Lição 02 – Discipulado por meio de metáforas

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Primeiro Trimestre de 2014

Tema geral do trimestre: Discipulado

Lição 02 – Discipulado por meio de metáforas

Semana de 4 a 11 de janeiro

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com - marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar: “Todas estas coisas disse JESUS às multidões por parábolas e sem parábolas nada lhes dizia; para que se cumprisse o que foi dito por intermédio do profeta: Abrirei em parábolas a Minha boca; publicarei coisas ocultas desde a criação do mundo” (Mat. 13:34 e 35).

 

Introdução de sábado à tarde

De que maneira poderíamos ilustrar JESUS como Mestre? Ele foi um contador de estórias. Ele inventava estórias – elas não era reais, apenas ilustrações, a partir dos fatos da rotina diária das pessoas. Eram fatos relacionados à lavoura, à sementeira, à pescaria, ao sal de cozinha, à família, enfim, a tudo o que fazia parte da vida diária das pessoas.

Contar estórias fictícias ilustrativas (parábolas) ou histórias reais é um poderoso recurso didático. Eu mesmo utilizo bastante em sala de aula; relato com frequência fatos das empresas, faço estudo de casos, etc. Temos no curso de Administração disciplinas em que se estuda a história da teoria da administração, onde se relatam muitos casos e histórias de vida de autores e pesquisadores do passado, para que os alunos entendam os dias atuais. Os alunos do curso de direito, por exemplo, ouvem muitas histórias de casos da justiça durante seu curso de seis anos. Eles estudam bastante jurisprudência, ou seja, fatos passados e como eles foram julgados. Os alunos de medicina estudam casos de doenças e como foram tratadas e que resultados se obteve. Estudam até a história dos tratamentos. Os alunos de jornalismo também estudam fatos do passado. Imagine o quanto estudam história os alunos do Curso de História. Os poetas recorrem a metáforas. O uso de histórias e estórias ainda é muito utilizado no meio acadêmico; falta utilizar mais no meio religioso, pois se teria grande proveito. JESUS foi um grande contador de parábolas, e Ele certamente sabia o que estava fazendo. As multidões que O seguiam são a prova do Mestre ser bem sucedido. O tamanho da atual religião cristã, com mais de 2,3 bilhões de pessoas, também.

 

  1. 1.      Primeiro dia: Exemplos do Antigo Testamento

JESUS conhecia as Escrituras. Ele as havia estudado em casa, não na escola, onde nunca esteve. José e Maria eram pobres, mas de alguma maneira sabiam ler e tinham acesso às Escrituras. Isso nos ensina que mesmo sendo pobre, o esforço pela educação deve ser empreendido. Para falar a verdade, JESUS recebeu educação de primeira categoria. Ele era o melhor argumentador fundamentado na Bíblia daqueles tempos, e de todos os tempos. Isso quer dizer que Ele estudou todos os livros do Antigo Testamento enquanto criança e jovem. Não seria demais dizer que Ele sabia de cor todos os textos. Ele só não citava os versículos porque em Seu tempo a Bíblia ainda não fora dividida em capítulos e versículos. É notório que JESUS utilizava muito a expressão “está escrito” e frequentemente usava também, para refutar, “também está escrito”, e então citava o trecho que queria. Quando alguém argumenta algo errado citando trecho da Bíblia, aprendemos de JESUS a usar outro trecho, dizendo “também está escrito” para dizer que a Bíblia não pode ter contradição, portanto, não pode no mesmo livro em um lugar dizer que a alma é imortal e noutro que ela é mortal, para citar um exemplo.

JESUS vivia pelas Escrituras. Ele obedecia o que nelas estava escrito, e valorizava o Antigo Testamento. Ele não se referiu sequer uma vez para afirmar que esse testamento seria abolido ou que perderia o valor para o Novo Testamento. E Ele é, sem dúvida, a maior autoridade sobre o Antigo e Novo Testamento. Também Ele nunca se referiu a mudança do sábado para o domingo, pelo contrário, Ele disse que veio para obedecer e para confirmar a Lei. Aliás, se JESUS tivesse dito que haveria mudança na Lei, esta mudança teria que fazer antes de Sua morte, para evitá-la. Se Ele morreu por causa das transgressões da lei, é evidente que jamais a lei seria alterada depois de Sua morte. Se DEUS fizesse tal coisa, estaria praticando uma enorme incoerência, pois como se poderia explicar a morte de JESUS por causa da transgressão da Lei se a Lei poderia ser alterada?

 

  1. 2.      Segunda: Sabedoria arquitetônica

Edificar uma casa é um investimento duradouro. Ao menos deve ser assim. Quem vai construir precisa fazer cálculos para ver se tem condições de concluir a obra. Sei de um edifício em Ijuí, cuja estrutura é toda de metal, e há anos está só na estrutura. O empreendedor não possuía recursos para terminar, mesmo assim iniciou, e ficou no caminho. Só concluiu a parte térrea e pintou o restante da estrutura para que não enferruje. É um esqueleto de vários andares.

Quem vai construir em região de praia precisa pensar bem no fundamento. Tenho visto em praias que os construtores fazem uma armação de pedra, ferro e concreto como base para a casa. Isso fica bem firme. Se não fizer assim, logo a casa racha e se parte em pedaços, mesmo não havendo tempestade.

Mas JESUS fez uma comparação mais radical. Dois homens construíram suas casas em região de praia. Um simplesmente a fundamentou em cima da areia sem maiores cuidados, mas o outro foi mais cauteloso. Este procurou um lugar onde havia uma rocha, e sobre ela fixou os fundamentos de sua casa. A casa deste custou mais caro, evidentemente. Tudo ia bem até que um dia desses, como é comum em praias, quando bateu uma forte tempestade e deu com violência contra as duas casas. A que fora construída sobre a areia não suportou, e foi destruída, mas a outra ficou firme e nada aconteceu. Os moradores da casa construída sobre a areia ficaram ao relento tendo que procurar abrigo, mas os da casa construída com fundamento firme não tiveram que sair, ficaram abrigados dentro da casa sólida.

Ser discípulo também tem seus custos e necessita de fundamento sólido. O fundamento é a Bíblia e atualmente também o Espírito de Profecia, que devemos tomar como nossos manuais de vida. Servem de orientação sobre como proceder a cada momento em tudo o que fazemos, para que seja bem feito, sempre segundo a vontade de DEUS nosso Criador e Salvador. Um bom fundamento espiritual é igual uma casa edificada sobre a rocha: oferece proteção contra as tempestades dos ataques do inimigo.

Os custos do discipulado podem ser altos. Em tempos de normalidade, como ainda estamos, não se nota diferença nesses custos, mas quando vier a opressão, ser discípulo atrairá o ódio dos seguidores do inimigo. Muito sofrimento, encarceramento e mortes ocorrerão, e a perseguição será uma constante. Esse é o custo de ser um verdadeiro cristão, aquele que segue a Bíblia como está escrito. Mas o custo será suportado caso o fundamento for firme.

 

  1. 3.      Terça: Analogias agrícolas

Um dos assuntos preferidos de JESUS era sobre atividades agrícolas. Ele criou diversas ilustrações relacionadas a atividades agrícolas. Uma delas foi a parábola do semeador, cuja semente caiu em quatro tipos de solo. Está em Mateus 13:1 a 23.

O semeador saiu a semear e a semente caiu em diversos lugares. Uma caiu à beira do caminho, solo duro e desprotegido. Essa semente nem nasceu, os pássaros a comeram. Isso quer significar aquelas pessoas que logo recebem o ensinamento, mas nem chegam a compreender. Talvez porque não queiram, ou porque não tenham interesse. Logo, a Palavra de DEUS nelas não produz efeito algum.

Outra semente caiu em solo rochoso. Simboliza aqueles que recebem a Palavra com alegria, mas não se aprofundam e tem pouca vontade de serem transformadas. Por isso a semente, nelas, cria raízes mas não profundas, e logo o sol as destrói, ou seja, quando vêm os primeiros problemas do mundo, já desistem.

Uma parte da semente caiu entre plantas daninhas, como os espinheiros. Esse é um solo, isto é, um coração que ouve a Palavra, a recebe, mas seu coração está dividido com os interesses deste mundo, que acabam sufocando a plantinha da boa semente.

Por fim, uma parte da semente caiu em terra boa. Essa parte ilustra aqueles corações que recebem a Palavra e tem interesse nela, aprofundam-se e dão frutos em grande quantidade. Esses frutos são o trabalho pelas outras pessoas para que também se salvem.

Mais uma parábola contou JESUS. Um lavrador preparou o solo e semeou trigo, boa semente. Mas de noite veio um inimigo e semeou joio por cima, má semtente. O joio se parece com o trigo. O empregado descobriu o joio entre o trigo e falou com o patrão. E perguntou se não era o caso de arrancar logo o joio, e que faria isto. O patrão foi sábio, dizendo que os deixassem crescer juntos e no final, primeiro se arrancaria o joio depois o trigo. O joio iria para o fogo e o trigo para o celeiro.

Quando estão maduros, o trigo pende seu cacho para baixo, está cheio de cereal. Já o joio, parecendo orgulhoso, fica ereto, acima do trigo, ele só tem palha, não tem conteúdo. Então fica fácil separar um do outro, é só arrancar o joio mais alto e deixar o trigo para colher depois. Isso naqueles tempos em que se colhia à mão.

Essa parábola significa o seguinte: Em primeiro lugar, espiritualmente falando, joio pode ainda ser transformado em trigo, portanto, deve ter essa oportunidade, não se arrancando logo. Joio significa membros que estão na igreja, mas cujos interesses estão mais no mundo que na salvação. Talvez um dia permitam ser transformados em trigo. Já o joio que fica até o final, está tendo oportunidade até esse tempo, mas se não se converter de verdade, então no final será arrancado e jogado fora, no fogo. Não serve para outra coisa, pois não tem conteúdo, só palha leve.

“Tanto a parábola do joio, como a da rede, claramente ensinam que não haverá um tempo em que todos os ímpios se converterão a Deus. O trigo e o joio crescem juntos até à ceifa. Os peixes bons e os ruins são puxados juntamente para a margem, para uma separação final. Essas parábolas ensinam que depois do Juízo não haverá graça. Quando findar a obra do evangelho, seguir-se-á imediatamente a separação de bons e maus, e o destino de cada classe será fixado para sempre” (Parábolas de JESUS, 123).

 

 

  1. 4.      Quarta: A guerra do Revolucionário

O que é ser revolucionário? JESUS foi revolucionário, e precisamos entender o que essa palavra significa. Ser revolucionário não se relaciona apenas com fazer uma guerra com armas letais e mudar as coisas. Significa também todas as ações que resultam em mudanças no curso do rumo numa sociedade ou em um grupo de pessoas. Tem a ver com uma mudança radical nos costumes de uma sociedade, e isso JESUS obteve. Ele obteve mudanças sem nunca recorrer a uma arma de guerra, mas somente pelos ensinamentos. É impossível hoje avaliar o quanto o mundo seria pior se não fosse JESUS e seus 3,5 anos de pregações e ensinamentos, bem como a Bíblia inspirada. É necessário ser muito sábio para fazer uma revolução social que não seja pela força nem pela violência. JESUS a fez, e muitos serão salvos para a eternidade em razão das mudanças que Ele produziu em suas vidas.

Quem também é visto como um revolucionário sem armas é o indiano Mahatma Gandhi, cujo nome real foi Mohandas Karamchand Gandhi. Ele conduziu a revolução do sal na Índia, contra o Império Britânico, e venceu, e nunca disparou um único tiro nem matou uma única pessoa. O que conseguiu foi a independência da Índia.

Ser um revolucionário, como JESUS, significa poder para mudar maus costumes para bons costumes de forma duradoura. E JESUS fez isso somente pelo ensino. Muitos milhões de pessoas mudaram para a vida eterna. Pessoas que foram transformadas de pecadoras para não pecadoras, e isso é uma radical revolução na vida delas. É preciso dizer que satanás também foi um revolucionário, mas do mal; é só ver o que ele fez na vida de Adão e Eva e seus descendentes. Outra revolução está em andamento, a do bem, pela qual JESUS transforma milhares de pessoas pecadoras para pessoas capazes de amar e de perdoar, bem como de viver de acordo com a Lei de DEUS, que é a lei do amor e da justiça.

 

  1. 5.      Quinta: A herança criativa de CRISTO

JESUS foi o grande contador de parábolas, e ninguém mais. No Novo Testamento Paulo, Pedro, João e outros profetas e discípulos não as contaram, senão algumas poucas. Mas isso não quer dizer que esses pregadores fossem tediosos, pelo contrário, atraíam multidões e o cristianismo cresceu no tempo deles. Uma pergunta: perderam em não utilizar-se de parábolas? Por certo que sim. Podemos imaginar que o público deles com muitas parábolas fosse bem maior.

Devemos colocar em nossa mente que a utilização de ilustrações é poderosa para atrair as multidões. Daremos um exemplo que é negativo pelos efeitos, mas positivo pelo poder. São as novelas. Não assistimos novela alguma, e não recomendamos que assistam. Mas elas são estórias inventadas e que se aproveitam da vida diária. Multidões assistem e são aficionadas por elas, inclusive muitos do povo de DEUS. Vejam por outro lado os filmes e vídeos. Outras estórias inventadas, muitas para o mal, mas que atraem multidões e garantem bilheteria enorme, enriquecendo muita gente. O mundo utiliza esse recurso, em geral, para o mal, e se dá bem, consegue audiência e levar as pessoas para a perdição. Esse recurso didático pode ser utilizado para o bem como para o mal. JESUS o utilizava para o bem; satanás aprendeu sobre isso, e hoje utiliza para o mal. E nós, do povo de DEUS, estamos indiferentes, contando poucas ilustrações. Repetimos: histórias e estórias tem enredo, facilitam o acompanhamento do raciocínio e expandem a possibilidade de compreensão.

Devemos resgatar a prática de JESUS, de contar mais ilustrações quando estamos ensinando, atrair mais gente e ensinar com mais eficiência e eficácia. Os resultados serão superiores.

 

  1. 6.      Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

a)      Síntese dos principais pontos da lição

  • Qual o foco principal?

O ponto central da lição desta semana é ‘JESUS como contador de parábolas’. O relato de fatos é poderoso recurso didático. Toda história tem enredo, isto é, tem início, desenvolvimento e fim, portanto, é algo extremamente fácil de entender. A partir de histórias, ou de parábolas, pode-se fazer aplicações as mais diversas. Era o que JESUS fazia, por isso as pessoas entendiam. Além disso, histórias levam a reflexão, isto é, a pensar, refletir e a indagar. Era tudo o que JESUS queria – participação de Seu público.

  • Quais os tópicos relevantes?

Em todo ensinamento a curiosidade deve ser aguçada, para que as pessoas não se cansem, mas abram a mente para refletirem sobre a mensagem.

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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b)      Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

Devemos recorrer mais às histórias, alegorias, parábolas, etc., para ensinar o povo. Todos gostam e dificilmente esquecem. Sermões deveriam ter mais destes recursos.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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c)       Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Simples, usar mais histórias nos estudos da Lição da Escola Sabatina bem como nos sermões e estudos bíblicos.

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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d)     Comentário de Ellen G. White

“Jesus ensinava por meio de ilustrações e parábolas tiradas da natureza e dos acontecimentos familiares da vida diária. … Desse modo, associava as coisas naturais com as espirituais, ligando as coisas da natureza e a experiência pessoal de Seus ouvintes com as sublimes verdades da Palavra escrita. E sempre que, mais tarde, os olhos deles repousavam nos objetos com que Ele associara a verdade eterna, eram repetidas as Suas lições” (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, 140).

 

e)      Conclusão geral

“Uma das mais belas e impressionantes parábolas de Cristo é a do semeador e da semente. “O reino de Deus é assim”, disse Ele, “como se um homem lançasse semente à terra, e dormisse, e se levantasse de noite ou de dia, e a semente brotasse e crescesse, não sabendo ele como. Porque a terra por si mesma frutifica; primeiro, a erva, depois, a espiga, e, por último, o grão cheio na espiga.” Mar. 4:26-28. … Aquele mesmo que deu esta parábola criou a pequenina semente, deu-lhe as suas propriedades vitais e determinou as leis que lhe governariam o crescimento; e a fez uma vívida ilustração da verdade, tanto no mundo natural como no espiritual. As verdades que esta parábola ensina se fizeram uma viva realidade na própria vida de Cristo. Tanto em Sua natureza física como na espiritual, Ele seguiu a ordem divina para o crescimento, ilustrada pela planta, conforme Ele deseja que todo jovem faça” (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, 140).

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples

Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira O decreto dominical O alfa e o ômega Como é fácil enganar!      

 

 

estudado e escrito entre:  30/11 e 06/12/2013

revisado em:  06/12/2013

corrigido por: Jair Bezerra

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

 

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