Lição 12 – JESUS em Jerusalém

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Segundo Trimestre de 2015

Tema geral do trimestre: O evangelho de Lucas

Lição 12 –  JESUS  em Jerusalém

Semana de 13 a 20 de junho

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar: “Quando [JESUS] ia chegando, vendo a cidade, chorou” (Luc. 19:41).

 

Introdução de sábado à tarde

Imagine você saber, hoje, que digamos seja domingo, que na próxima sexta-feira será morto. Ter tal certeza deve ser algo terrível. É o caso das pessoas que estão no corredor da morte. Mas JESUS não estava no corredor da morte como os maus hoje. Ele estava nessa situação por amor de quem criara séculos atrás. Mas não deve ser nada agradável saber que vai ser morto, e principalmente, daquela maneira tão sofrida.

Agora acrescentemos algo preocupante. Digamos que você tenha uma agenda bem recheada para cumprir nos últimos dias de sua vida. E não pode falhar, tem que fazer tudo corretamente. Sim, tem muitas coisas ainda por fazer antes de morrer, ou de ser morto. Pois com JESUS foi assim. Desde o último domingo, em que, como entravam os reis de Israel após uma vitória militar, Ele também entrou na capital, montado sobre um jumento. Não vinha acompanhado por um exército armado, mas pelo povo, que veio salvar. Ele estava anunciando que veio para vencer. Ainda não era um vitorioso, pois a principal luta estava pela frente, mas estava decidido a isso e para essa finalidade Se havia preparado durante as décadas de Sua vida.

Tentemos ainda imaginar outra coisa triste. Se você viesse para salvar a sua família de uma iminente tragédia que sabe vir pela frente, e vai lá para os proteger, mas ninguém lhe atende. Pelo contrário, você é até enxotado. Isso acontece muito entre nós. Por exemplo, os pais tentando proteger os filhos das drogas, mas quantos não atendem e preferem sair da igreja e enveredar pelo mundo sujo e perigoso, como fez o filho pródigo. Que tristeza dá no coração quando um filho da gente sai da igreja, e vai se perdendo a olhos vistos, sem atender qualquer conselho. Pois JESUS havia ensinado durante mais de três anos, e poucos mudaram de vida. A maioria era formada de curiosos que só queriam sentir a sensação de ouvir uma pregação poderosa e assistir JESUS fazer milagres, pois naquela semana mesmo, uniriam suas vozes contra o Salvador, para gritar “crucifica-O.” Isso é de cortar o coração, e JESUS, vendo a cidade sede do país que Ele mesmo havia estabelecido a partir de Abraão, tão desinteressada por Ele, vendo os líderes religiosos tramando a morte contra o único que os poderia salvar, chorou de tristeza. DEUS também tem emoções. DEUS nos ama. Mas, quanto a nós, o que faremos?

 

  1. Primeiro dia: A entrada triunfal

Era a última semana de vida de JESUS. Era domingo, primeiro dia da semana que culminaria na sexta-feira com Sua morte. A semana iniciava conforme o sonho dos judeus pobres, a proclamação do início do reinado de JESUS, e a independência do Império Romano. Eles estariam livres do jugo do poder romano e também livres da opressão de seus líderes religiosos. Finalmente, após três anos e meio, JESUS estava dando início a uma nova ordem política em Israel.

Mas não era nada disso. De tão ansiosos que estavam por um libertador político, não conseguiram ligar os fatos. JESUS estava entrando como entravam os reis em Jerusalém após uma guerra vitoriosa, mas não era para fundar um reino aqui na Terra. Ele confirmaria logo, em Seu julgamento, dizendo: “Meu reino não é deste mundo”.

JESUS veio para salvar os perdidos do pecado, não para livrar os judeus da opressão romana. A Sua missão era curar de doenças, libertar do pecado, ressuscitar mortos, libertar de demônios e principalmente anunciar a vinda do reino de DEUS. Veio para um confronto com satanás, o Lúcifer, e esse confronto culminaria naquela semana, num julgamento ilegal, por causa do horário e da falta de provas contra Ele, e Sua crucificação. Cumpriria a profecia da primeira vinda de JESUS, de uma série de três vindas. Por esses dias estamos às vésperas de Sua segunda vinda.

Mas uma coisa muito sublime, e verdadeira estava acontecendo ali. Embora não percebessem, JESUS estava entrando como rei. Não era para um reinado terrestre e passageiro, mas para um reino celeste e eterno. Ele era aclamado pela multidão, dentre os quais, muitos, poucos dias depois, gritariam: “crucifique-O!”. Ele entrava na cidade, sem pecado algum, cumprindo uma profecia de Zacarias e estabelecendo o início de uma série de eventos antes de Sua vitória na cruz. Alguém deveria comemorar esse ato de coragem: entrar na cidade cujos líderes O queriam matar, ou as pedras o fariam. Ele veio para enfrentar essas pessoas e seu principal líder: satanás. Enquanto o povo O aclamava, os líderes judaicos se preocupavam com Seu avanço, e mal sabiam que, em poucos momentos, faria uma limpeza no templo, equivalente a sacudidura final que fará em Sua igreja, por esses dias de hoje.

 

  1. Segunda: Jerusalém: a purificação do templo

Duas vezes JESUS purificou o templo dos vendedores gananciosos que transformaram o lugar santo, de adoração, num comércio corrompido e interesseiro. Os interesses e desejos do ser humano tornaram-se superiores ao que DEUS desejava daquele lugar. A primeira purificação, relatada apenas por João, foi na páscoa do ano 28 d. C., no início da pregação de JESUS; a segunda foi no final, na páscoa de 31 d.C. É um assunto relevante pois é mencionado pelos quatro evangelhos.

Com as purificações do templo JESUS demonstrou quem Ele era, a autoridade superior que determina como deve ser o uso daquele local, chamado hoje de igreja. Sabemos que ao nos reunirmos em qualquer lugar, em nome de DEUS, ali é uma igreja, portanto, ali devemos ser santificados, como disse DEUS a Moisés, onde DEUS se encontrou com ele, ali a terra era santa.

Os sacerdotes e os homens ricos daquele tempo viram nos sacrifícios outra oportunidade que o perdão dos pecados. Eles perceberam a oportunidade de faturar, ganhar dinheiro, pois era difícil aos adoradores trazerem animais de longe para oferecer em sacrifício. Logo, ali esses animais eram vendidos para ser mais cômodo aos adoradores, mas também, lucrativo aos negociantes. DEUS dera a Moisés as instruções de como construir o tabernáculo, quais seriam as suas funções do templo e seus objetivos. O principal objetivo era apontar para a vinda de JESUS como Messias e Salvador, coisa que nesse templo já não se podia mais perceber. A ênfase no templo eram os negócios. Foi isso que JESUS limpou, duas vezes.

Hoje, temos que prestar atenção: há o que limpar em nossos lugares de adoração. Há uma infinidade de coisas típicas do mundo em nosso meio. Elas serão retiradas por meio de uma sacudidura, que certamente está por vir. O alerta é a respeito de pinturas, de todo tipo, em cabelo, unhas, etc., além de brincos, colares, roupas inadequadas, conversa inadequada, cultos mal preparados e monótonos, e assim por diante. Basta ler a Bíblia para saber, bem como ler Ellen G. White.

Também temos em nossas igrejas alto nível de ruído em muitas músicas. O alerta da nossa profetiza, que é detestada por muitos, inclusive pastores, é que essa música, com alto volume, tambores, típica para dança, entraria na igreja justamente antes do fim. Pois bem, esperaremos outra música com tais características, ou ela já veio? Tambores não produzem som, produzem ruído, isso numa definição técnica científica. E a ciência diz que o ruído dificulta o entendimento da mensagem, o que Ellen G. White confirma em seus escritos. Basta pesquisar e ler para saber o que DEUS vai sacudir fora no momento antes da concessão do poder do ESPÍRITO SANTO, para a conclusão da obra nessa Terra.

 

  1. Terça: Os infiéis

A história do passado se repete. Tudo o que já aconteceu em tempos idos, está ou estará acontecendo hoje.

JESUS contou uma parábola para ilustrar o que os líderes de Seu povo (Sua vinha) faziam com os profetas (servos enviados por DEUS) no passado. Eles espancaram esses servos, até que se apossaram da vinha. Isto quer dizer, passaram a dominar sobre o povo com uma enorme quantidade de preceitos não divinos, as tradições humanas, algumas delas até boas, e isso exigiam do povo. Requeriam coisas que nem eles praticavam. Com a parábola JESUS estava esclarecendo que eles procederam de modo ambicioso, querendo ser os dominadores sobre o povo santo.

Finalmente DEUS enviou o Seu próprio Filho. A Este mataram na intenção de tomar posse da herança do Senhor, isto é, de tornar esse povo seus servos, para que trabalhassem para eles. Quem eram eles? Os sacerdotes, os fariseus e os saduceus, principalmente estes.

Não é muito diferente de hoje. Muitos de nossos líderes têm o costume de dominar sobre a herança do Senhor. Vejamos:

“…quando homens finitos e sujeitos a erro tomam em suas mãos a jurisdição de seus semelhantes, como se o Senhor os houvesse comissionado para levantar ou abater, todo o céu se enche de indignação. Estranhos princípios estão sendo estabelecidos com relação ao domínio da mente e das obras dos homens, por juízes humanos, como se esses homens finitos fossem deuses. Deus não justificará qualquer estratagema pelo qual o homem, ainda que no mínimo grau, domine ou oprima os seus semelhantes”. (Testemunhos para Ministros, 494)

“Em questões de consciência, a alma deve ser deixada livre. Ninguém deve controlar o espírito de outro, julgar por outro, ou prescrever-lhe o dever. Deus dá a toda alma liberdade de pensar, e seguir suas próprias convicções. “Cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus”. Rom. 14:12. Ninguém tem direito de imergir sua individualidade na de outro. Em tudo quanto envolve princípios, “cada um esteja inteiramente seguro em seu próprio ânimo”. Rom. 14:5. No reino de Cristo não há nenhuma orgulhosa opressão, nenhuma obrigatoriedade de costumes. Os anjos do Céu não vêm à Terra para mandar, e exigir homenagens, mas como mensageiros da misericórdia, a fim de cooperar com os homens em erguer a humanidade” (Mente, caráter e personalidade, 707).

Por exemplo, conheço um ministro que é incapaz de trabalhar com membros que tenham iniciativa própria e ideias diferentes das dele. Mesmo que as ideias de alguns membros sejam como as dele, fica claro que membros não devem ter ideias, nem iniciativas, só devem perguntar: e agora, o que devo fazer? Caso tenham ideias, chega ao ponto de não cumprimentá-los, desconhecendo-os por completo na frente de outros membros que trata carinhosamente pelo nome. Esses tipos serão sacudidos fora da igreja, no devido tempo. Eles certamente perseguiriam a JESUS ou a qualquer outro profeta do passado. Continuamos sendo seres humanos e pecadores, e muitos de nós, resistem por não se entregar a JESUS.

 

  1. Quarta: DEUS versus César

Naqueles tempos de JESUS, os impostos pagos ao Império Romano eram extorsivos, exageradamente elevados. Some-se a isso, a corrupção dos cobradores de impostos, os publicanos, que abusavam de sua autoridade e poder. “Em Roma, o peso da carga tributária dependeu do desenvolvimento da civilização, e com a formação do Império, foi aumentando sempre até, na última fase do domínio romano, ser esmagador, constituindo mesmo junto com as guerras constantes contra os bárbaros uma das causas da ruina do Império. (…) As taxas aduaneiras de importação iam “ad valorem” de 2,5% a 16,5% sobretudo em se tratando de objetos de luxo; as de exportação eram de apenas 2,5%. Como Atenas, observa LETOURNEAU, a quem, com LUZZATTO, vimos seguindo, Roma não praticou o câmbio livre. A “centésima rerum venalium” (1%), instituída durante as guerras civis e cobrada por “coactores” especiais, adjuntos aos publicanos, atingia todas as vendas. Foi por TIBÉRIO reduzida à metade e abolida por CALÍGULA. A “vicesima hereditatum et manumissionum” (5%) era cobrada sobre as heranças de pessoas ricas as quais tivessem direito só por testamento e não por lei (“heredes extranei”)” (Notas sobre a história dos impostos em Direito Romano. Alexandre Augusto de Castro Corrêa Catedrático de Direito Romano na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo).

Havia outros impostos além desses. O povo sofria por causa disso, pois não via o retorno desses impostos em obras e benefícios. Assim como hoje, no Brasil, os impostos nossos estão entre os mais elevados do mundo, e somos um país cujo governo é corrupto, há muitos desvios de dinheiro, educação e saúde péssimos em muitos lugares, com cobranças absurdas de taxas e impostos. Também hoje, muitos justificam a sonegação diante da situação incoerente. Minha esposa e eu já tivemos loja, bem no centro da cidade, com sala própria. Chegamos à conclusão que era melhor fechar a loja e alugar a sala, não dava para competir pagando todos os impostos, sem sonegar. Sim, pagávamos todos, afinal, somos cristãos e queremos dar bom testemunho e ser salvos, e lemos a orientação de JESUS, que devemos dar ao governo o que é do governo, e a DEUS o que é de DEUS. Assim, além dos impostos, também sempre fomos dizimistas e pactuantes, mas nunca corruptos. DEUS impede isso em nossa vida.

Os líderes religiosos da época queriam pegar JESUS numa emboscada, para o colocar em apuros, prender e julgar. Perguntaram a Ele se era lícito pagar imposto a César. É que naqueles tempos muitos diziam que se podia sonegar, afinal, o governo cobrava demais, portanto, a carga tributária seria ilegal. Quando tivemos a loja, pessoas, irmãos, justificavam a sonegação com o mesmo argumento, mas para nós isso sempre foi roubo. Até hoje, mesmo alguns ministros justificam sonegar. É evidente que estes estão no caminho da perdição, e ensinam outros a entrarem nele, ou permanecerem nele. Assim foi na época de JESUS.

Se Ele dissesse que sim, era lícito, o povo se voltaria contra JESUS, pois estavam cansados da exploração. E se disse que não era lícito, poderia ser preso pelos soldados romanos sob a acusação de incitação contra o imperador romano. Parecia não haver saída a JESUS, a não ser que Ele fosse muito inteligente.

E o que foi que JESUS disse? “Dai a César o que é de Cesar, e a DEUS o que é de DEUS.Isto é, pagai os impostos ao governo, e devolvei o dízimo e as ofertas a DEUS. É assim que fazemos há décadas, e nunca nos faltou nada. Obrigado nosso DEUS!

 

  1. Quinta: A ceia do Senhor

A ceia do Senhor foi estabelecida por JESUS em substituição à páscoa, também por Ele estabelecida, por ocasião da saída do povo de Israel do Egito. A páscoa apontava para a primeira vinda de JESUS, como Cordeiro para ser sacrificado pelos pecados deles e nossos. A ceia do Senhor aponta para o passado, lembrando que JESUS já veio, partiu Seu corpo e derramou Seu sangue por todos nós. Esse é o simbolismo de partir o pão e beber o suco da uva. Essa ceia ainda lembra com veemência que JESUS voltará, e teremos o privilégio de, com Ele, na Nova Terra, à mesa dEle, sermos servidos para uma ceia especial, a primeira na condição de cidadãos do reino de DEUS, no lugar dos remidos. “A santa ceia aponta à segunda vinda de Cristo. Foi destinada a conservar viva essa esperança na mente dos discípulos. Sempre que se reuniam para comemorar Sua morte, contavam como Ele, “tomando o cálice, e dando graças, deu-lhes, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o Meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide até aquele dia em que o beba de novo convosco no reino de Meu Pai”. Mat. 26:27-29. Nas tribulações, encontravam conforto na esperança da volta de seu Senhor. Indizivelmente precioso era para eles o pensamento: “Todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.” I Cor. 11:26” (O Desejado de Todas as Nações, 659). Portanto, a ceia do Senhor lembra o passado, a Sua morte, e o futuro, Sua segunda vinda, e também, a recepção nas mansões celestiais, por meio de uma farta mesa de bons alimentos.

A ceia agregou o cerimonial da humildade, que é o lava pés, onde a exemplo de JESUS, lavamos os pés uns dos outros, para lembrar que devemos ser servos uns dos outros, não chefes de nossos irmãos. Devemos conviver em humildade e submissão, uns aos outros, ou seja, amando-nos mutuamente, e perdoando-nos sempre que isso for necessário. “A ordenança do lava-pés ilustra, de modo mais convincente, a necessidade da verdadeira humildade. Enquanto os discípulos contendiam entre si pelo lugar mais elevado no reino prometido, Cristo cingiu-Se e executou o trabalho de um servo, lavando os pés daqueles que O chamavam de Senhor” (O Cuidado de DEUS, MM 1995, 98).

Em resumo, tanto a páscoa dos judeus quanto a santa ceia, ou ceia do Senhor, lembram que somos pecadores por natureza, e que dependemos inteiramente do poder de DEUS para sermos libertados dessa condição.

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

O foco dessa semana pode ser a missão de JESUS e a santidade do templo, a casa de DEUS. Não se deve entrar no templo de qualquer maneira, com qualquer vestuário, conversando alto e assuntos banais ou seculares. Cada um deveria escolher o que tem de melhor, mas também não se pode abusar e prestar atenção ao que está fazendo no lugar sagrado. Sempre se deve fazer escolhas por uma postura simples, sem exageros. Atualmente temos dois problemas frequentes: pessoas que se vestem com exagero de requinte, e por outro lado, pessoas que se vestem como se estivessem num lugar vulgar. O equilíbrio está perdendo espaço. O ato de JESUS ao purificar o Templo nos deveria fazer meditar sobre como estamos valorizando a casa do Senhor.

  • Quais os tópicos relevantes?

Também aprendemos sobre a páscoa, santa-ceia e lava-pés. A santa-ceia, que lembra a morte de JESUS e Sua segunda vinda, substituiu a páscoa que lembrava a Sua primeira vinda, para se tornar o cordeiro de DEUS. Os dois estão encadeados: Ele veio pela primeira vez para morrer por nós, e a segunda vez virá para nos resgatar. Não poderia vir pela segunda vez se não tivesse vindo morrer pelos pecadores.

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

O reino de DEUS não é desse mundo. JESUS não viria para aqui estabelecer outra nação concorrente com as demais. Ele veio para estabelecer o reino de DEUS. Numa fase inicial esse é o reino da graça, enquanto temos ainda que lutar para com JESUS vencer o pecado. A segunda fase, definitiva e eterna, é o reino da glória. Nessa fase voltaremos a ter vida eterna num ambiente de perfeição.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

“Em tudo seja você mesmo um exemplo para eles, fazendo boas obras. Em seu ensino, mostre integridade e seriedade; use linguagem sadia, contra a qual nada se possa dizer, para que aqueles que se opõe a você fiquem envergonhados por não poderem falar mal de vós” (Tito 2:7 e 8, NVI, grifos acrescentados).

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“Cristo não nos deu promessa alguma de auxílio para quando levarmos hoje os fardos de amanhã. Disse Ele: “Minha graça te basta” (II Cor. 12:9); mas, como o maná dado no deserto, Sua graça é concedida diariamente, para a necessidade do dia. Como as multidões de Israel em sua vida de peregrinos, encontraremos manhã após manhã o pão do Céu para a provisão do dia.

“Um dia de cada vez nos pertence, e durante o mesmo cumpre-nos viver para Deus. Por esse dia devemos colocar na mão de Cristo, em solene serviço, todos os nossos desígnios e planos, depondo sobre Ele toda a nossa solicitude, pois tem cuidado de nós. “Eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais” Jer. 29:11. “Em vos converterdes e em repousardes, estaria a vossa salvação; no sossego e na confiança, estaria a vossa força” Isa. 30:15.

“Se buscardes o Senhor e vos converterdes cada dia; se, por vossa própria escolha espiritual, fordes livres e felizes em Deus; se, com satisfeito consentimento do coração a Seu gracioso convite, vierdes e tomardes o jugo de Cristo – o jugo da obediência e do serviço – todas as vossas murmurações emudecerão, remover-se-ão todas as vossas dificuldades, todos os desconcertantes problemas que ora vos defrontam se resolverão” (O Maior Discurso de CRISTO, 101).

 

  1. Conclusão geral

“Quando os obreiros tiverem a presença permanente de Cristo em sua alma, quando estiver morto todo o egoísmo, quando não houver nenhuma rivalidade, nenhuma contenda pela supremacia, quando existir unidade, quando eles se santificarem, de maneira que o amor de uns pelos outros seja visto e sentido, então os chuveiros da graça do Espírito Santo hão de vir tão seguramente sobre eles como é certo que a promessa de Deus não faltará nem num jota ou num til” (Mensagens Escolhidas, v1, 175).

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira O decreto dominical O alfa e o ômega Como é fácil enganar!      

 

 

estudado e escrito entre  08  e  14/05/2015

revisado por Jair Bezerra

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

1 comment for “Lição 12 – JESUS em Jerusalém

  1. julho 18, 2015 at 11:33 am

    ORE COMIGO
    ESTA MUSICA FOI FEITA EM MOMENTOS DE ANGUSTIAS
    E HOJE VEJO QUE FOI UMA ORACAO QUE EU FIZ.

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