Lição 13 – Principais temas de 1 e 2 Pedro

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Segundo Trimestre de 2017

Tema geral do trimestre: “Apascenta as Minhas ovelhas”: 1 e 2 Pedro

Lição 13 – Principais temas de 1 e 2 Pedro

Semana de 17 a 24 de junho

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário complementa o estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar:Carregando Ele mesmo em Seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por Suas chagas, fostes sarados” (1 Pedro 2:24).

 

Introdução de sábado à tarde

O verso para memorizar é um resumo da justiça e do governo celeste. Aqui na Terra temos a justiça dos homens, que é baseada em leis que muitas vezes são elaboradas com interesses de uma parte, e não conforme todas as partes e a necessidade pública. E nos julgamentos, se o juiz, ou no caso, se os jurados tiverem alguma tendenciosidade, o resultado sairá de acordo com isso. É fácil perceber isso, pois se numa instância a sentença é uma, na outra pode ser até o contrário.

Os critérios de governo do reino de DEUS são extremamente simples e reduzidos. Aliás, há um único princípio pelo qual esse reino funciona, é o amor; e o próprio Rei, DEUS, é amor. Isso por si só garante a solidez desse sistema de governo. Não há necessidade de adaptações.

Nesse reino, tudo o que está em sentido contrário ao amor é pecado, e há uma única sentença, a morte eterna, que pode não ocorrer de uma só vez, porém, pecando da primeira vez, como foi com Adão, seus corpos nesse instante se tornam mortais, e a morte futura é certa.  E é morte eterna, não apenas um sono temporário.

Por que a morte é a única sentença? Porque o amor une, DEUS que ama Suas criaturas está unido a elas pelo amor, e elas com DEUS também pelo amor. Se houver um pecado, um único, rompe-se essa ligação com DEUS, ou, com a fonte da vida, e fatalmente a pessoa irá morrer. Essa sentença é ao mesmo tempo uma consequência natural de pecar, ou, de se separar da fonte de vida. É tudo muito simples nesse governo.

Mas, há algo bem curioso aqui. DEUS é amor, e havendo pecado, por Ele amar Suas criaturas, não desejaria que elas morressem eternamente. Então, movido pelo que Ele mesmo é, amor, resolveu colocar em prática a única solução para o impasse surgido com o pecado de Adão e Eva: Ele mesmo vir morrer em lugar do ser humano, pois, nesse governo não existe impunidade, pecado requer punição e não há escape. Mas, e esse é um importante “mas”, DEUS providenciou o escape, que Pedro escreveu em 1 Pedro 2:24. O Criador, movido por intenso amor, tornou-Se ser humano para viver como tal e ser morto assumindo a culpa de nossos pecados, e nisso separando-Se do DEUS Pai e do ESPÍRITO SANTO bem como dos santos anjos. Pecado separa, disso nem JESUS escapou. A sensação de culpa pela qual Ele passou, um dia irá nos explicar, se formos capazes de entender, é outra coisa.

Assim é o reino de DEUS, um Rei que ama tanto que se move a nos criar para ter a quem amar, e que, nós criaturas, cometendo pecado, Ele assume a nossa culpa com as devidas consequências. Isso gera o perdão legal e inquestionável perante o tribunal celeste, diante do elevado custo desse perdão. Perdoados, estamos aptos a receber de volta a vida eterna. Mais uma vez, não custa repetir, conforme Naum 1:9, nunca mais alguém, seja dos que já foram criados, seja dos que ainda serão criados, irá revoltar-se contra alguém que ama tanto. Não fosse pela irônica teimosia e rebeldia do ser humano, nenhum se perderia.

 

  1. Primeiro dia: Sofrimento, JESUS e salvação

Parece que JESUS sabia do pensamento de Confúcio (filósofo chinês que viveu meio milênio antes de JESUS): “Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos.” JESUS teve que exigir tudo dEle mesmo para salvar a humanidade, não poderia contar com os outros, mas, ao contrário do que Confúcio disse, teve que amargar muitos aborrecimentos, e até sofrimentos. Como os grandes sábios humanos por vezes falam bobagens (isso depois de dizer algo coerente)!

Somos salvos pelo sangue de JESUS. Ele teve que derramar Seu sangue para nos salvar, mas a salvação não é algo tão simples assim. O sangue de JESUS, um homem mortal como nós, porém, sem pecado – e teve que ser assim sem pecado, pois no reino da perfeição jamais poderia ser aceita a intercessão de alguém pecador por outro pecador – esse sangue continha a vida. É no sangue que está a vida. O coração bombeia sangue a todo o corpo. Ele que bate em torno de 72 vezes por minuto (o meu, em repouso, bate 48 vezes por minuto, e nos atletas de alta performance chega a bater apenas 40), bombeia em torno de 400 litros de sangue em uma hora, ou aproximadamente 9,6 toneladas de sangue por dia. É muito complexo o sistema para manter a vida, para levar os nutrientes a todas as 75 trilhões de células de um corpo humano adulto. JESUS derramou Seu sangue, do mesmo modo como era derramado o sangue dos cordeiros que simbolizavam a substituição do pecado de alguém pelo derramamento do sangue desses cordeiros.

O que significa tudo isso? Significa que a vida vem de JESUS, Ele é o Criador da Terra e da vida aqui. Ele, como DEUS, é a lei, o amor. E Ele é quem foi desafiado por Lúcifer propagandeando que a lei não era boa, que precisava haver mudanças, aperfeiçoamentos, e Lúcifer sabia que aperfeiçoamentos deveriam fazer (isso era ele quem insinuava). Pode-se ler sobre isso no livro ‘O Desejado de Todas as Nações’.

Quando Lúcifer e seus seguidores, todos eles anjos, caíram, isto é, foram expulsos, não havia mais perdão a eles, pois não o queriam. Eles passaram do limite pecando contra o ESPÍRITO SANTO, ou seja, pelo orgulho, Lúcifer não queria mudar nem ser perdoado. Assim ele apagou o ESPÍRITO a seu favor. Perdão na realidade existe para todos os tipos de pecados, dos menores aos maiores, porém, se não desejamos o perdão, vamos endurecendo o nosso coração até que nós mesmos não queiramos ou não sintamos mais necessidade do perdão. Então JESUS não foi morrer pelos pecados de Lúcifer e seus anjos, não haveria utilidade.

Mas quando pecaram Adão e Eva, logo se envergonharam e sentiram-se culpados a ponto de se esconderem. Por estes e por sua decendência valia a pena Ele vir morrer, pois muitos se arrependeriam de serem pecadores. Porém, no reino celeste tudo é feito corretamente e em conformidade com a lei do amor. Lá não existe o perdão barato, aquele que não custa nada, quando se diz, “está bom, dessa vez passa, vai-te em paz.” Lá todo e qualquer perdão precisa ser pago com o devido preço do pecado, ou seja, a morte. E no caso do pecado de Adão e Eva, e seus descendentes, não seria qualquer morte, só valeria a de JESUS, porque Ele que era o Criador da humanidade. E Ele não poderia morrer de qualquer maneira, deveria carregar sobre Ele todos os pecados pelos quais iria morrer, e Ele decidiu morrer por todos, assim, todos teriam chance de perdão. E a morte deveria ser derramando o Seu sanguem ou seja, a Sua vida, pois isso significa claramente que saiu dEle e foi em direção ao pó, que somos nós.

Pois bem, já falamos sobre o sofrimento de JESUS em lições anteriores a esta. Uma coisa, pessoalmente não consigo compreender e explicar, se bem que creio, é a seguinte: como que JESUS, sendo apenas um ser humano, como todos nós, conseguiu vencer sem nunca pecar e sem nunca ter sequer um pensamento de ódio contra um ser humano durante a Sua vida, em especial, durante os momentos em que quase todos os que veio salvar, se voltaram contra Ele e o humilhavam batendo nEle e até cuspindo nEle. Quantos minutos será que eu suportaria nessa situação sem recorrer a superpoderes de DEUS que Ele tinha à Sua disposição? Mas Ele conseguiu.

 

  1. Segunda: Como devemos viver

Orientações sobre como se deve viver são sempre ótimas. São ‘dicas’ de como acertar na vida. Ou seja, como andar conforme JESUS andou, o nosso grande exemplo.

Em resumo, devemos viver em santidade, ou seja, separados do mundo, ligados a DEUS. Até aí, fácil; o problema é saber como viver em santidade. Cada um tem sua intepretação, logo, certamente existem interpretações falsas, que levam, evidentemente à perda da vida eterna. Conforme Pedro, alguns exemplos de como viver em santidade é: livrar-se da maldade, do engano, da hipocrisia, da inveja e maledicência. Devemos ter o mesmo modo de pensar: amar uns aos outros como JESUS nos amou, e ser humildes. Estamos longe desse padrão, porém, se estivermos crescendo nessa direção, então está tudo bem.

Não devemos estudar esta lição pensando como eles, nos tempos de Pedro, deveriam viver. Devemos nos ater a nós mesmos, como vivemos nos dias de hoje.

Algumas questões para refletir, relacionados aos nossos dias.

  • Manter-se afastado de filmes, vídeos e clipes não condizentes com nossa fé.
  • Não envolver-se com anedotas de baixo nível ou que fazem chacota de DEUS ou de assuntos sagrados.
  • Ser honesto em tudo, nos negócios, na declaração do imposto de renda, nas palavras, nas compras no comércio, etc.
  • Guardar-se de trazer mau testemunho para dentro da igreja, seja no vestir, seja no falar, seja no estilo de vida.
  • Ser bom cidadão, confiável e fidedigno.

Essa listinha já é um bom início.

Essas recomendações salvam? Elas participam da salvação. Depois que JESUS nos salvou, e só Ele que salva, para permanecermos salvos, devemos saber quais são os procedimentos, e cada um de nós deveria ter uma lista de que coisas precisa vencer para, pelas obras, não praticar pecado, mas manter-se santo, ou manter-se afastado do pecado.

 

  1. Terça: Esperança na segunda vinda

Pedro tem interessantes mensagens relacionadas com a segunda vinda. Já naqueles tempos parecia que estava demorando e também já naqueles tempos apareceram os debochadores que diziam que tudo está como sempre esteve. Hoje então nem se fala: o quanto está desacreditada a questão da segunda vinda nas mentes de muitos, inclusive em nossa igreja. Para muitos, ou essa é uma conversa infundada ou é algo não tão importante. Os que sofrem, ou que estão doentes, esses são mais sensíveis a esse assunto.

Mas antes da segunda vinda já começaria o juízo. Aliás, o juízo se inicia com as pessoas ligadas à salvação, essas que de alguma maneira, mais formal ou informal, decidiram seguir JESUS. Esse é o tal julgamento que se iniciou em 1844, aliás, no dia 22 de outubro. A finalidade desse julgamento é verificar se essas pessoas de fato se arrependeram de todos os pecados que praticaram, e se assim for, serão aprovadas para serem salvas no dia da anunciada segunda vinda. O julgamento é atinente às obras praticadas. Interessante é que pecamos pelas obras, ou seja, podemos nos perder pelas obras, mas somos salvos pela fé no ato salvador de JESUS. Depois de sermos salvos por Ele, continuaremos salvos se não praticarmos más obras. Porém, se houver uma má obra, que é pecado, então tudo reinicia da estaca zero, ou seja, necessitamos outra vez do perdão. DEUS não tem limite para perdoar, o problema é que nós podemos nos afeiçoar ao pecado reincidente e não querer mais o perdão. Esse é o maior de todos os problemas, pois, por um pecado insignificante podemos perder a eternidade. Por pouca coisa perde-se não muito, mas tudo.

Todos hão de prestar contas do mal que praticaram. E a importante questão em tudo isso é: se houve não não arrependimento, não se foi pouco ou muito pecador. Quantos pecados e qual foi o mal que causaram não importa para ser salvo; só importa se houve arrependimento, não o que fez.

Por fim, a segunda vinda é certa. Parecia demorado para eles naqueles dias de Pedro, então, imaginemos o quanto parece demorado hoje, em nossos dias. Não só parece demorado porque faz tempo que JESUS prometeu retornar, mas especialmente porque a vida na Terra está se tornando um deasfio para quem deseja ser fiel a DEUS. A situação está cada vez mais complicada para quem deseja ser honesto. Nós, minha esposa e eu, tivemos uma loja que fechamos pois não era mais possível competir com os que sonegam.

Falta pouco para que a igreja seja purificada do joio para receber o poder do ESPÍRITO SANTO e para então, agir com poder máximo. Daí se conclui a pregação do evangelho e JESUS volta. Temos os sinais proféticos e sabemos por eles que o dia do grande resgate se aproxima, enfim. “No Céu, anjos apressam-se de um lado para o outro. Um anjo que volta da Terra anuncia que a sua obra está feita; o mundo foi submetido à prova final, e todos os que se mostraram fiéis aos preceitos divinos receberam o “selo do Deus vivo”. Cessa então Jesus de interceder no santuário celestial. … Cristo fez expiação por Seu povo, e apagou os seus pecados. O número de Seus súditos completou-se; “e o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu”, estão prestes a ser entregues aos herdeiros da salvação, e Jesus deve reinar como Rei dos reis e Senhor dos senhores” (O Grande Conflito, 613 e 614).

“O que vale a pena possuir, vale a pena esperar.” Marcelo A. Pereira

 

  1. Quarta: Ordem na sociedade e na igreja

Vamos nos ater à ordem na sociedade, pois já tratamos desse assunto há poucas semanas, em que nos ativemos mais à ordem na igreja. Os governos, por definição bíblica, são representantes do governo de DEUS na Terra. Deveriam portanto agir em conformidade aos princípios divinos. Aliás, a igreja também é representante de DEUS na Terra, porém, com outras finalidades. A missão da igreja é salvar, a dos governos é cuidar do desenvolvimento econômico e social, para ser resumido.

O que os governos deveriam fazer? Em resumo, deveriam cuidar da educação, da cultura, da saúde, da infraestrutura, da indústria e do comércio, do desenvolvimento econômico e social, do bem-estar, da segurança, da soberania nacional, da qualidade de vida e muitas outras coisas dessa natureza.

Coisas que os governos não deveriam fazer: corrupção, roubo, valer-se do poder para levar vantagem, enganar os eleitores, fazer politicagem, ter sede de poder, descuidar da sociedade, aplicar mal os recursos, desperdiçar os recursos públicos, e assim por diante.

Ao longo dos tempos, e ainda hoje, existiram e existem governos autocráticos, em que um pequeno grupo de pessoas toma o poder e domina sobre a nação, geralmente ludibriando a população, dizendo: assim que é melhor. Temos exemplos atuais como os governos da Venezuela, Coreia do Norte, Cuba, Síria e outras nações por aí, especialmente na África. São países dos quais muitos estão fugindo por que passam dificuldades de muitos tipos. Esses tipos de governo, no devido dia, terão de acertar contas com DEUS, sendo ou não governos cristãos. Não importa, todos prestarão contas perante DEUS, sejam governos, sejam empresários, sejam profissionais liberais, sejam pastores ou outros líderes religiosos, sejam dirigentes de clubes de serviços, etc. Todos aqueles que tiverem algum tipo de liderança deverão se explicar diante de DEUS se usaram mal a sua incumbência, fique isso claro.

Portanto, quem é cristão, como deve agir diante das situações criadas pelos governos? Em primeiro lugar, antes de confiar nos governos, que são de seres humanos com todas as suas falhas, deve-se confiar em DEUS. Isso é vital. Quem confia em DEUS sempre terá algum tipo adequado de proteção. Isso não quer dizer que, por exemplo, um cristão que viva na Síria, ou na Coreia do Norte esteja blindado contra todo tipo de maldade que algum desses governos possa vir a fazer contra ele, mas quer dizer que a sua vida eterna não se perderá e que não irá suportar necessidade acima da sua capacidade de suportar. Quer dizer, por exemplo, que as mulheres cristãs não serão abusadas, se tiverem fé em DEUS. Temos que ver os antecedentes bíblicos para ver como DEUS lida com essas situações, e um dos bons exemplos é o que se encontra em Daniel 3, o caso da fornalha ardente. Os servos de DEUS ali não sabiam se DEUS os iria livrar da fornalha, mas foram ousados em declarar com todas as letras ao rei Nabucodonosor que não iriam adorar aquela ridícula estátua, quer DEUS os livrasse, quer não. Na Idade Média, por exemplo, foram mortos muitos cristãos, na fogueira e de outras maneiras pavorosas. E chama atenção que esses cristãos não emitiam horríveis gritos de dor, mas cantavam. No caso de Estêvão temos o relato do que de fato aconteceu, ele viu o Céu aberto e JESUS em pé, em reverência a Seu servo sendo morto.

Em resumo, podemos ter certeza que as coisas ruins que os governos venham a fazer conosco, e farão muitas coisas ruins após o decreto dominical, isso não acontecerá com DEUS indiferente. Pelo contrário, há limites que DEUS estebeleceu (não enfrentaremos nada além da capacidade de suportar) e há uma recompensa futura, bem como, aos maus que não se arrependem, há um julgamento à espera. Não podemos ver esse julgamento com espírito de vingança, porém, ai dos maus nesse dia.

Sendo assim, nós tendo um Rei superior, um reino perfeito à espera, por que nos deveríamos preocupar em derrubar esse ou aquele governo daqui? Disso DEUS cuida, a seu devido tempo Ele troca os governos. O que devemos fazer é ser bons cidadãos, cumpridores das leis, seguir o princípio do amor, fazer o que é justo e correto, e assim aguardar pelas providências divinas, que, como sabemos, podem ser antecipadas, como foi no caso dos três companheiros de Daniel.

 

  1. Quinta: A primazia das Escrituras

As Escrituras, a Bíblia, é o livro mais importante da humanidade. Não porque é o mais publicado e o mais lido, mas pelo seu conteúdo e principalmente pela sua origem. Foi escrito por profetas, homens e mulheres escolhidos por DEUS, e esses escritos se originam do próprio DEUS. E tem algumas partes na Bíblia que são as mais solenes, não só do mundo, mas do Universo. A Bíblia contém os Dez Mandamentos, escritos pelo próprio DEUS, duas vezes. Contém diálogos entre DEUS e os homens e contém frases ditas por JESUS, quando esteve na Terra. Também é importante notar que contém os últimos atos e fatos relacionados com JESUS, aqui na Terra, escritos por apóstolos.

Isso tudo é muito importante. E tem mais uma coisa que a Bíblia contém: profecias a respeito do futuro. Quando essas profecias foram escritas, tudo estava pela frente, tudo era futuro. Hoje, na maioria dos casos, já é passado, e podemos ficar admirados que essas profecias se cumpriram com fidelidade, e não são poucas. Estatísticamente, o grau de acerto da Bíblia até aqui tem sido de 100%, e isso torna esse livro como o único com tal capacidade de acerto quanto ao futuro. Daí surge a pergunta: acaso o que ainda há pela frente para se cumprir, de agora em diante deixaria de se cumprir? A essa altura pode-se ter certeza que é impossível que não se cumpra.

E qual, para nós, é a parte mais emocionante da Bíblia? Qual é a parte que mais tende a nos atrair? É a promessa, uma profecia, de que seremos imortais e que viveremos com JESUS, não nas condições em que os discípulos viveram com Ele, mas em gloriosa perfeição.

“Por muitos anos estivera Pedro insistindo com os crentes sobre a necessidade do crescimento constante na graça e no conhecimento da verdade e agora, sabendo que logo deverá ser levado a sofrer martírio por sua fé, uma vez mais chama a atenção para os preciosos privilégios que estão ao alcance de todo crente. Com ampla certeza de fé, o idoso discípulo exorta os irmãos à firmeza de propósito na vida cristã. “Procurai”, suplica-lhes, “fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis. Porque assim vos será amplamente concedida entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.” II Ped. 1:10 e 11. Preciosa garantia! Gloriosa é a esperança oferecida ao crente, ao avançar ele pela fé em direção às alturas da perfeição cristã!” (Atos dos Apóstolos, 533).

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Tema transversal (anterior foco, porém, com o cuidado de fazer uma ligação entre os assuntos diários, sempre que possível)

Temos esperança prática em JESUS se vivermos de acordo com o estilo de vida bíblico. Já não se recomenda falar em estilo de vida cristão, pois os cristãos não vivem segundo a Bíblia. Esse é o nosso desafio. Não podemos viver a contradição da esperança de salvação e de uma vida segundo o mundo quer impor.

 

  1. Aplicação contextual e problematização (aplicações possíveis dos assuntos aos cristãos na atualidade e identificação dos problemas que enfrentamos e indicativos de solução)

O contexto global leva à direção contrária da que devemos seguir. O contexto é o caminho largo, e aquele que devemos seguir é bem estreito e dificultoso. Seria cômodo viver conforme a moda cristã, aproveitando os atrativos do mundo e ao mesmo tempo, sendo salvos. “O pai pode exercer sobre os filhos uma influência que será mais forte que os atrativos do mundo. Ele deve estudar a disposição e caráter dos membros de seu pequeno círculo, a fim de poder compreender suas necessidades e perigos, e assim estar preparado para reprimir o erro e encorajar o direito. Seja qual for o caráter de sua atividade, não é de tão grande importância que lhe sirva de escusas por negligenciar a obra de educar e preparar seus filhos a fim de se conservarem no caminho do Senhor” (O Lar Adventista, 221).

 

  1. Informe profético vinculado com a lição

Conforme as profecias, no final dos tempos a corrupção, tal como em Sodoma e Gomorra, como antes do dilúvio, se expandiria. Pois ontem à noite (17/05/2017) estourou uma bomba no Brasil. Gravaram uma ordem de nosso Presidente para que continuassem pagando mesada semanal a Eduardo Cunha para que esse não falasse o que sabe sobre o presidente. Estão analisando a autenticidade da gravação. Mas, mesmo diante do cerco da polícia federal, os corruptos continuavam exercendo seu papel. Nem nos preocupemos com isso, pois nosso DEUS não é corrupto e nosso Salvador voltará em breve para nos levar ao lugar onde não se falará mais nisso. Oremos, no entanto, para que nosso país não caia na situação de uma Venezuela.

 

  1. Comentário de Ellen G. White

“Firme Integridade e Vida Santificada

“Estes três hebreus possuíam genuína santificação. O verdadeiro princípio cristão não para a fim de pesar as consequências. Não pergunta: “Que pensará de mim o povo se eu fizer isto?” Ou “quanto afetará meus planos, se eu fizer aquilo?” Com o mais intenso anseio os filhos de Deus desejam saber o que Ele quer que façam, para que suas obras O glorifiquem. O Senhor tomou amplas providências para que o coração e a vida de todos os Seus seguidores possam ser controlados pela graça divina e sejam quais luzes ardentes e brilhantes no mundo” (Santificação, 39).

 

  1. Conclusão

“”Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo, como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; mas, como é santo Aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver.” I Ped. 1:13-15. “Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo, o qual Se deu a Si mesmo por nós, para nos remir de toda iniquidade e purificar para Si um povo Seu especial, zeloso de boas obras.” Tito 2:11-14” (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, 330).

 

 

Assista o comentário clicando aqui.

Lição em espanhol: www.escuela-sabatica.com/comentarios.html

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira Como é fácil enganar! As 4 primeiras pragas, enfoque econômico        

 

 

estudado e escrito entre  12 e 18/05/2017

revisado por Jair Bezerra

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

 

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