Lição 10 – Paulo e a rebelião

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Primeiro Trimestre de 2016

Tema geral do trimestre: Rebelião e redenção

Lição 10 – Paulo e a rebelião

Semana de  27 de fevereiro a 5 de março de 2016

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar:Quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória” (1 Cor. 15:54).

 

Introdução de sábado à tarde

Paulo teve a experiência que particularmente chamo de integral, não apenas unilateral. Ele esteve dos dois lados. Essa experiência tem todos aqueles que estiveram em outra igreja e militaram nela, se envolveram com certa profundidade, e depois se converteram à igreja verdadeira. São pessoas preciosas porque estiveram do outro lado, em oposição a JESUS, mas migraram para o lado certo. São todas tições tirados do fogo de satanás, do fogo do inferno.

Quem, como eu e muitos outros, já nascido num lar adventista, não teve essa experiência? Para ambas as categorias há vantagens e desvantagens, e no conjunto, os dois grupos contribuem para o avanço da obra. Mas estamos hoje salientando o grupo de Paulo, que uma vez fora Saulo.

Paulo, nesta semana nos serve de fonte de estudo sobre o grande conflito. Ele, outrora um forte inimigo de JESUS CRISTO, mesmo fazendo parte do povo de DEUS, tornou-se o mais determinado aliado dEle. Sabia que satanás era real e que JESUS era, e é, o Messias. Sabia do conflito e da rebelião inicial. Ele mesmo fora um rebelde perseguidor, portanto, conhecia o lado dos rebeldes, e depois, aprendeu também de sobra o lado dos humildes seguidores do Salvador. Em seus estudos e experiência com o ESPÍRITO SANTO, percebeu que o inimigo vem acumulando derrotas após derrota, e que perdeu a batalha principal, que JESUS venceu na cruz. Já havia perdido a batalha no deserto, quando teve que bater em retirada após uma poderosa ordem de quem tinha autoridade, embora estivesse a um passo da morte por fome de alimento. Pelo abuso no dito alimento, Adão e Eva caíram, pela restrição ao alimento JESUS venceu. Aplicando aos dias atuais, é pelo abuso do alimento que muitos hoje estão tornando o templo do ESPÍRITO SANTO num laboratório de testes mortais de satanás.

Quanto ao verso acima, a vitória que traga a morte é JESUS, em Sua ressurreição ao terceiro dia. Pois Ele venceu a segunda morte, Ele é o único a voltar à vida dessa morte. E é dessa morte que Ele nos livra, que chamam ‘segunda morte’. Essa vitória já foi alcançada, e Ele tornou-Se Salvador da humanidade dessa morte, para a qual vão satanás e seus anjos, acompanhados de todos aqueles que seguirem suas ordens.

 

  1. Primeiro dia: Adão e JESUS

Há uns contrastes entre o primeiro e o segundo Adão, ou seja, entre Adão e JESUS.

  • Adão pecou e por ele o pecado se alastrou aos seus descendentes. JESUS viveu sem pecado, foi julgado e morto por causa do pecado dos seres humanos, e pela Sua vitória sobre a morte, trouxe a salvação ao mundo.
  • Por Adão, um só homem, entrou o pecado no mundo. Por JESUS, um só homem, veio a graça ao mundo. A graça é o perdão gratuito de nossos pecados, PORÉM, para recebermos esse perdão, devemos desejá-lo.
  • Adão proporcionou a condenação da raça humana, JESUS proporcionou a reconciliação e a vida à raça humana, ou seja, a redenção.
  • A desobediência de Adão trouxe força ao argumento de satanás quanto a impossibilidade de obediência à lei de DEUS e criou motivos para outro argumento: de que DEUS teria que, a partir do pecado, deixar de ser amor para exercer também a lei do ódio e da vingança, isto é, matar o pecador. Mas a vida e a morte de JESUS comprovaram que DEUS é sim, puro amor, pois um dos membros da Trindade veio à Terra morrer em lugar da raça humana. Não há amor maior que este.
  • Por Adão foi semeada a semente da desconfiança por parte do Universo em relação ao caráter de DEUS, mas por JESUS houve a reconquista da confiança em DEUS, aliás, a partir de então essa confiança se tornou mais forte que antes. Afinal, ninguém no Universo esperava que um membro da Trindade se transformasse em ser humano para sofrer e morrer em lugar dos seres humanos. E quem viesse fazer isso, só o faria motivado por amor, nunca por ódio. Ponto indiscutível.
  • Inicialmente Adão, logo após seu pecado, parecia favorecer a imagem de que DEUS é um Ser vingativo e fulminante quanto às Suas exigências, como parece no Antigo Testamento, mas, em JESUS, no Novo Testamento, que inicialmente parecia derrotado na cruz, logo se comprovou, na ressurreição, Sua retumbante vitória contra a morte e seu titular, satanás. O que parecia um Ser vingativo mostrou-Se um Ser justo, portanto, capaz de ser amor e justiça ao mesmo tempo. O espantoso e admirável é que, na hora da justiça, Ele, antes de castigar, castiga-Se a Si mesmo, embora isto sim, seja injusto!
  • Por Adão aconteceu algo assustador: entrou a morte no mundo, e parecia que ela se tornaria o destino exclusivo dos seres humanos. No entanto, pelo nome de JESUS, por Sua ressurreição, a vida passou a reinar por aqui. Vários já ressuscitaram, e se tornaram imortais em DEUS: Enoque, Moisés, Elias (esse e Enoque foram transformados, nem chegaram a morrer), os 24 anciãos que ressuscitaram juntos com JESUS. Qualquer um de nós, e mais ainda satanás, tem o poder de tirar a vida de uma pessoa, inclusive a vida eterna, mas só JESUS é capaz de restaurar a vida eterna a quem quer que seja.

“A tristeza encheu o Céu ante a realidade de que o homem se perdera e que o mundo que Deus havia criado se encheria de mortais condenados à miséria, enfermidade e morte e que não havia meio de escape para o ofensor. Toda a família de Adão tinha que morrer. Vi então o amorável Jesus e contemplei em Seu semblante uma expressão de simpatia e pesar. Logo O vi aproximar-Se da inexcedível luz que envolvia o Pai. Disse o meu anjo assistente: “Ele está em conversa íntima com Seu Pai.” A ansiedade dos anjos parecia ser intensa enquanto Jesus estava em comunhão com Seu Pai. Três vezes Ele foi envolvido pela gloriosa luz em torno do Pai, e na terceira vez Ele veio do Pai e pudemos ver Sua pessoa. Seu semblante estava calmo, livre de toda perplexidade e angústia, e brilhava com uma luz maravilhosa que palavras não podem descrever. Ele fez então saber ao coro angélico que se abrira um caminho de escape para o homem perdido; que estivera pleiteando com o Pai, e obtivera permissão de dar Sua própria vida como resgate para a raça, de levar os seus pecados, e receber sobre Si a sentença de morte, abrindo desta maneira caminho pelo qual pudessem, mediante os méritos do Seu sangue, encontrar perdão para as transgressões passadas, e mediante a obediência ser levados de volta ao jardim do qual haviam sido expulsos. Então poderiam ter acesso ao glorioso, imortal fruto da árvore da vida a que tinham perdido agora todo o direito” (Primeiros Escritos, 126).

 

  1. Segunda: Edificação da igreja

A igreja é uma coisa, o templo do ESPÍRITO SANTO é outra coisa. A igreja é o grupo de pessoas, formadas por diversos templos do ESPÍRITO SANTO.

O conjunto, que é a igreja, deve ser construído sobre a rocha, que é CRISTO JESUS. É Ele quem dirige a igreja e é O ESPÍRITO SANTO quem dirige as pessoas. Ao menos deve ser assim.

Como é que se pode construir a igreja sobre a areia, que é uma possibilidade real, e que acontece com frequência? A arreia é satanás, assim como a rocha é O Senhor JESUS. Na prática, a igreja construída sobre a areia é uma igreja desleixada, sem ordem, pouco atraente; permite que seus líderes sejam idólatras (refiro-me à idolatria moderna, que já estudamos, cujo principal ídolo é o “eu”); que às vezes batiza bastante mas não converte nem muda os corações; cujo alvo é um número, não a salvação; que até pode crescer em quantidade, mas não em qualidade; ou que batiza muitos todos os anos mas não cresce; que não segue o que está escrito, e assim por diante. São, ainda, igrejas cujos cultos cumprem uma profecia negativa de Ellen G. White: barulhentos, som alto, música mundana, bem conforme é a profecia para os últimos dias antes do decreto dominical e do fechamento da porta da graça. É a igreja do falso reavivamento. A serva do Senhor profetizou bastante sobre esse assunto, mas são poucos os que aceitam essas profetiza como válida. Foi assim no passado, com muitos, ou quase todos os profetas que estão no rol da Bíblia.

E, como se pode construir sobre a rocha? Em primeiro lugar, não se afastar dos marcos antigos, aqueles dos profetas do Antigo Testamento e das palavras de JESUS. Também considerar como verdadeiros “todos” os escritos de Ellen G. White, não apenas os que interessam. Não ser conivente com a idolatria do mundo que vai entrando na igreja, nem com costumes que não condizem com princípios simples que a Bíblia nos ensina, e que estudamos exaustivamente nessas boas lições da Escola Sabatina. Se a rocha é CRISTO, então devemos segui-Lo caminhando sobre as pegadas que Ele deixou, sendo humildes, resolvendo os problemas que surgem pelo Seu método (Mateus 18:15 a 17), dando direito a que as pessoas em julgamento se defendam (conforme nosso Manual da Igreja, pois acontecem muitas reuniões de Comissões da Igreja e decisões na respectiva assembleia em que os julgados não podem manifestar sua palavra, nem se defender), tratando as pessoas com amor, visitando-nos uns aos outros, ajudando as pessoas a vencerem os problemas e desafios (problemas os teremos sempre em maior quantidade e eles serão cada vez mais complexos, especialmente os jovens enfrentam cada vez mais desafios bem difíceis), não tratando com desprezo aquelas pessoas que muitas vezes tem algo a dizer e que não confere com nossa maneira de ver as cosias, sermos imparciais em todas as coisas. Resumindo, é a igreja que se baseia sempre no que “está escrito”. Essa é firme e inabalável, pois está fundamentada na rocha que é CRISTO.

“Paulo apontava aos coríntios as experiências do antigo Israel, as bênçãos que lhes recompensaram a obediência e os juízos que seguiram suas transgressões. Recordava-lhes a miraculosa maneira por que os hebreus foram tirados do Egito, sob a proteção da nuvem de dia; e da coluna de fogo de noite. Assim foram conduzidos a salvo através do Mar Vermelho, enquanto os egípcios, procurando atravessá-lo da mesma maneira, foram todos submergidos. Por esses atos Deus havia reconhecido Israel como Sua igreja. “E todos comeram dum mesmo manjar espiritual. E beberam todos duma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia, e a pedra era Cristo.” I Cor. 10:3. Em todas as suas peregrinações, os hebreus tiveram a Cristo como seu guia. A rocha ferida tipificava Cristo, que devia ser ferido pelas transgressões dos homens, para que a fonte de salvação pudesse jorrar para todos” (Atos dos Apóstolos, 315).

O prédio de uma igreja é construído com diversos materiais, principalmente tijolos. A comunidade da igreja é construída, em lugar dos tijolos, por pessoas. As pessoas correspondem aos tijolos. Cada pessoa deve ser verdadeiro templo do ESPÍRITO SANTO, para que a comunidade seja sólida sobre a rocha, não frágil sobre a areia. Isso significa o devido cuidado com a saúde do corpo e com a saúde espiritual. Ou seja, mais importante que a saúde do corpo é a saúde espiritual, porém, esta depende daquela. Não se pode desejar que haja bom desenvolvimento espiritual num corpo massacrado por maus hábitos de saúde. Escreveu o poeta romano Juvenal na Sátira X, “mens sana in corpore sano” ou, “mente sã num corpo são”. O ESPÍRITO SANTO só habitará num corpo ou num templo bem cuidado pela pessoa. Mas isso não quer dizer que uma pessoa doente, mas não por desleixo, não tenha o ESPÍRITO SANTO em sua vida. Isso quer dizer que, aquelas pessoas que não cuidam de sua saúde, não terão a guia de DEUS, se não mudarem o costume. E, de qualquer maneira, todas as pessoas cujo corpo esteja doente, terão dificuldades no funcionamento de suas mentes, de aprendizagem e de compreensão. E também quer dizer o mais importante: que a saúde do corpo depende da valorização dos princípios espirituais. Mesmo quem tenha doença, ou debilidades, adquiridas por causa do ambiente infestado de perigos deste mundo, cuidando-se, terá melhores condições que teria sem se cuidar. Isso é grandemente valorizado por DEUS.

É bom exemplificar o que expusemos no parágrafo anterior. São três possibilidades: cuidar do corpo sem DEUS, cuidar dele com DEUS, ou não cuidar da saúde do corpo. Os primeiros se tornarão fanáticos, desiquilibrados, exagerarão. Os outros terão bom senso, pois para serem o templo do ESPÍRITO SANTO, seguirão as Suas orientações. Os últimos serão responsáveis pelos seus próprios fracassos, seja na vida material, seja na espiritual. Logo, o guia da vida, seja na saúde material, seja em qualquer outro assunto, é sempre DEUS em Seus escritos, ou por meio de Suas orientações diretas. Mas somos nós que escolhemos se queremos ser guiados por DEUS, ou pelos ditames do mundo.

“A filosofia do Senhor, claramente delineada em Sua Palavra, deve ser a regra de nossa vida. O ser todo deve estar sob o controle dAquele que conhece o fim desde o começo. A Bíblia, e só a Bíblia, deve ser nosso guia. Precisamos seguir os vivificantes princípios do Céu e obedecer-lhes, e não somente as nossas inclinações. A sabedoria e o poder de Deus, atuando sobre o coração receptivo, põem a mente e o caráter em harmonia com as leis e os preceitos do Céu. Precisamos ter individualmente a orientação do Espírito Santo, a fim de transmitir ao mundo os grandes fatos da verdade e da justiça. Abramos as janelas da mente em direção ao Céu” (Cuidado de DEUS, MM 1995, 285).

 

 

  1. Terça: A igreja como um corpo

Paulo fez uma ilustração da igreja como uma comunidade organizada e estruturada, em funcionamento. É o caso do corpo humano. DEUS, o Criador, dispôs diversos órgãos para que o corpo funcionasse perfeitamente. Por exemplo, com os olhos podemos ver. Eles se comunicam com o cérebro, e unindo o que vemos com o que já sabemos, mais os critérios do caráter, podemos tomar decisões bem fundamentadas. Baseados em tudo isso, podemos agir, criar e produzir algumas coisas úteis. Isso faremos usando os braços e as mãos, os pés, e outras partes do corpo, além dos olhos outra vez. É claro, nisso entram também os ouvidos. Mas a boca e o sistema digestivo é requerido para suprir a energia para que tudo funcione bem. Resumindo, cada membro do corpo faz alguma coisa diferente, e o corpo é incompleto se faltar um desses membros. Felizmente as pessoas superam em grande grau as deficiências dessas faltas, como podemos ver nos atletas das paraolimpíadas.

A igreja é comparável ao corpo humano. Cada membro tem uma ou mais funções que complementam o funcionamento da igreja. São os dons e os talentos. Vai muito do que a pessoa gosta de fazer e suas aptidões naturais, e ainda, a qualificação que DEUS dá além disso, como no caso dos apóstolos, que se tornaram poliglotas no Pentecostes. Por exemplo, existe o poder de oração; o poder de fé; a capacidade da administração ou gestão; a capacidade de organização; capacidade de cura (é o caso dos médicos(as), enfermeiros(as), etc.); de ensinamento; de conhecimento de profecias; de conhecimento sobre o ritual do santuário, e de muitos outros conhecimentos bíblicos, pois existem diversos; de solução de problemas; de articulação com a sociedade; de comunicação; de manipulação de aparelhos de som; de informática; de conhecimento de internet; de elaboração de sites na internet; de negociação; de escritor; de palestrante; enfim, há uma infinidade de atividades na igreja, muitas a mais que nos tempos de Paulo. A lista, hoje, felizmente, é enorme, e há grande espaço para os jovens, por exemplo. Aliás, há espaço para pessoas de todas as idades; é preciso a liderança da igreja ser sábia e explicitar esses espaços. Hoje em dia, a função primeira de um pastor e dos anciãos é bem essa: criar oportunidades para que cada membro tenha ao menos uma atividade. Oportunidades existem, é só identificá-las. Um pastor fez isso comigo, e foi assim que me tornei professor na Escola Sabatina, depois também professor universitário, e mais tarde, criando esse ministério particular dos comentários das lições da Escola Sabatina. Como um bom líder de igreja pode fazer um grande trabalho, dedicando poucos minutos de seu tempo aos jovens! Obrigado Pr. Márcio Dias Guarda.

Há, no entanto, um grave problema a resolver, nesse assunto. Existem entre nós muitos líderes, pastores, anciãos, outros, que entendem serem donos da igreja e dos membros. A IASD é esplendidamente bem organizada. Parabéns a todos nós, igreja dirigida pelo Sr. JESUS CRISTO. Temos a Bíblia, o Manual da Igreja, os escritos de EGW, uma quantidade de outros bons livros. Tenho sérias dúvidas se alguma outra organização desse planeta tem tanta orientação construtiva como a IASD. Acima de tudo isso, ainda podemos orar individualmente ou em grupos, pedindo mais orientação, e ela virá, é do interesse do Senhor que a fundou. A IASD é a menina dos olhos dEle, que a trata com todo carinho.

Mas há uma observação. Entre a liderança, há homens e mulheres que estão intencionalmente errando demais. Há visível má intenção; desejo de poder; de dominação; da pessoa ser a lei; de que as coisas devem ser feitas conforme as ideias dessa pessoa; de desrespeito quanto a Bíblia e ao Manual da Igreja, quanto aos colegiados, quanto ao bom senso, quanto às leis do país, etc. Conheço situações reais assim. É lamentável, divide a igreja; gera precedentes de decisões e ações ilegais, esses precedentes transformam-se em norma (ilegal); gera descontentamentos; gera prepotência e confusão; a igreja perde poder do alto; há centralização de poder em seres humanos; as coisas funcionam mal; e tudo vai de mal a pior, como facilmente se pode constatar. Há muita ambição luciferiana, a busca pelo poder pessoal, há muito narcisismo na igreja, há muito ódio contra aqueles que lutam para que tudo seja feito conforme as normas escritas.

Ellen G. White já se referiu a esse fenômeno indesejável.

“Tudo que se tem planejado quanto à consolidação, mostra que os homens procuram se apoderar do cetro do poder e manter o domínio sobre as mentes humanas. Mas Deus não trabalha com eles em seus projetos, e a voz que agora têm na causa de Deus não é a voz de Deus. Eles se têm demonstrado completamente indignos de um lugar como sábios administradores; pois sua força é usada para desviar os homens de seus direitos para beneficiarem a si mesmos. Tem havido atos de aparente liberalidade, mas Deus conhece os motivos que os governavam, e não lhes aceitará as ofertas enquanto não se arrependerem e se tornarem conscienciosos praticantes de Sua Palavra” (Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, 291).

“A alguns é natural ser mordazes e ditatoriais, para dominar sobre a herança de Deus. E devido à manifestação desses atributos, tem a causa perdido preciosas almas. A razão desses homens terem manifestado essas desagradáveis características, é não terem estado ligados com Deus.” (Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, 223)

“O desejo de exercer autoridade e dominar sobre a herança do Senhor redunda, quando cultivado, na destruição de almas” (II Testemunhos Seletos, 257).

“Aqueles que estão em harmonia com Deus, e que através da fé nEle recebem forças para resistir ao que é errado e permanecer em defesa do que é correto, sempre terão severos conflitos e muitas vezes terão de permanecer quase sozinhos. Mas preciosas vitórias serão deles enquanto fizerem de Deus sua dependência. Sua graça será a força deles. A sensibilidade moral destes será clara e aguçada, e suas faculdades morais serão capazes de resistir a influências errôneas. A integridade deles, como a de Moisés, será da mais pura qualidade” (Testemunhos Seletos, v2, 31).

“Satanás está constantemente procurando enganar os homens e levá-los a chamar ao pecado justiça, e à justiça pecado. Quão bem-sucedido tem sido seu trabalho! Quantas vezes a censura e a exprobração são lançadas sobre os fiéis servos de Deus porque se mantêm destemidos em defesa da verdade! Os homens que não passam de agentes de Satanás, são louvados e lisonjeados, e mesmo considerados mártires, enquanto os que deveriam ser respeitados e apoiados pela sua fidelidade a Deus, são deixados sós, sob suspeita e desconfiança” (O Grande Conflito, 193).

Portanto, como diz a serva do Senhor: “A maior necessidade do mundo [e da igreja] é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Educação, 57).

Pretendo me manter em pé diante dessas ofensivas contra a igreja. Nesse assunto ninguém deve se acovardar, mas defender a igreja, mesmo que, por vezes, pareça estar só, como foi com o próprio JESUS.

 

 

  1. Quarta: A armadura de DEUS

A armadura, ou o conjunto de armas de DEUS são: a verdade (pautar pelo que está escrito); a couraça da justiça (proteger-se pela Palavra de DEUS, a que está escrita); com os pés levar o evangelho da paz (levar a Palavra de DEUS, que está escrita, a outros); embraçar o escudo da fé (defender-se por meio do que está escrito); usar o capacete da salvação (proteger a mente por meio do que está escrito); usar, para atacar, a espada do ESPÍRITO, ou seja, a Palavra de DEUS, (a Bíblia, onde está escrito). Resumindo, foi essa armadura que JESUS CRISTO usou, por exemplo, contra satanás, no deserto da tentação. Ele respondia: “está escrito”, e na terceira tentação, quando satanás citou a Bíblia de forma traiçoeira, JESUS respondeu dizendo: “também está escrito”, ou seja, a Bíblia não pode ser usada falsamente, ela jamais se contradiz.

A armadura de DEUS é o que está escrito na Bíblia, os profetas escreveram, é a nossa base, a única base. “Em todas as nossas aflições, foi Jesus afligido. O Capitão de nossa salvação foi aperfeiçoado mediante o sofrimento. Seremos testados nesta vida para ver se suportamos a prova de Deus. Quando vierem as tentações de Satanás, teremos uma prova. Seremos vencidos pelo poder de Satanás ou venceremos as suas tentações como Cristo as venceu? Teremos a mente abastecida com os celestes tesouros da verdade, para que sejamos capacitados a enfrentar o adversário das almas com um “Está escrito”, como o fez Cristo, e não com algum de nossos impetuosos discursos? Satanás entende mais daquilo que “está escrito” do que qualquer professo cristão, pois é um diligente estudante das Escrituras, e sua obra é perverter a verdade de Deus, é levar as pessoas a desobedecer e a negligenciar o estudo da Palavra de Deus” (CRISTO Triunfante, MM 2002, 163).

Precisamos usar todas as armas. O conjunto delas é que forma a armadura. Faltando uma, há também falta de proteção daquilo que ela protege. E faltando a última, é como faltarem todas. Se atentar bem, a última é a única arma de ataque, e também de defesa. Ela é a Palavra de DEUS, a Bíblia, a que embasa todas as outras. É utilizando o que nela ‘está escrito’ que utilizaremos todas as outras armas. É por ela que teremos as outras armas. É por ela que teremos a armadura.

Por exemplo: a verdade vem de onde? Da Bíblia! A justiça vem de onde? Da Bíblia! O evangelho da paz vem de onde? Da Bíblia! O escudo da fé vem de onde? Da Bíblia! O capacete protetor da salvação também vem da Bíblia. Tudo que precisamos se origina no lugar onde as coisas estão escritas, na Bíblia. Ela é a espada do ESPÍRITO porque é o ESPÍRITO que nos ensina o que ali está escrito, nos dá a compreensão, nos faz lembrar, nos educa para vivermos de acordo, nos capacita por meio dessa Palavra, enfim, nos ajuda a como utilizar os escritos para que sejamos fortes na defesa e no ataque. Essa defesa e esse ataque não é fincando uma espada na carne de alguém, mas sim, demonstrando o que é verdadeiro e o que é falso, o que vem de DEUS e o que vem de satanás. E a rigor, essa é a guerra que aqui enfrentamos. A guerra aqui é espiritual, cujo troféu de vencedor é a vida eterna ou, cujo castigo é a morte eterna.

Por fim, compete que estejamos sempre orando, isto é, sempre com a mente orientada pela Palavra, em tudo o que pensarmos e o que fizermos. Assim estaremos, não de joelhos o tempo todo, ou falando diretamente com DEUS o tempo todo, mas sendo coerentes com Ele, em estado de oração, ou melhor, ligados a Ele. Isto se chama “comunhão com DEUS”.

 

  1. Quinta: O último inimigo

Quem é o último inimigo? É a morte (I Cor. 15:26). É o último inimigo a ser vencido. A morte decorre da desobediência. A lei de DEUS garante a vida a quem obedece, mas não garante perdão a quem desobedece. O perdão vem pela graça, oferta de JESUS, ou presente dEle, que pode nos dar porque morreu na cruz pagando nossos pecados.

E por que a morte é o último inimigo? Quem nos torna mortais é satanás por meio da tentação. Foi quando Adão e Eva caíram, sucumbindo à tentação, que se tornaram mortais. Satanás será o último a morrer no inferno, é o que mais tempo vai sofrer. Por sua vez, ele irá morrer, será o último inimigo de DEUS e de seus seguidores a morrer. Com a morte do que causa a morte, cessou a morte. Satanás não é o autor da morte, mas é o causador dela. A morte, deixemos bem claro, isto é bíblico, existe por causa da desobediência à lei de DEUS.

Vamos esclarecer esse ponto. A lei de DEUS, sabemos, é o amor. O amor é capaz de criar a vida (só DEUS que pode fazer isso) e é capaz de gerar vida (um homem e uma mulher são capazes de fazer isso, e devem fazê-lo no ambiente do amor, com compromisso de manter o amor até que a morte os separe). E o mais importante, é pelo amor, que é DEUS, que as criaturas podem viver eternamente. Agora vem a explicação final: quem peca se desliga de DEUS, do amor, e se desliga da única fonte da vida e passa a ser mortal. DEUS não pode ser culpado dessa decisão, decisão de quem assim se torna pecador e mortal. Seria, para ilustrar, como se uma lâmpada tivesse a faculdade de se desligar da tomada, em segundos ela não brilha mais. Os seres inteligentes vivos tem a capacidade de decidir se obedecem ao amor, ou se se rebelam contra Ele, e sabem das consequências antes dessa decisão.

Há uma terrível contradição aqui. O inimigo, satanás, acusa DEUS de injusto por fazer os pecadores morrer pela desobediência. Porém, na realidade, é exatamente o contrário que acontece. DEUS nunca fez algo para que suas criaturas se tornassem mortais. Quem gerou essas condições é o próprio acusador. DEUS, a princípio fez tudo para que suas criaturas vivessem sempre, e em JESUS, providenciou para que, nós humanos pecadores, pudéssemos outra vez ter de volta a condição de imortais. Essa é a providência divina, sempre atuando pela vida e pela felicidade. Por sua vez, satanás, esse trabalha para destruir o que DEUS deixou tão bonito e perfeito. Essa compreensão tornou-se suficientemente comprovada na cruz. Não há mais razão no Universo para que alguém duvide do caráter de DEUS. O Seu caráter é também a Sua lei. Por isso DEUS é totalmente confiável, e assim será eternamente, graças principalmente ao que aconteceu na cruz.

Paulo explicou bem essa questão da morte. O pessoal de Corinto estava confuso. Apareceram por lá uns pregadores, provavelmente da turma dos saduceus, eles não acreditavam na ressurreição, ensinando que não há ressurreição. Paulo foi enfático na resposta.

Nós podemos ser ainda mais enfáticos que ele. Hoje pregam de tudo por aí, mas poucos ensinam o que é correto, ou seja, o que “está escrito”. Alguns ainda não acreditam na ressurreição, outros, a maioria, acredita que não morremos, que existe dentro de nós um ser invisível, imaterial e imortal.

Pois bem, se uma dessas duas coisas fosse verdadeira, então JESUS teria feito (desculpem a expressão) papel de bobo. Se não ressuscitamos, por que afinal JESUS teria vindo morrer por nós? E se não existe a morte, a mesma coisa, por que Ele teria vindo morrer por nós? Ora, será que Ele, que é o Criador, não sabe essas coisas? Seriam os seres humanos mais entendidos que o próprio Criador a respeito da morte? Ele, o Criador, por meio dos profetas deixou esse assunto bem claro na Bíblia, e por meio de Seus ensinamentos e por meio de Seu sacrifício confirmou toda a Bíblia a respeito disso. Por que os homens ainda têm que inventar outras teorias, insustentáveis na Palavra de DEUS?

Paulo foi direto no assunto. A sua lógica fulminante é a seguinte:

  1. Se não há ressurreição, então CRISTO não ressuscitou;
  2. E se CRISTO não ressuscitou, é vã a vossa fé;
  3. Porque se nem Ele ressuscitou, nenhum outro morto ressuscita, logo, todos mortos estão perdidos, e isto inclui todos os mortais ainda vivos, pois um dia morrerão;
  4. Logo, toda raça humana está sem esperança alguma!

Gosto de Paulo nesse aspecto: claro, direto e fulminante em suas declarações. Sem meias palavras e sem rodeios, sem dó nem piedade, sem deixar margem a dúvidas, embora, em cima de seus escritos, muitos criam interpretações falsas. Isso também fazem com o que JESUS disse e que outros escreveram. Pois, para mentir é fácil. Por exemplo, se vejo uma parede preta, simplesmente digo que ela é branca, e insisto nisso, estou mentindo. Mas me convenço de que ela é branca, e brigo por isso. A televisão é muito útil para esse tipo de mentira. Por exemplo, uma propaganda fazia as pessoas pensar que a Copa de Futebol do Brasil, seria boa economicamente para o país. Ficaram vários elefantes brancos sem utilidade e houve enormes outros prejuízos a mais, sem falar no fanatismo e espírito competitivo que não deve fazer parte da vida de servos de DEUS que esperam ser salvos. Mentir é criar qualquer outra explicação que não corresponda à verdade. E satanás é mestre nisso, por isso ele é o pai da mentira e o causador da morte eterna.

E Paulo falou mais ainda. Disse que, em Adão, todos se tornaram mortais, mas em JESUS, o segundo Adão (porque veio para reparar o erro do primeiro Adão), quem desejar, pode se tornar outra vez imortal. Isso ocorrerá no dia da segunda vinda: os mortos ressuscitarão transformados (incorruptíveis) e os vivos serão transformados em vida mesmo (I Tess. 4:16 e 17). Há, portanto, o primeiro Adão, pelo qual entrou a morte, e há o segundo Adão, esse conseguiu obedecer em toda a Sua vida, sempre intensamente provada, pelo qual entrou a vida no mundo. Do mesmo modo há o primeiro Davi, rei que pecou, e o segundo Davi, Rei infalível.

Resumindo: a única lógica verdadeira é que a morte surgiu com o pecado original no Éden, todos os descendentes se tornaram pecadores e mortais, mas em JESUS, que morreu e ressuscitou da morte eterna, há esperança a todos, desde que aceitem o perdão oferecido gratuitamente. Aliás, no Céu tudo é gratuito: a vida, o jardim, a morada, a saúde, o prazer da vida, a felicidade, a alegria, enfim, tudo é bom e abundante, e ninguém precisa trabalhar para ter com que viver. Trabalharemos pelo simples prazer de realizar alguma coisa significativa e colocar em prática nossa inteligência e aptidões. É o que DEUS também faz, Ele trabalha, por meio de Sua palavra, e cria planetas, vida, e sustenta, pelo prazer de ver isso funcionando com perfeição, e ver os efeitos positivos do amor.

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

Adão, ao ceder a satanás, perdeu seu poder sobre a Terra, que ficou nas mãos do inimigo. Todos os descendentes de Adão e Eva bem como toda a natureza, animais e vegetais, passaram ao controle de satanás. E por certo ele não passou apenas a ter os direitos sobre o planeta como deu início a um trabalho de manipulação dessa natureza. Não se sabe dizer em que medida o planeta piorou mais ainda por essa manipulação, mas sabemos pelos escritos de Ellen G. White que ele interfere, por exemplo, nas catástrofes chamadas naturais.

JESUS veio a esta Terra e restaurou o poder perdido. É Ele agora que está com esse poder. O inimigo não tem mais poder algum. Nesse tempo que lhe resta, ele, no entanto, pode ainda exercer sua influência negativa sobre o planeta. É algo como que uma concessão, para que deixe bem comprovada a sua natureza de mau. DEUS, em Sua sabedoria, tem um plano para resolver o problema surgido de tal maneira que nunca mais esse problema reapareça (Naum 1:9).

  • Quais os tópicos relevantes?

É importante que superemos nossa facilidade e tendência a dividir a igreja. O desejo milenar, que também afetou os discípulos, de exercer poder, também nos afeta hoje. Isso é trágico. Como os discípulos, devemos, por meio da oração, buscar sempre a unidade.

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

A igreja é um corpo com diversos membros, cada um fazendo uma parte importante e relevante. Devemos reconhecer a importância do serviço de cada um, e incentivar seu esforço, além de motivar para que as pessoas se empenhem mais e mais afim de desenvolver seus dons.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Usar a armadura de DEUS, a princípio a confiança na Palavra de DEUS, por meio da qual podemos recorrer a Ele a qualquer momento.

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“Há uma eleição de indivíduos e de um povo, a única eleição encontrada na Palavra de Deus, em que um homem é escolhido para a salvação. Muitos têm olhado para o fim, pensando terem sido certamente eleitos para a glória celestial; mas não é esta a eleição que a Bíblia revela. O homem é escolhido para efetuar a sua salvação com temor e tremor. É escolhido para envergar a armadura, para pelejar a boa peleja da fé. É escolhido para usar os meios que Deus colocou ao seu alcance para lutar contra todo o desejo profano, enquanto Satanás executa o jogo da vida pela sua alma. É escolhido para vigiar em oração, para examinar as Escrituras, e evitar entrar em tentação. É eleito para ter fé continuamente, é eleito para ser obediente a cada palavra que procede da boca de Deus, para que não seja apenas ouvinte, mas praticante da Palavra. Essa é a eleição bíblica” (Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, 453 e 454).

 

  1. Conclusão geral

“”Os pensamentos que se relacionam com a vinda do Senhor”, disse Baxter, “são dulcíssimos e mui gozosos para mim.” – Obras, Richard Baxter. “É a obra da fé, e do caráter de Seus santos, amar Seu aparecimento e aguardar o cumprimento da bem-aventurada esperança”. “Se a morte é o último inimigo a ser destruído na ressurreição, podemos saber quão fervorosamente deveriam os crentes anelar a segunda vinda de Cristo e por ela orar, sendo então que tal vitória, ampla e final, será alcançada”. – Ibidem. “Este é o dia que todos os crentes devem almejar, esperar e aguardar, como cumprimento de toda a obra de sua redenção, e de todos os desejos e esforços de sua alma.” “Apressa, ó Senhor, este bem-aventurado dia!” – Baxter. Esta foi a esperança da igreja apostólica, da “igreja no deserto”, e dos reformadores” (O Grande Conflito, 303 e 304).

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Lição em espanhol: www.escuela-sabatica.com/comentarios.html

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira Como é fácil enganar! As 4 primeiras pragas, enfoque econômico        

 

 

estudado e escrito entre:  22  e  28/01/2016

corrigido por Jair Bezerra

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

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