Lição 01 – Leis no tempo de CRISTO

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Segundo Trimestre de 2014

Tema geral do trimestre: CRISTO e Sua lei

Lição 01 –  Leis no tempo de CRISTO

Semana de  29 de março a 5 de abril

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar:Quando, pois, os gentios, que não têm lei, procedem, por natureza, de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos” (Romanos 2:14).

 

Introdução de sábado à tarde

Neste semestre estudaremos sobre a relação de CRISTO com a lei, nos tempos antigos e nos tempos de JESUS. É muito importante saber o que CRISTO pensava e dizia sobre a lei, especialmente em nossos dias, porque logo haverá uma grande polêmica sobre esse assunto.

Interessante é o verso acima, de Romanos. O que ele diz? Os gentios, que não têm a lei de DEUS, muitas vezes pensam e agem como se tivessem essa lei. Essa lei refere-se principalmente aos Dez Mandamentos. Esse procedimento está sendo elogiado nesse verso. Diz que por uma atitude natural, agem por impulso próprio, isto é, como se tivesse neles a lei de DEUS, assim são eles mesmos a sua lei.

Porque isso é interessante? É exatamente assim que nós devemos ser, com a diferença que temos a lei! Ou seja, a lei de DEUS não deve ser para nós apenas um conjunto de regras que devemos obedecer porque isso é o certo. Acima disso, devemos incorporar essa lei em nossa natureza, ser transformados pela lei, e viver por ela, tendo-a em nosso coração. Assim seremos obedientes ao natural, não precisando mais ficar cuidando se obedecemos ou não a lei, pois a obediência ocorrerá por ser a nossa natureza. É isso que diz em 2º Cor 3:3, onde DEUS deseja colocar a Sua lei em nossa mente. É assim que vivem seres perfeitos: eles não obedecem a uma lei escrita em tábuas de pedra, mas a tem em sua mente, faz parte de sua natureza. Desse modo podemos dizer: DEUS é a lei, e nós temos a lei em nosso corpo, isso é, a perfeição. É a lei que está escrita em tábuas de pedra, mas preferencialmente nos corações.

 

  1. 1.      Primeiro dia: Lei romana

O direito romano foi o que mais se desenvolveu nos tempos antigos. Até hoje é motivo de debates nas universidades, e influencia o sistema legal de muitos países, como é o caso da França. As leis romanas se distinguem em quatro fases:

Época Arcaica (753 a.C. a 130 a.C.)

Época Clássica (130 a.C. a 230 a.D.)

Época Pós-Clássica (230 a 530)

Época Justiniana (530 a 565)

Parece que o primeiro código legal romano foi a “Lei das doze tábuas”. É admirável o quanto esse código era desenvolvido e parecido aos dos dias atuais, apesar de ser de 704 aC a 201 aC. Eis os títulos dessas doze tábuas:

Tábuas I e II: Organização e procedimento judicial;

Tábua III – Normas contra os inadimplentes;

Tábua IV – Pátrio poder;

Tábua V – Sucessões e tutela;

Tábua VI – Propriedade;

Tábua VII – Servidões;

Tábua VIII – Dos delitos;

Tábua IX – Direito público;

Tábua X – Direito sagrado;

Tábuas XI e XII – Complementares.

Também havia outras leis antigas, tais como a Lex Canuleia (445 a.C., que permitia o casamento entre patrícios e plebeus), as Leges Licinae Sextiae (367 a.C., que restringiam a posse de terras públicas e exigiam que um dos cônsules fosse plebeu), a Lex Ogulnia (300 a.C., que autorizava os plebeus a ocupar cargos sacerdotais) e a Lex Hortensia (287 a.C., pela qual as decisões das assembleias plebeias passavam a valer para todo o povo) (Wikipédia).

É admirável como nos tempos antigos os romanos fossem tão competentes em legislar. Aliás, eles foram competentes em muitas coisas: na engenharia, na administração, na organização e conquistas militares, etc.

José e Maria foram obedientes às leis romanas, pois a Judeia estava sujeita aos romanos. E devia ser assim, pois, afinal, como poderiam os pais e primeiros mestres do Salvador do mundo, sendo desobedientes ao país? Mesmo Maria estando grávida, nos dias de dar à luz, o casal foi alistar-se onde era seu dever. Nesse caso eles bem poderiam ter-se justificado em não ir, pois Maria corria risco pela sua situação, e ela estava com o Salvador do mundo em seu ventre. Poderiam dizer: não queremos arriscar perder o Salvador do mundo por fazermos uma viagem perigosa, e ter a criança em outro lugar que não fosse em seu lar. E de fato, a criança nasceu numa estrebaria, tendo por primeiro leito um coxo de ração de animais. Seria justificável decidirem não ir, mas foram cidadãos obedientes às leis civis e ao mesmo tempo tiveram fé que DEUS os protegeria, pois eram também fiéis servos de DEUS.

 

  1. 2.      Segunda: Lei civil do Antigo Testamento

DEUS queria desenvolver um povo na Terra e queria ser seu Rei. Ele queria assim impressionar os demais povos para que também viesse adorá-Lo. Acontece que os idólatras disputavam entre si, por meio de guerras, e quem vencesse era porque tinha os deuses mais poderosos. O DEUS verdadeiro impressionou porque libertou seu povo dos egípcios e eliminou os cananeus, povos irrecuperáveis quanto à moral, além de outras demonstrações de imenso poder. Depois de instalados, DEUS desejava mostrar ao mundo a superioridade do sistema de governo de Seu povo e a superioridade de seu sistema legal. Contra isso satanás lutou ferozmente, levando frequentemente o povo a adorar os ídolos.

Muitos séculos antes de Cristo, escribas, sacerdotes, profetas, reis e poetas do povo hebreu mantiveram registros de sua história e de seu relacionamento com DEUS. Estes registros tinham grande significado e importância em suas vidas e, por isso, foram copiados muitas e muitas vezes e passados de geração em geração. Os judeus tinham orgulho de seu sistema de leis.

Os cinco primeiros livros da Bíblia foram escritos por Moisés, e continham as leis que DEUS lhes dera. Por isso se chamavam “as leis de Moisés”. Continham os Dez Mandamentos, bem como a lei cerimonial e outras leis, todas elas.

No tempo de JESUS, os judeus estavam sob o poder romano. Roma, no entanto, para dominar sem grandes possibilidades de revoltas, por força do jugo, cobrava impostos e impunha governadores, porém, permitia que o país mantivesse suas próprias leis. Em cada caso era feito um acordo. Os judeus mantiveram todas as leis que DEUS lhes havia dado, e também mantiveram uma instituição superior que tomava decisões legais, o Sinédrio.

Havia dois sistemas de Sinédrio, o Grande Sinédrio e os Sinédrios por cidade. O Grande Sinédrio era uma assembleia de juízes judeus que constituía a corte e legislativo supremos do antigo Israel. O Grande Sinédrio incluía um chefe ou príncipe (Nasi), um sumo-sacerdote (Cohen Gadol), um Av Beit Din (o segundo membro em importância) e outros 69 integrantes que se sentavam em semicírculo. Formavam, portanto, no total, 72 membros e possuíam funções judiciais em processos civis e penais. Antes da destruição de Jerusalém em 70 d.C., o Grande Sinédrio reunia-se no Templo durante o dia, exceto antes dos festivais e do Sábado. O Sinédrio, que teria surgido no período Persa, nos séculos V ou IV a.C., foi dissolvido em 358 d.C. , e desde então diversas tentativas de restabelecimento foram tentadas. Cada cidade poderia ter seu próprio Sinédrio Menor de 23 juízes, mas poderia haver somente um Grande Sinédrio, que também funcionava como Suprema Corte, julgando apelações dos casos dos Sinédrios Menores. No uso corrente, o termo “Sinédrio” costuma referir-se ao Grande Sinédrio. Foi o Grande Sinédrio que julgou e condenou JESUS para ser crucificado. Não tendo autoridade para fazer executar a sentença, seus membros apelaram a Pilatos que tomasse essa decisão. Ele, contrariado, perturbado, confuso e principalmente um líder fraco, embora verificasse que JESUS não era ameaça ao Império Romano e nem estava criando problemas aos judeus, seguiu a pressão e mandou crucificar JESUS.

 

  1. 3.      Terça: Lei cerimonial do Antigo Testamento

A Lei Cerimonial, também chamada ordenanças, foi escrita num livro, não foi escrita por DEUS em tábuas de pedra. O escrito na pedra perdura quase que eternamente, mas escrito em papiro, ou como hoje, em papel, dura pouco tempo. A Lei cerimonial é temporária, foi estabelecida para indicar a primeira vinda de JESUS CRISTO. Quando esse fato aconteceu, quando Ele foi morto na cruz, então essa lei perdeu sua motivação bem como a validade. Paralelamente a essa lei havia outras, como as Festas Sagradas (páscoa, tabernáculos, expiação, primícias, pães asmos, pentecostes). A Lei Moral, os Dez Mandamentos, diferente da cerimonial, foi escrita duas vezes por DEUS, em tábuas de pedra, e guardada dentro da arca sagrada. Essa é uma lei permanente. Sobre ela falaremos quinta-feira.

Há umas curiosidades sobre prática da Lei Cerimonial. Se fizermos alguns cálculos, descobriremos, ao menos, aparentes dificuldades. Da minha parte, não será por isso que deixarei de crer na Bíblia. Um dia, os próprios judeus salvos, daquela época, poderão nos dar explicações, e haverá milhares deles na Nova Terra.

A curiosidade é a seguinte: Imagine dois milhões de judeus, isso no início da história em Canaã. Se cada um deles cometesse um pecado por ano, seriam em torno de 5.400 sacrifícios cada dia, ou seja, 162.000 por mês. Fazer tantos sacrifícios iria requerer milhares de altares, uma quantidade enorme de lenha e de animais, ou casais de pombos para os pobres, ou flor de farinha de trigo para os bem pobres. Será que cada um, em média cometeria apenas um pecado por ano? Se fosse um pecado por mês, seriam mais de 66.000 sacrifícios cada dia. Se cometessem em média um pecado por semana, o mais razoável, seriam mais de 5.000 sacrifícios por dia. Os números são intrigantes, ou seja, o sistema era inviável, se olharmos apenas pelos números. No mínimo eles nos dizem que o sistema era intensamente cruel para com os animais, e que o pecado é algo aterrorizante, que deve ser erradicado da Terra o quanto antes.

Quantas pessoas atualmente morrem ou são mortas, por dia, em razão do pecado? O número total de mortes diárias é de 154.995. Esse é um dos efeitos cruéis do pecado. Quantas passam fome, no mundo, por causa do pecado? Morrem, ainda, dentro desse número, 19 mil crianças todos os dias. O pecado alcança números elevados, ele é muito cruel. Morre uma pessoa a cada 3 segundos, de fome, no mundo. O mundo pode produzir comida suficiente para alimentar diariamente 12 bilhões de pessoas, o dobro da população mundial. No entanto, há fome e sofrimento por falta de alimento. Em torno de 1 bilhão de pessoas passam fome no mundo e 10 milhões morrem de fome por ano. Destes, 3 milhões são crianças. Dados da ONU.

No Brasil mata-se por arma de fogo em torno de 50 mil pessoas por ano. Entre os jovens a proporção dessas mortes é maior. O Brasil tem atualmente 515.482 presos (se bem que outro tanto está com mandado de prisão), o que o coloca em quarto lugar no ranking daqueles com maior população prisional do mundo. Fica atrás apenas dos Estados Unidos (2.239.751), da China (1.640.000) e Rússia (681.600).

Os números do pecado sempre são altos e invariavelmente ruins e assustadores. Eles crescem mais que o crescimento populacional, o que indica que a sociedade vai para o colapso. Isso é outra coisa que a Lei Cerimonial nos ensina. O custo do pecado é astronômico e seu sofrimento, indescritível. Por isso, devemos enaltecer a Lei Moral, que tem por princípio o amor. Por ela a vida é privilegiada, não a morte e o sofrimento que a acompanha.

 

  1. 4.      Quarta: Lei rabínica

Os estudiosos da lei entre os judeus eram muito zelosos e dedicados. Vasculharam de tal maneira que identificaram todas as leis do antigo testamento, de todo tipo. Identificaram 613 leis, incluindo aí os Dez Mandamentos, a lei cerimonial, as leis civis e muitas outras. Eles as escreveram em um livro específico dessas leis, que estudavam todos os dias. São leis extraídas dos cinco primeiros livros da Bíblia.

Esses mandamentos estão classificados em dois tipos, os positivos e os negativos. Os positivos definem obrigações, coisas que se devem fazer, e os negativos, coisas que não se devem fazer. Existem 365 mandamentos negativos e 248 positivos.

As dez primeiras leis positivas:

  1. Saber que existe um Deus
  2. Não distrair a mente com outros deuses além dEle
  3. Saber que Ele é um
  4. Amar a Ele
  5. Temer a Ele
  6. Santificar Seu nome
  7. Não profanar Seu nome
  8. Não destruir objetos associados ao Seu nome
  9. Ouvir ao profeta ao falar em Seu nome
  10. Não desmerecer o profeta

As dez primeiras leis negativas:

  1. Crer ou atribuir algo à deidade e não a Ele
  2. Fazer imagens com propósito de adoração
  3. Fazer ídolos para outros adorarem
  4. Fazer figuras humanas
  5. Curvar-se a um ídolo
  6. Adorar ídolos
  7. Oferecer nossos descendentes à Moloque
  8. Praticar a feitiçaria do OB
  9. Praticar a feitiçaria do YIDDEONI
  10. Estudar práticas idólatras

Poderá ver a lista completa em: http://pt.wikipedia.org/wiki/613_mandamentos

Os judeus possuíam, e ainda possuem, um cuidado especial em relação a suas tradições e obediência às leis e rituais litúrgicos. Todo judeu tem a obrigação de colocar uma cerca em redor da Torá, o mais importante livro sagrado dos judeus. É um sentido de proteção e de observação diariamente. Um exemplo disso pode ser notado em relação a uma exigência que proíbe os judeus de consumirem a carne de um animal com o leite da mãe desse mesmo animal. Entretanto, para que o princípio não seja deturpado, ele não realiza o consumo da carne de um animal que seja preparada com qualquer outro ingrediente obtido do ser que lhe deu a vida. Dessa forma, as regras da Torá acabaram sendo acrescidas de várias considerações que envolvem um extenso grupo de recomendações transmitidas oralmente. Caso alguma orientação legal gera uma dúvida, os judeus se empenham em uma longa discussão buscando entender a observância correta do preceito, algo que fundamente sua cultura religiosa. Eles buscam aprofundar-se na abnegação e no debate, em reflexão, sobre o proceder de seus praticantes. Foi nesse sentido que eles debateram com JESUS sobre a guarda de diversas leis dessas 613. Mas não chegaram a entender que estavam debatendo com o próprio autor da lei, do Qual deveriam aprender, e não querer ensinar. Por exemplo, o Antigo Testamento não proibia a cura nos sábados, mas eles em seus debates chegaram a entender que isso não era certo, e queriam ensinar isso a JESUS. Aliás, impor sobre Ele. Irritavam-se tremendamente por JESUS não concordar com essa imposição. Como já escrevi antes, esses rabinos tiveram tanto zelo, que chegou ao fanatismo e legalismo, e queriam ensinar o Autor da lei sobre como se deveria guardá-la.

 

  1. 5.      Quinta: A lei moral

Hoje faremos algum estudo sobre a lei moral. Ela estabelece o modo do relacionamento entre os seres inteligentes. Ou melhor, ela orienta como os seres humanos devem se relacionar com DEUS e entre eles mesmos. Portanto, como se trata de relacionamento, também se trata de uma aliança de amor, proposta da parte de DEUS para as criaturas. Tem por objetivo a vida eterna em estado de permanente felicidade. Vida eterna porque a criatura está ligada ao Criador, de onde vem a vida. A lei dos Dez Mandamentos, em resumo, todos sabemos, é a lei do amor. Na verdade, ela nem é exatamente uma lei, ela é sim, um conjunto de princípios, cujo principio maior é o amor. Leis estão escritas em algum lugar, como no papel, no livro ou numa pedra. Já princípios não estão escritos em algum lugar, mas estão firmados na mente, formando o caráter da pessoa, sua personalidade. Nesse caso, sendo o principal princípio o amor, a pessoa passa a ser semelhante a DEUS, como aliás, no início de tudo, DEUS havia criado os seres humanos.

Lei Moral, segundo Immanuel Kant, é uma lei que manda agir de acordo com o que a vontade quer que se torne uma lei válida para todos. Em outras palavras, cada indivíduo, portador de uma boa vontade, saberia escolher, dentre suas regras particulares, aquela que pudesse valer para todos os demais.

Os Dez Mandamentos dividem o comportamento em bom e mau, isto é, há o bem e há o mal. Como é isso? Simples de entender: quem se liga a DEUS, que é a fonte do amor, pratica o amor, portanto, faz o bem. Mas quem não se liga a DEUS, liga-se à outra opção que por enquanto existe, que é satanás, que só pratica o mal. Quando satanás for eliminado, só existirá o bem, o mal apenas existirá conceitualmente, mas não na prática, pois será erradicado. Em resumo, o grande segredo, se é que isso é um segredo, é obedecer. Simples assim, ou seja, DEUS que tem conhecimento de tudo, conhece o futuro assim como o passado, e que ama Suas criaturas, que só quer o bem a elas, evidentemente é absolutamente confiável. Portanto, a grande estratégia dos seres humanos para viverem bem, eternamente, é obedecer a esse DEUS com tais qualificações. Pois esse é o modo de vida que DEUS sempre quis que suas criaturas tivessem.

Estranhamente, a maioria dos professos cristãos possuem, por influência do inimigo, o seguinte comportamento: quando a lei moral estabelece padrões de conduta que se opõem às suas tradições e estilos de vida particular, ela é considerada, ultrapassada, cancelada por Cristo ou, válida somente para os judeus. Mas, se esta mesma lei contém direitos e bênçãos concedidos pela sua obediência, os mesmos cristãos que a rejeitam, reivindicam os privilégios afirmando que as bênçãos vinculadas à lei (menosprezada por eles) pertencem aos gentios e judeus. Em resumo, os oportunistas acreditam que não possuem obrigação alguma com a lei em questão, mas são merecedores de receber os benefícios atrelados à ela.

“Deus ama Suas criaturas com um amor que é a um tempo terno e forte. Estabeleceu as leis da natureza; estas, porém, não são exigências arbitrárias. Todo “Não”, seja no que concerne à lei física como no que respeita à lei moral, implica uma promessa. Caso ela seja obedecida, nossos passos serão seguidos de bênçãos; se desobedecida, o resultado será perigo e infelicidade. As leis de Deus visam levar Seu povo mais perto dele. Ele os salvará do mal e os levará ao bem, se quiserem ser conduzidos; forçá-los, porém, Ele jamais fará” (Testemunhos Seletos, vol. 2, 144 e 145).

 

  1. 6.      Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

a)      Síntese dos principais pontos da lição

  • Qual o foco principal?

A lição destaca as leis ao longo da Bíblia, com destaque para a Lei Moral, os Dez Mandamentos. As leis cerimonias não existiam antes do pecado, e nunca existiriam se Adão e Eva não pecassem. Os princípios dos Dez Mandamentos DEUS os deu a Adão e Eva por meio de ensinamentos. Eles possuíam esses princípios, não escritos em algum lugar, mas em sua mente, e ensinaram a seus filhos, netos, etc. Ou de onde teria Abraão, por exemplo conhecido esses princípios? Como os israelitas sabiam sobre a guarda do sábado mesmo antes de DEUS ter escrito os respectivos mandamentos em duas tábuas de pedra?

  • Quais os tópicos relevantes?

Toda lei precisa ter uma cláusula punitiva, caso contrário, ela não é eficaz. Como exemplo, podemos lembrar o Código Civil Brasileiro, que é muito brando e repleto de alternativas favoráveis ao criminoso. Uma das razões porque a criminalidade aumenta no país.

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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b)      Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

Os conceitos de bem ou mal, de obediência à autoridade superior, de respeito à vida, de respeito à propriedade, de fidelidade no casamento, etc., vieram dos ensinamentos que Adão e Eva deram a seus descendentes. Embora muitos deles terem se desviado para o politeísmo antigo, alguns desses princípios mantiveram em suas respectivas culturas.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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c)       Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Leis existem para o nosso bem. Devemos obedecê-las não por causa da punição, e sim, porque a obediência só nos favorece.

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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d)     Comentário de Ellen G. White

“Em todos os séculos Deus tem tido heróis morais; e tem-nos agora – os que como José, Elias e Daniel, não se envergonham de se reconhecerem como Seu povo peculiar. Suas bênçãos especiais acompanham os labores de homens de ação; homens que não se desviarão da linha reta do dever, mas que perguntarão com divina energia: “Quem é do Senhor”? (Êxo. 32:26), homens que não se deterão apenas no perguntar, mas exigirão que os que escolherem identificar-se com o povo de Deus prossigam e demonstrem sem sombra de dúvida sua obediência ao Rei dos reis e Senhor dos senhores. Tais homens subordinam sua vontade e planos à lei de Deus. Por amor a Ele, não têm a sua vida por preciosa. Seu trabalho é captar a luz da Palavra e deixá-la brilhar para o mundo em raios claros e firmes. Fidelidade a Deus é sua divisa” (Profetas e Reis, 148).

 

e)      Conclusão geral

A nossa relação com DEUS é de amor, não de submissão burocrática pelo medo e pela obrigação. As leis de DEUS são todas para ressaltar a relação de amor, mas os Dez Mandamentos em especial, e neles o sábado, destacam a relação de amor de DEUS para com Suas criaturas.

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples

Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira O decreto dominical O alfa e o ômega Como é fácil enganar!      

 

 

estudado e escrito entre  21 e 27/02/2014

revisado em:  28/02/2014

corrigido por Jair Bezerra

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

 

1 comment for “Lição 01 – Leis no tempo de CRISTO

  1. Geolar Paiva
    Abril 1, 2014 at 9:40 am

    Rua Silvino Casagrande 276 bairro Alto Alegre Cascavel Pr.
    Sikberto, gosto muito de seus comentário e tem me ajudado na classe da escola sabatina como professor , por gentileza se possível seus comentários no meu email. paivageolar@gmail.com fico muito agradecido e que Deus te abençõe usando você como um instrumento em Suas mãos. Um abraço. Geolar

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