Lição 13 – Crucificado e ressurreto

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Segundo Trimestre de 2016

Tema geral do trimestre: O Evangelho de Mateus

Lição 13 – Crucificado e ressurreto

Semana de 18 a 25 de junho de 2016

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar:Toda a autoridade Me foi dada no Céu e na Terra” (Mat. 28:18).

 

Introdução de sábado à tarde

Essa declaração de JESUS em Mateus 28:18 afirma quem Ele é: o líder maior da igreja, do planeta Terra, de toda criação na Terra e de todo o Universo. Fica aqui, mais uma vez, descartada a possibilidade de Pedro ser o chefe da igreja. Ou de qualquer ser humano ser um chefe com poderes acima da obediência aos escritos na Bíblia, com poderes acima dos que poderiam ser concedidos a um ser humano.

Aliás, se a igreja estivesse fundada sobre um ser humano como o líder maior, ela estaria introduzindo, ao longo dos tempos, doutrinas falsas, oriundas de seres humanos.

O mesmo JESUS já queria ser o Rei de Israel, desde a saída do Egito. Ele dirigiria a nação de uma maneira simples, sem sofisticação, sem ministérios, sem pompa terrestre, sem uma legislação complicada e que não funciona, sem sistema de impostos, sem exército, e assim por diante. Tudo o que fosse arrecadado por meio de dízimo e ofertas, retornaria para o bem da nação, nada seria utilizado pelo Rei JESUS e Seu palácio. Ele demonstrou como funcionaria. Por exemplo, quando inimigos atacavam a nação, por vezes eram derrotados sem a ação das forças de Israel, e milhares de inimigos morriam em segundos. Noutra oportunidade um pequeno grupo de 300 homens, mal armados, apenas com uma espada para lutar, derrotou um exército enorme. Outro exemplo, como a chuva vinha no tempo certo, como as safras eram grandes, como o gado fornecia leite e carne, como a saúde era boa, como as famílias eram felizes, como havia paz e prosperidade na nação, sendo eles obedientes. DEUS queria governar direto do Céu. Aqui na Terra, em Israel, tudo o que deveriam fazer era manterem-se em comunhão com DEUS. Para isso, os levitas foram destacados para os devidos ensinamentos, e os sacerdotes para os respectivos cultos. Por uma única palavra se explica o funcionamento desse sistema: obediência. Ou seja, não se envolver com adoração a outros deuses, falsos, que nada valem porque nada podem fazer, pois não são deuses.

Ora, faltou a obediência por parte da nação. Então JESUS fundou a igreja. Nela a situação é diferente. Ela é mais simples e mais maleável. Pode estar presente em meio a todas as nações do mundo. E, se alguém estorva seu funcionamento, pode ser afastado. Não depende de produção para a manutenção do sistema de funcionamento. Mas a condição de vitória da igreja é a mesma: obediência. Ou como disse JESUS, seguir o que “está escrito”. A igreja JESUS conduz diretamente de Seu trono celeste. Tentou satanás interpor um intermediário para substituir a autoridade do Salvador, mas não conseguiu fazê-lo na igreja verdadeira, mas sim na falsa. E a igreja foi conduzida pelos séculos, passando por dificuldades durante a Idade Média, mas sendo reforçada nesses tempos contemporâneos. Ela ainda receberá poder como jamais se viu na Terra, e culminará na pregação do evangelho a todo mundo. Então JESUS voltará, com a autoridade e poder que recebeu, e que usa com toda a Sua humildade.

JESUS tem autoridade sobre o inimigo. Ele, em todos os encontros, venceu esse inimigo, inclusive no encontro definitivo, o da cruz, se bem que, antes, no deserto também obtivera uma vitória estrondosa. “O demônio exercia todo o poder para reter o domínio sobre a vítima. Perder terreno aqui, seria dar a Jesus uma vitória. Dir-se-ia que o torturado homem devesse perder a vida na luta com o inimigo que fora a ruína de seu vigor varonil. Mas o Salvador falou com autoridade, e libertou o cativo. O homem que estivera possesso, ali se achava perante o povo admirado, feliz na liberdade da posse de si mesmo. … Os olhos que havia pouco tanto tinham chispado sob a chama da loucura, brilhavam agora de inteligência, e inundavam-se de lágrimas de gratidão” (O Desejado de Todas as Nações, 256).

 

  1. Primeiro dia: JESUS ou Barrabás

Foi de que tipo essa escolha, quando decidiram por Barrabás? Foi trágica ou foi a salvação da humanidade? Escolheram Barrabás, um criminoso, tornando assim, JESUS o Salvador. Caso tivessem libertado JESUS, como Ele Se tornaria o Salvador? A escolha errada deu o resultado planejado, correto, necessário para a nossa salvação.

Analisemos um pouco melhor essa questão intrigante. Pelo que a lição explica, Barrabás tinha por prenome JESUS, igual ao nome do Salvador. O significado do nome do criminoso era “Jesus salva, filho do pai”. Ora, mas quem veio para salvar era o outro, o verdadeiro e autêntico Salvador. Havia uma curiosa, talvez premeditada semelhança entre os nomes dos dois candidatos à cruz do meio, os dois levavam no nome o intento de salvar, mas só um estava de fato disposto a isso. E esse foi o escolhido para ser crucificado, conforme previsto profeticamente.

Aliás, os dois eram lutadores por libertação. Barrabás lutava com um bando para libertar Israel do Império Romano, bem como também era assassino e delinquente; JESUS CRISTO lutava para libertar do pecado para a vida eterna. O que todos ali queriam? Libertação do Império Romano!

O que pode haver por trás disto? Pode ser coincidência, mas há um porém, pois gera confusão nas mentes das pessoas: dois Jesus? Como hoje, bem igual, muitos pregadores falsos, também enganando as pessoas.

A grande e dramática questão está na escolha de Barrabás como referência nacional de ser humano para ser libertado. Ele era um criminoso. A nação judaica libertou um criminoso em lugar de um bem feitor. E isso foi um erro clamoroso.

Atenção, quando os seres humanos lutam contra DEUS, seja o que façam, estarão promovendo os planos de DEUS. Tudo sempre vai dar certo para DEUS.

Senão, vejamos. A Bíblia apontava, por meio do sistema de sacrifícios, que JESUS seria morto como o Cordeiro perdoador dos pecados. As profecias de Daniel e de Isaías apontavam que JESUS seria rejeitado por Seu povo. Mas, devemos entender o que é profecia (esse é outro ponto essencial nesse estudo um tanto complexo). A profecia não determina o futuro, ela revela como será o futuro sem intervir nele. É algo como alguém saber o que nós faremos no próximo ano, os erros e os acertos, e nos revelar isso antes que o façamos. Profecia é a história contada antes dela acontecer, não depois dos fatos ocorridos. Logo, a profecia revelava que o povo de DEUS, a nação santa tomaria a decisão errada entre JESUS e Barrabás, entre o Filho de DEUS e o filho do ser humano. E o governo celeste, em sua presciência e sabedoria, providenciou que o erro resultasse no acerto, e que cumprisse o plano de DEUS.

Tudo o que satanás faça, seja com quem se alie para isso, não conseguirá frustrar qualquer plano de DEUS, ainda mais o plano da salvação da humanidade.

Mas, e se a nação judaica tivesse tomado a decisão correta, de pedir para libertar JESUS, não Barrabás? Não se daria o caso de então o plano da salvação fracassar?

É evidente que não, pois, se errando cumpriram o plano de DEUS, quanto mais acertando o cumpririam. JESUS seria morto por outra maneira, não sabemos como e não importa especular, pois não foi assim. Mas de uma coisa podemos ter certeza: a sabedoria divina teria outro plano que se encaixaria com as atitudes dos seres humanos. Outra coisa também devemos aprender do estudo de hoje: sempre se deve buscar trilhar pelo caminho certo, não pelo errado. Aqueles que condenaram JESUS serão também os que O verão retornando, mas estarão perdidos. Eles estarão olhando para JESUS, ao lado de Barrabás, e aqueles que O defenderam, estarão olhando para o Seu Salvador, que os levará para a vida eterna. Ou seja, alguém fará algo errado para cumprir o desejo de satanás, mas que não seja eu nem você.

É como nos dias finais na Terra, relacionado à igreja verdadeira. Está profetizado que muitos a abandonarão e se voltarão contra ela. Mas que não sejamos nós.

Também está profetizado que a igreja se levantará para deixar de ser morna e concluir a obra com grande poder do ESPÍRITO SANTO. Que sejamos nós, então, os participantes desse grandioso movimento vitorioso final.

 

  1. Segunda: Nosso Substituto crucificado

“Sobre Cristo como nosso substituto e penhor, foi posta a iniquidade de nós todos. Foi contado como transgressor, a fim de que nos redimisse da condenação da lei. A culpa de todo descendente de Adão pesava-Lhe sobre a alma. A ira de Deus contra o pecado, a terrível manifestação de Seu desagrado por causa da iniquidade, encheram de consternação a alma de Seu Filho. Toda a Sua vida anunciara Cristo ao mundo caído as boas novas da misericórdia do Pai, de Seu amor cheio de perdão. A salvação para o maior pecador, fora Seu tema. Mas agora, com o terrível peso de culpas que carrega, não pode ver a face reconciliadora do Pai. O afastamento do semblante divino, do Salvador, nessa hora de suprema angústia, penetrou-Lhe o coração com uma dor que nunca poderá ser bem compreendida pelo homem. Tão grande era essa agonia, que Ele mal sentia a dor física.

“Satanás torturava com cruéis tentações o coração de Jesus. O Salvador não podia enxergar para além dos portais do sepulcro. A esperança não Lhe apresentava Sua saída da sepultura como vencedor, nem Lhe falava da aceitação do sacrifício por parte do Pai. Temia que o pecado fosse tão ofensivo a Deus, que Sua separação houvesse de ser eterna. Cristo sentiu a angústia que há de experimentar o pecador quando não mais a misericórdia interceder pela raça culpada. Foi o sentimento do pecado, trazendo a ira divina sobre Ele, como substituto do homem, que tão amargo tornou o cálice que sorveu, e quebrantou o coração do Filho de Deus.

“Com assombro presenciara os anjos a desesperada agonia do Salvador. As hostes do Céu velaram o rosto, do terrível espetáculo. A inanimada natureza exprimiu sua simpatia para com seu insultado e moribundo Autor. O Sol recusou contemplar a espantosa cena. Seus raios plenos, brilhantes, iluminavam a Terra ao meio-dia, quando, de súbito, pareceu apagar-se. Completa escuridão, qual um sudário, envolveu a cruz. “Houve trevas em toda a Terra até à hora nona.” Mar. 15:33. Não houve eclipse ou outra qualquer causa natural para essa escuridão, tão espessa como a da meia-noite sem luar nem estrelas. Foi miraculoso testemunho dado por Deus, para que se pudesse confirmar a fé das vindouras gerações.

“Naquela densa treva ocultava-Se a presença de Deus. Ele faz da treva o Seu pavilhão, e esconde Sua glória dos olhos humanos.

“Deus e Seus santos anjos estavam ao pé da cruz. O Pai estava com o Filho. Sua presença, no entanto, não foi revelada. Houvesse Sua glória irrompido da nuvem, e todo espectador humano teria sido morto. E naquela tremenda hora não devia Cristo ser confortado com a presença do Pai. Pisou sozinho o lagar, e dos povos nenhum havia com Ele.

“Na espessa escuridão, velou Deus a derradeira agonia humana de Seu Filho. Todos quantos viram Cristo em Seu sofrimento, convenceram-se de Sua divindade. Aquele rosto, uma vez contemplado pela humanidade, não seria nunca mais esquecido. Como a fisionomia de Caim lhe exprimia a culpa de homicida, assim o semblante de Cristo revelava inocência, serenidade, benevolência – a imagem de Deus. Mas Seus acusadores não queriam dar atenção ao cunho celestial. Durante longas horas de agonia fora Cristo contemplado pela escarnecedora multidão. Agora, ocultou-O misericordiosamente o manto divino.

“Parecia haver baixado sobre o Calvário um silêncio sepulcral. Inominável terror apoderou-se da multidão que circundava a cruz. As maldições e injúrias cessaram a meio das frases iniciadas. Homens, mulheres e crianças caíram prostrados por terra. De quando em quando irradiavam da nuvem vívidos clarões, mostrando a cruz e o crucificado Redentor. Sacerdotes, príncipes, escribas, executores bem como a turba, todos pensavam haver chegado o momento de sua retribuição. Depois de algum tempo, murmuravam alguns que Jesus desceria agora da cruz. Tentavam outros, às apalpadelas, achar o caminho de volta para a cidade, batendo no peito e lamentando de temor.

“À hora nona, ergueu-se a treva de sobre o povo, mas continuou a envolver o Salvador. Era um símbolo da agonia e do horror que pesavam sobre o coração dEle. Olho algum podia penetrar a escuridão que rodeava a cruz, e ninguém podia sondar a sombra mais profunda ainda que envolvia a sofredora alma de Cristo. Os furiosos relâmpagos pareciam dirigidos contra Ele ali pendente da cruz. Então Jesus clamou com grande voz: “Eli, Eli, lamá sabactâni? que traduzido, é: Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?” Mar. 15:34. Ao baixarem sobre o Salvador as trevas exteriores, muitas vozes exclamaram: “A vingança do Céu está sobre Ele. Os raios da ira divina são contra Ele lançados, porque pretendeu ser Filho de Deus.” Muitos dos que nEle criam, ouviram-Lhe o desesperado grito. E abandonou-os a esperança. Se Deus desamparara a Jesus, em quem podiam confiar Seus seguidores?

“Quando as trevas se ergueram do opresso espírito de Cristo, reavivou-se-Lhe o sentido do sofrimento físico, e disse: “Tenho sede.” João 19:28. Um dos soldados romanos, tocado de piedade, ao contemplar os lábios ressequidos, tomou uma esponja, numa haste de hissopo, e, imergindo-a numa vasilha de vinagre, ofereceu-a a Jesus. Mas os sacerdotes zombavam-Lhe da agonia. Enquanto as trevas cobriam a Terra, encheram-se de temor; dissipado este, porém voltou-lhes o medo de que Jesus lhes escapasse ainda. Interpretaram mal Suas palavras: “Eli, Eli, lamá sabactâni.” Mat. 27:46. Com amargo desprezo e escárnio, disseram: “Este chama por Elias.” Recusaram a última oportunidade de aliviar-Lhe os sofrimentos. “Deixa”, disseram, “vejamos se Elias vem livrá-Lo.” Mat. 27:47 e 49.

“O imaculado Filho de Deus pendia da cruz, a carne lacerada pelos açoites; aquelas mãos tantas vezes estendidas para abençoar, pregadas ao lenho; aqueles pés tão incansáveis em serviço de amor, cravados no madeiro; a régia cabeça ferida pela coroa de espinhos; aqueles trêmulos lábios entreabertos para deixar escapar um grito de dor. E tudo quanto sofreu – as gotas de sangue a Lhe correr da fronte, das mãos e dos pés, a agonia que Lhe atormentou o corpo, e a indizível angústia que Lhe encheu a alma ao ocultar-se dEle a face do Pai – tudo fala a cada filho da família humana, declarando: É por ti que o Filho de Deus consente em carregar esse fardo de culpa; por ti Ele destrói o domínio da morte, e abre as portas do Paraíso. Aquele que impôs calma às ondas revoltas, e caminhou por sobre as espumejantes vagas, que fez tremerem os demônios e fugir a doença, que abriu os olhos cegos e chamou os mortos à vida – ofereceu-Se a Si mesmo na cruz em sacrifício, e tudo isso por amor de ti. Ele, o que leva sobre Si os pecados, sofre a ira da justiça divina, e torna-Se mesmo pecado por amor de ti.

“Silenciosos, aguardavam os espectadores o fim da terrível cena. O Sol saíra, mas a cruz continuava circundada de trevas. Sacerdotes e príncipes olhavam em direção de Jerusalém; e eis que a espessa nuvem pousara sobre a cidade e as planícies da Judéia. O Sol da Justiça, a Luz do mundo, retirava Seus raios da outrora favorecida cidade de Jerusalém. Os terríveis relâmpagos da ira divina dirigiam-se contra a malfadada cidade.

“De repente, ergueu-se de sobre a cruz a sombra, e em tons claros, como de trombeta, tons que pareciam ressoar por toda a criação, bradou Jesus: “Está consumado.” João 19:30. “Pai, nas Tuas mãos entrego o Meu espírito.” Luc. 23:46. Uma luz envolveu a cruz, e o rosto do Salvador brilhou com uma glória semelhante à do Sol. Pendendo então a cabeça sobre o peito, expirou.

“Em meio da horrível escuridão, aparentemente abandonado por Deus, sofrera Cristo as piores consequências da miséria humana. Durante aquelas horas pavorosas, apoiara-Se às provas que anteriormente Lhe haviam sido dadas quanto à aceitação de Seu Pai. Estava familiarizado com o caráter de Deus; compreendia-Lhe a justiça, a misericórdia e o grande amor. Descansava, pela fé nAquele a quem Se deleitara sempre em obedecer. E à medida que em submissão Se confiava a Deus, o sentimento da perda do favor do Pai se desvanecia. Pela fé saiu Cristo vitorioso.

“Jamais testemunhara a Terra uma cena assim. A multidão permanecia paralisada e, respiração suspensa, fitava o Salvador. Baixaram novamente as trevas sobre a Terra, e um surdo ruído, como de forte trovão, se fez ouvir. Seguiu-se violento terremoto. As pessoas foram atiradas umas sobre as outras, amontoadamente. Estabeleceu-se a mais completa desordem e consternação. Partiram-se ao meio os rochedos nas montanhas vizinhas, rolando fragorosamente para as planícies. Fenderam-se sepulcros, sendo os mortos atirados para fora das covas. Dir-se-ia estar a criação desfazendo-se em átomos. Sacerdotes, príncipes, soldados, executores e povo, mudos de terror, jaziam prostrados por terra.

“Ao irromper dos lábios de Cristo o grande brado: “Está consumado” (João 19:30), oficiavam os sacerdotes no templo. Era a hora do sacrifício da tarde. O cordeiro, que representava Cristo, fora levado para ser morto. Trajando o significativo e belo vestuário, estava o sacerdote com o cutelo erguido, qual Abraão quando prestes a matar o filho. Vivamente interessado, o povo acompanhava a cena. Mas eis que a Terra treme e vacila; pois o próprio Senhor Se aproxima. Com ruído rompe-se de alto a baixo o véu interior do templo, rasgado por mão invisível, expondo aos olhares da multidão um lugar dantes pleno da presença divina. Ali habitara o shekinah. Ali manifestara Deus Sua glória sobre o propiciatório. Ninguém, senão o sumo sacerdote, jamais erguera o véu que separava esse compartimento do resto do templo. Nele penetrava uma vez por ano, para fazer expiação pelos pecados do povo. Mas eis que esse véu é rasgado em dois. O santíssimo do santuário terrestre não mais é um lugar sagrado.

“Tudo é terror e confusão. O sacerdote está para matar a vítima; mas o cutelo cai-lhe da mão paralisada, e o cordeiro escapa. O tipo encontrara o antítipo por ocasião da morte do Filho de Deus. Foi feito o grande sacrifício” (O Desejado de Todas as Nações, 753- 757).

 

  1. Terça: Véu rasgado e rochas fendidas

Um cenário pavoroso estava em andamento. JESUS, pendurado na cruz, estava em estado terminal, dando Seus últimos suspiros, pesados e difíceis. Sua dor pela culpa era angustiante. Incluía os pecados até mesmo daqueles que O acusaram e daqueles que debochavam dEle. Na angústia da morte culposa, sentindo inimaginável sede, minutos antes de espirar, clamou por Seu Pai, “DEUS Meu, DEUS Meu, porque Me desamparaste”. Acharam que clamava por Elias para vir socorrê-Lo. Debocharam do Salvador dizendo para que esperassem por Elias. Outros achavam que Ele estaria tentando escapar da cruz, e riam disso. Até, mofando dEle, diziam para que descesse da cruz. Era o que os criminosos muitas vezes faziam, ameaçar, reclamar, maldizer, praguejar. Achavam que JESUS fazia o mesmo. Mas Ele estava lutando em outra batalha, invisível em grande parte. Ela precisava vencer para não só não ficar para sempre no túmulo, pois iria morrer a morte eterna, mas também para Se tornar o Salvador da humanidade. Algo muito maior do que aqueles rudes homens imaginavam estava em jogo.

Logo mais Ele disse em voz pouco audível: “tenho sede”. Deram vinagre para tomar, o que evidentemente recusou. Tinha que morrer consciente, não bêbado, o que anularia seu sacrifício no último momento. Não havia ainda a lei seca na época (no Brasil não se pode dirigir em estado de embriaguez, chamam de lei seca), mas se Ele estivesse com Sua mente afetada pelo álcool, satanás, e até mesmo DEUS Pai, anulariam o ato de JESUS, Sua batalha em seus últimos momentos, e nós estaríamos todos perdidos para sempre.

Mais alguns momentos, e Ele clamou em alta voz: “está consumado”, que quer dizer, terminou Minha batalha, a batalha decisiva, em que era Ele ou satanás a ser derrotado. Só ao terceiro dia Ele saberia do resultado, quando subisse ao Pai.

Daí DEUS agiu, por meio da natureza e por meio do ritual do santuário. Houve um forte terremoto, túmulos se abriram, corpos foram jogados fora. Esse fato com os túmulos e com os cadáveres anunciava a vitória sobre a morte. Os mortos sairiam dos túmulos, e ressuscitariam. Esses mortos ressuscitaram no primeiro dia, junto com a ressurreição de JESUS. Eles eram uma multidão que foram juntos com JESUS ao Céu, e 24 deles hoje assistem junto do trono de JESUS, no Céu (Apoc. 4:10 e 19:4, conforme Hans K. LaRondelle, em “As Profecias do Tempo do Fim”).

O véu do lugar santíssimo foi rasgado de alto a baixo, declarando que aquele lugar não mais servia para o povo se achegar a DEUS. De agora em diante o trono seria no santuário celeste, e o seu Sumo Sacerdote seria JESUS. O cordeiro do sacrifício da tarde, por volta das 15 horas, escapou, e da mão do sacerdote caiu o cutelo. Significava o término do sistema de sacrifícios de animais, o Cordeiro de DEUS havia morrido. O verdadeiro Cordeiro, cujo sacrifício feito apenas uma vez, e totalmente eficaz para o perdão de todos os pecados, acabara de ser realizado. Agora faltava, para garantir a vitória completa, JESUS ressuscitar dos mortos.

O humilde Filho de DEUS havia recém vencido o orgulhoso e arrogante satanás, que amargava sua derrota definitiva. Todo o plano da salvação havia seguido à risca, em todos detalhes, e nada havia falhado. Faltava apenas a última parte, a ressurreição. Isso estudaremos amanhã.

 

  1. Quarta: O CRISTO ressuscitado

Para JESUS tornar-Se o Salvador da humanidade, ter direito de perdoar e salvar a vida das pessoas, tinha que morrer em lugar delas, e ressuscitar com elas. Deveria ressuscitar de uma morte eterna, aquela que é o preço do pecado: morte para sempre.

Como a lição aborda muito bem, é difícil as pessoas não crerem que JESUS foi morto. Isso está muito bem documentado, não só na Bíblia como por historiadores comuns. A grande questão é a dificuldade de aceitar a ressurreição de JESUS, que incrivelmente não foi documentada, senão na Bíblia. Até mesmo os soldados romanos que guarneciam o túmulo para o corpo não ser roubado, se calaram e seguindo orientação dos líderes judaicos, disseram que, de fato, o corpo fora roubado quando todos eles adormeceram. E nem mesmo Pôncio Pilatos os castigou, seja por terem dormido, seja por terem mentido. Ficou tudo por isso mesmo. Logo, para os mais céticos, a história da ressurreição é apenas uma estória.

O problema de JESUS não ter ressuscitado é que, nesse caso, não teríamos esperança alguma de segunda vinda de JESUS e de vida eterna. Seria inútil pertencer a qualquer igreja no sentido da salvação. Só seria útil no sentido de levar uma vida mais saudável e de melhor qualidade, mas quanto ao futuro após a morte, absolutamente nada.

Pois bem, como podemos resolver essa questão? É bem simples a solução. A vida de JESUS, Sua morte, foi fartamente pré-anunciada por meio de profecias. Temos as intrincadas e sofisticadas profecias de Daniel, em relação a JESUS, a história e outros detalhes, que até o momento, se cumpriram fielmente, em detalhes. Temos as profecias de Isaías, Jeremias e outros livros do Antigo Testamento, igualmente fiéis quanto a realização dos fatos que foram anunciados para o futuro. Na Bíblia, a história praticamente foi escrita antes dos fatos, e esses fatos sincronizam perfeitamente com as profecias.

Mas acima disso, temos a fé. Fé não é como dizem alguns, um salto no escuro na certeza de se dar bem. Fé é um salto em um lugar muito bem iluminado com total certeza de ter feito algo correto.

A fé vem de conhecer JESUS, de conhecer DEUS. Estudando a Bíblia, que sabemos foi escrita por 40 autores, entre 1500 e 450 a.C. (livros do Antigo Testamento) e entre 45 e 90 d.C. (livros do Novo Testamento), conhecemos o seu Autor por trás dos autores humanos. Com o tempo, esse conhecimento se torna numa vida de comunhão com Ele, que por sua vez resulta numa amizade tão intensa que temos DEUS como o melhor amigo. Adquirimos confiança tão poderosa que cremos nEle como sendo verdadeiro, como de fato é. Cremos em tudo o que Ele disse no Seu sagrado livro. É impossível não crer, um tão grande amigo jamais nos iria trair a confiança. Descobrimos que Ele é humilde, achegado a nós, que está na realidade sempre ao nosso lado. Sentimos isso, especialmente nos momentos mais difíceis. E pela história relatada de JESUS, descobrimos que Ele é o Criador e também a pessoa de puro amor pelas criaturas. Como se poderia duvidar de quem ama tanto?

Ora, associando o poder de confiabilidade das profecias com o poder de confiabilidade do amor de DEUS, como se iria desconfiar do relato da ressurreição?

É claro, se os Seus discípulos não O tivessem visto depois da ressurreição, teriam eles saído com tamanha determinação como saíram, a pregar o evangelho de JESUS mundo afora? É evidente que não. E ter-se-iam cumpridas as previsões com relação a história da igreja até os dias de hoje? Também não. E os dias atuais, fartamente detalhados profeticamente, e que estão se cumprindo fielmente, sem Sua ressurreição tais profecias se cumpririam por qual motivo? Só para nos continuar enganando?

Para mim e minha família não resta o menor resquício de dúvida de que Ele ressuscitou e que está por retornar à Terra.

 

  1. Quinta: A grande comissão

A autoridade na Terra é legitimada pelo voto. A isso chamamos democracia, ou seja, pela vontade de todos, alguns são eleitos para exercerem o governo sobre o país ou sobre regiões do país, estados e municípios, no Brasil.

No Reino de DEUS a autoridade não é legitimada dessa maneira. Esse não é um reino democrático, é acima desse sistema, é o reino do amor. Cuidado, pois, se não atentarmos bem, pode parecer uma ditadura, mas não é isso também. O Reino de DEUS não é comparável a qualquer sistema de governo que existe ou que já existiu sobre a Terra. Reafirmamos, ele é infinitamente superior a tudo o que de melhor temos por aqui.

Como se legitima a autoridade celeste? DEUS é o Criador, e isso garante parte do que legitima Sua autoridade. A segunda parte da legitimação é o Seu amor. Ele ama Suas criaturas, e esse amor foi demonstrado como nunca antes, na cruz, por JESUS CRISTO. Ora, quem é Criador é também dono, afinal, foi quem fez as coisas. Se é dono, tem autoridade sobre o que fez. Mais autoridade ainda terá se ama o que fez.

Quem é o Criador, DEUS Pai, Filho ou ESPÍRITO SANTO? Fácil saber: DEUS é um só, é a unidade dos três; Eles agem sempre em conjunto, se bem que atividades sejam desempenhadas por um ou por outro. Na cruz, por exemplo, foi só um dEles.

Havia necessidade de autoridade para salvar o ser humano. Autoridade é o direito de fazer alguma coisa. JESUS conquistou essa autoridade demonstrando que de fato Ele foi amor até o final de Sua vida. E DEUS, o Pai, lhe concedeu também autoridade para salvar o mundo inteiro, e JESUS, na Sua bondade e no Seu amor (como sempre) concedeu essa autoridade à igreja, é a chamada grande comissão evangélica, ou incumbência. Quer dizer, ensinar sobre a salvação a todas as pessoas do mundo.

A autoridade tem uma peculiaridade, ela pode ser dividida ou delegada, mas não pode ser concedida. Ou seja, se tivermos um cargo legítimo, podemos incumbir autoridade a outras pessoas que desempenhem o que deve ser feito, mas não podemos nos eximir da responsabilidade do que for feito. Se um dos que assumiram algum papel e que demos autoridade fizer algo mal feito, nós também somos responsáveis. Portanto isso quer dizer que JESUS não abriu mão de sua parte da responsabilidade pela salvação da humanidade, e de fato, Ele está hoje no lugar santíssimo desempenhando o Seu papel de Salvador e Juiz. Assim sendo, somos todos corresponsáveis pela vida das pessoas aqui na Terra.

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

Nada há mais importante que a ressurreição. Com que felicidade o Universo contemplou a ressurreição. E aqui na Terra, nenhum discípulo esteve lá para ver o espetáculo, só os sodados romanos. Ninguém creu em JESUS quando disse que ressuscitaria, esperavam que fosse rei em Israel, não rei do Universo. Esperavam um líder nacional, não um Salvador. Daí que O colocaram numa tumba quando isso era desnecessário, e não foram saudar Sua ressurreição. Houvesse mais fé e menos objetivos próprios, e a história teria sido bem diferente, bem como as respectivas profecias também.

A ressurreição foi comprovada pelos amigos de JESUS. Isso pode parecer tendencioso. Mas é fácil perceber sua veracidade. Assim como profecias que apontavam para a primeira vinda de JESUS se cumpriram fielmente, do mesmo modo, profecias que apontam para a segunda vinda estão se cumprindo fielmente. São os inúmeros sinais que conhecemos bem, faltando uns poucos ainda acontecerem, como o decreto dominical, perseguição final e as pragas. Ora, se não houvesse ressurreição, haveria profecia anunciando a segunda vinda? E essas profecias se cumpririam do mesmo modo como se cumpriram as que anunciavam a primeira vinda?

  • Quais os tópicos relevantes?

Um tópico relevante é fazer a escolha certa. Naquela sexta-feira a escolha era entre Barrabás e JESUS. Escolheram um mau elemento, um perigo para a sociedade. E hoje, o que escolhemos? Barrabás já não existe mais. Mas existem outras escolhas, que conhecemos bem, são os ídolos modernos. São muitas escolhas com o mesmo resultado de escolher Barrabás. O melhor é caminhar pelo caminho estreito, pois a largura do outro vem da quantidade desses ídolos que podem ser escolhidos.

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

JESUS foi mesmo morto e de fato ressuscitou. Os discípulos nunca se preocuparam em argumentar sobre a veracidade da ressurreição, pois sabiam que era verdade. Eles, todos, tinham certeza, pois viram JESUS vivo depois da ressurreição, falaram com Ele, e assistiram Sua ascensão ao Céu. Depois disso, saíram tão convencidos de sua missão que foram, destemidamente, a todo mundo para anunciar que Ele voltará. Nenhum deles questionou, nem a ressurreição, nem a mensagem a dar ao mundo. Eles sabiam da veracidade no que criam. Já não era uma questão de fé, e sim, de realidade comprovada. Eles, por seus escritos, nos passam essa certeza.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

É a grande comissão evangélica: levar a mensagem da segunda vinda ao mundo todo, especialmente nesses dias em que essa profecia está por ser completada. É cumprir Mateus 28:19 e 20, cada um da maneira que gosta, sabe fazer e se dá bem. A minha principal maneira de preparar pessoas para essa vinda são esses escritos de comentários das lições da Escola Sabatina.

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“Uma das verdades mais solenes, e não obstante mais gloriosas, reveladas na Escritura Sagrada, é a da segunda vinda de Cristo, para completar a grande obra da redenção. Ao povo de Deus, por tanto tempo a peregrinar em sua jornada na “região e sombra da morte” (Mat. 4:16), é dada uma esperança preciosa e inspiradora de alegria, na promessa do aparecimento dAquele que é “a ressurreição e a vida” (João 11:25), a fim de levar de novo ao lar Seus filhos exilados. A doutrina do segundo advento é, verdadeiramente, a nota tônica das Sagradas Escrituras. Desde o dia em que o primeiro par volveu os entristecidos passos para fora do Éden, os filhos da fé têm esperado a vinda do Prometido, para quebrar o poder do destruidor e de novo levá-los ao Paraíso perdido” (O cuidado de DEUS, MM 1995, 349).

 

  1. Conclusão geral

“Moisés, sobre o monte da transfiguração, era um testemunho da vitória de Cristo sobre o pecado e a morte. Representava os que sairão do sepulcro na ressurreição dos justos. Elias, que fora trasladado ao Céu sem ver a morte, representava os que se hão de achar vivos na Terra por ocasião da segunda vinda de Cristo, e que serão “transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta”; quando “isto que é mortal se revestir da imortalidade” e “isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade”. I Cor. 15:51-53. Jesus estava revestido da luz do Céu, como há de aparecer quando vier a “segunda vez, sem pecado,… para salvação”. Heb. 9:28. Pois virá “na glória de Seu Pai, com os santos anjos”. Mar. 8:38. Cumpriu-se então a promessa do Salvador aos discípulos. Sobre o monte, foi representado em miniatura o futuro reino da glória – Cristo, o Rei, Moisés como representante dos santos ressuscitados, e Elias dos trasladados” (O Desejado de Todas as Nações, 422).

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Lição em espanhol: www.escuela-sabatica.com/comentarios.html

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira Como é fácil enganar! As 4 primeiras pragas, enfoque econômico        

 

 

estudado e escrito entre  13 e  19/05/2016

corrigido por Jair Bezerra

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

 

 

5 comments for “Lição 13 – Crucificado e ressurreto

  1. Darcilene A. Belém Rodrigues
    junho 19, 2016 at 8:39 am

    Muito bom os comentários e esclarecedor.

  2. Fernando José Chambela
    junho 22, 2016 at 1:37 am

    Meus queridos amados irmãos e irmãs em Cristo Jesus,nesta belíssima manhã tão calma e linda,saúdo-vos,bom dia.
    Sim amados,nós vivemos exactamente nos últimos dias em que o mundo vai de mal ao pior,portanto,não devemos aceitar as àulas que o mundo nos oferecer.
    Entretanto irmãos,esse é o tempo em que cada um de nós deverá legalizar a conduta da sua vida quanto à de Jesus Cristo o nosso Salvador,enquanto a Porta da graça ainda está aberta.
    É só reflectir por alguns minutos e fazer algum análise quanto ao que aconteceu nos últimos dias de Jesus ,algo mudou na sua vida ?
    Deus disse em Actos 17:30 por Apóstolo Paulo que tudo o que fazíamos era na escuridão,agora apela a todos que convertemo-nos a Ele para que pelo Sangue de Jesus derramado na Cruz do Calvário possamos ter a vida eterna.
    Que Deus do mais Sublime dos altos Céus nos abençoe para sempre amem.

  3. Maria José garcia
    junho 25, 2016 at 5:40 am

    Gosto

  4. Maria José garcia
    junho 25, 2016 at 5:40 am

    Gosto

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