Lição 13 – Evangelho eterno

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Quarto Trimestre de 2014

Tema geral do trimestre: Carta de Tiago

Lição 13 – Evangelho eterno

Semana de   20 a 27 de dezembro

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar: “De longe se me deixou ver o Senhor, dizendo: Com amor eterno Eu te amei; por isso, com benignidade te atraí (Jer. 31:3).

 

Introdução de sábado à tarde

Há uma mensagem de grande alegria, de uma perspectiva promissora, a dar ao mundo. Em resumo, essa mensagem diz assim: o ser humano caiu em pecado, no entanto, Eu, o Senhor JESUS, paguei pelas consequências do pecado, e estou oferecendo a todos vocês a vida eterna, com todas as delícias inimagináveis que existem a partir da criação pelo poder de DEUS.

Ou seja, podemos deixar de ser mortais, viver só algumas décadas de sofrimento, e então, morrer para sempre. Há uma esperança deliciosa prometida por DEUS, em JESUS CRISTO. É isso que a Bíblia, seja no Antigo Testamento, seja no Novo Testamento, está ensinando. É isto que devemos explicar ao mundo todo.

O evangelho eterno inclui o grave problema de um inimigo, que por enquanto existe, e que faz todos os esforços possíveis para que o plano de DEUS não dê certo. Como isso é impossível a ele, faz tudo o que estiver ao seu alcance para que as pessoas não aceitem o plano da salvação ensinado pelo evangelho eterno. O que ele faz, inclui, por exemplo, a perversão da juventude; o desmantelamento da família; fazer com que as ações da igreja verdadeira sejam ineficazes; criar intrigas entre o povo de DEUS; despertar inimigos humanos que denigrem a mensagem verdadeira (por exemplo, desacreditar no criacionismo que buscam substituir pelo evolucionismo), e assim por diante.

Porém, nós, povo de DEUS, temos a importante incumbência de levar esta mensagem, uma boa notícia, ao mundo todo. E quanto chegar o dia que todos tiverem conhecimento dessa mensagem, então se conclui a pregação, e logo mais, JESUS cumpre com o que prometeu, de vir a esse mundo e recolher aqueles que decidiram aceitar a mensagem.

 

  1. Primeiro dia: O evangelho no Antigo Testamento

“Também a nós foram anunciadas as boas-novas, como se deu com eles; mas a palavra que ouviram não lhes aproveitou, visto não ter sido acompanhada pela fé naqueles que a ouviram” (Heb. 4:2).

O evangelho eterno é sempre o mesmo, em toda a Bíblia. No Antigo e no Novo Testamento, a mensagem sempre foi sobre o plano de salvação da raça humana. Isso envolvia a morte e ressurreição de JESUS e Sua segunda vinda. Agora já estamos na parte final desse plano.

DEUS sempre esteve empenhado em atrair seu povo para si. Se lermos os livros proféticos do Antigo Testamento, veremos que o nosso DEUS, que nos criou, esteve trabalhando para separar os que nos antecederam de seus pecados, isto é, libertar deles. Quando isso não acontece, a razão é que há uma preferência pelos pecados, porque há gosto por eles, desenvolveu-se uma dependência. É curioso e interessante o quanto os seres humanos apreciam o que é mau. Afinal, o que é um pecador? É uma pessoa que ama o pecado, e sua vida diária é praticar a maldade. Essa é a nossa tendência natural. É disso que DEUS nos quer libertar, e o fará, se também nós o desejarmos.

DEUS quer nos perdoar, isto é, quer nos tornar justos perante a lei do Universo, os Dez Mandamentos, pois, a lei do amor, que é DEUS, certamente é a mesma em todos os lugares desse Universo. Afinal, DEUS não muda, nem no tempo, nem nos diferentes lugares, e Ele é o Criador de tudo, ou seja, o Criador é sempre o mesmo. Ele promete uma nova vida perfeita, eterna, sem morte, de total felicidade. Teremos a lei escrita nos corações (II Cor. 3:3), assim, nossa vontade será a mesma que é a vontade de DEUS. Tudo o que desejarmos fazer será impulsionado pelo amor. Teremos uma mente como tem DEUS, isto é, seremos semelhantes a Ele. Portanto, ao natural, não pecaremos mais.

O que aconteceu com o evangelho, ao longo do tempo, seja no Antigo, seja no Novo Testamento? Quanto ao evangelho, não aconteceu nada, ele sempre foi o mesmo. O que temos de diferente, é em relação a reação dos seres humanos. O povo de DEUS, do Antigo Testamento, em sua maioria, não aceitou o evangelho, aquelas pessoas preferiram voltar-se aos ídolos. Felizmente nem todos agiram assim. Já no Novo Testamento, a aceitação está sendo maior, pois, a partir da pregação do próprio Senhor JESUS, seguida por seus discípulos, o poder do ESPÍRITO SANTO está sendo melhor considerado. A finalização da pregação deste evangelho ocorrerá com gigantesco poder, sendo que todas as pessoas, velhos, moços, crianças, homens ou mulheres, terão tanto poder do ESPÍRITO SANTO, que todos serão profetas (Joel 2:28 e 29 e Atos 2:17 e 18).

 

  1. Segunda: O evangelho encarnado

As recomendações da lição de hoje são práticas e diretas. Vem-nos o exemplo dos judeus. Eles eram em extremo zelosos pelas práticas requeridas por sua religião. Guardavam a lei; seguiam todos os rituais; faziam os sacrifícios; devolviam o dízimo; não comiam alimentos impuros; santificavam dias de festa e sábados, e assim por diante. E João os chamou ao arrependimento, e JESUS requereu que era necessário que eles nascessem de novo, ou, que recomeçassem a vida.

Então, tudo o que faziam, estava errado? Não é isso, acontece que eles não faziam o essencial, o mais importante.

Eles estavam fora do foco. O foco, para a salvação, nunca foi a idolatria nem a obediência à lei. O foco da salvação sempre foi JESUS CRISTO, aceita-Lo como nosso Salvador, nosso substituto na morte. Essa é a principal questão. Isso o povo de DEUS, senão com poucas exceções, não conseguiu entender.

E nós, hoje? Quais são nossos focos, que nos desviam da verdadeira forma de salvação, que é JESUS? Talvez sejamos a única igreja que tenha a verdade completa! Mas não a vivemos assim como sabemos ser. Talvez sejamos, ou muito liberais com o mundo, ou muito radicais com a obediência aos nossos princípios. Se estivermos focando em JESUS, então seremos sempre equilibrados, não condescendentes com o mundanismo, e também não fanáticos com detalhes do ritualismo. Vendo a situação, parece que a maioria se tornou liberal, uns poucos são radicais, e alguns, também poucos, são equilibrados. Nós devemos focar em JESUS, como Ele vivia, e seguir o Seu exemplo de vida. Ou seja, sempre devemos fazer aquela pergunta: o que vou fazer agora, JESUS também faria?

 

  1. Terça: O evangelho em Paulo

Havia entre o povo de DEUS, os judeus, uma crença de que a lei que salvava. Por isso eram importantes as obras da lei, ou seja, em outras palavras, que se praticasse a lei, que se obedecesse. Isso era requisito de salvação. Tanta importância davam à lei como instrumento de salvação, que criaram centenas de normas sobre como obedecer e guardar a lei. Aliás, tamanha era a confiança nas tábuas dos Dez Mandamentos que, nas guerras antigas, frequentemente levavam a arca da aliança com os mandamentos junto com o exército, para que obtivessem a vitória. Os inimigos faziam algo parecido, levavam seus ídolos para garantir a vitória. Com o tempo a lei passou a se tornar como um amuleto, algo que dava sorte, que garantia sucesso, também algo que garantia salvação.

Ao longo dos séculos, tornaram-se cegos nesse particular. Quando JESUS CRISTO veio, não O aceitaram como Salvador. Esperavam um CRISTO pomposo, rico, majestoso, queriam um rei que os dirigisse para sempre aqui na Terra, e principalmente, que dominasse seus inimigos, em especial, o Império Romano. Mas veio um homem muito pobre, nascido em família humilde e simples, não da classe social elevada, que não possuía prestígio político ou religioso, e que não era reconhecido como um líder em Israel. Não conseguiram compatibilizar aquela figura de JESUS com o que eles tinham em mente, que deveria ser o Messias. Também esse JESUS ensinava a salvação pela graça, coisa que eles não conseguiram entender. Aliás, a forte determinação deles, em busca da salvação por obras da lei, foi um incentivo para que durante a Idade Média, a igreja cristã, já pervertida, apelasse para a salvação pelas obras, por meio de romarias, procissões e outras práticas inventadas ou copiadas do paganismo.

Esse é um assunto muito estudado nas lições da Escola Sabatina, e ele é um assunto importante, vital para a salvação. Quem salva é JESUS, não os mandamentos ou a lei. A função da lei é manter salvo quem ainda não pecou, ou manter salvo que já pecou, mas foi perdoado por JESUS. É o perdão de JESUS que salva, e esse perdão vem de graça. JESUS pagou por nossos pecados e portanto, pode nos perdoar, e isso Ele faz sem exigir algo em troca de nossa parte, porém, apenas quer que aceitemos e que nos disponhamos a ser transformados após o perdão. Por isso tudo é que pregamos o evangelho, pois ele contém a salvação, ou, a informação que as pessoas necessitam para serem salvas.

Vamos resumir, em poucas palavras, a condição de sermos salvos, de escaparmos da morte eterna. JESUS nos perdoa se sentirmos a necessidade! E isso é tudo.

 

  1. Quarta: A “nova” aliança

DEUS fez duas alianças com seu povo. Uma é chamada hoje a velha aliança, a outra, a nova aliança. Esta nova aliança é considerada superior à velha aliança. A pergunta é: porque DEUS fez uma aliança inferior para só depois fazer uma segunda aliança, superior? Não poderia ter feito logo uma aliança definitiva?

Consideremos as razões da primeira aliança ser inferior. A razão principal é que JESUS só foi morto após uns quatro mil anos do aparecimento do pecado, na Terra. E o perdão do pecado, como sabemos, só pode ser concedido mediante a morte de JESUS. Então, para aguardar essa morte, e para que não se apagasse da mente do povo que haveria essa morte, que foi elaborada a primeira ou velha aliança. Ela era de fato provisória, apontando para a aliança definitiva, fundamentada em JESUS, Sua vida e Sua morte.

A nova aliança foi fundada sobre o amor, ou seja, JESUS aqui na Terra explicou o verdadeiro sentido da lei, que é amar a DEUS e amar o próximo. Por essa razão Ele veio e se deixou ser sacrificado por nós, Ele nos amou em tal intensidade que se submeteu ao sacrifício por nós, para nos perdoar.

Ouve mais motivos para que a antiga aliança se tornasse inferior. Um outro motivo foi que o povo de DEUS não foi fiel. Dois erros esse povo cometeu. O primeiro, foi a idolatria, até que foram destruídos por Nabucodonosor. Depois disso, esse povo nunca mais se voltou para os ídolos. O outro erro foi o legalismo. Após o retorno do exílio babilônico, do extremo da idolatria, caíram para outro extremo, o legalismo. Daí se tornaram fanáticos em obedecer a lei de DEUS, a ponto de exageros tais que chegaram contestar o Senhor JESUS, o autor da lei, sobre como obedecê-la. Isso também enfraqueceu a antiga aliança, porque para quem ela apontava, o amor de JESUS, passou a ser, em seu lugar, a lei e suas obras. Então, as pessoas, em vez de se confiarem na morte de JESUS, confiavam na observância da lei, e a lei, como diz a Bíblia, não aperfeiçoa coisa alguma (Heb. 7:19). Evidente, é a graça, que veio porque DEUS nos ama, que somos perdoados, não somos perdoados pela lei que foi transgredida. Isso seria incoerente.

Mas, ainda há outro motivo que levou a primeira aliança a enfraquecer. O povo de DEUS não foi fiel a DEUS, como já dissemos. Assim, em vez deles esperarem e aceitarem a CRISTO, eles continuam até hoje esperando pela primeira aquele que está para vir pela segunda vez.

Na verdade a primeira aliança não é diferente, em conteúdo, que a segunda, ou seja, a primeira indicava que JESUS viria morrer por nós, a segunda informava que Ele veio e morreu por nós. É só mudar o tempo do verbo, e elas são idênticas. O problema, que houve, não está numa ou noutra aliança, mas sim, com as pessoas, que elas foram endereçadas.

 

  1. Quinta: O ponto culminante do evangelho

“Nos dias em que o sétimo anjo estiver para tocar sua trombeta, vai cumprir-se o mistério de DEUS, da forma como Ele o anunciou aos Seus servos, os profetas (Apoc. 10:7, NVI).

Segundo o comentário adventista sobre a Bíblia, o mistério de DEUS é o plano de salvação em CRISTO, para a humanidade. É CRISTO o revelador do mistério de DEUS, foi Ele quem, não só ensinou, mas Se tornou o Salvador da humanidade, Ele na realidade é o plano de salvação (Col. 1:26, 2:2, 4:3; Rom, 16:25; Ef. 3:4 e 9; ). Sobre isso, podemos ler em Lucas 8:10: “A vós outros é concedido saber os mistérios do Reino de Deus; aos demais, contudo, anuncio através de parábolas, para que ‘vendo, não vejam; e ouvindo, não compreendam’.” CRISTO é o mistério de DEUS, que esteve oculto por muito tempo, mas que na plenitude dos tempos, Se revelou à humanidade. E foi CRISTO que nos incumbiu de pregar o evangelho a todo mundo, isto é, também revelar ao mundo que plano bom DEUS tem para todos. Como vimos, o evangelho é o mesmo desde todos os tempos, desde que, pela primeira vez DEUS falou com Adão e Eva, no mesmo dia de sua queda. Somos salvos por aceitar a mensagem do evangelho eterno, com fé em JESUS, isto é a graça.

Temos duas escolhas a fazer, e não decidir conscientemente por escolher, já é uma escolha. Podemos adorar a DEUS, ou adorar a besta e sua imagem, conforme a tríplice mensagem de Apoc. 14.

“Almejo ver-vos desenvolvendo as capacidades que Deus vos deu, de modo que possais responder à pergunta: “Que devo fazer para que seja salvo?” De lábios santificados saiam as palavras: “Seja salvo aceitando a Cristo pela fé como seu Salvador pessoal.” Deus é amor. O pecador não precisa perecer se tiver fé na maravilhosa eficácia da cruz de Cristo. A cruz é o prodigioso meio pelo qual são harmonizados o amor e a justiça de Deus. É o único meio de salvação do pecador. … A imagem de Seu amor pode ser gravada na memória de tal modo que nunca seja apagada. Então Jesus Cristo ser-vos-á tão evidentemente exposto como crucificado, que sereis participantes da dignidade de Seu sofrimento. Tenho tão intenso anseio de que examineis o âmago desse grande mistério e verifiqueis que sua interpretação é o amor!…” (Exaltai-O, MM 1992, 253).

 

  1. Resumo e aplicação – Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

O foco da lição desta semana certamente é o que aprendemos com a parábola do filho pródigo (negligente ou irresponsável). Ele partiu para viver gastando muito sem trabalhar, como se isso fosse possível. Enquanto tinha dinheiro, possuía muitos amigos e vivia gastando. Porém, no dia em que o dinheiro terminou, pois ele não se preocupou que fazer algo para que obtivesse mais, os amigos desapareceram, e nem se preocuparam e amparar aquele que lhes pagava as contas. Então se tornaram realidade duas coisas que nos servem de lição. A primeira, é que o filho pródigo se arrependeu de sua atitude, e tomou a decisão de voltar ao pai. Ele não esperou para conseguir um emprego e enriquecer, para depois voltar. Foi assim mesmo, como estava. Nós também devemos ir a DEUS como estamos. A segunda coisa a aprender é que o pai dele o esperava, e todos os dias conferia se o filho não estava voltando pela estrada. DEUS deseja que nos salvemos, está tudo preparado para sermos salvos, porém, a decisão de voltar a DEUS é nossa. O que devemos fazer é decidir voltar, assim como estamos, e Ele, nosso DEUS, cuidará para que sejamos transformados até chegarmos a perfeição.

 

  • Quais os tópicos relevantes?

Estamos pregando o ‘evangelho eterno’ a todo mundo, para que as pessoas tomem a decisão do filho pródigo, e retornem ao favor do Criador Salvador.

Também nós devemos viver a prática da lei do amor, e demonstrar ao mundo a eficácia da obediência a DEUS. Não conseguiremos êxito ao ensinar a respeito do evangelho, se nem mesmo formos fiéis a DEUS.

 

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

Que DEUS está esperando por nossa decisão. Ele faz uma série de coisas para nos atrair a Ele. Precisamos aceitar o convite, assim Ele poderá trabalhar em nossa vida, para transformá-la até chegarmos a perfeição.

 

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

A grande solução para a nossa situação de raça rebelde a DEUS é a reconciliação com Ele. Na realidade é Ele, DEUS, quem deseja essa reconciliação. Foi JESUS que deu o passo em nossa direção, para nos libertar das consequências do pecado. Precisamos aceitar o que o governo celeste fez por nós, e nos entregar ao nosso Criador e Redentor, todos os dias.

 

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“Declara-se que esta mensagem [de arrependimento e conversão a DEUS] é parte integrante do “evangelho eterno”. A obra de pregar o evangelho não foi cometida aos anjos, mas confiada aos homens. Santos anjos têm sido empregados na direção desta obra; têm eles a seu cargo os grandes movimentos para a salvação dos homens; mas a proclamação do evangelho propriamente dita é efetuada pelos servos de Cristo sobre a Terra” (O Grande Conflito, 312).

 

  1. Conclusão geral

Uma boa estratégia para que sejamos salvos é, todos os dias, nos entregar a DEUS. é a primeira coisa a ser feita, cada dia. Também devemos estudar todos os dias a nossa bíblia e sempre aprender mais da vontade de DEUS para a nossa vida. Mas não podemos deixar de esquecer do empenho para levar a mensagem de DEUS a outras pessoas, até que se cumpra o tempo destinado para esse fim.

 

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira O decreto dominical O alfa e o ômega Como é fácil enganar!

 

 

estudado e escrito entre:    14 a 20/11/2014

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

2 comments for “Lição 13 – Evangelho eterno

  1. Benedito Souza Brito
    novembro 27, 2015 at 8:46 pm

    Há dízimo no Novo Testamento.

    • Sikberto Marks
      dezembro 4, 2015 at 5:19 pm

      Não há nada sobre dízimo no Novo testamento. Por isso as igrejas que dizem que o Antigo Testamento não vale mais, nesse ponto, se contradizem, e recorrem ao AT.

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