Lição 03 – A rebelião global e os patriarcas

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Primeiro Trimestre de 2016

Tema geral do trimestre: Rebelião e redenção

Lição 03 – A rebelião global e os patriarcas

Semana de  9 a 16 de Janeiro de 2016

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar:Estou com você e cuidarei de você, aonde quer que vá; e Eu o trarei de volta a esta terra. Não o deixarei enquanto não fizer o que lhe prometi” (Gên. 28:15, NVI).

 

Introdução de sábado à tarde

Todos sabemos que a lei de DEUS em essência é o amor. Na realidade, o governo de DEUS não é dirigido a partir de uma lei, mas de um princípio. Leis são escritas em algum lugar, princípios integram as mentes dos seres inteligentes. E também sabemos bem que o amor é que produz bons relacionamentos. Esses são relacionamentos de querer servir, não de buscar ser servido. É o que JESUS demonstrou enquanto esteve na Terra.

O bom relacionamento depende exclusivamente se amamos. Onde existe amor, as pessoas se relacionam bem porque elas procuram servir umas às outras. E onde existe amor, ali existe obediência ao princípio do amor de DEUS. Portanto, o bom relacionamento depende se obedecemos a DEUS, que é amor. Havendo desobediência, por consequência, vai haver mau relacionamento por causa da ruptura do vínculo com DEUS. É o que vemos no mundo atual.

Ao longo da história temos uma infinita relação de desconfiança entre as famílias e entre as nações. Seja no âmbito individual, seja no âmbito das multidões, por falta de obediência ao amor, surgem os desentendimentos e as guerras, com suas respectivas destruições. As perguntas que não calam, são: se somos todos descendentes de um mesmo casal, portanto, se somos todos irmãos, por que entre as nações existe tanta desconfiança e discórdia? Por que tanto armamento na tentativa de nos protegermos de pessoas que, a rigor, são todos nossos familiares? E mesmo que não fôssemos parentes, mas temos certeza que somos todos seres humanos, por que tanto ódio e temor uns dos outros?

Essa é mais uma face cruel do conhecimento do mal, que DEUS queria evitar.

 

  1. Primeiro dia: Caim e Abel

Entendo Adão e Eva quanto à pressa da vinda do Salvador, que viria uns 4 mil anos depois da queda. Se eles soubessem quantas gerações teriam que aguardar a vinda do Salvador, para vir pela primeira vez, e ainda teria que vir a segunda vez, e só na terceira vinda é que as raízes e os ramos do pecado seriam extirpados, não suportariam. Entendo, porque também tenho pressa. Nunca marquei datas para a vinda de JESUS, como alguns maldosamente falaram por aí, mas tenho pressa. Quem não tem? Nesse mundo a vida é sofrida, há muita maldade, até mesmo dentro da igreja. O conhecimento do mal, que a serpente prometeu, realmente foi um desastre, uma tragédia incomensurável.

Adão e Eva, quando nasceu Caim, pensaram ser o Salvador. Tinham certeza que se tratava do prometido em Gên. 3:15. Eles tinham pressa na solução do pecado. Mas esse filho, Caim, seria um homem rebelde, que mataria seu irmão mais novo, que agiria como agiriam muitos sacerdotes, contra DEUS. Em vez de se envergonhar pelo que fez com Abel, Caim postou-se de modo rebelde diante de DEUS, como muitos criminosos se mostram insensíveis, frios e calculistas, diante da polícia, no momento em que são presos. Como é frequente, hoje, ver-se em noticiários da televisão, a prisão de um homem, que matou a esposa, que ainda tinha ficha limpa, mas que, depois do assassinato, não demonstra a menor emoção de arrependimento. Caim tinha ficha limpa até o dia em que matou seu irmão. Mesmo nunca tendo tirado a vida de uma pessoa, não demonstrou tristeza pelo que fez. Pelo contrário, achava correta a vingança exagerada.

Esse é um dos efeitos do pecado. Ele torna as pessoas insensíveis. Mesmo quem nunca fez determinado mal, quando o faz, não sente necessidade de arrependimento.

“Satanás contemplava com intenso interesse cada evento relacionado com as ofertas de sacrifícios. A devoção e a solenidade ligadas ao derramamento de sangue da vítima causava-lhe grande desconforto. Para ele esta cerimônia estava revestida de mistério; mas ele não era um estudante embotado. Imediatamente descobriu que as ofertas de sacrifícios tipificavam alguma expiação futura para o homem. Viu que estas ofertas significavam arrependimento do pecado. Isto não se harmonizava com os seus propósitos e imediatamente começou a trabalhar no coração de Caim com o intuito de levá-lo à rebelião contra a oferta de sacrifício que prefigurava um Redentor vindouro.

“O arrependimento de Adão, evidenciado por sua tristeza pela transgressão e sua esperança de salvação através de Cristo, mostrada por suas obras nas ofertas de sacrifícios, constituía um desapontamento para Satanás. Esperava constantemente ganhar Adão a fim de unir-se a ele na murmuração contra Deus, e rebelar-se contra Sua autoridade. Caim e Abel foram representantes de duas grandes classes. Abel, como sacerdote, com fé solene ofereceu seu sacrifício. Caim estava desejoso de oferecer os frutos da terra, mas recusou relacionar sua oferta com sangue de animais. Seu coração recusava mostrar arrependimento do pecado e fé num Salvador, por intermédio da oferta do sangue de animais. Recusou admitir sua necessidade de um Redentor. Isto para o seu coração orgulhoso era dependência e humilhação” (No Deserto da Tentação, 27 e 28).

 

  1. Segunda: O dilúvio

Os seres humanos na Terra foram se corrompendo. E a corrupção alcançou níveis que levariam a humanidade ao colapso, coisa que seria alcançada apenas, outra vez, em nossos dias. “Os habitantes do mundo hoje são representados pelos que viviam na Terra ao tempo do dilúvio. A impiedade dos habitantes do velho mundo é positivamente declarada: “E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a Terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.” Gên. 6:5. Deus Se cansou dessa gente cujos pensamentos eram só de prazer e satisfação própria. Não buscavam o conselho do Deus que os criara, nem se importavam de fazer Sua vontade. A repreensão de Deus estava sobre eles por seguirem continuamente a imaginação de seus corações; e havia violência na Terra. “Então arrependeu-Se o Senhor de haver feito o homem sobre a Terra, e pesou-Lhe em Seu coração.” “E viu Deus a Terra, e eis que estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a Terra. Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a Minha face, porque a Terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a Terra.” Gên. 6:6, 12 e 13” (Mensagens Escolhidas, v2, 151).

Bem antes de Noé, Enoque já sabia que viria um dilúvio no futuro. Ele foi um homem bom e fiel a DEUS, por isso, o Criador, e futuro Salvador, o privilegiou com informações proféticas que ninguém mais sabia. “Enoque escutou dos lábios de Adão a dolorosa história da queda e a preciosa promessa da condescendente graça de Deus em oferecer o dom de Seu Filho como Redentor do mundo. Creu nela e sobre ela repousou. Enoque era um santo homem. Servia a Deus com singeleza de coração. Compreendeu a corrupção da família humana e separou-se dos descendentes de Caim, reprovando-os por sua grande maldade. … Sua alma se agitava ao testemunhar diariamente como pisavam a autoridade de Deus. … Decidiu separar-se deles e gastar muito de seu tempo em solidão, devotando-se à reflexão e oração. Esperava diante de Deus e orava para conhecer mais perfeitamente a Sua vontade, a fim de poder realizá-la. Deus comunicava-se com Enoque por intermédio de Seus anjos, dando-lhe instrução divina. Fez-lhe saber que não suportaria para sempre a rebelião do homem – que Seu propósito era destruir a raça pecadora pelo derramamento de um dilúvio de água sobre a Terra” (A Verdade Sobre os Anjos, 66).

O Dilúvio desarranjou a Terra que DEUS havia feito com perfeição. DEUS arranjou a Terra para que ela tivesse condições perfeitas à vida. Durante o dilúvio essas condições foram desmanteladas, e a situação só piorou com o passar do tempo, com terremotos, vulcões, maremotos, tempestades e outras catástrofes climáticas.

Antes do dilúvio, a Terra foi constituída com rochas poderosas como os ossos de uma pessoa. “As rochas altas e desnudas não podiam ser vistas sobre ela, mas estavam debaixo da superfície, correspondendo aos ossos da Terra. As águas estavam distribuídas regularmente” (História da Redenção, 20). Havia muita água em baixo da Terra, como hoje. E água em cima da Terra, na atmosfera, como hoje. A água de cima, em forma de vapor, transformou-se em nuvens, e daí veio a chuva. As águas debaixo romperam por meio das rochas, rebentando a estrutura da Terra, e fragilizando sua estabilidade. “Quando os grandes e sábios provaram para a sua satisfação que era impossível ser o mundo destruído pela água, quando os temores do povo se acalmaram, quando todos consideraram a profecia de Noé como uma ilusão, e o olhavam como a um fanático, então é que veio o tempo de Deus. “Romperam-se todas as fontes do grande abismo, e as janelas do céu se abriram” (Gên. 7:11)” (Patriarcas e Profetas, 103 e 104).

Depois, a água secou. Secou com a água indo para que lugar? Ela voltou ao seu lugar de antes, a maior parte para as profundezas da Terra. A Terra que teve que encolher para liberar sua água interna, outra vez se expandiu para absorver a água que cobriu a superfície. A estrutura da Terra se alterou duas vezes, uma, encolhendo para se esvaziar da água, outra se expandindo para reabsorver a água. Sobraram altas montanhas, rochas fora do lugar, a estrutura rochosa da Terra resultou fragmentada, formando as placas tectônicas. Elas se movem, e geram os terremotos. O fogo do interior da Terra, que deveria ficar ali sob alta pressão, consegue passagem pelas fendas e gera os vulcões. O novo sistema de estações resultou em chuvas que antes não havia. Essas chuvas por vezes se desregulam, e por causa da ação destruidora do ser humano, a natureza está cada vez em maior desequilíbrio. Disso resultam catástrofes como vendavais, tornados, granizo, raios, tempestades e excesso ou falta de chuva. Depois do dilúvio o planeta não era mais “muito bom” como foi, no dia em que saiu das mãos do Criador. Agora estamos num planeta provisório que funciona muito mal. Tudo resultante de quê? Do pecado original de Adão e Eva, e da atitude rebelde de seus descendentes, inclusive nós. O planeta já não suporta mais sua fragilização pelo Dilúvio, e também já não suporta mais a ação destrutiva do homem.

Nós, hoje, vivemos em situação parecida à de Noé em seus dias. A descrença em DEUS aumenta. Milhões creem em um DEUS falso, mesmo com a Bíblia aberta na mão e pregando sobre ela. O dilúvio antigo, as condições das pessoas naquele tempo, são alertas para nós. “Os mesmos pecados que trouxeram destruição sobre o mundo nos dias de Noé, existem em nossos dias. Homens e mulheres levam agora o comer e beber tão longe, que finda em glutonaria e embriaguez. Este pecado dominante, a satisfação do apetite pervertido, inflamava as paixões nos dias de Noé, levando a vasta corrupção. A violência e o pecado chegaram ao Céu. Esta poluição moral foi finalmente varrida da Terra pelo Dilúvio. …

“Comer, beber e vestir são levados a tal excesso, que se tornam crimes. Encontram-se entre os pronunciados pecados dos últimos dias, e constituem um sinal da próxima vinda de Cristo. Tempo, dinheiro e forças, que pertencem ao Senhor, mas que Ele nos confiou, são gastos em superfluidades de vestuário e iguarias para o apetite pervertido, que diminuem a vitalidade, e trazem sofrimento e decadência” (Temperança, 227).

Felizmente, DEUS em Sua suprema inteligência nos deu o arco íris. Pelo menos as pessoas que viveram nos dias posteriores ao Dilúvio, ficariam com muito medo ao ver as nuvens se formando e os trovões e relâmpagos ribombando pelo Céu. Até hoje muitos ficam com medo de temporais, granizo e vendavais.

 

  1. Terça: Abraão

Abraão era um ser humano que falhava, e de fato, ele falhou algumas vezes. Todos os seres humanos, menos um, mesmo fiéis a DEUS, falharam. Por exemplo, Elias, Moisés, Davi, etc. O único ser humano que não falhou foi JESUS CRISTO. E Ele era ser humano, nada mais nem maior que qualquer um de nós. Não se pode avaliar o risco que o trono do Universo correu em liberar um membro da santíssima Trindade para, em forma de ser humano, viver por uns tempos aqui e morrer por nós, na condição de nunca pecar. Ser um bom sujeito até não seria difícil, porém, nunca, numa vida de 33,5 anos, cometer um erro, um pecado sequer, isso não é impossível? JESUS venceu esse desafio, por nós. Saliente-se, Ele nasceu nada superior a qualquer um de nós, exceto que, gerado pelo ESPÍRITO SANTO, nasceu sem pecado.

Voltemos a Abraão. Quando DEUS lhe prometeu que teria um filho, ele estava com 75 anos, e sua esposa com 66, ela era 9 anos mais nova. Com essa idade, e eles sabendo que ela era estéril, não teria mais condições de ter filhos. Não só era estéril como também já lhe havia passado a época de ter filhos. Dez anos mais tarde, veio outra vez a promessa de que teriam um filho. E quando Abraão estava com 99 anos, e Sara com 90, pela terceira vez veio essa promessa, mas dessa vez, com prazo demarcado: em um ano ela teria o filho prometido (Gên. 18:10).

Isso já estava parecendo brincadeira. Em torno de 25 anos se passaram com a promessa, e nada do filho. Finalmente, quando ao ser humano não haveria mais possibilidade de concepção, mais uma vez a promessa, e que em um ano teriam o filho. Sara até riu disso, pois não levava mais à sério tais promessas. DEUS até chegou a dizer, diante do argumento da impossibilidade no pensamento de Sara, “acaso para DEUS há coisa demasiadamente difícil?” (Gên 18:14). Pois bem, em um ano nasceu Isaque, o filho da promessa.

Esse filho era tão aguardado pelo casal quanto o nascimento de Caim, por Adão e Eva. Era o filho da promessa, mas não era ainda JESUS, o Salvador.

Abraão era para ser o pai de uma nação, e até mesmo, o precursor da igreja. Talvez se diria melhor, ele deveria ser o pai de um povo consagrado e fiel a DEUS, de seus dias até o final dos tempos. JESUS mesmo disse que aqueles que O seguem são filhos de Abraão. Portanto, esse homem deveria ser de fato, fiel a DEUS, embora sendo um ser humano sujeito a falhas.

Por esse motivo, Abraão foi testado três vezes. Da primeira vez, quando lhe foi ordenado sair da terra de seus parentes e ir a outro lugar. Ele foi, obedeceu. Nem sabia bem para onde ir, mas foi. Da segunda vez, teve que esperar 25 anos pelo cumprimento da promessa de um herdeiro. Ele esperou, e o Filho veio. Importante, o Filho nasceu quando da parte do ser humano estavam encerradas as esperanças de que algum filho nascesse de Sara. Da terceira vez, Abraão se saiu muito bem. Ele foi aprendendo com os testes anteriores, e com outros desafios que teve para enfrentar, em que não venceria sem o poder de DEUS (libertar seus amigos com apenas 318 homens, interceder por Ló em Sodoma, etc.). Ele recebeu a ordem de sacrificar seu filho. Enfrentando a situação só, calado, triste, digamos, desesperado, lá foi ele, conduzindo seu filho rumo ao altar de sacrifícios. No momento limite, um anjo apareceu e impediu o sacrifício. Abraão cria que algo iria acontecer, para ele não perder seu filho. Tanto que disse a Isaque: “DEUS proverá”.

Abraão passou pela experiência que DEUS Pai também experimentou. Porém, o desfecho foi diferente. JESUS foi morto, teve que enfrentar tudo sozinho, e DEUS Pai não podia intervir, para não anular todo o plano de salvação. Com que profunda tristeza o Pai teve que ouvir as palavras: “DEUS Meu, DEUS Meu, porque Me desamparaste?” Isaque não precisou falar assim. Isaque não foi julgado como JESUS. Isaque não foi açoitado como JESUS. Isaque não foi acusado falsamente como JESUS. Isaque sofreu a angústia prévia da morte por alguns momentos; não teve que enfrentar uma vida de desafios como JESUS enfrentou. Mesmo assim, por isso, Abraão foi considerado o pai da fé, porque se comportou como DEUS, diante da necessidade da oferta de seu filho. Mas, como a história viria a revelar mais tarde, séculos depois, foi providenciado um cordeiro para substituir Isaque naquele altar de sacrifícios. Aquele cordeiro que foi providenciado para o altar destinado a Isaque, simbolizava JESUS, que morreria por Isaque, e por toda a humanidade.

 

  1. Quarta: Jacó e Esaú

Se houve alguém que teve uma vida atribulada, foi Jacó. Não era o filho favorito de seu pai, só da mãe. Mas era bem visto por DEUS, que abominava Esaú, por sua indiferença com a adoração e os assuntos divinos. DEUS já havia predito que a primogenitura fosse a Jacó (Gên. 25:23), porém, Isaque queria dar a Esaú. A família estava dividida, situação bem favorável a satanás se inserir e criar problemas. Esaú e Jacó também não se davam muito bem, parecia uma reedição da vida de Caim e Abel, milênios antes.

Isaque envelhecendo, e tendo ficado cego, resolveu se acomodar na cama, e dali parece que não saía. Dava a entender que sua vida não duraria muito, se bem que, morreria mais de 20 anos depois. Rebeca, sua esposa, melhor de saúde que seu marido, no fim das contas, até faleceu antes de Isaque, amava Jacó mas abominava Esaú. Preocupada que a bênção da primogenitura fosse para o filho que ela não amava, resolveu tramar algo absolutamente errado: enganar Isaque para que desse a bênção ao filho mais novo. Antes disso Jacó já havia negociado com Esaú a primogenitura por um prato de um cozinhado vermelho (Gên. 25:28 a 34). Daquela vez Esaú havia desprezado a primogenitura, preferia comida. Jacó, com o apoio e orientação de Rebeca, enganou seu pai e recebeu a bênção da primogenitura. Essa bênção ele receberia de qualquer maneira, pois DEUS já havia decidido quem seria o líder e quem seria o liderado.

A primogenitura era algo de grande honra. Nascer primeiro naqueles dias era algo especial. Receberia o direito de ser o futuro patriarca e de levar o nome da família, bem como de administrar a maior parte do patrimônio do pai. Era a sucessão do patriarcado, que nesse caso, resultaria mais tarde numa nação escolhida e formada por DEUS. Portanto, era DEUS quem administrava a primogenitura da família de Isaque, mas não foi Ele que orientou que fizessem tudo errado, enganando Isaque e Esaú. Mesmo bem mais tarde, quando Jacó, já bem velho, foi abençoar os dois filhos de José, cruzou seus braços na última hora, para conceder a bênção maior ao filho mais moço. Deixe-se DEUS agir, que Ele nunca erra. Não atropelemos as coisas. Mas, mesmo assim, DEUS continuou com Jacó e o protegeu durante a vida.

Pois, pela maneira como Jacó e sua mãe agiram, a família se fragmentou ainda mais. Agora Esaú só esperava a morte do pai para, a seguir, matar Jacó. Por isso teve que fugir para a terra dos pais de sua mãe. Ali Jacó, por sua vez, teve que enfrentar o amargor de também ser enganado. Assim foi no casamento como nos negócios com seu sogro.  Jacó queria casar apenas com Raquel, mas acabou se casando com Lia também. E ainda recebeu duas concubinas. Estava tudo errado. Quanta enganação. Em vez de trabalhar sete anos por Raquel, acabou trabalhando quatorze anos pelas duas. E nos outros seis anos, para completar os vinte que ficaria com Labão, seu salário foi mudado dez vezes, sempre a favor de seu sogro. Mas DEUS estava com Jacó que enriquecia. A situação de Jacó tornou-se insustentável na casa de Labão, pois seus filhos agora ameaçavam Jacó, dizendo que este tirava tudo de Labão. As bênçãos de DEUS resultaram em motivos para que Jacó fosse mal visto.

Jacó teria que sair de lá e DEUS providenciou sua saída. DEUS disse a Jacó que voltasse à terra de sua parentela e Ele seria com Jacó (Gên. 31:3). A situação da família de Jacó ficou tão ruim que Labão nem mais amava suas filhas, que considerava como estrangeiras (Gên. 25:15). Jacó, em vez de se despedir claramente de Labão, pois DEUS estava com ele, portanto não necessitava ter medo, resolveu fugir às escondidas, sem despedida. Jacó ainda era um enganador. Ele ainda era Jacó, não Israel. A mudança ainda não havia ocorrido. Isso levou a que Labão, com raiva, perseguisse Jacó. Mas em sonhos DEUS mais uma vez teve que intervir para consertar os erros de seu filho amando, e Labão não fez mal a Jacó. Simplesmente se despediram como deveriam ter feito antes. Note, Labão veio com homens armados contra Jacó, porém DEUS mudou o curso dos fatos, e se reconciliaram.

Depois, DEUS decidiu que chegara o tempo de mudar o caráter de Jacó. Na véspera do encontro com seu irmão Esaú, temendo ele ser totalmente destruído, teve um encontro pessoal com JESUS. Pensando ser um inimigo lutou toda a madrugada com DEUS, até que foi atingido na virilha, e ficou manco por uns tempos. Assim, agora, Jacó estava inteiramente desabilitado para lutar com seu irmão. Parecia que agora de vez a situação havia piorado. Mas não, nessa oportunidade Jacó se entregou, finalmente, a DEUS, e passou a confiar nEle. Agora já não era mais Jacó, o enganador, mas Israel, pai de uma grande nação escolhida por DEUS. Mancando foi encontrar-se com seu irmão, que vinha com 400 soldados para o matar. DEUS havia dado um sonho a Esaú, para que agisse diferente de seus planos. E, o que deveria ter sido uma guerra resultou em dois homens, abraçados, chorando e se perdoando, vinte anos depois da separação. Os 400 homens que Esaú trouxe para destroçar Jacó e o que tinha, foram oferecidos para sua proteção. Esaú mesmo queria seguir junto com seu irmão (Gên. 33:12 e 15). Essa, em resumo, foi a história atribulada do terceiro patriarca, na sucessão da formação da nação israelita. De Jacó nasceram os doze homens que formariam as doze tribos de Israel. Dessas tribos nasceria Davi para ser rei, e da descendência dele nasceria JESUS CRISTO, O Salvador do mundo.

Atente para o seguinte. Naqueles tempos se faziam guerras alugando lutadores. Esse aluguel incluía o pagamento pelo trabalho de guerrear e a repartição do despojo das riquezas do inimigo destruído. Aqueles 400 homens por certo estavam motivados pelas muitas riquezas de Jacó, e na véspera, já deveriam estar planejando o que fazer com tudo o que lhes tocasse. Mas no dia seguinte, após o sonho de Esaú, tiveram que amargar a notícia de que não mais haveria guerra, mas sim, reconciliação. E em vez de luta, ainda foram oferecidos para protegerem quem era o inimigo, coisa que Jacó não aceitou. DEUS pode mudar qualquer situação, por pior que ela seja.

 

  1. Quinta: José e seus irmãos

A história de José é mais uma daquelas que a gente fica pensando: como esse rapaz se manteve firme na fé? Foi vendido aos 17 anos e só viu a reversão de sua situação aos 30 anos, quando se tornou governador do Egito. E só depois, aos 37 anos ou mais, quando chegaram os tempos das vacas magras, que ele pode rever seus irmãos, e um pouco mais tarde, seu pai. Passaram-se pelo menos 20 anos entre sua saída dramática de casa e o reencontro com sua família. E nesse meio tempo ele foi escravo e prisioneiro, mas se tornou quase rei de um país. E mais uma análise cabe aqui: nos tempos de escravidão e em presídio, poderia ter deixado a fé de lado, pela situação humilhante. E nos tempos de palácio, poderia ter deixado a fé pelo luxo e sobra de tudo, tendo uma esposa filha de sacerdote pagão.

Mas com José foi diferente do que seria com a maioria das pessoas se passassem pelo que ele passou. Ele, mesmo no caminho entre a terra onde morava até o Egito, numa situação de total abandono e sem perspectiva de vida livre, manteve-se íntimo com DEUS, fiel a seus princípios. Na casa de Potifar, onde deve ter passado uns dez anos, percebeu que era abençoado por DEUS. O que se passava em sua mente não se pode saber. Por exemplo, o que imaginava, se um dia iria rever seu pai e sua família, não sabemos. Não sabemos o quanto ele confiava naqueles dois sonhos, se eles se realizassem, e se por essa via, voltasse a rever sua família. Mas uma coisa é certa, ele por nenhum momento titubeou em confiar em DEUS.

José teve que enfrentar mais de dez anos, talvez uns 13 anos, até que deixasse de ser um estrangeiro de segunda categoria, sem direitos, sem proteção, vivendo conforme o humor dos egípcios. Pois bem, depois desse tempo, ele passou a ser chefe de todos aqueles que fizeram mal a ele, incluindo Potifar e sua mulher. Poderia ter mandado prender todos eles, inclusive Potifar e sua mulher, mas não foi vingativo. Poderia mandar prender o copeiro que esqueceu dele por dois anos, mas não fez isso. Podia mandar soldados à casa de seu pai prender seus irmãos, também não fez isso. Poderia obrigá-los à humilhação, fazê-los se ajoelharem perante ele, como nos sonhos, mas nada disso passou pela sua cabeça. E quando chegou a melhor hora de se vingar, quando seus irmãos estavam fragilizados pela falta de mantimento, ele os supriu de víveres e fez bem a eles. E tratou de trazê-los todos para junto de si, mostrando que um filho de DEUS não se nivela por baixo, mas segue firme o exemplo de JESUS, servindo, nunca procurando ser servido.

É tocante o relato do reencontro entre José e seus irmãos, pela segunda vez, quando deu-se a conhecer quem ele era. O relato de Ellen G. White afeta nossos sentimentos. “Em sua profunda angústia Judá aproxima-se então do governador, e exclama: “Ai senhor meu, deixa, peço-te, o teu servo dizer uma palavra aos ouvidos de meu senhor, e não se acenda a tua ira contra o teu servo; porque tu és como Faraó.” Com palavras de tocante eloquência descreveu a dor de seu pai pela perda de José, e sua relutância em deixar Benjamim vir com eles ao Egito, visto ser ele o único filho que restava de sua mãe Raquel, a quem Jacó amava tão ternamente. “Agora pois”, disse ele, “indo eu a teu servo meu pai, e o moço não indo conosco, como a sua alma está atada com a alma dele, acontecerá que, vendo ele que o moço ali não está, morrerá; e teus servos farão descer as cãs de teu servo, nosso pai, com tristeza, à sepultura. Porque teu servo se deu por fiador por este moço para com meu pai, dizendo: Se não to tornar, eu serei culpado a meu pai todos os dias. Agora, pois, fique teu servo em lugar deste moço por escravo de meu senhor, e que suba o moço com seus irmãos. Por que como subirei eu a meu pai, se o moço não for comigo? Para que não veja eu o mal que sobrevirá a meu pai.” Gên. 44:18, 30-34.

“José estava satisfeito. Vira em seus irmãos os frutos do verdadeiro arrependimento. Ouvindo o nobre oferecimento de Judá, deu ordens para que todos, exceto aqueles homens, se retirassem; então, chorando em voz alta, exclamou: “Eu sou José; vive ainda meu pai?” Gên. 45:3.

“Seus irmãos ficaram imóveis, mudos de temor e espanto. Era governador do Egito seu irmão José, aquele irmão a quem invejavam e teriam morto, e que finalmente venderam como escravo! Todos os seus maus-tratos ao mesmo passaram diante deles. Lembraram-se como tinham desprezado seus sonhos, e agido para impedir o seu cumprimento. Haviam, contudo, desempenhado o seu papel no cumprimento desses sonhos; e, agora que estavam completamente em seu poder, vingar-se-ia ele indubitavelmente do mal que tinha sofrido.

“Vendo sua confusão, disse bondosamente: “Peço-vos, chegai-vos a mim”; e, aproximando-se eles, continuou: “Eu sou José, vosso irmão, a quem vendestes para o Egito. Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos por me haverdes vendido para cá; porque para conservação da vida, Deus me enviou diante da vossa face.” Gên. 45:4 e 5. Entendendo que já haviam sofrido muito pela sua crueldade para com ele, procurou nobremente banir seus temores, e diminuir a amargura da exprobração a si mesmos” (Patriarcas e Profetas, 230 e 231).

Quando despediram José para o Egito, ele era apenas um jovem, de certa forma, desprezível; quando o reencontraram, ele era o governador do Egito. Que mudança! Mas nada de vingança, nada de opressão. Os filhos de DEUS, embora sejam falhos e cometam erros, muitas vezes graves, mas, se continuarem sendo filhos de DEUS, por Ele serão cuidados e sua caminhada será sempre rumo a vida eterna, em paz e segurança. Todos eles um dia serão transformados para a perfeição e plena felicidade, baseada na eterna lei do amor, princípio pelo qual DEUS criou e governa o Universo.

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

Se Eva soubesse como vivemos hoje, conhecendo o mal, e sofrendo por causa desse conhecimento, certamente ela não creria na serpente quanto às vantagens de ter esse conhecimento. Ele só serve para o mal. Ele só produz o mal, e tudo o que produz resulta em sofrimento, destruição e morte.

A corrupção pela qual passa o Brasil hoje é produto desse conhecimento. As doenças que temos que enfrentar no mundo inteiro, e no Brasil, a terrível situação do zika vírus, na África, do ebola, na Ásia a peste do frango, no mundo inteiro, a aids, são subprodutos do conhecimento do mal. Alguém conseguiria defender a ideia do conhecimento do mal ter desenvolvido um bom produto para a sociedade, por exemplo, uma vacina contra a aids? Há duas origens de tudo o que se faz nesse planeta: uma em DEUS, outra em satanás. De DEUS se originam todos os bons produtos e serviços, que vem do conhecimento do bem, o amor; de satanás vem toda a produção que orienta para a morte, que vem do conhecimento do mal.

  • Quais os tópicos relevantes?

Estudamos nessa semana sobre alguns efeitos do conhecimento do mal na família e na sociedade humana. Resumindo: desentendimento, sofrimento e morte, desde o primeiro dia em que se manifestou o pecado, ainda no Jardim do Éden.

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

Não se brinca com o conhecimento do mal. Ele a princípio é atraente, fascinante, sedutor. Porém, os resultados imediatos ou mediatos são negativos, sempre no final de tudo, manifestando-se em morte.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Nossa segurança está em agir como JESUS, pautar-se pelo conhecimento do bem, que vem de DEUS, e evitar o conhecimento do mal, que está esparramado por todos os lugares.

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“Há um conhecimento espúrio, o conhecimento do mal e do pecado, o qual foi trazido ao mundo pela astúcia de Satanás. A busca desse conhecimento é instigada por desejos e objetivos não santificados. Suas lições são adquiridas com grande empenho, mas muitos não se convencerão de que lhes seria melhor permanecer na ignorância. …

“Nas atividades educacionais, assim como em todas as outras, as metas terrenas são perigosas para a alma. No âmbito educacional, são propostas muitas ideias que não procedem do Alto e Santo que habita a eternidade, mas daqueles que tornam os estudos acadêmicos um ídolo e cultuam a ciência que divorcia Deus da educação. Por virem esses erros revestidos de atraente roupagem, entretanto, são amplamente aceitos. …

“É correto obter o conhecimento das ciências. Mas a aquisição desse conhecimento é a ambição de uma numerosa classe de pessoas não consagradas, que não têm ideia do que farão com suas realizações. O mundo está cheio de homens e mulheres que não manifestam nenhum senso de obrigação para com Deus pelos dons que lhes foram confiados” (CRISTO  Triunfante, MM 2002, p. 23).

 

  1. Conclusão geral

“No Jardim do Éden estava “a árvore da ciência do bem e do mal. … E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás”. Gên. 2:9, 16 e 17. Era a vontade de Deus que Adão e Eva não conhecessem o mal. A ciência do bem lhes havia sido dada livremente; mas o conhecimento do mal – o pecado e seus resultados, o trabalho fatigante, os cuidados, as decepções e a aflição, a dor e a morte – foi-lhes amorosamente vedado.

“Enquanto Deus procurava o bem do homem, Satanás procurava a sua ruína. Quando Eva, desatendendo ao aviso do Senhor relativo à árvore proibida, se arriscou a aproximar-se dela, entrou em contato com seu adversário. Tendo-se despertado seu interesse e curiosidade, Satanás prosseguiu negando a Palavra de Deus e insinuando a desconfiança em Sua sabedoria e bondade. À declaração da mulher relativa à árvore da ciência – “Disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais” – replicou o tentador: “Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.” Gên. 3:3-5” (Educação, 23 e 24).

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Lição em espanhol: www.escuela-sabatica.com/comentarios.html

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira Como é fácil enganar! As 4 primeiras pragas, enfoque econômico        

 

 

estudado e escrito entre   4  e 10/12/2015

corrigido por Jair Bezerra

 

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

6 comments for “Lição 03 – A rebelião global e os patriarcas

  1. JOSÉ RIBAMAR CUNHA BARBOSA
    Janeiro 9, 2016 at 11:26 pm

    gosto muito dos comentários do professor Sikberto. sou professor de escola sabatina e toda semana me preparo melhor com esses comentários. que Deus continue lhe abençoando e lhe usando para que você possa ajudar outras pessoas.

  2. ederson junior
    Janeiro 10, 2016 at 11:14 pm

    Olá Prof., tudo bem?
    Levei a minha indagação à Escola Sabatina, mas não entramos em consenso. Poderia ajudar-me? (ainda é sobre a lição da semana, não perguntei antes,pois queria evidenciá-la na igreja primeiro com o intuito de saná-la por lá).
    – Existe alguma referencia na qual menciona se Adão visitou os outros mundos ou se participou de alguma assembleia no Céu?
    Abraços e boa semana com as bençãos divinas =)

    • Sikberto Marks
      Janeiro 22, 2016 at 2:14 pm

      Não existe essa referência, ao menos não nos livros que já li.

  3. Antonio Osmar Pimentel
    Janeiro 14, 2016 at 2:05 am

    Prezado irmão Sikberto. Tenho apreciado seus excelentes comentários da Lição da Escola Sabatina. Particularmente nesta lição em pauta, gostei em especial do comentario sobre o Dilúvio, com informações muito preciosas e esclarecedoras por exemplo sobre o porquê dos terremotos, vulcões e outros fenômenos da natureza que ocorrem em muitos lugares do planeta. Parabéns por seu importante trabalho e pela coerência de seus comentários em perfeita sincronia com a Bíblia e o Espírito de Profecia. Continue sendo instrumento nas mãos de Deus.

  4. sueli
    Janeiro 14, 2016 at 6:05 pm

    tenho na verdade uma duvida. Se Deus sabia que o Homem podia pecar, porque permitiu a arvore do bem e do mal no Eden, nao teria sido mais simples nao coloca-la la? Grata! Sueli

    • Sikberto Marks
      Janeiro 22, 2016 at 2:14 pm

      Simples, porque, assim como os anjos, fez o homem à imagem e semelhança a Ele mesmo, isto é, com capacidade de tomar decisões racionais (capacidade de avaliar as consequências e também de seguir princípios morais). Logo, Ele, plantou milhares de árvores frutíferas, e uma única proibiu de comerem. Se não fizesse assim, é evidente que seria acusado de parcial, pois criou um homem livre mas numa jaula, sem ter nenhuma oportunidade de desobedecer. Parece estranho, mas o livre arbítrio requer que tenhamos condições de fazer o contrário do que é o correto.
      Pois, para nós, hoje, até devemos dizer: que bom que nossos primeiros pais pecaram, pois, se não o tivessem feito, o curso da história seria bem diferente, e nós não teríamos vindo ao mundo. Aqui o mais importante nem é a árvore, e sim, JESUS, o que Ele fez. Isso também estava planejado desde a eternidade passada.

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