Lição 3 – Uma questão de vida ou morte

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Primeiro Trimestre de 2015

Tema geral do trimestre: Provérbios

Lição 3 – Uma questão de vida ou morte

Semana de   10 a 17 de janeiro

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar: “O mandamento é lâmpada, e a instrução, luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida” (Prov. 6:23).

 

Introdução de sábado à tarde

Quando alguém faz algo errado, sendo pequena coisa, pensa assim: ninguém tem nada com isso, ninguém vai morrer pelo que fiz. Mas está muito enganado. Isso é um pecado, digamos, entre nós, um pecadinho, e ele contribuiu com a morte de JESUS. Tudo o que fazemos de mau, faz parte da causa da morte de JESUS, mesmo hoje, após Ele ter sido morto, pois foi morto pelos pecados do passado daquela sexta-feira, como pelos futuros, grandes ou pequenos.

O grande engano em que caímos com facilidade é que, certos pecados, aqui, ninguém acha mau. Por exemplo, contar uma piada levemente imoral, ou com alguma imoralidade. É certo que devemos rir, isso faz bem, e podemos contar anedotas, isso também é muito bom, porém, de natureza moral negativa, nós, cidadãos do Reino de DEUS não devemos contar, nem rir quando outros contam. Mas muitos de nós não veem tal prática como reprovável, nem que ela fez parte da causa da morte de JESUS, nem que O fez sofrer a agonia da morte. Isso, como é o título da lição dessa semana, é “uma questão de vida ou morte”.

“A história da condescendência, humilhação e sacrifício de nosso divino Senhor, não despertam em muitos nenhum interesse mais profundo … do que o faz a história da morte dos mártires de Jesus. Muitos sofreram a morte por torturas lentas; outros a sofreram mediante crucifixão. Em verdade difere destas, a morte do querido Filho de Deus? … O sofrimento físico, porém, não foi senão pequena parte da agonia do amado Filho de Deus. Os pecados do mundo achavam-se sobre Ele, bem como o senso da ira de Seu Pai enquanto Ele padecia o castigo da lei transgredida. Estas coisas é que Lhe esmagavam a alma divina. Foi o ocultar-se o semblante do Pai – um senso de que Seu próprio e amado Pai O havia abandonado – que Lhe trouxe desespero. A separação causada pelo pecado entre Deus e o homem foi plenamente avaliada e vivamente sentida pelo inocente e sofredor Homem do Calvário. Ele foi oprimido pelos poderes das trevas. Não tinha um único raio de luz a aclarar-Lhe o futuro. … Foi nessa terrível hora de trevas, oculta a face de Seu Pai, legiões de anjos maus a circundá-Lo, pesando sobre Ele os pecados do mundo, que Lhe foram arrancadas dos lábios as palavras: “Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?” Mat. 27:46” (O Cuidado de DEUS, MM, 1995, 240).

 

  1. Primeiro dia: A lei em nossa vida

Vamos a pensamentos radicais. Na realidade, o cristão não deve obedecer a uma lei. Pelo que estudamos na Bíblia, a orientação para o sucesso espiritual não está em seguir a lei, mas em tê-la no coração, isto quer dizer, gravada em nossa mente. É a Bíblia que diz isso, em II Cor. 3:3. E também nos versos de estudo de hoje, em Prov. 6:21 e 7:3. Ali o autor utiliza figuras de linguagem para explicar que devemos incorporar a lei em nosso íntimo. Ela deve tornar-se para nós princípio de vida. Sendo assim, não estaremos mais obedecendo a lei, porém, estaremos vivendo conforme ela requer, ao natural, até sem nos darmos conta.

Dessa maneira que nos tornamos verdadeiramente livres, por intermédio da lei. Livres para todo bem. Poderemos fazer tudo o que desejarmos, e nossos desejos sempre serão de boa índole. Afinal, se tivermos a lei incorporada em nós, nos tornaremos como DEUS, (veja bem, não disse que seremos DEUS), ou seja, agiremos como Ele age; seremos semelhantes a Ele, assim como fomos criados no princípio. Isso quer dizer, os princípios da lei de DEUS farão parte natural de nossos pensamentos, e jamais iremos desobedecer a lei, pois ela se incorporou em nós. Isso é muito bonito e significativo.

“Todos devem reconhecer a necessidade da operação do Espírito Santo. A menos que este Espírito, cuja obra é renovar e santificar o ser todo, seja recebido e acalentado como representante de Cristo, as momentosas verdades que foram confiadas aos seres humanos perderão seu poder sobre a mente. Não nos basta ter conhecimento da verdade. Devemos andar e trabalhar em amor, conformando nossa vontade com a vontade de Deus. Dos que isso fazem, diz o Senhor: “Na sua mente imprimirei as Minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei.” Heb. 8:10. Deus é o poderosíssimo agente nesta obra de transformação. Ele inscreve Sua lei no coração por meio do Espírito Santo.

“Assim se renova a divina relação entre Deus e o homem. “Eu lhes serei por Deus”, diz Ele, “e eles Me serão por povo.” (Êxo. 6:7; Jer. 31:33.) “Não há atributo de Minha natureza que Eu não dê livremente, a fim de que o homem revele a Minha imagem.” Quando permitimos que Deus efetue Sua vontade em nós, não havemos de acolher nenhum pecado. Toda a escória será consumida na fornalha purificadora” (E Recebereis Poder, MM 1999, 303).

 

  1. Segunda: Luz e vida

Sou ciclista amador, pois é um esporte muito bom para a saúde. Especialmente quando já se tem mais de 60 anos. Fortalece os músculos, dá enorme resistência física e robustece a capacidade da respiração. E o espaço para conquista de força e resistência é enorme. Mas dias atrás, com um grupo, eu havia ido pedalar até uma cidade vizinha, e vínhamos voltando quando já era escuro. A luz de minha bicicleta, uma aro 29, estava bem fraca, e sofri muito para ver o caminho. Cheguei devagar, atrás de outro ciclista, tentando ver o chão pela luz dele.

O interessante é que a luz da lei de DEUS nunca enfraquece, porém, nós podemos negligenciar essa luz. Nesse caso, o problema nunca está com a luz, mas conosco. Tenho que recarregar vez por outra as pilhas da lanterna da bicicleta, mas a Bíblia e os Dez Mandamentos não preciso recarregar, porém, preciso contatar. Todos os dias devemos ter contato reflexivo com a luz de DEUS, para que tenhamos em nós essa luz.

A luz que os mandamentos de DEUS produzem é para iluminar nosso ser, internamente. Ela ilumina nossos pensamentos, e nos alerta sobre os mesmos, para que saibamos se os pensamentos são bons ou se são reprováveis. É pela guarda dos mandamentos que vivemos, ou seja, obedecendo-a, tendo-a no coração, não pecaremos. Como já devemos saber, a lei tem por objetivo nos prevenir de pecar, mas não tem por objetivo nos livrar de algum pecado cometido, pois nesse caso entra a graça em ação. Se pecarmos, a lei assume uma posição de nos indicar outro caminho para vivermos, isto é, nos indica JESUS para que por Ele sejamos perdoados. A lei que nos indica JESUS como nosso substituto na morte é a lei cerimonial. Ela foi criada para ajudar as pessoas a verem em JESUS o Salvador do mundo.

“O sincero indagador da verdade não alega ignorância da lei como desculpa para a transgressão. A luz estava ao seu alcance. A Palavra de Deus é clara, e Cristo lhe manda examinar as Escrituras. Ele reverencia a lei de Deus como santa, justa e boa, e se arrepende de sua transgressão. Alega, pela fé, o sangue expiador de Cristo, e apodera-se da promessa de perdão. Seu batismo anterior não o satisfaz agora. Viu-se pecador, condenado pela lei de Deus. Experimentou novamente a morte para o pecado, e deseja ser de novo sepultado com Cristo no batismo, para que possa ressurgir para andar em novidade de vida” (Evangelismo, 372).

 

  1. Terça: Lutando contra a tentação

Vamos direto ao ponto: quando sobrevier a tentação, o que devemos logo fazer, para vencer? Devemos fazer o que um percentual pequeno de crentes faz: orar. É nesse momento que mais devemos nos aproximar de nosso Salvador. Mas há pelo menos três entraves que dificultam a oração em ocasião de maior necessidade, em se tratando de tentação. Um entrave é que nós, todos, gostamos daquilo em que somos tentados. O inimigo, satanás, não nos tenta em coisas que não são desejáveis a nós, somente naquilo em que caímos facilmente, porque nos agrada. Por essa razão, em vez de nos socorrermos em DEUS, o que fazemos é nos deliciar com a oferta de satanás.

O segundo motivo porque não recorremos a DEUS é que nessas ocasiões ficamos tão extasiados com a tentação que esquecemos de recorrer a DEUS. É como quando um vigarista passa a conversa numa pessoa com o conto do bilhete premiado. A pessoa, afetada em sua ganância, fica tão desejosa de ter o valor do bilhete que compra algo que não vale nada. Só mais tarde, quando tudo se esclarece, é que ela cai na realidade. Os cristãos também têm o mesmo problema, em se tratando de tentação e pecado.

O terceiro motivo, porque muitas vezes não oramos, é que temos vergonha, pois teríamos que orar bem na hora de uma deliciosa tentação, coisa que sabemos que DEUS não aprova. Afinal, gostamos de pecar; aliás, como diz a lição, muitas vezes até encontramos explicações para o pecado, racionalizamos imaginando que às vezes esse pecado em específico, até contribui para o bem. Vou dar um exemplo de algo assim. Um irmão da igreja separou-se de sua esposa, pois ele já estava interessado outra mulher, amiga de trabalho. Ele dizia assim: não vou sair da igreja, minha fé não foi abalada. Por mais que tentasse ajudar esse irmão, pois visitei o casal, e outros também fizeram o mesmo, ele não se deixava persuadir, achava que estava fazendo a coisa mais certa possível. Dizia mais: o amor se revelou em seus corações. Deixou sua esposa e filha, e foi-se com a outra mulher, cheio de alegria. Infelizmente morreu nessa situação.

Uma das tentações mais avassaladoras de todos os tempos, que satanás reforçou para esses dias finais, é a sedução. Mulheres seduzem os homens, homens seduzem as mulheres, e sempre tem que ser alguém casado, para destroçar o casamento. Os homens acham que tem o direito de vez por outra, experimentar outra mulher. E mulheres pensam da mesma maneira. No entanto, quando um casal se ama de verdade, como é o caso de minha esposa e eu, nada mais interessa, a não ser, um querer agradar o outro. O que cimenta uma relação, que a torna indestrutível, é a presença de DEUS no lar, por meio de cultos domésticos, de obediência à Sua vontade, de atividades na igreja, e assim por diante.

 

  1. Quarta: “Não furtarás”

O livro de provérbios não trata de todos os tipos de pecados que existem, porém, os exemplos que utiliza certamente servem para ilustrar a todos. Hoje estudamos sobre o furto. Furtar é tirar algum bem pertencente a outra pessoa sem o uso de força, ameaça ou constrangimento. O furto acontece na ausência do dono do bem, já o roubo ocorre quando o dono daquilo que vai ser subtraído está presente, e mesmo assim, o ladrão tira dele, às vezes, utilizando algum tipo de ameaça, ou até matando.

Os dois versos de Provérbios que a lição destaca, tratam do furto por parte de alguém que estava necessitando para saciar a fome. Mesmo assim, não é lícito furtar, muito menos roubar. Trata-se de um pobre, que sente fome, e furta algum alimento para se alimentar. Ele vai ter que devolver. No caso, conforme o costume da época, teria que devolver uma quantidade sete vezes maior. Hoje ele iria preso.

Quanto aos pobres, nós os que temos o suficiente, devemos cuidar para que eles não se sintam compelidos ao furto, por causa das necessidades prementes. Já vi na televisão uma mãe que entrou num supermercado para furtar leite para seu filho. Ele estava com fome, e ela, no desespero, fez isso. Foi pega, e ficou três meses presa. Nesse caso, penso que ela deveria ser aconselhada e ajudada, e pagar de forma diferente por seu ato ilícito. Seria injusto não fazer nada com ela, mas também é injusto diante de grandes ladrões e criminosos de colarinho branco que andam soltos, e que se tornaram muito ricos roubando, e por isso, podem se defender contratando bons advogados. Aliás, esse é um mundo injusto e cruel, especialmente com os desfavorecidos, mas que favorece os criminosos que se tornaram poderosos.

Vamos aprofundar. Quando ocorre um caso desses, não só quem furta tem culpa, mas a sociedade também. Pois, faltaram políticas públicas para tratar dessas situações em tempo, faltou solidariedade por parte de cidadãos para socorrer alguém em necessidade, faltou sensibilidade por parte da autoridade sobre como cuidar desse tipo de fato e faltam leis adequadas para resolver em definitivo casos assim. A necessidade do pobre é um problema que desafia a muitos, antes que ele entre em colapso. Porém, mesmo assim, nada justifica que ele furte.

A análise acima nos leva a outra situação, não mais do pobre, mas daquele que contemporize com o pecado. Agora nos referimos àqueles pecados que são pequenos, desprezíveis ou ocultos. Há casos, talvez todos conheçamos alguns, de pessoas que aparentemente são verdadeiramente honradas, perfeitos cidadãos de bem, respeitados por todos por sua reputação. Mas algumas dessas pessoas tem pecados acariciados, que só elas e DEUS conhecem, mais ninguém. Tais pessoas muitas vezes levam seu segredo até o túmulo, e dali, para a eternidade, obviamente, na morte eterna. Noutras situações, por algum descuido, o segredo se torna público, e a pessoa fica desmoralizada. Diante de DEUS ela já estava em débito, porém, diante dos seres humanos, que não conhecem as mentes humanas, disfarçava bem. Para ilustrar, conto o caso de um senador dos Estados Unidos da América, idoso, e de elevada reputação, com uma carreira política elogiável. Seu conceito caiu em poucos minutos, quando contava a outro colega, na tribuna, suas aventuras sexuais com menores. Esse outro praticava a mesma coisa. Porém, um deles esqueceu o microfone ligado, e tudo estava sendo transmitido. Completamente desmoralizado, sob deboches, ele mesmo pediu demissão e foi-se embora, para o ostracismo. O outro não sei o que fez.

Temos sempre que lembrar que nosso DEUS é perfeito, e que sabe tudo. Podemos esconder de todos, mas não de DEUS. Felizmente, Ele tem essa capacidade, por isso é um Rei competente ao nível da perfeição. Na verdade devemos obedecer a todos os mandamentos de DEUS, pois, deixar um item de lado, leva ao costume de negligenciar um pouco que seja, e essa negligência conduz a um relaxamento cada vez maior, em outras frentes da fidelidade a DEUS. Com o tempo, o mau costume se torna hábito, e a pessoa não consegue mais entender a diferença entre certos pecados e o que é correto.

 

  1. Quinta: A ameaça de morte

Atenção, não se brinca com o sentimento. Uma vez que ele se manifesta, fica difícil vencê-lo. Não se pode deixar que ele domine. Aliás, não se pode deixar que ele, após se manifestar, continue se firmando na mente, pois logo passa a dominar. O sentimento cria sensações agradáveis, sejam elas lícitas ou ilícitas. Ele toma o controle do bem-estar mental e vai criando sensações boas que não iremos facilmente desejar nos livrar deles. É importante que deixemos que o sentimento nos domine com o que DEUS aprova, pois assim, a vida será boa e a doença fugirá de nós.

Vamos a um exemplo, dentro do assunto de hoje. Suponha uma pessoa fiel a CRISTO, na igreja, não importa se homem ou mulher. Com essa pessoa, perto, trabalha outra, muito simpática, porém, que não segue os princípios da igreja, nem mesmo pertence a essa igreja. Essa pessoa lança olhares simpáticos ao nosso personagem, e primariamente surgem sentimentos de amizade além do natural. É nesse momento que o processo deve ser cortado, e não apenas por vontade própria, mas pedindo ajuda do poder de DEUS. Já afirmamos acima, com sentimento não se brinca, ele tende a ser mais poderoso que nossa capacidade de dominá-lo. Mas se isso não for feito, em qualquer dia a oportunidade se apresenta repentinamente, e de modo sedutor. Poderia acontecer de os dois se acharem sós num ambiente isolado, e o olhar é adicionado de um sorriso interessante. Isso faz bem ao outro, que esquece de seu cônjuge, de seus princípios e de sua fidelidade a DEUS, ao contrário de como José do Egito conduziu as seduções sobre ele. Sempre ele lembrava de sua fidelidade a DEUS, e logo se socorria nEle.

Pois bem, não precisamos mais nos delongar na imaginação, apenas dizendo que pensamentos sedutores e sensuais farão grande pressão para apartar outros pensamentos mais racionais e orientados por bons princípios da mente. A tendência pode ser apenas um jantar de amizade, porém, a porta foi aberta para uma trajetória que pode levar a grande desastre, como é o caso de milhares de pessoas.

De uma coisa podemos ter certeza: todos já tiveram essa experiência em sua fase inicial. Porém, felizmente, muitos, se apegaram a DEUS logo no início, e a tentação não pôde avançar para além dessa fase inicial. Se vencermos logo no início, criaremos uma experiência de poder com DEUS que, ao longo do tempo, seremos blindados contra o inimigo. Mas se dermos permissão, se não pedirmos poder do alto, aquela mulher, ou aquele homem, simpáticos e atraentes, porém guiados por satanás, nos levarão diretamente para o inferno, por uma caminhada que será a mais agradável possível. Só no final da experiência é que a crueldade dela se manifestará, quando já for tarde demais.

Nesses momentos, quando a sedução está ainda na fase inicial, não é tempo de pensar, não é tempo de refletir. Não resolve nada usarmos nossas próprias armas nesses momentos. Esse é, no entanto, tempo para levantarmos imediatamente, antes de tudo o mais que possa acontecer, uma oração ao nosso DEUS. Muitos agem assim, e essas pessoas são testemunhas de quão rápida é a resposta de DEUS. É uma questão de fração de segundo, e maravilhosamente a tentação evapora, simplesmente desaparece. Certamente mais tarde ela se manifestará outra vez, mas aí vai outra oração em direção ao trono de DEUS, e outra vez também ocorre a vitória. Assim deve ser até que essa tentação desista para sempre.

 

  1. Resumo e aplicação – Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

DEUS conquista as pessoas por meio da verdade. Satanás atrai e submete as pessoas por meio da sedução. Ele engana prometendo tudo aquilo que cada um de nós deseja ter, mas que está difícil de conseguir. Vai um exemplo, se alguém deseja ser famoso, isso é uma ambição perigosa, essa pessoa certamente terá algumas oportunidades na vida para que possa se tornar famosa. Ela será bem sucedida na vida, e por certo se arrependerá em qualquer dia desses de seu caminho, ou morrerá na desgraça. Satanás consegue satisfazer nossos maus desejos, é assim que ele controla nossa vida.

  • Quais os tópicos relevantes?

Qual é a maneira segura de se viver nesse mundo? Existe uma maneira segura de viver, e ela é mantendo comunhão com DEUS. Sei que DEUS é invisível a nós pecadores, e que não podemos conversar com Ele vendo-O e ouvindo-O, mas, pelo menos, podemos orar, e pena sensibilidade espiritual que vamos adquirindo, entender, por meio de Sua Palavra, a Bíblia, o que Ele quer de nós. É assim que saberemos como devemos viver todos os dias.

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

É vital que sigamos a lei de DEUS, obedecendo-a todos os dias, a cada momento. Devemos aprender de DEUS, e colocar em prática, imediatamente. Precisamos aprender a conviver com quem não vemos nem ouvimos, mas que sabemos que existe, é bom, e deseja o bem a nós.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Certamente devemos buscar aprender cada vez mais a respeito do conhecimento de DEUS. E isso quer dizer, devemos estudar todos os dias a nossa Bíblia e a lição da Escola Sabatina. Diria que isso é o mínimo, mas é bem importante que também leiamos os livros de EGW, bem como outros livros de bons autores.

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“”E a vida eterna é esta: que conheçam a Ti só por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” João 17:3. Estas palavras abrem os olhos de todos os que querem ver. O conhecimento de Deus é um conhecimento que não precisará ser deixado para trás quando findar o nosso tempo de graça, um conhecimento do mais duradouro benefício para o mundo e para nós individualmente. Por que, então, devemos pôr a Palavra de Deus em segundo plano, se ela é sabedoria para salvação? “Portanto, convém-nos atentar, com mais diligência, para as coisas que já temos ouvido, para que, em tempo algum, nos desviemos delas. Porque, se a palavra falada pelos anjos permaneceu firme, e toda a transgressão e desobediência recebeu a justa retribuição, como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação”? Heb. 2:1-3. Estamos negligenciando a nossa salvação se damos o lugar mais proeminente e a mais devota consideração a autores que têm apenas uma ideia confusa acerca do significado da religião, e se relegamos a Bíblia a uma posição secundária. Os que têm sido iluminados com referência à verdade para estes últimos dias não encontrarão instrução a respeito das coisas que sobrevirão a nosso mundo nos livros que geralmente são estudados hoje em dia; a Bíblia, porém, está repleta do conhecimento de Deus, e é apta a educar o estudante para a utilidade nesta vida e para a vida eterna” (Fundamentos da Educação Cristã, 404).

 

  1. Conclusão geral

“É tão fácil deixar-se levar pelos planos, métodos e costumes à maneira do mundo, sem dar mais atenção ao tempo em que vivemos, ou à grande obra a ser realizada, do que o fez o povo do tempo de Noé! Há constante perigo de que nossos educadores sigam os passos dos judeus, conformando-se com os costumes, as práticas e tradições não provindas de Deus. Com tenacidade e firmeza se apegam alguns aos velhos hábitos e ao amor de vários estudos não essenciais, como se sua salvação dependesse dessas coisas. Assim procedendo, desviam-se da obra especial de Deus, e dão aos alunos uma instrução deficiente e errônea. Os espíritos são desviados de um positivo “Assim diz o Senhor”, que envolve interesses eternos para teorias e ensinos humanos. A verdade infinita e eterna, a revelação de Deus, é explicada em face de interpretações humanas, quando unicamente o poder do Espírito Santo pode revelar as coisas espirituais. A sabedoria humana é loucura; pois lhe falta o todo das providências de Deus, que visam a vida eterna” (Testemunhos Seletos, v2, 423).

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

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Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p(Apoc. 15, 16) Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªpArmagedom Os chifres
A igreja verdadeira O decreto dominical O alfa e o ômega Como é fácil enganar!

 

 

estudado e escrito entre  05 e 11/12/2014

revisado por Jair Bezerra

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

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