Lição 02 – O Filho

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Terceiro Trimestre de 2014

Tema geral do trimestre: CRISTO e Sua lei

Lição 02 – O Filho

Semana de   5 a 12 de julho

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br– Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar:O próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate de muitos” (Marcos 10:45).

 

Introdução de sábado à tarde

No sistema social e político da Terra está tudo invertido. Nós nos acostumamos à  situação, por isso é aqui que parece normal, mas é aqui que está quase tudo errado. Na Terra o natural é exercer poder sobre o semelhante, porém, no Céu, no governo de DEUS, o natural é servir o semelhante. A começar pelo próprio DEUS, Ele é o maior servidor do Universo. É Ele que mantém tudo. Ele sempre foi e sempre será o primeiro exemplo, em tudo. Assim como Ele é, deseja que suas criaturas, criadas à Sua semelhança, também sejam. Numa sociedade onde todos estão dispostos a servir, e ninguém deseja mandar ou exercer poder, ali o amor brota e as pessoas vivem felizes, sem o menor resquício de violência. Mas onde desejam impor vontade sobre outrem, ali logo o conflito se estabelece. O “vir para ser servido” nesse verso, em sua profundidade, tem a ver com a oferta de perdão para o retorno à vida eterna, embora também esteja vinculado aos serviços que JESUS prestava à sociedade, sem nada cobrar, enquanto aqui vivia. Também tem a ver com a Sua vida exemplar a todos nós.

JESUS perguntou a seus discípulos o que o povo dizia Ele ser. O povo, pelo que dizia, embora já tenha ouvido o Mestre muitas vezes, não sabia quem Ele era. Supunham várias possibilidades, menos a correta, de que Ele era o Filho de DEUS, o Messias prometido para salvar a humanidade. Povo é assim mesmo, sempre superficial, só ouvindo, mas pouco ou nunca se aprofundando pelo estudo. Nós adventistas não devemos ser povo, como a maioria é, infelizmente, mas devemos ser como foram os bereanos, pesquisadores, que buscam aprofundamento no conhecimento eterno. Pedro respondeu por todos os discípulos, dizendo que JESUS era CRISTO, o Filho do DEUS vivo (Mat. 16: 16).

E nós, servos de DEUS, dizemos o que? Pois bem, essa história agora já é conhecida, ficou fácil responder como Pedro. Assim tinha ficado fácil saber como colocar um ovo em pé, após Colombo fazer sua demonstração. Depois que ele disso como se faz, todos sabiam como fazer, e acharam fácil. Porém, em nossa vida, demonstramos que ela é coerente com tal afirmação? Se não for, de boca estaremos repetindo o que Pedro falou, mas de coração, estaremos repetindo o que o povo da época disse. Estudemos as lições dessa semana, pois quem sabe estejamos necessitando mudar nossos conceitos sobre a vida prática como filhos e filhas de DEUS.

 

  1. Primeiro dia: O Filho do Homem

“Pela Sua vida e morte, Cristo operou ainda mais do que a restauração da ruína produzida pelo pecado. Era o intuito de Satanás causar entre o homem e Deus uma eterna separação; em Cristo, porém, chegamos a ficar em mais íntima união com Ele do que se nunca houvéssemos pecado. Ao tomar a nossa natureza, o Salvador ligou-Se à humanidade por um laço que jamais se partirá. Ele nos estará ligado por toda a eternidade. “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito.” João 3:16. Não O deu somente para levar os nossos pecados e morrer em sacrifício por nós; deu-O à raça caída. Para nos assegurar Seu imutável conselho de paz, Deus deu Seu Filho unigênito a fim de que Se tornasse membro da família humana, retendo para sempre Sua natureza humana. Esse é o penhor de que Deus cumprirá Sua palavra. “Um Menino nos nasceu, um Filho se nos deu; e o principado está sobre os Seus ombros.” Isa. 9:6. Deus adotou a natureza humana na pessoa de Seu Filho, levando a mesma ao mais alto Céu. É o “Filho do homem”, que partilha do trono do Universo. É o “Filho do homem”, cujo nome será “Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz”. Isa. 9:6. O EU SOU é o Árbitro entre Deus e a humanidade, pondo a mão sobre ambos. Aquele que é “santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores” (Heb. 7:26), “não Se envergonha de nos chamar irmãos”. Heb 2:11. Em Cristo se acham ligadas a família da Terra e a do Céu. Cristo glorificado é nosso irmão. O Céu Se acha abrigado na humanidade, e esta envolvida no seio do Infinito Amor” (Desejado de todas as nações, 25 e 26).

“Cristo foi enviado ao mundo para desmentir a falsidade de Satanás, de que Deus fizera uma lei que o homem não podia guardar. Assumindo a forma humana, Ele veio à Terra e, por uma vida de obediência, mostrou que Deus fizera uma lei que o homem podia guardar. Mostrou que é possível ao homem obedecer perfeitamente a lei. Aqueles que aceitam Cristo como seu Salvador, tornam-se participantes de Sua natureza divina e capacitados a seguir Seu exemplo, vivendo em obediência a todos os preceitos da lei. Pelos méritos de Cristo, o homem deve mostrar pela obediência que podia estar no Céu e não se rebelaria” (A fé pela qual eu vivo, MM 1959, 114).

 

  1. Segunda: O Filho de DEUS

Ontem vimos JESUS como filho do homem. Hoje, o veremos como o Filho de DEUS. É uma expressão utilizada várias vezes na Bíblia. Ontem foi enfatizada a humanidade de JESUS, hoje a ênfase é a Sua divindade. O Pai o designou como Seu Filho, no batismo (Mat. 3:17), também na transfiguração lá no monte (Mat. 17:5). JESUS aceitava ser adorado quando isso acontecia, apesar dEle mesmo ser muito discreto quanto a isso, pois do contrário desencadearia a Sua morte prematuramente.

O Filho e o Pai possuem as mesmas capacidades e atributos. Eles são como um só. A unidade deles é cimentada pelo caráter de cada um, que estão sempre em perfeita harmonia, mesmo sendo duas pessoas. O amor os identifica perfeitamente.

Enquanto homem, JESUS Se sujeitou ao Pai, assim como Adão, como qualquer ser humano. Tornou-Se dependente do Pai, embora tivesse os mesmos poderes, não os usou. Tudo o que Ele podia fazer, ou o que fez, o ser humano, consagrado, também pode fazer, pois também terá o poder do alto. O que estava ao alcance de JESUS, também está ao nosso alcance. Podemos ser tais qual JESUS, se a Ele estivermos ligados, assim como Ele esteve ligado ao Pai. Ele Se tornou nosso exemplo.

“O Salvador continuou: “Tudo quanto Ele faz, o Filho o faz igualmente. … Assim como o Pai ressuscita os mortos, e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer.” João 5:19 e 21. Os saduceus afirmavam que não havia ressurreição do corpo; mas Jesus lhes diz que uma das maiores obras de Seu Pai é ressuscitar os mortos, e que Ele próprio possui poder de fazer a mesma obra. “Vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão.” João 5:25. Os fariseus acreditavam na ressurreição dos mortos. Cristo declara que mesmo agora o poder que dá vida aos mortos se encontra entre eles, e eles hão de testemunhar-lhe a manifestação. É esse mesmo poder de ressuscitar que dá vida à alma morta “em ofensas e pecados”. Efés. 2:1. Esse espírito de vida em Cristo Jesus, a “virtude da Sua ressurreição” (Filip. 3:10), liberta os homens “da lei do pecado e da morte”. Rom. 8:2. O domínio do mal é despedaçado e, pela fé, a alma é guardada do pecado. Aquele que abre o coração ao Espírito de Cristo, torna-se participante daquele grande poder que lhe fará o corpo ressurgir do sepulcro” (o Desejado de todas as nações, 220).

 

  1. Terça: Natureza divina de CRISTO – Parte 1

A lição de hoje discute sobre a natureza divina de CRISTO. Isso parece algo estranho, pois um ser que é homem, mas que também é DEUS. Houve em toda a história apenas um aso que se encaixasse nessa definição: homem e DEUS, numa mesma pessoa. Mas para que a graça pudesse se tornar realidade, essa era uma das condições.

Embora profetizado, embora seus milagres, embora sua vida de retidão e exemplar, embora nunca houvesse cometido pecado algum, ficava difícil identificar aquele homem pobre, filho de pais pobres e humildes, com o Rei do Universo. Tivesse Ele vindo como um príncipe, nascido em um lar muito rico e de prestígio social, o aceitariam de pronto. Mas não aquele que estava ali, quase que um coitado da sociedade. Pouco lhe faltava para ser um pedinte.

Ainda mais, JESUS nunca disse diretamente que Ele era o Messias esperado. Ele se identificava como o Filho de DEUS, fazia milagres impossíveis a quem não é DEUS, mas como a ciência hoje, buscavam explicar isso por meios naturais. Quando fazia certas coisas que só DEUS podia fazer, por exemplo, perdoar pecados, os líderes judaicos O acusavam de blasfêmia. JESUS reivindicava ser DEUS, embora de um modo um tanto discreto. Pessoas chegaram a pressionar o Mestre pedindo que Ele fosse claro e direto, dizendo se era ou se não era o CRISTO esperado. Mas JESUS não foi direto, apenas lhes disse que observassem a sua vida e seus feitos. Aliás, se atentassem para o que Ele fazia, não poderia restar dúvida sobre quem Ele era. Mas o ser humano sempre tende a deixar as evidencias definitivas em segundo plano, e coloca acima delas os seus próprios conceitos. E esse é um dos nossos grandes problemas.

 

  1. Quarta: Natureza divina de CRISTO – Parte 2

“Por Sua humanidade, Cristo estava em contato com a humanidade; por Sua divindade, firma-Se no trono de Deus. Como Filho do homem, deu-nos um exemplo de obediência; como Filho de Deus, dá-nos poder para obedecer. Foi Cristo que, do monte Horebe, falou a Moisés, dizendo: “EU SOU O QUE SOU…. Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.” Êxo. 3:14. Foi esse o penhor da libertação de Israel. Assim, quando Ele veio “semelhante aos homens”, declarou ser o EU SOU. O Infante de Belém, o manso e humilde Salvador, é Deus manifestado “em carne”. I Tim. 3:16. A nós nos diz: “EU SOU o Bom Pastor.” João 10:11. “EU SOU o Pão Vivo.” João 6:51. “EU SOU o Caminho, a Verdade e a Vida.” João 14:6. “É-Me dado todo o poder no Céu e na Terra.” Mat. 28:18. EU SOU a certeza da promessa. SOU EU, não temais. “Deus conosco” é a certeza de nossa libertação do pecado, a segurança de nosso poder para obedecer à lei do Céu” (O Desejado de todas as nações, 24 e 25).

JESUS, Filho de DEUS, tem os mesmos poderes do Pai. É DEUS, não mais nem menos que o Pai. Existe desde a eternidade, não teve origem, nem terá fim. Mas nasceu em Maria, como uma forma de se tornar semelhante à humanidade afim de resgatá-la. Foi Ele quem criou todas as coisas, DEUS Pai criou por meio dEle. Eles atuam em conjunto, em plena harmonia. Eles estão infinitamente ligados pelo caráter que possuem, que se identifica com o mais puro e intenso amor.

 

  1. Quinta: Missão de CRISTO

JESUS CRISTO veio ao mundo com alguns propósitos. Um deles foi oferecer a salvação à raça humana. Outro, foi revelar como DEUS é.

Sobre o segundo ponto, era importante que DEUS fosse bem retratado entre os seres humanos porque satanás criou uma imagem bem negativa sobre DEUS. Desde a antiguidade os próprios homens inventaram deuses, obviamente falsos, mas que desenvolviam nas mentes das pessoas, uma ideia horrível sobre o caráter de DEUS, sobre qualquer deus que se imaginasse, inclusive o verdadeiro. Assim DEUS ficou parecendo um ser vingativo e cruel, sempre querendo pegar as pessoas em flagrante para as consumir no sofrimento. Na Idade Média, a própria igreja cristã criou imagem distorcida de DEUS. Inventaram o purgatório, as penitências, os sacrifícios, as indulências que precisavam ser compradas e muito mais. Tudo isso levava a uma imagem de DEUS retratando-O o que Ele não era. As pessoas, algumas mais, outras menos, O obedeciam, conforme os sacerdotes mandavam, por medo. Logo, precisava que alguém, que pudesse representar a DEUS perfeitamente, explicar por palavras e por exemplo, como é o caráter de DEUS.

Também JESUS veio para nos salvar. Só Ele podia fazer isso, pois era o lugar dEle que Lúcifer cobiçava. JESUS foi também atacado, principalmente porque pelo fato da lei, isto é, o caráter de DEUS, ser atacado, portanto precisava que o próprio DEUS demonstrasse que essa lei (caráter) era boa. Daí que DEUS agiu de modo inesperado por todos, Ele mesmo Se tornou um ser Humano, e não só ensinou, como demonstrou que a lei é justa, santa e boa. Outro motivo que requeria a providência de JESUS era que, por morte de qualquer outro ser, que fosse uma criatura, esse sacrifício não poderia ser aceito pela lógica do governo celeste, por pelo menos dois motivos: um, que seres criados não poderiam representar fielmente ao próprio Criador, pois são criaturas. Outro, porque a lei é DEUS, seu caráter, e não dos homens. Ainda poderíamos acrescentar que, pecadores não poderiam substituir outros pecadores, muito menos ensinarem como se obedece a DEUS, sendo eles desobedientes. Esse seria o caso de algum pecador ser posto em lugar de           JESUS, para morrer por nós.

“Cristo prometeu perdão abundante a todos os que se arrependem e crêem em Sua misericórdia. O amor de Deus estende-se, abundante, à alma arrependida e crente. O estigma do pecado na alma só se pode apagar com o sangue do Sacrifício expiatório. Nenhum sacrifício menor se requereu, do que o sacrifício dAquele que era igual ao Pai. A obra de Cristo – Sua vida, humilhação, morte e intercessão pelo homem caído – engrandece a lei e a torna gloriosa” (Mensagens escolhidas, v1, 371).

 

  1. Resumo e aplicação – Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

a)      Síntese dos principais pontos da lição

  • Qual o foco principal?

“Teria sido uma quase infinita humilhação para o Filho de Deus, revestir-Se da natureza humana mesmo quando Adão permanecia em seu estado de inocência, no Éden. Mas Jesus aceitou a humanidade quando a raça havia sido enfraquecida por quatro mil anos de pecado. Como qualquer filho de Adão, aceitou os resultados da operação da grande lei da hereditariedade. O que estes resultados foram, manifesta-se na história de Seus ancestrais terrestres. Veio com essa hereditariedade para partilhar de nossas dores e tentações, e dar-nos o exemplo de uma vida impecável” ( Desejado de Todas as Nações, 49).

“Foi a natureza humana do Filho de Maria transformada na natureza divina do Filho de Deus? Não; as duas naturezas fundiram-se misteriosamente numa só pessoa – o homem Cristo Jesus. NEle habitava corporalmente toda a plenitude da Divindade. Quando Cristo foi crucificado, foi Sua natureza humana que morreu. A Divindade não sucumbiu e morreu; isso teria sido impossível. Cristo, Aquele que é sem pecado, salvará todo filho e toda filha de Adão que aceita a salvação que lhes é oferecida, consentindo em tornarem-se filhos de Deus. O Salvador adquiriu a raça decaída com o Seu próprio sangue” (Exaltai-O, MM 1992, 77).

 

  • Quais os tópicos relevantes?

O pecado só pode ser vencido pelo poder de DEUS. Nós não conseguimos a vitória por nossas capacidades ou esforços. Mas a nós se oferece a graça, e com ela vem o poder do alto, para que também possamos crescer sendo santificados, transformados, isto é, mudando de vida. Hoje, na igreja, fala-se muito: “somos pecadores”, mas fala-se pouco “queremos ser transformados”. Há um conformismo com a condição de pecadores na igreja, e isto se chama “liberalismo.” É um dos sinais dos tempos.

 

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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b)      Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

JESUS CRISTO, foi perfeitamente ser humano como nós somos, mas sem pecado. JESUS CRISTO foi perfeitamente DEUS, como é o nosso Criador, a nós fora de alcance. JESUS fez a ligação entre o que somos e o que a nós é impossível. Ele conseguiu, e nos dá de graça o que jamais, por nossos esforços, poderíamos alcançar.

 

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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c)       Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

“O Senhor Jesus pôs uma ponte sobre o abismo causado pelo pecado. Ele ligou a Terra com o Céu, e o homem finito com o Deus infinito. Jesus, o Redentor do mundo, só podia guardar os mandamentos de Deus da mesma maneira que a humanidade pode guardá-los. Não devemos servir a Deus como se não fôssemos humanos, mas servi-Lo na natureza que temos, a qual foi redimida pelo Filho de Deus; por meio da justiça de Cristo estaremos perdoados diante de Deus, e como se nunca houvéssemos pecado” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, 139 e 140).

 

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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d)     Comentário de Ellen G. White

“Em Cristo uniram-se o divino e o humano – o Criador e a criatura. A natureza de Deus, cuja lei tinha sido transgredida, e a natureza de Adão, o transgressor, encontraram-se em Jesus – o Filho de Deus e o Filho do homem. E, tendo pago o preço da redenção com o Seu sangue, tendo passado pela experiência do homem, tendo enfrentado e vencido a tentação em benefício do homem, tendo, embora Ele mesmo fosse sem pecado, suportado a ignomínia, a culpa e o fardo do pecado, tornou-Se o Advogado e Intercessor do homem. Que certeza é isso para a pessoa tentada e que luta, que certeza para o Universo espectador, de que Cristo será “misericordioso e fiel sumo sacerdote”! Heb. 2:17” (Exaltai-O, MM 1992, 346).

 

e)      Conclusão geral

“Na vida do discípulo João é exemplificada a verdadeira santificação. Durante os anos de sua íntima relação com Cristo foi ele muitas vezes advertido e admoestado pelo Salvador; e aceitou essas repreensões. Quando o caráter do Ser divino lhe foi manifestado, João viu suas próprias deficiências, e foi feito humilde pela revelação. Dia a dia, em contraste com seu próprio espírito violento, ele observava a ternura e longanimidade de Jesus e ouvia-Lhe as lições de humildade e paciência. Dia a dia seu coração era atraído para Cristo, até que perdeu de vista o próprio eu no amor pelo Mestre” (Atos dos apóstolos, 557).

 

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira O decreto dominical O alfa e o ômega Como é fácil enganar!      

 

 

estudado e escrito entre:  30/05 a 03/06/2014

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

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