Lição 3 – Quem é JESUS CRISTO?

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Segundo Trimestre de 2015

Tema geral do trimestre: O evangelho de Lucas

Lição 3 –  Quem é JESUS CRISTO?

Semana de  11 a 18 de abril

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar: “Mas vós, perguntou Ele, quem dizeis que Eu sou? Então, falou Pedro e disse: És o CRISTO de DEUS” (Luc. 9:20).

 

Introdução de sábado à tarde

Quem é JESUS CRISTO? Como diz a lição, e transpondo para os dias de hoje, seria um homem, de certa forma, contraditório. Ele não teria formação acadêmica, isto é, saberia muito bem ler e escrever, porém, não teria um curso superior, muito menos mestrado ou doutorado. Estaria, portanto, proibido de se manifestar sobre assuntos científicos. No entanto, Ele iria curar as doenças que a ciência já teria desistido. Ele iria ressuscitar mortos, que a ciência nunca teve alcance. Iria aconselhar e transformar vidas, como a da prostituta, que nenhum psicólogo conseguiria tão rápido. Ele transformaria água em puro suco de uva, coisa que é impossível ao ser humano. Ele multiplicaria alguns pães e peixes em milhares, para alimentar multidões. Ou seja, Ele faria uma quantidade de coisas miraculosas que deixariam os mais estudiosos e capazes dentre os seres humanos perplexos.

A alguém assim, com tais qualidades, quem diríamos quem Ele é? Um cientista autodidata? Um profeta? Um místico? Um mágico? Um extraterrestre? Um anjo? Um superdotado?

Se pensarmos bem, não resta outra alternativa, senão dizer, junto com Pedro, que Ele é o Filho de DEUS, ou seja, Ele é mais que humano. Quem mais poderia ser, para Se tornar o Salvador do mundo?

Mas cuidado, assim que fosse pregado na cruz, sem a menor defesa, sem sequer um único argumento a Seu favor, será que continuaríamos concordando que se tratava do Filho de DEUS? Lembremo-nos todos: o mesmo Pedro que disse ser quem de fato Ele era, foi também quem O negou, dizendo que nem mesmo O conhecia. E ainda praguejou para enfatizar sua declaração.

 

  1. Primeiro dia: Reações diante de JESUS

Enfim, JESUS retornou à Sua terra. Fora batizado, passara 40 dias no deserto, enfrentara satanás, passara por Sua terra natal e outros lugares, e fizera impressionantes milagres. Em poucos dias já era famoso. Embora não o desejasse, multidões O admiravam e queriam vê-Lo e ouvi-Lo. Havia algo impressionante nEle: os milagres inexplicáveis, que só poderosos profetas poderiam fazer, ou seja, DEUS só age por meio deles, e Ele também falava de modo convincente, proclamando verdades profundas de maneira que todos entendiam. Agora Ele chega a Nazaré. O povo de lá já ouvira sobre Ele, e estavam todos orgulhosos porque um filho dali era tido como poderoso profeta.

Chegou o dia de JESUS pregar na sinagoga de Nazaré. A expectativa, naturalmente, era enorme. Por certo estavam lá Sua mãe e Seus irmãos, ao menos alguns deles, mas disso não temos certeza. Porém, muitos amigos de infância, clientes do pai de JESUS e dEle mesmo, vizinhos, etc., estavam lá, para ouvir o filho famoso que retornava.

Foi com satisfação que Lhe deram o livro de Isaías para que lesse e falasse alguma coisa sobre a leitura. Está tudo relatado em Lucas capítulo 4. Em sinal de respeito, levantou-Se para ler Isaías 61:1 e 2 (lembrem que naquele tempo a Bíblia, só o Antigo Testamento, ainda não estava dividido em capítulos e versículos). Leu o texto “O ESPÍRITO do Senhor está sobre Mim, pelo que Me ungiu para evangelizar aos pobres; enviou-Me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor.” Todos gostaram da leitura. Então, como era o costume na época, entregou o livro para ser guardado e Se assentou para falar sobre a leitura. Estavam olhando para Ele, a fim de saber o que o filho famoso da terra iria dizer. E o que Ele falou? “Hoje se cumpriu a escritura que acabais de ouvir.

Ôpa, agora já era demais. Esse texto, eles sabiam bem, referia-se ao Messias. E JESUS apareceu lá Se anunciando como sendo o cumprimento dessa profecia, ou seja Ele era o Messias.

Todo o entusiasmo se foi. Ele poderia ser um profeta, isso aceitariam, porém, ser o Messias, o Filho de DEUS, aí já era muita pretensão. O entusiasmo se transformou e dúvidas e em fúria. JESUS repreendeu a incredulidade deles, e nisso se ofenderam ainda mais. Quem era esse aí que queria ser mais que eles, em especial, os mais velhos, que pensavam saber mais que todos?

JESUS foi ainda mais duro com eles. Citou exemplos reais, como o da viúva de Sarepta, a qual Elias fora enviado, e a nenhuma outra pessoa israelita. Também, que no tempo de Eliseu havia muitos leprosos, no entanto, só Naamã ele curou, que nem fazia parte do povo de DEUS, aliás, pertencia a um povo que constantemente fazia guerra contra Israel. O que essas palavras significavam? Que o povo de DEUS frequentemente duvidava da verdade, das profecias, dos profetas, do próprio DEUS.

Eles ficaram tão fora de si, pois sabiam quem era JESUS, uma criança daquela vila, filho de Maria e José, tinha irmãos e irmãs mais velhos que Ele, que lhes passou na mente a vontade de matá-Lo. Achavam que estava blasfemando, Se fazendo igual a DEUS, como sendo o Messias.

Ora, do que valeram as palavras de DEUS “Tu és Meu filho amado, em Ti Me comprazo”? De que valeram os milagres que já havia feito em outros lugares nos dias anteriores? Eles por certo O aceitariam como profeta, mas como Messias não. Homem ele é, pensavam, mas DEUS Ele não é.

A dúvida é um problema grave. Até João Batista caiu na dúvida. JESUS era tão autenticamente ser humano que para se saber se era ou não DEUS, se deveria atentar para Seus atos, os milagres que fazia. No mais, era bem igual a qualquer ser humano, exceto, que era uma pessoa excelente, boa, verdadeira, etc.

João, que dava ênfase na verdade e na justiça, ao ser preso, uma tremenda injustiça diante do que ele pregava, ficou em dúvida. Pois esperava que o Messias viesse para trazer justiça a esta Terra, e logo ele, que pregava para preparar o caminho de JESUS, foi preso. Como foi que JESUS respondeu? Exatamente como era a realidade, mandou que dissessem a João o que JESUS fazia, ou seja, os milagres que Ele era capaz de fazer. Então sim, João creu.

Dúvidas, hoje, há várias maneiras de tirá-las. Podemos ter uma vida com JESUS, ser transformados. Isso se trava numa experiência pessoal com Ele. Podemos estudar Seus milagres, mas antes devemos crer que os escritos são autênticos, que falam a verdade. Para isso devemos, então, estudar as profecias. Elas foram escritas há milênios, e a maioria delas já se cumpriu, muitas estão se cumprindo, e algumas ainda faltam se cumprir. Ora, se as profecias, tantas que são, centenas, são fiéis, então, logo, a Bíblia é confiável.

Mas, no final das contas, se simplesmente crermos que JESUS foi o Messias e que logo voltará, nada perderemos se isso não for verdade. Pelo menos teremos uma vida bem melhor, viveremos por princípios mais elevados, teremos melhor saúde, seremos mais otimistas, etc. só coisas boas. Nada perderemos, mas muito ganharemos, mesmo que JESUS nunca volte. E se Ele voltar, e eu creio assim, então, seremos as mais felizes pessoas do mundo, pois ganhamos a vida eterna.

 

  1. Segunda: Filho de DEUS

Hoje estudaremos o título “Filho de DEUS”, amanhã, o título “Filho do Homem”.

Filho de DEUS quer dizer duas coisas relevantes: que Ele não é uma criatura, e que Ele é divino, ou seja, é um dos membros da divindade. Isto significa que é íntimo com DEUS, a ponto de ser chamado Filho.

JESUS ligou o Céu à Terra, como um membro da Trindade. “Quando Cristo Se ajoelhou às margens do Jordão, após o batismo, os céus se abriram, e o Espírito desceu na forma de uma pomba, semelhante a ouro polido, e cercou-O com Sua glória; e a voz de Deus foi ouvida, das alturas dos Céus, dizendo: “Tu és o Meu Filho amado, em quem Me comprazo.” Mar. 1:11. A oração de Jesus, em favor do homem, abriu as portas do Céu, e o Pai respondeu, aceitando a petição em benefício da raça caída. Jesus orou como nosso substituto e fiador, e agora a família humana pode ter acesso ao Pai pelos méritos de Seu amado Filho. Esta Terra, por causa da transgressão, havia sido cortada do continente celeste. Cessara a comunicação entre o homem e seu Criador; mas o caminho foi aberto, de maneira que ele possa voltar para a casa do Pai. Jesus é “o caminho, e a verdade, e a vida”. João 14:6. Os portões do Céu foram deixados abertos, e o glória do trono de Deus brilha no coração daqueles que O amam, mesmo que habitem nesta Terra amaldiçoada pelo pecado. A luz que rodeou o divino Filho de Deus brilhará sobre a estrada de todos os que seguirem Seus passos. Não há motivo para desânimo. As promessas de Deus são certas e firmes” (Minha Consagração Hoje, MM 1989 e 1953, 260).

O Criador do Universo e do mundo Se havia tornado um ser humano, como Messias, o Redentor do mundo, seu Salvador. Ao mesmo tempo, Ele era o único Filho de DEUS, eterno desde todo o passado, e vivo para todo o futuro. O amado título Filho de DEUS não poderia referir-se a uma criatura, mas somente a um ser divino, e no caso, ao Criador de todos nós.

 

  1. Terça: Filho do Homem

Filho de DEUS quer dizer: ser DEUS, é DEUS. E Filho do Homem quer dizer: é um ser humano, uma criatura, mortal, sujeita a pecar. E JESUS, tem essas duas condições, Ele é ao mesmo tempo DEUS e humano. Ele é o único ser no Universo que é Criador e criatura, ao mesmo tempo. Naturalmente como DEUS, preservou todos os Seus atributos que possuía desde a eternidade, e como criatura, da mesma forma, embora, como nós também seremos, Ele agora é imortal. É difícil conseguir assimilar em nossa mente, como pode uma pessoa ser divino e humano, ao mesmo tempo. Mas é a realidade.

“Em Cristo uniram-se o divino e o humano – o Criador e a criatura. A natureza de Deus, cuja lei tinha sido transgredida, e a natureza de Adão, o transgressor, encontraram-se em Jesus – o Filho de Deus e o Filho do homem. E, tendo pago o preço da redenção com o Seu sangue, tendo passado pela experiência do homem, tendo enfrentado e vencido a tentação em benefício do homem, tendo, embora Ele mesmo fosse sem pecado, suportado a ignomínia, a culpa e o fardo do pecado, tornou-Se o Advogado e Intercessor do homem. Que certeza é isso para a pessoa tentada e que luta, que certeza para o Universo espectador, de que Cristo será “misericordioso e fiel sumo sacerdote”!” (Exaltai-O, MM 1992, 346).

Qual é o grande significado dessa dupla condição, em JESUS? Lembrando, DEUS Ele sempre foi, porém, homem, isso passou a ser desde que nasceu aqui na Terra, como ser humano. Nessa condição, JESUS reúne, em Si, o ser humano e o ser divino. Foi como ser humano que Ele morreu. E assim, Ele faz uma ligação de seres diferentes: o ser humano, por Ele, está ligado ao Ser Divino. É assim porque Ele mesmo é o humano e o Divino.

Portanto, JESUS tem uma prerrogativa que ninguém mais possui no Universo: ser o Mediador entre os humanos e DEUS, ser advogado dos humanos pecadores que se arrependem, e ser seu Salvador.

O inimigo de DEUS, e nosso também, satanás, buscou eliminar o componente humano do Salvador, o Filho do Homem. Se conseguisse, teria inviabilizado a ligação entre os homens e DEUS, e nossa salvação não seria possível. Nem quero pensar além disso: o que mais viria com tal derrota.

Felizmente, tudo o que foi arriscado para DEUS, para JESUS, para o Universo, está no passado. Depois do episódio da cruz em diante, para a nossa salvação, não há mais risco, senão, dentro de nós mesmos. Tudo o que ainda a nossa salvação é dependente está em nós, ou seja, a nossa decisão. O que JESUS deveria ter feito, em que corria risco de ser vencido, isso foi feito, e com pleno sucesso. Por isso é que podemos dizer: a salvação é exclusivamente individual. Uma explicação bíblica para esse fenômeno divino, de JESUS Se doar por nós, nunca deixando de ser DEUS, pois é imortal, mas vindo a ser humano, temos em Hebreus 5:1 a 10 (convido-os a que leiam em suas Bíblias).

 

  1. Quarta: “O CRISTO de DEUS”

Depois de algum tempo de convívio com os discípulos, JESUS perguntou aos apóstolos quem o povo dizia que Ele era. Pois bem, povo é um enorme conjunto de pessoas, geralmente favorável a se enganar, e assim foi. O povo achava que JESUS poderia ser vários personagens, menos o que Ele realmente era. Falavam entre si, sobre quem JESUS era, mas erravam no diagnóstico. Achavam que Ele era um grande profeta, um mestre, Elias retornado, e assim por diante, mas ninguém sugeriu que Ele fosse o Messias, o Filho de DEUS.

Como o pessoal do povo errou, ou somente se aproximou, pois, profeta Ele era mesmo, porém, era ainda mais que um profeta, JESUS perguntou aos discípulos, quem Ele era. Pedro, ao que parece sempre afoito em responder, disse logo: “Tu és o CRISTO, o Filho de DEUS”. Ou seja, era o esperado conforme as profecias.

Por que JESUS fez aquelas duas perguntas? Ele queria enfatizar nos discípulos o conceito sobre quem era. Está certo, JESUS era um mestre, um profeta, um poderoso homem, que tinha fé enorme, e era capaz de realizar grandes feitos. Mas acima de tudo isso, Ele era DEUS. Esse é o ponto importante.

Porém, há mais um ponto. De nada resolve Ele ser DEUS, se para nós, o conceito sobre Ele é que seja apenas um profeta, ou algo assim. Há grupos de pessoas que estão, hoje, desqualificando JESUS como DEUS, dizendo que Ele é apenas um ser nascido aqui na Terra, cujos atos foram aprovados por DEUS. Assim também outros fazem com relação ao ESPÍRITO SANTO, dizendo que Ele não é uma pessoa divina.

E há mais um aspecto. Também, para nós, individualmente, nada resolve sabermos que JESUS é DEUS, que é o Messias e Salvador, se não tivermos experiências pessoais com Ele. Por exemplo, temos que ter experiências de orações atendidas por DEUS, de transformação de vida, coisas assim. O que Ele é, talvez saibamos muito bem, porém, pode ser que não sejamos íntimos com Ele, não tenhamos uma comunhão diária com JESUS.

Quando Pedro declarou “Tu és o CRISTO”, isso queria dizer: nós estamos vivendo conforme a Sua vontade, nós confiamos em você. Ou seja, nós estamos entregues a JESUS CRISTO, e diariamente vivemos como Ele orienta.

 

  1. Quinta: A transfiguração

JESUS entrava no auge de Sua missão. Havia muito o que fazer. As pregações, as curas, os milagres, o aperfeiçoamento dos apóstolos escolhidos, o estabelecimento da igreja, e principalmente, a cruz. Haveria uma intensidade de tentações por parte de satanás e seus agentes. JESUS precisava estar preparado. Era hora de reafirmar a comunhão com o Pai. Não seria uma demonstração para o grande público, como foi no batismo, mas uma espécie de pactuação com DEUS Pai, e principalmente, uma segurança de que estava no caminho certo.

JESUS escolheu três discípulos para estarem juntos com Ele: Pedro, Tiago e João, os mesmos que escolheria mais tarde, para estarem mais próximos dEle, quando fosse orar no Jardim do Getsêmani. Estes foram, em certos momentos, bem maus com JESUS. Tiago e João, queriam se assentar um de cada lado, quando JESUS estivesse em Seu Reino. Pedro negou JESUS na hora em que Ele mais precisava de apoio.

Subiram ao monte, e lá no alto, no escuro da noite, os discípulos estavam com muito sono, e JESUS orava. Durante a oração DEUS Pai Se manifestou, e o rosto de JESUS se transfigurou. Transfigurar é a mudança do aspecto. Pode ser para mais feio ou para mais bonito. É qualquer mudança do aspecto no rosto. Uma pessoa, por exemplo, que leva um grande susto, ou que recebe uma notícia impactante, muda o aspecto do rosto. A transfiguração do rosto de JESUS é descrita assim: passou a emitir forte luz, como uma glória impressionante. E as Suas roupas resplandeceram. Tudo nEle tornou-se belo, atraente e glorioso. Isso era o sinal de aprovação por parte do Pai. Em meio a esse sinal, houve-se uma voz que repetia a mensagem após o batismo: “Este é o Meu filho, o Meu eleito; a Ele ouvi” (Luc. 9:35).

Além de Pedro, Tiago e João, vieram àquele local Moisés e Elias. Os dois representavam a humanidade que seria salva por JESUS, aliás, a salvação deles, que foram antecipadamente ao Céu, assim como Enoque, dependia ainda da morte de JESUS. Falavam sobre a partida de JESUS, em Jerusalém, certamente referindo-se à Sua missão salvadora, que deveria padecer naquela cidade.

Os três discípulos representavam a igreja futura a dar continuidade do trabalho de JESUS. Moisés e Elias representavam a dureza do trabalho pela frente, mas que seria vitorioso, e salvaria muita gente. Elias ainda representava a árdua tarefa de reforma, que ele fez em seu tempo, que João Batista fez antes de JESUS vir, e que a igreja terá de fazer agora, ou está tendo que fazer. Moisés também ainda representava a perseverança com que a igreja terá de trabalhar, em meio a grande oposição.

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

O foco principal é que JESUS, que é DEUS desde sempre, tornou-Se também ser humano, ao nascer nesta Terra. Era como duas pessoas, com duas naturezas, mas tornando-Se uma pessoa só. A divindade é capaz disso, como a Trindade, é constituída de três pessoas, mas é um único DEUS. Pois, JESUS é DEUS e homem, é o Filho de DEUS e o Filho do Homem. Por isso, Ele faz a ligação da criatura arrependida com o DEUS Pai, e por essa via pode nos salvar da morte eterna. Morte essa que Ele enfrentou, e venceu ao ressuscitar.

  • Quais os tópicos relevantes?

Pedro respondeu a JESUS: “Tu és o Filho de DEUS”. Era o Filho de DEUS e o Filho do Homem. Isso quer dizer, era tanto divino como humano, ao mesmo tempo DEUS como também ser humano. NEle se fundiram as duas naturezas, a nossa e a do Criador. Como entender isso? Difícil, ou impossível no todo, e não devemos especular com hipóteses; é assunto para depois da salvação.

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

Em especial, que JESUS foi tentado como nós também somos, com a diferença da intensidade, que nEle foi bem maior, e que Ele nunca cedeu à tentação. Foi o único ser humano que conseguiu tal feito, e isso é outro mistério para nós. Como Ele conseguiu e nós não? Algumas explicações temos, mas não todas. E também sobre esse ponto não devemos procurar criar teorias ou hipóteses, pois procurar explicar o divino, nós que somos finitos e ainda por cima, pecadores, é totalmente impossível. Basta, por enquanto, saber Ele venceu, e que com Ele podemos dispor de Sua vitória.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Não como os Seus conterrâneos, os de Sua cidade de infância, que quando Se anunciou como DEUS, procuraram matá-Lo, em vez de adorá-Lo. Hoje não temos esse problema, porém, temos outro, tão ruim quanto aquele. Hoje somos seduzidos pela indiferença, a mornidão. Nem somos dEle, nem do mundo, somos um pouco diferentes do mundo, mas um pouco parecidos com o mundo. Qual a posição pior? Ser contra Ele, ou ser indiferente?

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“Expandi-vos mais e mais para cima, apoderando-vos de um aspecto da fé após o outro. Andai e agi com amor a Deus e aos pobres opressos, e o Senhor será vosso Auxiliador. “Na verdade, na verdade vos digo que, daqui em diante, vereis o Céu aberto e os anjos de Deus subirem e descerem sobre o Filho do homem.” João 1:51. Jesus, o precioso Salvador, o Filho do Deus vivo, é a escada que une o mundo celestial ao terrestre. Sua divindade apoia-se no trono de Deus. Sua humanidade alcança a Terra. Seu braço humano circunda toda a humanidade. Mediante Jesus, alcançam-nos os serviços angélicos de amor, conforto, repreensão, luz. Oh, graças ao Senhor, pois Ele é bom, e Suas misericórdias duram para sempre!” (Para Conhecê-Lo, MM 1965, 328).

 

  1. Conclusão geral

O que implica, para nós, que JESUS seja o “Filho de DEUS” e o “Filho do Homem”? Que Ele nos liga, sendo um de nós, a Ele e a DEUS Pai, sendo também DEUS. E nós somos Seus irmãos, portanto, podemos ser salvos por Ele, e Ele tem o direito de nos defender perante o tribunal celeste e perante todos acusadores que se apresentarem.

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira O decreto dominical O alfa e o ômega Como é fácil enganar!

 

 

estudado e escrito entre  05 e 12/03/2015

revisado por Jair Bezerra

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

 

5 comments for “Lição 3 – Quem é JESUS CRISTO?

  1. Luiz C Knob
    Abril 11, 2015 at 9:38 am

    Caro Ir Sikberto, obrigado por manter este site, assim posso acompanhar seus comentários, pois não os tenho mais recebido junto com as lições. Espero que não seja pelo seu zelo pela igreja, pois alguns não suportam a verdade.

    Deus continue lhe abençoando.

    Luiz C Knob

    • Sikberto Marks
      Abril 28, 2015 at 9:19 pm

      Fico muito agradecido Luiz

  2. Carmelina da Silva
    Abril 13, 2015 at 7:53 pm

    Professor eu uso seus comentarios para ajudar nas lições com meu esposo,agradeço pois é muito bem direcionado a lição.
    Que Deus o abençoe ricamente por desenvolver estes textos maravilhosos.
    Boa semana.

    • Sikberto Marks
      Abril 28, 2015 at 9:18 pm

      Ok, Carmelita, muito obrigado

  3. julio francisco
    Abril 18, 2015 at 1:32 am

    o importante e saber que Deus e redentor ele e o nosso foco futura

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