Lição 10 – Profecia e as Escrituras

Print Friendly

Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Segundo Trimestre de 2017

Tema geral do trimestre: “Apascenta as Minhas ovelhas”: 1 e 2 Pedro

Lição 10 – Profecia e as Escrituras

Semana de 27 de maio a 3 de junho

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário complementa o estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar:Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em entendê-la, como a uma candeia em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração” (2 Pedro 1:19).

 

Introdução de sábado à tarde

Sou uma pessoa fascinada por profecia. Gosto desse assunto desde jovem. Me encanta conhecer um DEUS que sabe tudo sobre o futuro, em detalhes, mesmo nos mínimos. Parece contradição, porém, mesmo assim, somos perfeitamente livres. Acontece que profecia não é um plano para o futuro, e sim, a descrição, no presente, do que o futuro será. É algo como se desse para viajar para o futuro, ver o que acontece e retornar ao presente. Pois DEUS é capaz de fazer algo assim. Essa é uma das coisas que me faz admirar muito a DEUS. Impossível entender e explicar como Ele consegue isso, saber tudo sobre o futuro.

Pois bem, a lição dessa semana é essencial aos jovens, especialmente aqueles que estudam em universidades. O que escreverei agora é outro motivo porque me encanto por profecia. Na Universidade se estuda ciência, e um dos orgulhos da ciência é a previsibilidade. Na economia querem saber como será a inflação, a produção, a renda, etc., das pessoas e da nação. Na química querem saber o efeito das combinações dos elementos naturais. Na física querem saber quando haverá eclipse, e outras coisas. Na administração querem saber com que estratégias se pode competir melhor no mercado. E assim vai. Mas a ciência dos homens, na qual me insiro, não é tão confiável, muitas previsões têm elevado grau de erro, como acontece na meteorologia. Porém, necessitamos da ciência, e quase todos os dias dou uma olhada nas previsões meteorológicas, pois são úteis. Dias atrás, a previsão aqui em Ijuí era de 11 milímetros de chuva, e choveu exatamente 200 milímetros. Mas choveu, pelo menos.

A profecia bíblica é mais que ciência, é conhecimento divino. Não há grau de acerto senão 100%. É por isso que acho que deveria ser assunto de disciplinas em universidades, dado que acerta mais que a ciência. Seu grau de acerto é absoluto, acerta tudo. Porém, nem mesmo os jornalistas, que teriam grande proveito em conhecer as profecias, estudam esse assunto. No entanto, se num debate em sala de aulas, alguém que conheça bem as profecias, se manifestar, criará no mínimo um impacto e impressão de curiosidade, se falar, por exemplo, sobre o futuro comportamento dos Estados Unidos da América, da união das igrejas, etc. Daí em diante ele passa a ser respeitado, não mais visto como um fanático e tolo que crê em fábulas.

Por isso que afirmo e reafirmo: os jovens que entram em curso superior deveriam conhecer bem as profecias. Logo, logo deverá sair no youtube, em meu canal, uma série completa de palestras minhas sobre as profecias de Daniel e do Apocalipse. Creio que será útil para iniciar. E existem muitos estudos disponíveis na igreja que os jovens poderiam se valer para debater e se aprofundar. O assunto é fascinante, e quanto mais o estudarmos, mais se deseja estudá-lo, e mais se entende o que acontece dentro e fora da igreja, e menos outras pessoas, mal-intencionadas, nos enganam.

 

  1. Primeiro dia: JESUS no antigo testamento

O Antigo Testamento trata da primeira vinda de JESUS e de Seu sacrifício pela humanidade. O Novo Testamento trata das ações da igreja que terminam com a segunda vinda de CRISTO. Entremeando, há outros temas importantes.

Da primeira vez, conforme o estudo de hoje, JESUS viria para dois grandes motivos: lutar com o inimigo e vencê-lo, e depois, tornar-Se o Salvador do mundo, vencendo também a morte.

Na segunda vinda Ele não vem para lutar, vem em Sua glória de Rei do Universo, Criador e Salvador, buscar os que desejaram ser salvos.

O Antigo Testamento trata de um JESUS a ser sacrificado, o Novo Testamento trata de um JESUS vitorioso que retorna glorificado, se bem que, é nesse testamento que ocorre o sacrifício voluntário de JESUS. No Antigo Testamento lemos a respeito do sofrimento de JESUS, como em Isaías 53, que o eunuco lia na carruagem quando Felipe o encontrou.

“Paulo testificou aos judeus que Jesus era o Cristo. Baseando-se nas escrituras do Antigo Testamento, ele mostrou que de acordo com as profecias e com a universal expectativa dos judeus, o Messias seria da linhagem de Abraão e de Davi; então traçou a descendência de Jesus do patriarca Abraão ao salmista real. Leu o testemunho dos profetas referentes ao caráter e obra do prometido Messias, e a maneira como seria recebido e tratado na Terra; mostrou então que todas essas predições tinham sido cumpridas na vida, ministério e morte de Jesus de Nazaré” (Atos dos Apóstolos, 247).

“Os homens honrados neste mundo, os chamados grandes e sábios, com toda a sua alardeada sabedoria, não podiam compreender o caráter de Cristo. Julgavam-nO segundo as aparências exteriores, segundo a humilhação que Lhe sobreveio como criatura humana. Mas a pescadores e publicanos fora concedido ver o Invisível. Os próprios discípulos deixaram de compreender tudo quanto Jesus lhes desejava revelar; mas de quando em quando, ao entregarem-se ao poder do Espírito Santo, sua mente era iluminada. Percebiam que o poderoso Deus, revestido da humanidade, Se achava entre eles. Jesus regozijava-Se de que, embora os sábios e inteligentes não possuíssem esse conhecimento, houvesse ele sido revelado a esses humildes homens. Frequentemente, ao apresentar as Escrituras do Antigo Testamento e mostrar sua aplicação a Ele próprio e a Sua obra de expiação, haviam sido despertados por Seu Espírito e erguidos à atmosfera celestial. Tinham, das verdades espirituais de que falavam os profetas, uma compreensão mais clara do que possuíam os próprios que originalmente as escreveram. Daí em diante, poderiam ler as Escrituras do Antigo Testamento não segundo as doutrinas dos escribas e fariseus, não como declarações de sábios já mortos, mas como uma nova revelação vinda de Deus. Contemplavam Aquele “que o mundo não pode receber, porque não O vê nem O conhece; mas vós O conheceis porque habita convosco, e estará em vós”. João 14:17” (O Desejado de Todas as Nações, 494).

 

 

 

 

  1. Segunda: Testemunhas oculares da majestade

Pedro esteve com JESUS, ouviu Ele falar e ensinar, viu os milagres que fazia, andou com o Mestre durante todos aqueles três anos e meio. Já no início, como sabemos, Pedro declarou com convicção que aquele homem era o Messias que havia de vir.

A convicção de Pedro, e de outros discípulos, inclusive de Judas, contrasta com o ceticismo ou inimizade dos grandes líderes dos judeus, os sacerdotes e outros estudiosos e mestres. O mesmo se verifica em nossos dias, pessoas que creem em DEUS e pessoas que não creem, dentre essas classes, muitos cientistas famosos.

Porém, o que nos interessa hoje é o testemunho de Pedro. Não existe outra maneira de acesso a esse testemunho senão pelos seus escritos. Naqueles dias não se faziam vídeos, logo não podemos ver vídeos de Pedro com JESUS. Não podemos também ver os milagres por vídeos. O máximo que temos são os escritos, e são poucos. Mas há algo que impressiona: como homens tão frágeis, pouco letrados (porém Pedro tem um estilo literário impressionante), covardes, se tornaram tão determinados em pregar sobre alguém que não tivesse ressuscitado? Todos eles, menos João, enfrentaram mortes cruéis, e não arredaram de sua convicção. Eles, como Pedro, não seriam tão confiantes no que ensinavam se não fosse verdade. Assim como Paulo (ex Saulo), viu JESUS no caminho para Damasco e tornou-se convicto em anunciar aquele a quem combatia, arriscando a vida, os discípulos que conviveram com o Mestre também o fizeram. Eles eram testemunhas da verdade. Esse é um dos motivos, mas não o único, pelo qual, também creio e não me afasto dessa fé. Outro motivo, e há muitos, é o cumprimento fiel das profecias. Pedro confiava no que presenciou e nas profecias a respeito de JESUS, assim sabia quem era JESUS, não era uma certeza fanática, mas absolutamente bem fundamentada.

“Com clareza e poder Pedro [diante dos sacerdotes] testificou da morte e ressurreição de Cristo: “Varões israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, varão aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por Ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; a Este… crucificastes e matastes pelas mãos de injustos; ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela.” Atos 2:22-24” (Atos dos Apóstolos, 41, grifo acrescentado).

 

  1. Terça: A estrela da alva em nosso coração

Há pelo menos três coisas que me impressionam bastante e que não sei explicar: que DEUS sempre existiu; que Ele conhece o futuro e que consegue ler nossos pensamentos. Isso, no entanto, não enfraquece minha fé em DEUS, porque O vejo tão supremo que mais ainda me alegro que Ele exista e que somos todos produto de Sua inteligência. Aliás, se eu, ou outro estudioso conseguisse explicar DEUS por completo, Ele seria bem limitado. Um DEUS que, por exemplo, conhece todo o futuro, que é algo impressionante e por hora incompreensível, no mínimo dá a entender que esse DEUS é capaz, que Seu governo é absolutamente estável, pois, qual governo aqui na Terra consegue discernir os caminhos futuros de sua nação? Ou, qual pai ou mãe conseguem conhecer o futuro de seus filhos? Ciganos e cartomantes dizem conseguir ler o futuro da pessoa olhando as linhas de suas mãos etc., mas isso é engodo. Nós temos um DEUS que nos deixou profecias detalhadas sobre o futuro; por exemplo, sabemos que haverá ressurreição, que JESUS voltará outra vez, que teremos vida eterna, que viveremos num reino onde vigora o amor, que o mal será extinto, etc. Sabemos muita coisa sobre o futuro porque DEUS que sabe, nos revelou, fez isso porque nos ama, mesmo nós estando em situação de rebeldia.

Profecia é luz, é conhecimento, é discernimento. Por que sem profecia o povo se corrompe? Porque assim desconhece o futuro, aí, cada um faz o que quiser. Ou seja, sem profecia viveríamos como o mundo em geral vive, aproveitando de seu modo o presente, vivendo dissolutamente, e o resto que se dane.

Mas tendo um futuro excelente, conhecendo esse futuro e sabendo como devemos agir para que o alcancemos, certamente viveremos de conformidade a esse conhecimento. Ao menos assim farão as pessoas coerentes com bons princípios de vida. A estrela da alva pela qual a profecia é iluminada fará seu trabalho de difundir conhecimento sobre o futuro até que o dia clareie, isto é, até o dia da vinda de JESUS. Daí em diante, receberemos luz de outro tipo, não mais sobre como seremos salvos, mas para entender o passado e conhecer as belezas da criação de DEUS. Essa luz terá outro foco, não mais de nos libertar do pecado, e sim, de permanecer na perfeição. Não mais teremos que estudar profecias, ouviremos direto da fonte, como os discípulos ouviam de JESUS.

 

  1. Quarta: Palavra profética confirmada

As profecias, quanto a sua credibilidade, devemos prestar atenção a duas questões importantes:

1ª) Sua origem.

2ª) Sua interpretação.

Quanto a origem, só são confiáveis aquelas que vieram de DEUS, comunicadas por meio de profetas especialmente escolhidos pelo próprio DEUS. Há muitos profetas mundo afora, em todas as épocas, mas cujas profecias se cumprem apenas em parte, e estatisticamente pouco relevantes. Ou seja, existem previsões dos videntes atuais, que todos os anos são divulgadas na televisão, no final do ano, cujas previsões são abaixo da probabilidade estatística. Isso quer dizer que acertam menos que num jogo de possibilidades.

Quando nos basearmos em profecias cuja fonte é a Bíblia, estamos seguros quanto a origem delas, porém, não seguros quanto a interpretação. Por exemplo, no caso de Apocalipse 17, há diversas intepretações elaboradas por diversos estudiosos em teologia e até de outras áreas. Algumas delas são mais coerentes com o escopo profético em geral, outras são até absurdas.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem uma posição louvável em relação a interpretação de profecias. Só aceita como intepretação oficial aquela que foi dada pelo próprio DEUS, por meio de profeta escolhido por Ele. Funciona assim: DEUS revela uma profecia por algum profeta e, revela o significado da profecia pelo mesmo profeta, ou mais tarde, por outro profeta, sempre escolhido por Ele. Porém, há profecias na Bíblia que DEUS não revelou a interpretação, logo, devemos estudá-las e ver por nós mesmos a intepretação mais coerente com a história e com outras informações seguras da Bíblia. Esse é o caso, como já referimos, de Apocalipse 17, especificamente quanto aos sete reis. Há várias possibilidades de interpretação, elaboradas por vários estudiosos sobre os quais pesa a avaliação crítica de outros estudiosos. A igreja aceita algumas possibilidades de interpretação, mas não como posição oficial, pois vem de estudos de seres humanos, não da revelação de DEUS. E ainda outras possibilidades a igreja rejeita, porque são absurdas. Por exemplo, uma intepretação absurda é que os sete reis se refiram aos sete últimos papas. Ela é inaceitável porque significa que, se houver um papa que é o último, verifica-se disso que não haverá outro. Ora, como Babilônia deverá permanecer ativa até a sétima praga, isso também significa que, no tempo do último papa, JESUS vai voltar, ou, vai ter que voltar. Porém, Ele não volta em função do sistema papal, e sim, em função da conclusão da pregação do evangelho por Sua igreja. Há outros problemas graves com essa interpretação. Logo, torna-se inaceitável até como uma hipótese de interpretação.

Deve-se, portanto, prestar atenção quanto a interpretação. Nesse caso, outra vez, temos duas possibilidades.

1ª) Interpretação humana, individual ou por alguns ou por muitos estudiosos.

2ª) Interpretação dada por revelação divina por meio de profeta escolhido por DEUS (porque existem falsos profetas, e são muitos).

Então, se chega agora a uma conclusão. Todas as profecias que constam na Bíblia se originaram de DEUS, por meio de profeta por Ele escolhido. E, a interpretação absolutamente confiável é só aquela que DEUS mesmo revelou. E aquela profecia cuja intepretação ainda não foi revelada por DEUS, que mereceu atenção por parte de seres humanos, tem que ser coerente com o restante da Bíblia, mas, mesmo assim, é provisória.

Resumindo tudo, só se pode confiar em definitivo naquilo que é Palavra de DEUS.

Por isso que Pedro disse que “nenhuma profecia [bíblica] das Escrituras provém de particular elucidação”, ou seja, a origem, ou proveniência não é de ser humano, mas de DEUS, e que devemos, ao estudar o assunto, cuidar para que não ocorra de uma só pessoa querer dar interpretação, ele só, mas que haja debate crítico, com bom tempo, para que fique mais confiável. Mesmo assim, existindo profecia que DEUS não tenha revelada a interpretação, a que tivermos por meio de estudos, seja provisória.

 

  1. Quinta: A Palavra em nossa vida

A Bíblia é o livro mais impresso do mundo, mais de seis bilhões de exemplares inteiros há alguns poucos anos. Estão fora desse número as Bíblias virtuais, que ninguém sabe quantas cópias existem nos celulares, tablets, computadores, etc. O segundo livro mais impresso não chega a um bilhão, é um livro Chinês, em torno de 800 milhões, e é distribuído de graça. Que coisa aparentemente contraditória para o nosso mundo. A Bíblia foi o livro mais combatido de todos os tempos, enfrentou tentativas de eliminação, mas, não só sobreviveu como é o único livro dentre todos já produzidos que tem o apoio de mais de 200 Sociedades Bíblicas para imprimir a preço mais acessível. Qual outro livro que tem espalhado pelo planeta, entidades que promovam impressões? Nenhum! Como um livro tão combatido ao longo de bem mais de um milênio, pelos governos e pela Igreja Católica, e a França que no tempo da Revolução Francesa tentou exterminar o livro de DEUS durante três anos e meio, ser tão bem-sucedido, e se tornar o livro mais traduzido de todos? E o mais lido? O mais pesquisado? O mais amado e também o mais odiado? Que fenômeno é esse em relação à Bíblia? Que força existe por trás dela?

Pedro responde no estudo de hoje. A Bíblia é um livro escrito por profetas escolhidos por DEUS, a dedo. O assunto que nela encontramos não foi criado por seres humanos, mas inspirado por DEUS, isso quer dizer, vem dEle. Mas isso por si não garante o sucesso da Bíblia, aliás, num mundo dominado pelo ódio satânico, pelo contrário, a Bíblia já nem deveria existir. DEUS não só inspirou o conteúdo da Bíblia, Ele a protege, quando no Apocalipse DEUS disse: “subí cá”, Ele estava dizendo, seja ela traduzida e publicada em enorme quantidade. No livro do Apocalipse 11:11 e 12, há uma referência que nos explica o poder de existência da Bíblia e de seu sucesso em todos os sentidos. Lá diz que haveria uma tentativa de eliminação da Bíblia, ela depois de perseguida por 1260 anos pela igreja, na França iriam tentar eliminá-la de vez. Nos anos dessa tentativa o terror na França foi terrível, a situação saiu do controle. O mesmo parlamento que decretou que fosse ela jogada na fogueira, todas as cópias ou exemplares, e ai de quem não fizesse isso, DEUS a guindaria às alturas para que todos tivessem acesso.

Voltaire, bem antes da Revolução Francesa, anunciou que em algum tempo a Bíblia seria peça de museu e que o cristianismo seria abandonado. Contrário ao que ele previu, a sua casa depois de sua morte se transformou numa sociedade bíblia e sua gráfica passou a imprimir Bíblias. Hoje, somente em bíblias impressas, existe quase uma para cada habitante no planeta. Nenhum outro livro conseguiu essa façanha.

Pedro disse que a Bíblia não é fruto da vontade humana, nem de suas filosofias, mas vem de DEUS. Ela tem grande utilidade, serve para nos orientar a uma vida em bons princípios bem como nos ensina o caminho ao Céu e a vida eterna.

“”Mas”, continuou [Paulo], “os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados. Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, e que desde a tua meninice sabes as Sagradas Letras, que podem fazer-te sábio para a salvação. … Toda a Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.” II Tim 3:13-17. Deus proveu meios abundantes para o êxito na luta contra o mal que há no mundo. A Bíblia é a armadura com que nos podemos equipar para a luta. Nossos lombos devem estar cingidos com a verdade. Nossa couraça deve ser de justiça. Na mão devemos ter o escudo da fé, e na cabeça o capacete da salvação; e com a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus, devemos abrir caminho por entre as obstruções e embaraços do pecado” (Atos dos Apóstolos, 502).

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Tema transversal (anterior foco, porém, com o cuidado de fazer uma ligação entre os assuntos diários, sempre que possível)

“Meu povo perece por falta de conhecimento”, diz Amós. O conhecimento, ligado à sabedoria, é o poder dos seres racionais. Mas pode haver quatro situações: não ter conhecimento (ignorância); ter pouco conhecimento (que atrapalha e confunde); ter conhecimento falso (que destrói); e ter muito conhecimento verdadeiro, da Bíblia (que se seguido, salva). “Meu povo perece” pelas três situações primeiras, porém pode se salvar pela última situação, claro, se viver de acordo com o que sabe e buscar saber mais. O conhecimento da verdade, que em texto escrito só existe na Bíblia, é o que, certamente, mais falta a nós, povo de DEUS, atualmente. Há muitos irmãos cristãos apenas de ouvido.

 

  1. Aplicação contextual e problematização (aplicações possíveis dos assuntos aos cristãos na atualidade e identificação dos problemas que enfrentamos e indicativos de solução)

Qual é hoje um dos nossos grandes problemas, como povo de DEUS? Não conhecer a Bíblia. Como disse o presidente americano, o anterior, Barack Obama, precisamos ler mais nossas Bíblias. Se acrescente: precisamos de mais conhecimento dela para manter nossa identidade como povo de DEUS, e precisamos praticar para termos mais fé.

 

  1. Informe profético vinculado com a lição

O diálogo religioso entre católicos e budistas está engrenando. É a busca pela “paz e segurança” no mundo. Logo, a repentina destruição se aproxima. Leia sobre isso aqui.

O desrespeito por uma figura religiosa, no caso o papa, não poderia passar em branco. Os marqueteiros às vezes passam do limite da honra, do respeito, da moralidade. O papa Francisco “está sendo vitimado por conta de uma propaganda da Crefisa, que oferece dinheiro de empréstimo para aposentados. A empresa de crédito fez uma propaganda – chamada de irregular – usando uma imagem do Papa Francisco segurando uma camisa do Palmeiras”. Por conta do que a Crefisa fez, o Vaticano pretende processar a empresa. Deve fazer isso mesmo, pois assim como os muçulmanos não gostaram do desrespeito de um jornal francês com Maomé, todas as pessoas devem ter preservadas suas identidades. Veja mais aqui.

Uma das profecias do tempo do fim é a fome. No mundo existem em torno de 850 milhões de pobres e mais ou menos a metade destas não tem renda suficiente para o básico, passam fome. Um estudo importante do Vaticano revela que em 2017 se estima a morte de 20 milhões de pessoas, por fome. A profecia, que não é uma determinação do futuro, mas revela como será o futuro, já havia previsto que haveria fome. Como deve ser duro morrer por fome! Veja aqui.

 

  1. Comentário de Ellen G. White

“”Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas, mas nós mesmos vimos a Sua majestade, porquanto Ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória Lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o Meu Filho amado, em quem Me tenho comprazido. E ouvimos esta voz dirigida do céu, estando nós com Ele no monte santo. E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração, sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação; porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” II Ped. 1:16-21. “Porque tudo que dantes foi escrito para nosso ensino foi escrito, para que, pela paciência e consolação das Escrituras, tenhamos esperança.” Rom. 15:4. “Medita estas coisas, ocupa-te nelas, para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos.” I Tim. 4:15. ” Toda carne é erva, e toda a sua beleza, como as flores do campo. Seca-se a erva, e caem as flores, mas a Palavra de nosso Deus subsiste eternamente.” Isa. 40:6 e 8” (Fundamentos da Educação Cristã, 445).

 

  1. Conclusão

“Os mais humildes e devotos nas igrejas eram geralmente os primeiros a receber a mensagem. Os que estudavam por si mesmos a Escritura Sagrada não podiam deixar de ver o desacordo das opiniões populares com os textos sagrados referentes à profecia. Onde quer que o povo não fosse dirigido pela influência do clero; onde quer que por si mesmos investigassem as Escrituras, a doutrina do advento precisava apenas ser comparada com as Escrituras para estabelecer-lhe a autoridade divina” (O Grande Conflito, 372).

“No entanto, por convincente que fosse essa prova da certeza da esperança dos crentes, havia, contudo, outra evidência ainda mais convincente no testemunho da profecia, através do qual a fé de todos pode ser confirmada e ancorada com segurança. “E temos, mui firme, a palavra dos profetas”, declarou Pedro “à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação; porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” II Ped. 1:19-21” (Refletindo a CRISTO, MM 1986, 213).

 

 

Assista o comentário clicando aqui.

Lição em espanhol: www.escuela-sabatica.com/comentarios.html

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira Como é fácil enganar! As 4 primeiras pragas, enfoque econômico

 

 

estudado e escrito entre    21 e 27/04/2017

revisado por Jair Bezerra

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *