfeita e eterna. Depois disso, o Reino de DEUS se estabelece nesse planeta, para todo o sempre, sob a lei, ou o princípio do amor, nas mentes e nos corações de todos os seres inteligentes.

 

  1. Terça: Peleja no Céu

A Bíblia afirma que houve peleja no Céu. Isso está em Apoc. 12:7 a 16. Como foi essa guerra? Não sabemos. Pessoalmente tem tempo que imagino como poderia ter sido, mas essa imaginação não tem fundamento em algo escrito. É pessoal. Pode ter sido uma guerra de argumentos, não de força física. Talvez tenha havido uma reunião de debate em que Lúcifer tenha apresentado seus argumentos e o Senhor JESUS, os Seus, com a derrota do primeiro. No primeiro conflito na Terra, entre satanás e Adão e Eva, foi assim. Tudo aconteceu por meio de uma conversa, que nem durou muito tempo. Já no conflito da Cruz do calvário, os soldados forçaram JESUS a fazer o que Ele faria mesmo não sendo forçado. Porém, entre JESUS e satanás não houve utilização da força, nem ali, nem na tentação do deserto, só de argumentos, ideias e conceitos. Sinto-me contrariado em pensar que DEUS Se envolvesse em uma luta corporal com um anjo Seu, envolvendo outros anjos. Penso assim em razão do caráter de DEUS e também por Sua infinita inteligência. E do poder de Sua mente, ou, de Seu pensamento. Ele pensa, se desejar fala, e isso se realiza. Ele não precisa usar força física. Até mesmo entre os seres humanos, atualmente, há conflitos que não envolvem armas letais. Por exemplo, a guerra cibernética, que o grupo dos Anônimous trava com o Estado Islâmico. No ambiente dos tribunais é assim também: leis e argumentos entram no sistema chamado contraditório, onde ocorre o debate de teses, princípios, fatos, provas, legislação etc.

Lúcifer queria ser o rei do Universo. Perdendo a sua primeira batalha, seja lá como ela foi, não importa muito, de um momento para outro, ele estava sem um lugar para governar. Tinha uma multidão de anjos, um terço dos que DEUS havia criado – afinal, isso é alguma coisa significativa –, mas onde se localizariam? Não tinham um território nem uma sede de governo. Essa primeira derrota foi um desastre para o grande rebelde.

Por aqueles tempos, DEUS havia criado a Terra. O primeiro casal ainda não se havia reproduzido, eram apenas duas pessoas. Capturar essas duas pessoas parecia algo mais fácil que tentar outras civilizações onde já houvesse muitas criaturas, se bem que o inimigo tentou, antes, conquistar algum desses outros mundos. Se o inimigo conseguisse enganar os dois, ficaria com tudo nesse planeta. Isso seria um sucesso aparentemente fatal para DEUS.

Vejamos a situação de DEUS, do ponto de vista de satanás. DEUS lhes dera liberdade de decisão, o chamado livre arbítrio, portanto, DEUS não poderia ficar por lá o tempo todo, nem interpor algum anjo para se associar na defesa contra algum argumento de satanás, caso ele aparecesse. Mas poderia alertá-los, e isso foi feito. O inimigo arquitetou um plano bem elaborado, e deu certo: os dois caíram e assim entregaram todo o direito de gestão do planeta ao inimigo. “Depois que Satanás foi expulso do Céu, decidiu estabelecer seu reino sobre a Terra. Por meio dele o pecado entrou no mundo, e pelo pecado, a morte. Dando ouvidos às suas falsas acusações contra Deus, Adão caiu de seu elevado estado e as comportas da miséria se abriram sobre nosso mundo. Não há desculpa para a transgressão de Adão. Todos os seus desejos eram generosamente supridos. De nada mais necessitava ele. Uma só proibição lhe fora imposta. … Satanás usou essa proibição como forma de insinuar suas malignas sugestões” (CRISTO Triunfante, MM 2002, 19). Como já vimos, daquele dia em diante, era satanás o príncipe desse mundo, não mais Adão.

Mas o amor de DEUS deu a resposta imediata. Naquele dia mesmo, JESUS foi em busca do casal, e anunciou a eles e a satanás que haveria uma batalha decisiva pela retomada do poder sobre a Terra. Os dois sairiam feridos, JESUS no calcanhar, satanás, na cabeça. O inimigo é que perderia essa guerra. E a humanidade teria uma chance de recuperação. Veremos sobre isso na segunda lição desse semestre.

“Quando Cristo anunciou às hostes celestes a Sua missão e obra no mundo, declarou que deixaria Sua posição de dignidade e encobriria Sua santa missão assumindo a semelhança de homem, quando na realidade era o Filho do Deus infinito. E quando chegou a plenitude dos tempos, desceu Ele do trono do mais alto comando, depôs o régio manto e a coroa real, revestiu Sua divindade com a humanidade e veio à Terra para exemplificar o que a humanidade devia fazer e ser a fim de derrotar o inimigo e sentar-se com o Pai no Seu trono. … Sujeitou-Se a ser esbofeteado por seres humanos inspirados por Satanás, o rebelde que havia sido expulso do Céu” (CRISTO Triunfante, MM 2002, 226).

Desde então houve muitas batalhas grandes na Terra, e o tempo todo, digamos, escaramuças individuais, que enfrentamos todos os dias. No Egito antigo, satanás tentou afastar o povo da adoração por meio da escravidão. Durante a caminhada para a Terra Prometida, fez com que o povo desejasse retornar à escravidão. Durante o tempo dos juízes e dos reis, quase o tempo todo, o povo, por meio de seus líderes, sentia tremenda vontade de adorar ídolos. No embate da cruz, na batalha decisiva, satanás empregou toda a sua astúcia, enganando quase todos os seres humanos envolvidos, jogando-os contra JESUS. Ora, Ele veio para salvá-los, mas eles O rejeitaram. Mesmo assim, Ele venceu.

Ainda antes da cruz, satanás tentou matar JESUS quando era uma criança. Por incrível que isso possa parecer, o Egito os acolheu por uns tempos. Quando JESUS iria iniciar Seu ministério, no deserto, satanás procurou fazer que o Salvador caísse em sua conversa para obter o mesmo efeito que obteve com Adão: derrotar por meio da obediência a ele (assim como também derrotou Adão e Eva por meio da obediência). Dessa vez não funcionou. JESUS baseou-Se no que ‘está escrito’. Esse é o nosso melhor argumento: “está escrito”, ou se o inimigo usar a Bíblia, recorrer, como JESUS, ao “também está escrito.”

Mais adiante, no tempo da igreja, durante a Idade Média, satanás jogou um rio sobre a igreja, ou seja, jogou muita gente para a perseguir e eliminar os servos fiéis a JESUS. Mas a igreja verdadeira se refugiou nos lugares pouco habitados, como se fosse um deserto, e não sucumbiu, embora tenha sofrido ao extremo.

Agora, no tempo do fim, haverá a mais intensa batalha entre satanás e o povo de DEUS. Essa batalha não será para ver quem vai vencer, se satanás ou se o povo de DEUS. Satanás já está derrotado. Mas será para tentar eliminar o povo de DEUS, para impedir a conclusão da pregação do evangelho eterno, e para proteger o domingo como dia santo e impedir que o sábado seja santificado. Ainda satanás continua atacando a lei e o caráter de DEUS. Fará isso até que seja eliminado, ou seja, morto. Ironizando, mesmo depois de morto, cuidado com ele, pois uma serpente, pouco depois de morta, mas que ainda se movimenta pela ação dos músculos, ainda tem veneno e pode picar e matar. Quero dizer, vigília e muito cuidado com satanás; se tem algo que ele sabe fazer bem é iludir e enganar.

 

  1. Quarta: A expulsão de Satanás

O que a princípio devia ser apenas uma imaginação, foi se tornando uma obsessão. Parece que Lúcifer, bem no início de seus pensamentos que o levaram a queda, eram apenas ideias um tanto inocentes, de ser mais do que era. Sonhos e devaneios de grandiosidade. Bem como acontece com os seres humanos, como iniciam muitas vezes os grandes projetos de crueldade no mundo do crime. Em geral, o mal começa bem pequeno, insignificante. Em que momento entrou DEUS na história não sabemos, mas creio que foi bem no início, para buscar desviar o magnífico anjo de uma vereda desastrosa. Porém, Lúcifer só foi em frente, fortalecendo sua rebelião. “Cristo Se ocupara nas cortes celestiais em convencer a Satanás de seu terrível erro, até que finalmente o maligno e seus simpatizantes se encontraram em rebelião aberta contra o próprio Deus. Então ele reivindicou o direito de assumir uma posição superior à de Cristo como querubim cobridor. Sendo expulso do Céu, veio à Terra, resolvido a labutar contra Cristo” (Este Dia Com DEUS, MM 1980, 254).

Expulso do Céu, satanás tentou outras criaturas, mas obteve êxito em nossa Terra. E foi aqui que ele se localizou. Ocupou o posto de Adão e passou a governar. A tal ponto que pelo menos por duas vezes, foi representar a Terra em assembleias no Céu. Era irônico, uma figura destoante. Ninguém lá fazia acusações, só ele. Ninguém debochava de DEUS, só ele. Ninguém era um folgado ditador do mal, só ele. Que mal-estar devia sua presença gerar nessas assembleias!

Naqueles tempos, na Terra havia um homem, decerto o melhor de todos em obediência a DEUS e humildade segundo a vontade divina. Era Jó. Pois foi Jó que ele acusou de ser privilegiado por DEUS, como um filho mimado e super protegido. Assim foi em todos os tempos: quem se esforça para seguir o que está escrito, esse é perseguido por satanás.

A situação irônica era ainda mais grave. Lúcifer, o anjo do mal, que fora expulso do Céu, voltava ao Céu, como príncipe da Terra. Ele certamente entrava perante a corte Universal com um ar de triunfante, de vencedor, de desforra, pois mesmo sendo expulso, aparecia por lá, e com autoridade. Como se sentiam os demais, com uma figura assim, pecador, representante de pecadores, diante de DEUS? Que situação estranha e contraditória. Essa situação demonstra o respeito que DEUS tem pela lei e pelo direito.

Mas depois da cruz, não mais poderia ele entrar no Céu para nos representar. Da cruz em diante, quem assiste perante DEUS, é o nosso Sumo Sacerdote, o Senhor JESUS CRISTO, que entrou no lugar santo e depois no santíssimo, onde é o nosso defensor, não acusador. É também o nosso Juiz, e alguém que quer nos salvar, não nos fazer perder. Temos agora um aliado nosso na corte celestial, um ser humano e DEUS ao mesmo tempo, o único ser do Universo que tem as duas naturezas, a da criatura e a do Criador.

“Mas a obra da redenção humana não resume tudo quanto é realizado pela cruz. O amor de Deus manifesta-se ao Universo. São refutadas as acusações que Satanás fez contra Deus. O príncipe deste mundo é expulso. É para sempre removida a mancha que ele atirou sobre o Céu. Os anjos, da mesma maneira que os homens, são atraídos para o Redentor. “E Eu, quando for levantado da Terra”, disse, “todos atrairei a Mim.” João 12:32” (O Desejado de Todas as Nações, 626).

Hoje, como fizeram os discípulos, nós, meros seres humanos, frágeis e mortais por causa da degeneração por milênios, muito mais frágeis que os anjos, podemos derrotar satanás. Não é pelo nosso poder, mas pelo poder daquele que está junto conosco. Quando oramos em nome do Filho de DEUS, ou quando invocamos esse nome, um poder superior a nós, poder infinito, nos assiste. Satanás não pode resistir a esse poder. O ser humano mais impotente pode assim derrotar o inimigo, com facilidade. Não é pelo que nós somos, mas pela vitória de JESUS na cruz, e pelo Seu poder, que podemos tudo.

 

  1. Quinta: Batalha contínua

A batalha continua aqui na Terra. Outros mundos assistem com ansiedade o que aqui se desenrola. JESUS disse que a nossa vida aqui não seria fácil, e que necessitaríamos do poder do alto, em grande medida, para vencer. JESUS venceu; a Sua vitória é segurança para nós, para também vencermos.

Muitos venceram antes da vitória de JESUS. A vitória destes estava condicionada à vitória de JESUS, na cruz. Outros venceram depois de JESUS, e nós podemos estar entre esses. Essa vitória está firmada na de JESUS. Os que viveram antes de JESUS, precisavam que JESUS vencesse. E caso assim não fosse, eles também seriam considerados perdedores. Conosco já é diferente. JESUS já venceu, é um fato do passado, e temos a segurança de também sermos vitoriosos, se desejarmos.

Houve muitos heróis da fé, como está na galeria da fé de Hebreus 11 e 12. A lição os apresenta também. O primeiro foi Abel, que foi morto pelo irmão, justo porque seguia obediente à vontade de DEUS. Já no início da história formou-se na mente daquele que imaginava ser correto seguir sua própria vontade, como foi com Caim, um desejo de vingança mortal contra quem desejava simplesmente seguir a vontade superior de DEUS. Assim se materializou o primeiro assassinato. E como podemos ver na televisão atualmente, como relatam muitos delegados e delegadas de polícia, os matadores agem friamente, sem sentimentos e sem arrependimento posterior. Pois Caim simplesmente, com assustadora indiferença, respondeu a DEUS que não era o guardador de seu irmão. Para ele a vida do irmão nada valia. O pecado deixa as pessoas frias e indiferentes com os sentimentos dos outros, e assim foi desde o início. O próprio satanás não sente nada com a morte de milhares de pessoas a cada dia. Assim ficou a humanidade. Tempos atrás eu via no noticiário um repórter espantado com uma cena de três trabalhadores fuzilados, mortos, na estrada, pessoas olhando, e uma família com o pai, a mãe, uma criança de colo e dois filhos de pouca idade, indiferentes, olhando aquilo, senão, apreciando como curiosos. O repórter, num momento de bom senso, exclamou se alarmando com a frieza daqueles pais em mostrar a cena a seus filhos tão pequenos. Sem noção do que se passava.

Temos, por exemplo, outro herói da fé, Noé. Esse homem me toca muito. Ele pregou sobre algo que nunca havia acontecido, mas que ele acreditava que iria acontecer porque DEUS o anunciara. Sob deboches, durante 120 anos, ele anunciou e construiu a arca que DEUS mandou que fizesse. Nem os operários que havia contratado para a construção creram nele. No dia de entrar na arca, somente a sua família creu, nem os irmãos dele, parentes mais próximos, ninguém mais creu no improvável, mas que DEUS havia anunciado. Quantos hoje creem na segunda vinda de JESUS? Pelo visto, nem a maioria do próprio povo de DEUS crê com convicção, pelo modo como levam a vida.

O drama do pecado está a requerer ações que são inusitadas, contrárias à ordem que consideramos normal na Terra. O normal hoje é a tecnologia continuar avançando, o progresso também, a ciência continuar resolvendo nossos problemas e a religião pregando a glória aqui na Terra mesmo. Isso é o que vemos todos os dias. No entanto, fatos completamente destoantes dessa normalidade já aconteceram no passado e ainda acontecerão, quer creiamos ou não. JESUS, por exemplo, irá retornar. Antes disso, contrário à tendência de democratização no mundo, um decreto ultra ditatorial se estenderá sobre o mundo inteiro. Pragas terão de ser enfrentadas sem a menor possibilidade de superação. Haverá destruição completa do planeta, com tecnologia e ciência, ou sem elas. E JESUS voltará aqui, conforme prometeu, e resgatará da cena do pecado aqueles que se entregaram a Ele. E mais adiante, tudo será destruído pelo fogo para ser renovado em toda plenitude. Quantos creem nesses prognósticos? Ou melhor, quantos vivem de acordo como quem crê nas profecias de JESUS?

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

O pecado de Lúcifer, ou seja, sua rebelião inicial, até pode ser explicada. Ellen G. White faz isso. “…pouco a pouco Lúcifer veio a condescender com o desejo de exaltação própria” (Patriarcas e Profetas, 35), eis a explicação, curta e direta. Mas o pecado dele é impossível justificar.

Por exemplo, que causa poderia haver para Lúcifer se revoltar contra DEUS? Só uma, interna de sua mente: a do desejo de ele ser mais que DEUS lhe deu ao criá-lo. Isso não justifica.

O que poderia haver de errado em DEUS, para Lúcifer se revoltar contra Ele? Seu caráter? Sua lei? Seu estilo de governo? As coisas que Ele fez? Também essas perguntas não encontram resposta a não ser o desejo de poder daquele anjo por se tornar orgulhoso e prepotente. Não há como culpar a DEUS; isso ficou comprovado ao longo do tempo na história do povo de DEUS aqui na Terra, e principalmente na cruz.

Seria então o livre-arbítrio que DEUS deu às criaturas inteligentes? Também não, que criaturas inteligentes seriam essas se fossem limitadas como os animais?

Como se explica? Lúcifer queria ser tal como DEUS, ser adorado, ter poder, queria dominar (DEUS não age assim), queria submeter, sujeitar os outros, demonstrar o poder por meio de atos de subjugação, pois pelos seus pensamentos tornou-se prepotente. Assim se explica, mas como se justifica? Não há justificativa. Se houvesse, DEUS teria que ser o culpado. E se fosse, Lúcifer teria razão. Bem simples de entender esse assunto.

  • Quais os tópicos relevantes?

A inveja e o desejo de exercer poder, de Lúcifer, destruíram sua capacidade de fazer bom uso do livre-arbítrio.

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

O mundo, inclusive dentro da igreja, demonstra todos os dias, que o estilo de Lúcifer domina por aqui. Há por todos os lados desejo de poder e de dominação. Essa é a nossa normalidade. Mas os verdadeiros filhos de DEUS mantêm-se, à semelhança de JESUS CRISTO, humildes e fiéis aos mandamentos. E não se afastam da igreja verdadeira como faz o joio, formando o grupo do trigo que permanece fiel nela, até o fim.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Devemos cuidar para termos capacidade de suportar o fazer parte de uma minoria, no mundo e na igreja. No mundo, a IASD, igreja verdadeira, é muito combatida de dentro (por mau testemunho e desejo de poder) e daqui a pouco tempo, também será combatida de fora; ela é uma igreja pequena, não é maioria. E, dentro da igreja, um remanescente que dará continuidade à igreja, o trigo, é um grupo ainda menor. A verdade de DEUS sempre esteve entre poucos, entre a minoria. Assim foi no Dilúvio, na entrada em Canaã, no posicionamento durante o julgamento de JESUS. Assim será até o fim dos tempos, aqui na Terra.

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“A hora dos alegres e felizes cânticos de louvor a Deus e Seu amado Filho chegara. Satanás tinha dirigido o coro celestial. Tinha ferido a primeira nota; então todo o exército angelical havia-se unido a ele, e gloriosos acordes musicais haviam ressoado através do Céu em honra a Deus e Seu amado Filho. Mas agora, em vez de suaves notas musicais, palavras de discórdia e ira caíam aos ouvidos do grande líder rebelde. Onde estava? Não era isso tudo um horrível sonho? Fora lançado fora do Céu? Os portais do Céu nunca mais se abririam para admiti-lo? Aproximava-se a hora de adoração, quando brilhantes e santos anjos se prostravam diante do Pai. Não mais se uniria em cântico celestial. Não mais se curvaria em reverência e santo temor ante a presença do eterno Deus” (História da Redenção, 25).

 

  1. Conclusão geral

“Lúcifer estava invejoso e enciumado de Jesus Cristo. Todavia, quando todos os anjos se curvaram ante Jesus reconhecendo Sua supremacia e alta autoridade e direito de governar, ele curvou-se com eles, mas seu coração estava cheio de inveja e rancor. Cristo tinha sido introduzido no especial conselho de Deus, na consideração de Seus planos, enquanto Lúcifer não participara deles. Ele não compreendia, nem lhe fora permitido conhecer, os propósitos de Deus. Mas Cristo era reconhecido como o soberano do Céu; Seu poder e autoridade eram os mesmos de Deus. Lúcifer pensou em si mesmo como o favorito entre os anjos no Céu. Tinha sido grandemente exaltado, mas isto não despertou nele louvor e gratidão ao seu Criador. Aspirava à altura do próprio Deus. Gloriava-se na sua altivez. Sabia que era honrado pelos anjos. Tinha uma missão especial a executar. Tinha estado perto do grande Criador e o resplendor incessante da gloriosa luz que cercava o eterno Deus tinha brilhado especialmente sobre ele. Pensava como os anjos tinham obedecido a seu comando com grande entusiasmo. Não era seu vestuário belo e brilhante? Por que devia Cristo ser assim honrado acima dele?

“Ele deixou a imediata presença do Pai, insatisfeito e cheio de inveja contra Jesus Cristo. Dissimulando seu real propósito, convocou os exércitos angelicais. Introduziu seu assunto, que era ele mesmo. Como alguém agravado, relatou a preferência que Deus dera a Jesus em prejuízo dele. Contou que, dali em diante, toda a doce liberdade que os anjos tinham desfrutado estava no fim. Pois não havia sido posto sobre eles um governador, a quem deviam de agora em diante render honra servil? Declarou que os tinha reunido para assegurar-lhes que ele não mais se submeteria à invasão dos direitos seus e deles; que nunca mais ele se prostraria ante Cristo; que assumiria a honra que lhe devia ter sido conferida e que seria o comandante de todos aqueles que se dispusessem a segui-lo e obedecer a sua voz.

“Houve controvérsia entre os anjos. Lúcifer e seus simpatizantes lutavam para reformar o governo de Deus. Estavam descontentes e infelizes porque não podiam perscrutar Sua insondável sabedoria e verificar o Seu propósito em exaltar Seu Filho e dotá-Lo com tal ilimitado poder e comando. Rebelaram-se contra a autoridade do Filho” (História da Redenção, 13 a 15)

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Lição em espanhol: www.escuela-sabatica.com/comentarios.html

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira Como é fácil enganar! As 4 primeiras pragas, enfoque econômico        

 

 

estudado e escrito entre  20  e  26/11/2015

corrigido por Jair Bezerra

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

 

 

8 comments for “Lição 01 – Crise no Céu

  1. ederson junior
    dezembro 29, 2015 at 7:52 pm

    Parabéns por sua dedicação. Comecei a acompanhar seus comentários e estou aprendendo mais ainda.
    Uma dúvida, neste trecho “Por aqueles tempos, DEUS havia criado a Terra. O primeiro casal ainda não se havia reproduzido, eram apenas duas pessoas. Capturar essas duas pessoas parecia algo mais fácil que tentar outras civilizações onde já houvesse muitas criaturas, se bem que o inimigo tentou, antes, conquistar algum desses outros mundos. Se o inimigo conseguisse enganar os dois, ficaria com tudo nesse planeta. Isso seria um sucesso aparentemente fatal para DEUS”, o Sr. afirma que Satanás já havia tentando outros mundos e que nestes haviam civilizações. Em qual livro de Ellen White posso encontrar mais detalhes sobre esse assunto (outros mundos com civilizações)? Abraços e que Deus continue lhe usando e abençoando =)

    • Sikberto Marks
      dezembro 30, 2015 at 7:56 am

      Olá meu irmão;
      São 46 passagens no Espírito de Profecia. Exemplo, no Grande conflito, nas p. 497; 498; 556; 659.
      Pode baixar gratuito, da internet, “Obras de Ellen White” ou “66 livros de Ellen G. White” ali se acha de tudo.
      Sikberto

  2. Paulo Domingos ferraguen
    dezembro 30, 2015 at 7:23 am

    .

  3. Paulo Domingos ferraguen
    dezembro 30, 2015 at 7:29 am

    Eu gosto muito esta lição da Escola Sabatina de 2006 do primeiro trimestre

  4. Paulo Domingos ferraguen
    dezembro 30, 2015 at 7:32 am

    Eu gostei muito desta lição da Escola Sabatina de 2016 no primeiro trimestre

  5. ederson junior
    dezembro 30, 2015 at 8:34 pm

    Muito Obrigado, foi de grande valia. Tinha essa dúvida, quanto à ordem de criação do mundos. Abraços =)

  6. Eduardo António Amade
    dezembro 31, 2015 at 10:12 pm

    Eu quero estar a receber comentários e focos principais das lições, partir do meu e-mail. Por desejo muito que aprender sobre as lições da escola sabatina, muito obrigado que Deus abençoe.

    • Sikberto Marks
      Janeiro 3, 2016 at 1:15 pm

      Olá, infelizmente não disponho desse serviço, de enviar as lições. Obrigado.

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