Lição 2 – Início do ministério de CRISTO

Print Friendly, PDF & Email

Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Segundo Trimestre de 2016

Tema geral do trimestre: O Evangelho de Mateus

Lição 2 – Início do ministério de CRISTO

Semana de 2 a 9 de abril de 2016

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar:Vinte após Mim, e Eu vos farei pescadores de homens” (Mat. 4:19).

 

Introdução de sábado à tarde

Na lição, seu autor, levanta hoje uma questão relevante: qual é o sentido da vida? Pois, enfim, para que existimos? Ou, em outras palavras, qual é a missão de cada ser vivente nesse planeta?

Para o capitalista, é faturar cada vez mais. Para o cientista, descobrir a verdade da natureza. Para o político, é vencer as eleições e exercer poder. Para o pastor, é alcançar o alvo de batismo. Para o professor, é ser visto como um gênio por parte dos alunos. Para o comerciante, é fidelizar os clientes para que comprem cada vez mais. Para o industrial, é lançar novos produtos ou modificar os atuais, e dominar o mercado. Para o advogado, é ganhar a causa e ficar famoso. E assim vai.

Qual desses está correto quanto ao sentido da vida? Certamente nenhum deles. Quem sabe, a atividade nesse planeta que chega mais próxima ao sentido da vida seja a das mães, mas também, talvez a dos bombeiros, dos enfermeiros (as), de médicos (as), das professoras alfabetizadoras, etc. As mães, ao menos muitas delas, amam seus filhos a ponto de até darem sua vida por eles. Algumas tem filhos doentes, porém, apegam-se a eles, e fazem tudo para que sejam um pouco mais felizes. As mães cristãs, ao menos muitas delas, empenham-se para que seus filhos sejam salvos para a vida eterna.

Enfim, pensando a partir do que já estudamos nas lições da Escola Sabatina, qual é mesmo o sentido da vida? É ser feliz! Só isso.

E para ser feliz, como se procede? Nada disso do que fazem as pessoas da lista acima. JESUS nos deu o exemplo de como se procede: fazendo os outros felizes. E isso, não enganando as pessoas, não ludibriando, não manipulando, mas sim, sendo sinceros com elas, e alcançando a elas o plano da salvação de JESUS CRISTO.

Qual é a realidade da qual queremos escapar? Muitas pessoas desconhecem a verdadeira realidade onde estamos inseridos, há seis mil anos. A realidade é que essa Terra é o único lugar do Universo onde se sofre e se morre. E essa situação é temporária. Há uma solução definitiva para ela, uma solução eterna; há uma esperança. A felicidade se baseia em conhecer essa realidade e trilhar em seu caminho. Levar as pessoas a trilharem por esse caminho contém o sentido da vida.

 

  1. Primeiro dia: João Batista e a “verdade presente”

Elias e João Batista foram grandes profetas. Um e outro apresentavam a verdade sem rodeios. Iam direto ao assunto. João Batista iniciou seu ministério dizendo: “arrependei-vos (Mat. 3:2). Mas falando tão duramente, como tinha público? O ESPÍRITO SANTO motivava as pessoas a ouvi-lo. Era a verdade presente, para aquele momento. Ele dizia que o reino de DEUS estava chegando à Terra por meio do Salvador. João convidava as pessoas para que viessem e se arrependessem para serem salvas para a vida eterna. Era algo simples assim. Isso é a essência da mensagem, da verdade, do que faz sentido.

A mensagem de João era dura, clara e direta. Ele não massageava o ego querendo agradar as pessoas. Quem não quisesse ouvi-lo que fosse embora. O estilo de pregar de João custou-lhe a vida. Herodes não gostou das verdades que João lhe disse, a respeito de sua conduta sobre seu casamento. A dita mulher de Herodes odiava a João, e mandou que o decapitassem. Se custou caro a João, ele, no entanto, preparou o caminho para JESUS CRISTO, que assim, mais facilmente, Se tornou o Salvador do mundo.

“Nas mundialmente afamadas termas balneárias, praias e centros de comércio turístico, onde fervilham muitos milhares de pessoas em busca de saúde e prazer, devem achar-se posicionados pastores e colportores, capazes de atrair a atenção das multidões. Estejam esses obreiros alerta à sua oportunidade de apresentar a mensagem para este tempo, e realizem reuniões quando tiverem oportunidade. Sejam ligeiros em aproveitar as oportunidades de falar ao povo. Acompanhados do poder do Espírito Santo, apresentem-se ao povo com a mensagem dada por João Batista: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos Céus.” Mat. 3:2. A Palavra de Deus deve ser apresentada com clareza e poder, para que os que têm ouvidos para ouvir, ouçam a verdade. Assim o evangelho da verdade presente será posto no caminho dos que o não conhecem, e será aceito por não poucos, e por eles levado a seus lares em todas as partes do mundo” (Obreiros Evangélicos, 352 e 353).

 

  1. Segunda: O contraste no deserto

Mais uma vez abordamos o assunto sobre o deserto da tentação. No semestre passado já estudamos essa parte do grande conflito. Quanto mais se estuda um assunto, mais familiaridade temos com ele, mais se sabe sobre ele, e parece que mais fronteiras se tem para obter ainda mais conhecimento. Quanto mais se estuda esse assunto, mais se conhece a JESUS. Quanto mais se conhece a JESUS, mais desejamos que Ele nos guie a vida.

Dessa vez temos a oportunidade de perceber o contraste da atitude de Lúcifer e de JESUS. O primeiro queria subir acima de sua competência, o segundo esvaziou-Se de Sua competência. O primeiro era um ser limitado por ser uma criatura, embora o mais nobre de todas as criaturas. O segundo, JESUS, não era uma criatura, mas o próprio Criador, este esvaziou-Se de Suas naturais e merecidas faculdades de poder, para S’e tornar uma criatura nas condições das pessoas em estado de pecado. Ele saiu do lugar mais exaltado do universo para ocupar o lugar mais baixo possível: o de um simples e mero mortal, filho de um pobre carpinteiro.

No deserto, satanás por certo teve uma percepção que lhe agradou sobre o Filho de DEUS. Aquele que o havia vencido no Céu, que o havia expulso de lá, agora estava em situação inferior ao próprio Lúcifer, digamos, muitíssimo inferior. Aliás, estava em situação inferior a todo ser humano, miserável, faminto, à beira da morte, sem alguém que O ajudasse ou socorresse. Seria muito fácil dominar JESUS nessa situação. Viria a desforra da derrota anterior. Dessa vez se afigurava uma vitória fácil para satanás. Por isso ele se preparou com muita dedicação, pois nada poderia dar errado. O inimigo estava em situação muito superior a JESUS. Dessa vez, ele não poderia perder o confronto. Mas perdeu! Ou, felizmente perdeu.

JESUS abriu mão de Seu poder de ser DEUS, e no enfrentamento, desceu ainda mais por meio de um longo jejum. A ponto de morrer, nesse estado enfrentou satanás, que não abriu mão de nenhuma de suas capacidades. Aquele que criou o Universo demonstrou ser realmente humilde; aquele que queria dominar o Universo, que queria ser semelhante ao Altíssimo, não desceu de seu pedestal imaginário, não deixou de desejar ser semelhante ao Altíssimo. Resumindo, JESUS desceu de Seu lugar de direito por ser DEUS, mas satanás se manteve no pedestal acima do que era seu lugar; queria ser, mesmo que à força, semelhante ao Altíssimo. Na verdade, queria poder, como a maioria dos seres humanos, na Terra, também quer.

Numa situação de flagrante desigualdade, deu-se o segundo embate entre os dois. Se houvesse algum sistema de apostas, todas as fichas seriam de satanás, pois jamais alguém no estado de JESUS poderia vencer. Mas JESUS estava alicerçado na Bíblia. Embora Sua mente estivesse em frangalhos, venceu um inimigo muito bem preparado, porém, que dependia da astúcia e do engano. Quando nossa argumentação de defesa depende apenas da verdade, basta que digamos o que vem à mente, pois será a verdade. Mas quando dependemos da invenção de falsidades, até mesmo um moribundo alicerçado na verdade pode vencer. JESUS venceu não porque era o Filho de DEUS, mas porque em Sua vida sempre trilhou o caminho da verdade, sempre amou os outros, sempre teve fé em Seu Pai celeste. Não seria numa hora como aquela que falharia. Assim pode ser com todos nós. Demos um exemplo. Quando um ser humano vai preso por ser suspeito de ter feito algo mau, o que a polícia faz? Ela faz muitas perguntas. Se a pessoa for culpada, ela cai em contradição. É por meio dessas contradições que a polícia descobre o que o suspeito fez, descobre as pistas para encontrar e verdade. Se a polícia interrogasse JESUS nas condições em que Ele foi tentado por satanás, Ele jamais cairia em contradição pois Se basearia somente na verdade. Mesmo com a mente nas mais péssimas condições de raciocínio, ela somente diria a verdade, e JESUS não seria preso por ter feito algo errado. Mesmo assim, naquela sexta-feira antecedente da páscoa, Ele foi morto, mesmo não tendo havido contradição ou mentira no que Ele disse. Lógico, Ele veio para morrer, naquele dia.

 

  1. Terça: A tentação

Lúcifer se rebelou no Céu. Houve uma batalha por lá. Lutaram Lúcifer e seus anjos contra JESUS e Seus anjos. O vencedor foi JESUS. Logo, Lúcifer estava derrotado para sempre. Porém, houve outra batalha bem sutil, entre Lúcifer e Eva, mais Adão. Nenhum anjo esteve envolvido, só esses três. Nessa batalha Lúcifer foi vencedor. Ele tomou de Adão o poder sobre o planeta. Se só Eva tivesse caído, o poder teria ficado, ainda, com Adão, mas infelizmente os dois caíram.

Então, naquele dia, JESUS apareceu pelo jardim e anunciou que no futuro haveria ainda mais outra batalha: nela satanás seria ferido na cabeça e Ele, no calcanhar. Os dois sairiam feridos, porém, a ferida de JESUS curaria, mas a de satanás seria mortal.

Essa batalha iniciou no deserto da tentação, e culminou na cruz, o momento mais decisivo. No deserto JESUS demonstrou que venceria exatamente onde Adão havia caído, porém, sob condições de limite da vida. Ele enfrentaria satanás despojado de Sua majestade, e como ser humano, despojado até mesmo de sua capacidade física. A batalha no Céu foi entre JESUS, DEUS do Universo, com todo Seu poder; na Terra foi o contrário, totalmente desamparado de tudo. Mesmo assim, Sua missão era vencer ou vencer.

Mas por que na Terra teria que ser assim? E por que no Céu, JESUS pôde lutar com todo Seu poder, que não daria a menor chance a Lúcifer?

No Céu Lúcifer desafiou a DEUS, na Terra ele desafiou um ser humano, Adão. Logo, ficou parecendo que contra DEUS Lúcifer não teria mesmo chance de vitória, mas contra alguém inferior, teria. Assim sendo, Lúcifer teve a oportunidade de enfrentar um ser em condições limites da vida, bem próximo da morte, ou seja, o passo seguinte, se JESUS não fosse socorrido, seria mesmo Sua morte. Depois dessa situação, ninguém mais, no Universo, pode argumentar que a lei é injusta e que não pode ser obedecida, ou que ela é desnecessária, pois JESUS venceu por meio da lei, ou do princípio do amor, em duas ocasiões aqui na Terra, na pior de todas as condições a que um ser humano poderia ser submetido.

Essa foi uma luta intrigante. Os exércitos da Terra se preparam com poder e mais poder para enfrentar seus inimigos. JESUS Se despojou de todo poder, do poder divino e do pouco poder humano. Lutou no limite da vida. Quem faz uma coisa dessas?

Houve um outro que fez algo parecido, e vale a pena ler sua história. Foi o indiano Mahatma Gandhy. A luta dele, a da Marcha do Sal, foi sem violência e sem defesa. A estratégia deixou o mundo perplexo, e culminou não só com a vitória sobre a questão do imposto do sal que a Inglaterra passou a cobrar, como também resultou na independência do país. Gandhy se recusou a usar arma, e ensinou seus seguidores a não usarem violência.

Mas não se pode comparar a estratégia e atitude louvável de Gandhy com a de JESUS. Um lutava por causa do imposto do sal, o outro lutava pela salvação da humanidade.

O estranho da luta de JESUS é que Ele foi enfrentar o inimigo do modo mais fragilizado imaginável. E no deserto foi levado para lá pelo ESPÍRITO SANTO. Sim, Ele deveria ir para o deserto, fazia parte do plano da salvação, assim como deveria ir para a cruz. Numa situação, já morrendo de fome no deserto, noutra situação, no limite da vida, pendurado numa cruz. Nos dois casos, carregava em Sua consciência a pressão dos pecados da humanidade. E aqui está a diferença entre as guerras tradicionais e a luta de JESUS. Nas guerras tradicionais buscam uma vitória por estratégias de força; na guerra de JESUS, a estratégia era obedecer ou não a lei de DEUS. A questão era: é de fato possível obedecer essa lei? Ou seja, é possível amar o próximo, mesmo sendo ele inimigo, e mesmo sendo perseguido e traído por ele? JESUS provou que sim, e na pior condição de vida imaginável.

Adão, no conforto do Jardim, deixou de confiar em DEUS quanto ao futuro de sua mulher, JESUS teve fé mesmo sem nenhuma resposta de DEUS ao Seu clamor: “Pai, por que Me desamparaste?

Nós devemos enfrentar tais lutas quase todos os dias. As tentações estão por aí. Mas nós, ao contrário de JESUS que teve de lutar sozinho, podemos contar com todo poder do alto para vencer, ou melhor, para receber a vitória que JESUS já alcançou.

 

  1. Quarta: A terra de Zebulão e de Naftali

JESUS manteve-Se discreto enquanto João vivia, embora já fizesse milagres. João foi um grande líder, mas não poderia haver dois líderes competindo entre si. Ou João continuava pregando, ou JESUS, pois o povo seguiria a um, ou a outro. Melhor, não se poderia facultar que o povo se dividisse entre dois líderes com idêntico objetivo. Nesse momento, só um deveria ensinar, o próprio Salvador. Depois sim, cada vez mais discípulos sairiam pelo mundo a pregar.

Como JESUS veio em grande poder para a Sua missão, Ele naturalmente conquistaria os seguidores de João Batista, deixando-o em situação humilhante. E por certo, muitas pessoas iriam querer seguir um, e outras pessoas iriam querer seguir outro, e isso geraria conflitos e disputas; certamente, não entre os dois grandes líderes, mas entre os seguidores. Logo, prudentemente, JESUS não fez nada quando João foi preso, e também não o defendeu diante da ordem de sua decapitação. João já havia cumprido sua missão, JESUS estava iniciando a Sua.

Notemos bem: é certo que não havia conflito pessoal entre João e JESUS, pois o próprio João disse que importava que JESUS crescesse e que ele diminuísse. Mas os seguidores poderiam pensar diferente. Se bem que, João não morrendo, ele certamente daria positivo apoio a JESUS, o povo o veria como um líder, e criaria perturbações na trajetória. Infelizmente, nesse mundo, providências trágicas precisam ser tomadas para que a situação não piore.

Por sua vez, JESUS foi pregar principalmente na região que fora da tribo de Zebulom e Naftali. Essa era uma região bonita e rica, mas seus moradores foram rebeldes, a ponto de, com as outras oito tribos do norte, serem massacrados pelos Assírios, e espalhados pelo mundo, fora de sua terra. Alguns ficaram, e a terra foi povoada por outros povos, pagãos. Assim, a região das tribos do norte resultou em uma mistura de crenças, de paganismo e algum resquício de adoração ao verdadeiro DEUS. Era, portanto, uma região espiritualmente escura, confusa e sem rumo espiritual.

A essa região JESUS foi levar a luz da verdade. E o povo era sedento por essa luz, embora também estivesse angustiado pela libertação do jugo romano. Há uma profecia entusiasmante sobre essa terra, que também se aplica a nós. Está em Isaías: “Mas a terra que foi angustiada não será entenebrecida. Ele envileceu, nos primeiros tempos, a terra de Zebulom e a terra de Naftali; mas, nos últimos, a enobreceu junto ao caminho do mar, além do Jordão, a Galileia dos gentios. O povo que andava em trevas viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra de morte resplandeceu a luz” (Isa. 9:1 e 2). JESUS foi essa grande luz. Assim Ele também é a mesma luz para nós.

 

  1. Quinta: O chamado para os pescadores

Havia em Jerusalém as escolas dos rabis e outros sábios, homens estudiosos das Escrituras. Eles eram profundos conhecedores da Palavra de DEUS. Faziam debates e também ensinavam o povo. Mas haviam poréns! Façamos uma lista dos inconvenientes desses mestres:

  • Eles eram orgulhosos de seu conhecimento.
  • Suas interpretações, em vários pontos das Escrituras, não eram corretas. Por exemplo, não perceberam que havia nascido o Messias, nem reconheciam que JESUS, já adulto, era o Messias esperado.
  • Não sabiam se comunicar com facilidade com o povo. Como se achavam superiores, falavam de forma erudita e quase inacessível ao povo comum.
  • Inventaram uma enorme quantidade de itens que deveriam ser seguidos para cumprir a lei, mas que DEUS não concordava. Eram tradições de homens, principalmente sobre como guardar a lei.
  • Exigiam muito do povo, mas nem eles mesmos seguiam suas exigências.
  • Eram corruptos, ganhavam dinheiro de modo ilícito.
  • Eram manipuladores das pessoas menos preparadas academicamente, como ainda hoje é bem frequente.
  • Resumindo, eram túmulos caiados, bonitos por fora, mas podres por dentro.

Aí vem a pergunta: JESUS poderia escolher esses homens para Seu ministério? E tais homens, mesmo se fossem escolhidos, aceitariam caminhar com um homem pobre, vindo de uma vila mal afamada e sem formação rabínica como eles possuíam? As respostas a essas perguntas são fáceis, e explicam as escolhas de JESUS. Por isso Ele foi buscar homens humildes, que se dispusessem a aprender a verdade sem misturas de temperamento de tradições humanas erradas e sem sentido. Em tempo, mais tarde, JESUS buscou um homem com formação acadêmica completa, redirecionou sua vida, e esse homem foi o maior pregador do Novo Testamento: Paulo! Isso quer dizer que o problema não está na quantidade de estudo que uma pessoa possui, e sim, se ela é orgulhosa ou se é humilde.

Os pescadores, que eram quatro, já assistiam JESUS. Eles O ouviam fazia mais ou menos um ano. Eles se encantaram com o Mestre. Eram quatro pescadores, ou, duas duplas de irmãos. Cada dupla possuía um barquinho de pesca e as redes. Viviam da pesca, e se relacionavam com muita gente, que vinha comprar seus peixes. JESUS costumava pregar às margens do lago da Galileia, onde eles pescavam. Foi na grande pesca, de 153 peixes, que eles foram convidados a serem pescadores de homens. Eles deixaram tudo, e passaram a seguir JESUS, para mais dois anos e meio de aprofundamento em Seus ensinos.

Essas foram as pessoas certas para a gigantesca tarefa futura a ser desempenhada. Eles, entre outras características, tinham duas bem importantes para essa missão: eram humildes por natureza e maleáveis. Podiam ser moldados por JESUS para a pregação do Seu evangelho a todo mundo.

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. a) Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

Para seguir JESUS, precisamos conhecimento. O Mestre veio para ensinar o conhecimento da verdade. Se Ele enfatizou em algo que dizia ser verdade, é porque havia outro conhecimento, ou conhecimentos não verdadeiros. Sendo assim, a situação era perigosa, pessoas mal intencionadas, ou enganadas, estavam desencaminhando outras pessoas.

Só conhecimento também não basta. Satanás, por exemplo, tem muito conhecimento, e veja só a situação dele: um rebelde que usa o seu conhecimento para enganar e assim conseguir aliados, ou pessoas submissas. É preciso colocar o conhecimento em prática, caso contrário, ele se torna em algo puramente teórico, e com o tempo, será deturpado, como aconteceu com as tradições judaicas. Nesse caso, mesmo com muito conhecimento, é possível acontecer de ser especialista e versado na Bíblia e não encontrar nela, JESUS, nem conhecer JESUS como Salvador. Vai acontecer, infelizmente, de pessoas doutoras em Bíblia se perderem por nunca terem encontrado JESUS nela, nem se terem entregue a Ele. O conhecimento da Bíblia situa-se no Antigo e no Novo Testamento, como explica na lição de sexta-feira. Não há como separar um livro que foi inspirado pela mesma fonte, DEUS.

  • Quais os tópicos relevantes?

São três os tópicos relevantes: arrependimento, vida vitoriosa sobre o pecado e discipulado, ou seja, aprendizagem constante e entrega diária com serviço pelas pessoas para se salvarem.

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

_________________________________________________________________________

 

  1. b) Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

Resumindo bem, é seguir a JESUS, todos os dias, desde que se acorda até que se vá ao sono outra vez. Devemos fazer tudo conforme está escrito, pois a Bíblia, inteira, é para nós como uma bússola para nos guiar em tudo o que devemos fazer.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

_________________________________________________________________________

 

  1. c) Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Andar como Enoque, com DEUS, falando com Ele a cada momento. Isso não quer dizer que devemos estar ajoelhados a cada momento, e sim, que devemos estar ligados a Ele, mediante o conhecimento que Ele nos dá em Sua palavra, e orar sempre que for possível.

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

_________________________________________________________________________

 

  1. d) Comentário de Ellen G. White

“Ponde de lado todo falar leviano e os gracejos, todos os vãos divertimentos. Apoderai-vos, pela fé, das promessas de Deus, e decidi ser cristãos aqui em baixo, enquanto vos preparais para a trasladação. Se vos desvencilhardes de todo entrave ao progresso na vida cristã, vossa mente será atuada pelo Espírito Santo, e tornar-vos-eis pescadores de homens. De vós irradiará a salvação de Deus como a luz de uma lâmpada a arder. Se tiverdes o próprio coração cheio da luz do alto, onde estiverdes espargireis luz sobre os outros. Ele vos abençoará em vosso trabalho, e vereis Sua salvação” (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, 548).

 

  1. e) Conclusão geral

O nosso grande problema é mudar aquilo que está errado em nossa vida. Esse é o desafio mais difícil de vencer. Nossa mente luta contra a mudança, ela se acostumou com a maneira que vivemos, e chega à conclusão de que assim está bom. A mudança só acontece se nos entregarmos todos os dias e se o ESPÍRITO SANTO estiver em nós, fazendo de nós o Seu templo.

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

 

 

 

Assista o comentário clicando aqui.https://www.youtube.com/watch?v=1DRKOjNBmtc

 

Lição em espanhol: www.escuela-sabatica.com/comentarios.html

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira Como é fácil enganar! As 4 primeiras pragas, enfoque econômico        

 

 

estudado e escrito entre  29/02  e  05/03/2016

corrigido por Jair Bezerra

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

 

 

4 comments for “Lição 2 – Início do ministério de CRISTO

  1. Março 31, 2016 at 5:30 am

    Bom dia irmao em Cristo.

    Gostaria que me enviasse as licoes da escola sabatina referente ao segundo trimestre de 2016.

  2. Abril 4, 2016 at 4:21 pm

    Olá Professor, Boa Tarde,

    Parabéns pelo seu ministério, sempre utilizo seus comentarios nos meus estudfos diários da lição, sou professor em uma classe e eles engrandecem em muito a compreensão de todos na classe.
    Gostaria de saber se tem como receber diretamente em meu email ou se tenho que continuar como sempre tenho feito, buscando diretamente no sete:??

    • Sikberto Marks
      Maio 20, 2016 at 7:07 pm

      Muito agradecido meu irmão, respondido por e-mail.

  3. Raul Senda
    Abril 26, 2016 at 2:42 am

    A guerra com o mal somente Jesus pode travar e ser vitorioso como sempre foi. Nos como seus seguidores devemos confiar e ter fe que ele e o vencedor e ai esta a nossa vitoria. Devemos tambem requerer forca para permanecermos em fe e apoio nos esforcos para salvacao

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *