Lição 02 – CRISTO e a lei de Moisés

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Segundo Trimestre de 2014

Tema geral do trimestre: CRISTO e Sua lei

Lição 02 – CRISTO e a lei de Moisés

Semana de  5 a 12 de abril

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com - marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar:Se, de fato, crêsseis em Moisés, também creríeis em Mim; porquanto ele escreveu a Meu respeito” (João 5:46).

 

Introdução de sábado à tarde

Além do estudo do texto da lição, que recomendamos, examinemos o verso de João 5:46. Há nesse verso uma flagrante contradição no comportamento dos líderes judaicos. Eles valorizavam em extremo os escritos de Moisés. Chegaram a contar quantas leis neles havia; eram 613 como já sabemos. Estudavam esses escritos exaustivamente, e se aprofundavam neles, todos os dias. Procuravam ensinar o povo nessas leis, tornando-se legalistas (ou seja, fanáticos no cumprimento da lei, a ponto do exagero que comete certos tipos de erros) obrigavam o povo a seguir essas leis, do modo como eles interpretavam.

E tem mais, eles debatiam longamente as leis e os textos quando surgia uma dúvida sobre algo que acontecesse, e que deveria ser enquadrado na lei, mas ainda não havia precedente, ou jurisprudência. Nisso se aplicavam para descobrir a verdade sobre o fato, e criar regulamento para o futuro. Comportando-se assim, na verdade estavam burocratizando a lei, isto é, tornando-a um fardo que nem eles nem quem quer que seja, e nem JESUS, os observavam como aqueles requisitos requeriam. É bom dizer que JESUS não observava certos regulamentos judaicos porque erram errados e inúteis. E esse foi um dos grandes pontos de controvérsia entre JESUS e os fariseus, o grupo mais fanático e mais legalista. JESUS nunca questionou a obediência à lei, mas sim, o modo errado como estavam observando a lei.

Diante dessas circunstâncias, parecia que JESUS estava desafiando os escritos de Moisés e a própria lei, mas se formos ver mais a fundo, era exatamente o contrário. O que JESUS estava fazendo era ensinar como se devia guardar a lei do modo compatível com a vontade de DEUS, o Pai. Os líderes dos judeus, exceção de Nicodemos e José de Arimateia, odiavam JESUS e não O aceitavam como Messias, apesar das muitas evidências e provas. E agora vem a contradição explicitada no verso, que acima mencionamos. Eles criam em Moisés intensamente; como é que, então, não creram em JESUS, sobre o qual Moisés escreveu não poucos textos? Tinham tanto zelo pelos textos de Moisés, por que então deixaram de aceitar JESUS e Sua mensagem?

Sabe qual a razão do comportamento desses líderes? Simples de entender. JESUS questionou o fardo que eles criaram para que se obedecesse a lei, fardo esse que estava totalmente fora do que DEUS desejava. Esse fardo, pasmem, dava força ao argumento de Lúcifer, que dizia ser impossível obedecer a Lei de DEUS. O inimigo conseguiu manipular aqueles líderes para o seu lado, e foi essa uma das coisas que JESUS combateu. Essa é a verdadeira situação que devemos entender.

 

  1. 1.      Primeiro dia: Circuncisão e dedicação (Luc. 2:21-24)

A circuncisão foi estabelecida por DEUS, como uma aliança entre Ele e Seu povo. Era uma distinção física.

“O substantivo grego peritome (circuncisão) significa literalmente «um corte em volta». Circuncisão em hebraico é berit, que significa «aliança». A Circuncisão é o ato que consiste em cortar o prepúcio, do órgão masculino, operação que podia ser praticada pelo chefe da família, às vezes pela própria mãe (Êx 4.25), ou por qualquer outro dos israelitas. Em tempos posteriores, usava-se uma autoridade designada, um especialista para esta operação chamado de mohel (corta-fora). Para os judeus, a circuncisão é um dos mais importantes dos seus 613 mandamentos. Era um rito de iniciação na família de Yahweh, representadas em Abraão, para que o indivíduo participasse dos privilégios e promessas contidas no concerto, ou pacto celebrado por Yahweh. Foi instituído por Yahweh como rito da religião judaica, e aplicado primeiramente a Abraão e todos os de sua casa, quer adquirido por compra ou não.  O tempo próprio para esta operação ritual era o oitavo dia depois do nascimento do menino, compreendendo, ainda, os escravos (Gên 17.12,13). Entretanto, os nascidos antes da instituição deste rito, podiam ser circuncidados em qualquer época de sua idade. É o caso, por exemplo, de Abraão e Ismael, o primeiro circuncidado aos 99 anos, e o último aos 13 anos (Gên 17.11-27). … Não só entre os judeus, mas ainda entre os maometanos a circuncisão é observada religiosamente.”

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 30% dos homens no mundo são circuncidados (algo em torno de 665 milhões de homens), a maioria por motivos religiosos, uma vez que 68% deles são muçulmanos.

José e Maria foram fiéis a esta ordenança, que prescreveu, como as demais, quando JESUS foi crucificado. As ordenanças não são mais necessárias nos dias atuais. Eles circuncidaram JESUS ao oitavo dia. Também obedeceram a cerimônia da purificação de Maria. Toda mulher que ganhasse um filho ficava impura durante 40 dias. Se tivesse uma menina, ficava imunda durante 80 dias (Levítico 12:2 e 4 e Levítico 12:5). Fizeram a dedicação de JESUS ao Senhor ao oitavo dia, junto com a circuncisão. Eles também fizeram o sacrifício do resgate de JESUS, pois Ele era o primogênito. Eles foram totalmente submissos à lei de Moisés, e não poderia ser diferente. Será que DEUS escolheria para pais de JESUS um homem e uma mulher que não fossem obedientes? Hoje, será que DEUS daria poder do ESPÍRITO SANTO a membros desobedientes em alguns pontos de seus mandamentos, ou das leis do país?

 

  1. 2.      Segunda: Festas judaicas (João 5:1)

Os judeus observavam três grandes conjuntos de festas espirituais:

ð  Os pães asmos, sete dias de reunião. Nela comemoravam a páscoa, início da festa, que relembrava aquele dia da décima praga no Egito, quando o anjo matou todos os primogênitos dos egípcios, inclusive o filho do faraó, mas “passou por cima” das casas dos israelitas, e nelas não entrou.

ð  Festa do Pentecostes, que comemoravam cinquenta dias depois da páscoa. Pelo que se sabe, significava a entrega dos Dez Mandamentos no monte Sinai, mas não é certo isso. A Bíblia não explica o motivo do Pentecostes, apenas, em Atos 2:1, refere-se que ela se “cumpria”.

ð  Festa dos Tabernáculos, em que lembravam de suas jornadas pelo deserto, quando moravam em tendas.

ð  Os judeus tinham ainda outras festas que foram acrescentando durante a existência da nação. Comemoram até hoje. São elas:

ð  Purim, comemora a salvação do povo judeu da destruição planejada pelo perverso Haman.

ð  Pêssach Sheni, é dada uma nova oportunidade àquele que não ofereceu o sacrifício de Pêssach no tempo certo – 14 de Nissan – para fazê-lo no dia 14 de Iyar, data denominada de Pêssach Sheni, no qual costuma-se, hoje em dia, comer um pedaço de matsá.

ð  Lag Baômer, celebra a vida e os ensinamentos de dois dos mais notáveis Sábios da história judaica: Rabi Akiva e Rabi Shimon bar Yochai.

ð  Shavout, a Torá foi outorgada por Deus ao povo judeu no Monte Sinai há mais de três mil e trezentos anos. Todos os anos, neste dia, renovamos nossa aceitação do presente de Deus.

ð  As Três Semanas marcam um período de luto pela destruição do Templo de Jerusalém e o exílio do povo judeu.

ð  Tu Beav, os sábios proclamaram o dia 15 de Av como um dia festivo por vários fatos históricos alegres que aconteceram nesta data. Muitos casamentos eram celebrados nesta data.

ð  Rosh Hashaná, o Ano Novo judaico é o Dia do Julgamento, quando Deus determina o destino de cada um para o ano que se inicia.

ð  Yom Kipur, é um dia marcado por jejum, preces e arrependimento onde o destino de cada judeu é selado. Pedimos perdão ao próximo e a Deus.

ð  Sucot, comemora a proteção Divina ao povo judeu durante 40 anos no deserto.

ð  Simchat Torá, o Júbilo com a Torá, marca o ciclo anual da leitura da Torá que é terminado e reiniciado neste dia.

ð  Chanucá, comemora a reinauguração do Templo Sagrado de Jerusalém, após a vitória dos macabeus.

ð  O dia 10 de Tevêt no calendário judaico marca o início do cerco de Jerusalém pelos exércitos do imperador da Babilônia.

ð  Tu Bischvat, dia 15 de Shevat marca o início do “Ano Novo das Árvores”. Costuma-se comer frutos novos e também ligados à Terra de Israel.

Fonte: http://www.pt.chabad.org/holidays/default_cdo/jewish/holidays.htm

JESUS observava as festas dos judeus, muito embora não haja registro de ter observado a do Pentecostes. Mesmo assim, Ele mandou que seus discípulos se reunissem num só lugar, até que nesse dia recebessem o poder do alto. E assim foi: 50 dias após Sua ressurreição, no dia do Pentecostes, receberam o poder do ESPÍRITO SANTO. Isso indica que JESUS considerava esse dia como uma festa válida. Daí em diante, e ainda hoje, há a comemoração do dia de Pentecostes.

Durante a Sua vida, Ele ia às festas dos judeus, pois Ele mesmo era judeu. Há o relato de João 5:1, onde se refere a uma de Suas idas a uma das festas dos judeus (isso foi quando Ele curou o paralítico, que resultou numa grande polêmica com os sacerdotes).

Os judeus, até hoje, ainda comemoram as antigas festas.

 

  1. 3.      Terça: JESUS no templo

Aos 13 anos um judeu alcança a maioridade espiritual, sendo responsável por seus atos quanto à obediência à lei. O judaísmo considera o jovem de 13 anos maduro o suficiente para ser responsável por seus atos. O Código de Lei Judaica ensina que, a partir dessa data, os jovens passam a ser totalmente responsáveis pelo cumprimento dos Mandamentos Divinos, não mais os cumprindo apenas porque assim seus pais lhe ensinaram. Seu pai, portanto, deixa de ser responsável pelos seus atos (baseado em: http://www.morasha.com.br/conteudo/artigos/artigos_view.asp?a=605&p=0).

Um pouco antes de completar essa idade, JESUS providenciou Sua maioridade religiosa. Talvez no próximo ano, para a festa da páscoa, já tivesse 13 anos, então estava pronto a assumir a Sua missão como Salvador. Daquela idade em diante, como Ele mesmo disse, Lhe cumpria cuidar dos interesses de Seu Pai celeste. Foi na páscoa que JESUS se demorou no templo, indagando e debatendo com os mestres, para se aprofundar em Sua missão, no que Ele mesmo deveria fazer. Aqueles mestres não sabiam que falavam com o Salvador do mundo, mas respondiam às suas muitas perguntas. Foram três dias de estudos intensivos, de onde JESUS saiu pronto para o Seu trabalho de salvar a humanidade. Ele entendeu perfeitamente que aqueles cordeiros sacrificados O estavam representando.

Interessante que tudo se organizou para que fosse possível JESUS passar aquele tempo todo entre os doutores da lei. Foi, aliás, Sua única escola fora do lar, onde aprendia de sua mãe e de seu pai. Daí em diante, Ele certamente passou a ler por conta própria os livros do Antigo Testamento, para continuar Se aprofundando nos escritos dos profetas, que, aliás, Ele mesmo havia inspirado tempos antes.

Os três dias se organizaram de maneira maravilhosa. Vejam só que os pais de JESUS voltavam caminhando, em grupo, com outros caminhantes. Como era o costume, os meninos e as meninas caminhavam juntos, acompanhando os pais. No final do primeiro dia, quando foram conferir, todos os pais acharam seus filhos, mas Maria e José não acharam JESUS. Foi um grande susto; procurando onde podiam, não O encontraram. No dia seguinte, retornaram a Jerusalém, portanto, caminhando mais um dia de volta. Chegando lá, O procuraram por todos os lugares, menos no Templo, até que, talvez por último lugar, ou quase isso, O encontraram no Templo. Passaram-se desse modo, três dias. Então, bastante preocupados, o reprenderam por não ter ido com eles. Não se deram conta de que Ele estava no melhor e mais seguro lugar onde alguém poderia estar, o Templo do Senhor. Esse era o templo que Ele mesmo havia instruído Moisés como construir. JESUS foi enfático com Seus pais, e, embora não deixando de ser educado, lhes fez saber que chegara o momento dEle cuidar dos assuntos de DEUS, Seu Pai celeste.

 

  1. 4.      Quarta: Impostos (Mateus 17:24-27)

Em Mateus 17:24 a 27 temos um importante relato envolvendo JESUS. “Quando Jesus e Seus discípulos chegaram a Cafarnaum, os coletores do imposto de duas dracmas vieram a Pedro e perguntaram: “O mestre de vocês não paga o imposto do templo?”  “Sim, paga”, respondeu ele. Quando Pedro entrou na casa, Jesus foi o primeiro a falar, perguntando-lhe: “O que você acha, Simão? De quem os reis da terra cobram tributos e impostos: de seus próprios filhos ou dos outros?” “Dos outros”, respondeu Pedro. Disse-lhe Jesus: “Então os filhos estão isentos.  Mas para não escandalizá-los, vá ao mar e jogue o anzol. Tire o primeiro peixe que você pegar, abra-lhe a boca, e você encontrará uma moeda de quatro dracmas. Pegue-a e entregue-a a eles, para pagar o Meu imposto e o seu”.”

O que JESUS estava perguntando a Pedro? Se qualquer rei cobraria impostos de seus próprios filhos. É óbvio que os reis não cobravam impostos de seus descendentes, eles ficavam isentos.

Ora, JESUS era Filho de DEUS, era o Salvador e foi Ele quem deu a ordem de construir o Tabernáculo. Foi Ele que Se manifestou na inauguração do Templo de Salomão. Essa era a Sua morada na Terra. Logo, onde já se viu cobrar o imposto da manutenção e da reforma do Templo, de alguém assim? Isso JESUS disse para que ficassem registradas duas coisas: 1ª) que Ele era o próprio Filho de DEUS; 2ª) que embora não necessitasse, pagaria para que não criassem polêmica em relação a Seu nome. Mesmo assim, JESUS não pagou de Seu trabalho, e sim, de moeda retirada da boca de algum peixe, capturado no lago da Galileia.

 

  1. 5.      Quinta: Aplicação da lei (Mat. 5:17-20)

JESUS respeitou todas as leis judaicas, conforme a Bíblia. Pela Sua vida e pelos Seus ensinos, Ele fez todos saberem como se devia respeitar essas leis. Esse foi o intenso debate entre Ele e os mestres judaicos. Vamos a um fato de respeito às leis, que envolveu JESUS.

Uma das leis de Moisés dizia que para condenar alguém, isso deveria acontecer por pelo menos duas testemunhas, sugerindo que três seria melhor, pois diz “duas ou três testemunhas”. Então algumas pessoas, dadas a criar intrigas, lhe trouxeram uma mulher prostituta pega em pleno adultério. Era um flagrante. Curioso que não trouxessem o parceiro, já que foi flagrante. Que tendenciosidade: homens podem pecar, mulheres não podem.

Eles queriam colocar JESUS numa situação sem saída, pois só teria duas alternativas, ou condenar a mulher ao apedrejamento, ou absolvê-la. Se a condenassem, teriam problemas com o Império Romano, pois este não dera direitos aos judeus de executar a morte de quem quer que seja. Se a absolvessem, teriam problemas com o povo, seus admiradores, porque uma regra de Moisés seria quebrada. E agora, qual a saída?

JESUS encontrou uma terceira via, que eles, em sua justiça própria não conseguiram identificar. Ele os fez tomar essa decisão. Sabedoria, né? Ele simplesmente disse-lhes que quem estivesse sem pecado atirasse a primeira pedra. Isso enquanto escrevia os pecados deles na areia do chão. Que situação, pois como poderia uma pessoa pecadora condenar outra à morte? Quem eram eles para fazer tal julgamento? Como não restaram as duas testemunhas necessárias para condenar a mulher, aliás, não restou nenhuma testemunha, JESUS também não a condenou, mas a absolveu. Na realidade, eles já a haviam absolvido, pois não a condenaram, mas foram embora. Foi por isso que JESUS disse: “Eu também não te condeno…” Era o que deveria fazer, e assim estava tudo conforme a lei. Se por essa maneira de encarar a situação, quem poderia ter problemas com o povo seriam eles, não JESUS.

 

  1. 6.      Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

a)      Síntese dos principais pontos da lição

  • Qual o foco principal?

JESUS obedeceu todas as leis de Moisés. Assim como também obedeceu a lei moral, que são os Dez Mandamentos. Foi Ele quem estabeleceu todas as leis que constam no Antigo Testamento. Assim como Ele, como Criador, dava exemplo da obediência ao sábado estabelecido por Ele mesmo, assim, como ser humano, fazia o mesmo. Tal como Ele foi obediente, do mesmo modo, também nós devemos ser.

  • Quais os tópicos relevantes?

A lei cerimonial devemos saber que ilustrava e indicava a futura morte de JESUS pela humanidade. Por sua vez, os Dez Mandamentos, cujos princípios existiram desde sempre, desde antes da queda de Adão e Eva, esses existirão para sempre, ou como disse JESUS, enquanto houver criação.

 

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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b)      Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

O ponto mais importante aqui é OBEDIÊNCIA! Obedecer a DEUS é o mesmo que obedecer ao amor, e, portanto, ser perdoado para a vida eterna.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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c)       Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Devemos cada dia nos entregar ao nosso Salvador, para que Ele nos transforme para sermos fiéis servos e testemunhas.

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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d)     Comentário de Ellen G. White

“Devemos instruir e guiar as pessoas a olharem ao exemplo de Cristo e a compreenderem sua obrigação para com Ele, ao qual pertencem pela criação e pela redenção. Ele é o proprietário de todo homem, mulher e criança que vem ao mundo. Tornou-Se isso pagando o preço da redenção. Se os seres humanos caídos consentirem em se tornarem filhos e filhas de Deus em obediência voluntária, passarão a ser um com Cristo. O Salvador comprou-os dando Sua vida para pagar a pena do pecado. … Os que realmente são convertidos revelarão a graça salvadora de Cristo labutando por essas pessoas cegadas por Satanás. Em sua própria vida, os obreiros de Deus devem manifestar o poder da verdade e da justiça. O mundo terá de enfrentar em breve o grande Legislador sobre Sua lei quebrantada. Só podem esperar obter perdão os que se volvem da transgressão para a obediência” (O Cuidado de DEUS, MM 1995, 285).

 

e)      Conclusão geral

A lei cerimonial e a lei moral têm origens em condições de vida diferentes. Enquanto a lei moral vem desde a perfeição – o princípio do amor vem desde o Éden, um lugar perfeito e sem pecado, a lei cerimonial veio depois, já nas condições do pecado, para nos mostrar o caminho, Jesus NA CRUZ, para a salvação de nossa vida. “O tabernáculo, com os seus sacrifícios, deveria ensinar outra lição – a lição do perdão do pecado e do poder de obediência para a vida, mediante o Salvador” (Educação, 36).

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples

Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p(Apoc. 15, 16) Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªpArmagedom Os chifres
A igreja verdadeira O decreto dominical O alfa e o ômega Como é fácil enganar!

 

 

estudado e escrito entre  28/02 e 06/03/2014

revisado em  07/03/2014

corrigido por Jair Bezerra

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

 

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2 comments for “Lição 02 – CRISTO e a lei de Moisés

  1. Joaquin Del Castillo
    abril 10, 2014 at 10:05 pm

    Gracias por los comentarios del profesor Sikberto Marks son excelentes, me ayudan a comprender y desarrollar de mejor manera cada leccion, pero por favor si los pueden poner en español, muchas gracias y que Dios les bendiga.

    • Sikberto Marks
      abril 13, 2014 at 11:59 am

      Mei grande irmão, os tradutores desistiram, por isso esses comentários não estão sendo mais publicados.

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