Lição 4 – O chamado para o discipulado

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Segundo Trimestre de 2015

Tema geral do trimestre: O evangelho de Lucas

Lição 4 –  O chamado para o discipulado

Semana de  18 a 25 de abril

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar: “Dizia a todos: Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-Me” (Lucas 9:23).

 

Introdução de sábado à tarde

O estudo desta semana é altamente desafiador, e quem sabe, questionador de nossa cultura adventista. Por certo, a maioria de nós não entende o que significa ser seguidor de JESUS. O que esperamos sempre é que alguém dê uma ordem do que devemos fazer, e então, fazemos com dedicação. Isso até funciona, mas é limitado, pois não forma liderança. Ou seja, não forma pessoas com iniciativa baseada em ideias diferentes, inovadoras, criativas. Contudo, nesse caso, da inovação, é aí que devemos andar bem juntos a CRISTO, para que tais inovações não sejam meras adaptações dos métodos e estratégias de satanás, cópias do que os outros fazem, por aí afora.

É por falta de capacidade de liderança que nós nos tornamos, em grande parte, ovelhas obedientes, mas numa obediência cega, não racional. Nunca JESUS quis tal coisa. Ele desafiava Seus discípulos a irem para ensinar. Dava algumas instruções básicas, e lhes disse que orassem bastante para terem poder. O que isso quer dizer? Que aprendam a se virar por conta própria, sempre tendo o instrumento da oração por perto. Isso não quer dizer que JESUS lhes tenha dado uma fórmula de como fazer tudo, mas sim, que eles fossem capazes de desenvolver ideias criativas, em estado contínuo de oração. Foi assim que, por exemplo, Paulo se tornou um grande missionário. Foi assim que ele, em Atenas, resolveu exaltar o deus desconhecido, aproveitando a deixa para aplicar ao DEUS que ele proclamava.

Ser fiel a DEUS não é deixar de sermos criativos, porém, pelo contrário, sermos muito criativos, inventivos e inovadores. Mas devemos ser capazes de fazer isso de acordo com as diretrizes divinas, e isso, de fato, não somos capazes, pois somos pecadores. Portanto, precisamos estar sempre ligados a nosso Senhor. Entendam, ligados não para que Ele nos diga cada passo que devemos dar, mas para que nos capacite a tomarmos decisões acertadas, com base no que Ele vai nos ensinando. Isso, por certo, Ellen White quis dizer com “vivifica-lhes todas as faculdades.”

 

  1. Primeiro dia: Pescadores de homens

Como foi a história da pesca maravilhosa? Os admiradores de JESUS haviam pescado a noite toda, e não pegaram sequer um peixe. Tornando-se dia, retornaram e JESUS foi pregar ao povo, de dentro de um dos dois barcos. Os pescadores ouviam JESUS falando enquanto lavavam as redes, provavelmente de algum tipo de sisal, ou seja, bem rústicas. Terminando suas instruções, JESUS pediu aos pescadores que se fizessem ao lago da Galileia e pescassem alguns peixes. Essa ordem era contraditória, pois os peixes, ali, se pescavam de noite, não de dia. Porém, JESUS já havia conquistado credibilidade por parte dos pescadores, em especial de Pedro, que era líder entre eles. Ele já realizara muitos milagres, e a Sua palavra era poderosa e respeitada. Pedro sabia muito bem da incoerência de pescar de dia, sendo que nada haviam conseguido à noite. Porém, disse, que mesmo não havendo conseguido nada de noite, sob a palavra de JESUS, isto é, pelo Seu mandado, obedeceriam. JESUS estava por ensinar algo importante àqueles pescadores.

Se fizeram ao largo, e lançaram as redes pela primeira vez. E também as lançaram uma única vez. Aconteceu algo inédito: as redes se encheram com tantos peixes que pediram auxílio do outro barco, e encheram os dois barcos a ponto de quase ambos afundarem. Ficaram espantados com o resultado. Algo incrível havia acontecido. Pedro percebeu logo o poder de JESUS, acima do que até então havia imaginado. Ele percebeu que ali estava um ser Divino, como mais tarde diria, que JESUS era o Filho de DEUS. Agora entendeu quem era aquele homem. Atemorizado, respeitoso, ele disse a JESUS, que Se afastasse dele, por que era pecador (Luc. 5:8). Pedro se viu diante da divindade, e compreendeu condição de pecador, diante de DEUS.

Então é que JESUS chegou ao ponto pretendido. Disse a Pedro que não temesse, que daquele dia em diante o faria pescador de homens. Aqueles rudes homens tiraram os barcos da água, e deixaram da profissão de pescadores e seguiram a JESUS.

O que aprendemos disso? Homens humildes, mas sinceros e crentes, podem ser transformados por DEUS para qualquer atividade que Ele queira seja feita. Assim como JESUS foi capaz de providenciar uma pesca em horário inadequado, Ele também é capaz de fazer com que seres humanos sejam convertidos em servos de DEUS, para serem salvos de seus pecados. Ele tem poder para fazer progredir o nosso trabalho de salvação. O ESPÍRITO SANTO age junto, e cria as condições favoráveis. No Pentecostes, e desse dia em diante, a palavra de JESUS, de fazê-los pescadores de homens, em grande quantidade, passou a se tornar realidade. Foi o derramamento do poder da chuva temporã, assim como bem logo teremos o derramamento da chuva serôdia.

 

  1. Segunda: A escolha dos Doze

Havia muitos discípulos seguindo JESUS. Queriam aprender dEle, estar com Ele em Seu reino. Mas havia um trabalho para ser feito por pessoas que deviam ser mais que discípulos: pessoas escolhidas a dedo, pelo próprio JESUS. Eles deveriam ser os pilares da igreja de JESUS, na Terra. Essa escolha especial não significava que devessem ser pessoas já preparadas pela educação formal terrestre, que dá diplomas, e só reconhece os diplomados. JESUS estava por formar autodidatas, pessoas transformadas, capazes de serem utilizadas pelo poder do ESPÍRITO SANTO, para fazerem um trabalho que simples mortais sem o poder do alto jamais fariam. Ele precisava escolher pessoas simples e humildes, como as crianças, pois estas seriam capazes de uma mudança em seus critérios de pensamento. E perceba que mesmo para esses escolhidos não foi fácil mudar suas ideias.

Para ser apóstolo não é algo que vem da vontade do ser humano. Isso é uma escolha de JESUS. Houve no mundo apenas 14 apóstolos. Um deles, se perdeu, foi Judas, que foi substituído, e outro apóstolo foi escolhido tardiamente, foi Saulo, depois Paulo. Veja que JESUS escolheu homens iletrados, mas esse não era o critério, deviam ser homens possíveis de serem transformados. Bem que Ele poderia ter escolhido homens cultos, bem educado formalmente, e inclusive ricos. Porém, podemos ter certeza, não havia alguém com essas condições que também estivesse disposto de ser transformado pelo poder do ESPÍRITO SANTO. No entanto, por exemplo, Paulo foi um homem culto, educado no rigor dos ensinos judaicos, e foi escolhido por JESUS, para ser o apóstolo para os gentios.

O apóstolo precisa abandonar tudo (leia em Lucas 6:12 a 16 e 9:1 a 6), isto é, para seguir a JESUS, deve se desvencilhar de tudo no mundo, e viver pela fé. Só esses treze (que restaram como apóstolos) tiveram essa oportunidade especial, exceto outras pessoas, que foram profetas, que também se dedicavam em grande medida a JESUS, porém, não precisavam abandonar tudo, como foi o caso de Daniel. Mas uma coisa é correta: seja quando há a escolha para ser apóstolo, para ser profeta ou para ser um obreiro na causa de JESUS, sempre Ele providencia a capacitação para que a tarefa seja bem realizada. É óbvio, JESUS não escolheria, por exemplo, pescadores, para saírem pregando por aí, fazendo um trabalho vergonhoso, sem competência e sem convicção. Esses homens, incompetentes, antes de saírem a pregar, receberam o poder do alto, e fizeram seu trabalho com competência admirável. O dom do poder do ESPÍRITO SANTO não é exclusivo para apóstolos, ou para profetas, mas a todo aquele que se sentir chamado, pois DEUS de fato chama a todos para ocupar uma vaga no trabalho de evangelização.

 

  1. Terça: Comissionando os apóstolos

O que é comissionar? É dar uma incumbência, uma delegação, uma responsabilidade, um encargo, coisas assim, a alguém. Uma pessoa comissionada recebeu uma responsabilidade importante e espera-se dela que apresente resultados por meio de seu trabalho.

DEUS quando convida e comissiona, não deixa a pessoa por conta própria. Ele providencia a capacitação para que a pessoa se desincumba com eficácia, isto é, sabendo o que deve fazer, fazendo certo e apresentado bons resultados. Para tanto, DEUS também providencia poder à pessoa: assim, ela não só saberá o que e como fazer, mas também terá as condições para se sair bem.

A lição apresenta um processo de três providências por parte de JESUS, para o comissionamento dos apóstolos. Em primeiro lugar, Ele os reuniu, isto é, tornou-os uma equipe onde cada um colabora com os demais para a tarefa. E Ele, JESUS, era o líder deles.

Aqui é importante falar um pouco sobre o estilo de liderança de JESUS. Apenas em nossos dias esse estilo de liderança está se tornando numa prática reconhecida cientificamente. JESUS usava o método da problematização, ou seja, encontra-se um problema, e eles existem em grande quantidade, e busca-se resolvê-lo. Como funciona isso? Nas universidades, em poucas palavras, os alunos vão em busca de um problema para resolver, e depois estudam a teoria relacionada a esse problema. Só então, se debruçam para planejar a solução, e depois vão lá e tratam de resolver. Ainda depois, eles trocam ideias e experiências com os outros grupos, que escolheram outros tipos de problemas. Eles aprendem a buscar soluções.

Como JESUS fazia? Ele deixava, por exemplo, que Seus discípulos enfrentassem, sozinhos, um endemoninhado. Não conseguiam expulsar, então Ele aparecia, e expulsava. Daí os discípulos perguntavam porque eles não conseguiram, e JESUS explicava, e eles absorviam o conhecimento, pois sentiam a necessidade de saber. Foi assim que JESUS, em alguns anos, transformou ignorantes pescadores em grandes pregadores, missionários e líderes, pilares iniciais da igreja de CRISTO na Terra.

Em segundo lugar, JESUS lhes dava a autoridade e o poder. Eles tinham o direito e a capacidade de fazer milagres, ou melhor, o poder divino fazia milagres por meio deles. Então, em terceiro lugar, JESUS os enviava para irem pregar e enfrentar as situações. Foi assim que Ele formou aqueles 70, em duplas, que voltaram entusiasmados com os resultados de seu trabalho. Mas, o efeito dos ensinamentos de JESUS foram sentidos, em sua verdadeira extensão, do Pentecostes em diante, quando eles realmente se entregaram por inteiro a JESUS.

 

  1. Quarta: O envio dos Setenta

“Durante Seu ministério, Jesus tinha conservado constantemente perante os discípulos o fato de que eles deviam ser um com Ele em Sua obra de recuperação do mundo da escravidão do pecado. Quando Ele enviou os doze, e depois os setenta, para proclamarem o reino de Deus, estava-lhes ensinando o dever de repartir com outros o que lhes havia dado a conhecer. Em toda a Sua obra Ele os estava preparando para trabalho individual, que devia ser expandido à medida que seu número aumentasse, e finalmente alcançar os confins da Terra. A última lição que deu a Seus seguidores foi que lhes tinham sido confiadas as boas novas de salvação para o mundo” (Atos dos Apóstolos, 32).

O envio de missionários a outros lugares é uma estratégia da pregação do evangelho. JESUS enviava grupos de pessoas: assim Ele as estava qualificando para o trabalho de evangelização do mundo todo. O grupo dos 70 que Ele enviou, de dois em dois, foi e percebeu o que não sabia. Eles se surpreenderam a ponto de se emocionarem, pois voltaram sorridentes e radiantes, relatando que até os demônios se submetiam a eles. Eles receberam autoridade e poder do alto, coisa que ainda não haviam experimentado.

O que foi que aconteceu com o trabalho desse grupo de pessoas? Eles foram em nome de JESUS, portanto, possuíam o poder do alto. Já estavam recebendo, antecipadamente, algo do poder do ESPÍRITO SANTO, que seria concedido em grande medida, no Pentecostes. Não era deles o poder e a autoridade, porém, como instrumentos de DEUS, como Seus embaixadores, recebiam esses dons para operar com resultados superiores.

Explicamos melhor, por que recebiam poder e autoridade, pois essas duas palavras significam coisas diferentes. Autoridade é o direito legal de fazer algo. Por exemplo, um pastor tem autoridade de batizar, de realizar casamentos. Aqueles discípulos tinham o direito de pregar em nome de JESUS; essa autoridade eles receberam. E poder, é a capacidade de fazer alguma coisa. Por exemplo, os discípulos receberam poder para expulsar demônios, para curar doenças, etc. No Pentecostes, por exemplo, receberam poder para falar em outras línguas. Pois bem, só recebe poder quem também recebeu autoridade, ou seja, tudo deve ser feito em nome de JESUS.

Assim será em nossos dias finais. Receberemos a autoridade para falar em nome de JESUS, para isso, devemos nos entregar a Ele, e receberemos, então, poder para realizar maravilhas e sinais de demonstração de que estamos com DEUS.

 

  1. Quinta: O custo do discipulado

O estudo de hoje é o centro de todo trimestre. Assim entendi. Em resumo, vemos aqui o significado de ser discípulo de JESUS, e suas consequências na Terra, e na eternidade. Aqui tem um custo alto, o de renunciar o meu modo de ser, para só então, ser como JESUS.

Como bem diz a lição, seu autor, não é só JESUS que adotou o sistema de discipulado. Outros também o fizeram. Esse sistema hoje já não existe, do modo como era nos tempos antigos, ou seja, um mestre e um grupo de estudantes que aprendiam dele quase tudo o que sabia, e depois se desligavam, para seguir sua vida, baseada naqueles ensinos. Hoje esse seria um sistema muito caro. Além disso, temos hoje muitos recursos, como livros, bibliotecas, muitos cursos superiores, internet, etc., para a formação das mentes das pessoas.

Mas havia uma diferença entre o discipulado dos mestres seculares e o de JESUS. Todos sabem que aqueles mestres ensinavam o seu conhecimento aos discípulos. Isso JESUS também fazia. Porém, o conteúdo dos ensinos já era diferente. Os mestres seculares ensinavam suas próprias teorias, ou as que eles aprenderam de outros mestres, e se tratava de teorias humanas, bem como da filosofia humana. O que faziam intensamente, era o estudo dessas filosofias e intenso debate, para se aprofundarem. Aqui há uma diferença radical entre esses mestres e JESUS, que ensinava sobre a Bíblia, os escritos disponíveis. A Bíblia não é um compêndio elaborado por pensamentos humanos. Se bem que foram homens que a escreveram, eles foram inspirados por DEUS, o conteúdo tem origem divina. Chama-se “verdade”, ou seja, nunca muda, pois não tem necessidade de mudança; é a verdade sobre o assunto de que trata, portanto, é a palavra definitiva. JESUS não ensinou conhecimento dEle, como ser humano, mas conhecimento dEle como DEUS, que era desde a eternidade. Isso faz uma grande diferença com os mestres seculares.

Mas há outra diferença, identificada pela lição, e que é ainda mais significativa. Nenhum mestre secular pode dizer: faça como eu faço. Nenhum ser humano tem credibilidade de dizer: “siga meu exemplo”. O que podemos dizer é: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. Ou seja, meus ensinos podem até ser bons, portanto, considere-os. Mas meu exemplo provavelmente, em muitos aspectos, pode ser negativo.

Vou dar um exemplo, de um professor, que vi no noticiário há algum tempo atrás. Ele era muito querido pelos alunos. E ensinava bem, obtinha bons resultados em sua matéria. porém, era tarado sexual, e agia com tanta competência que nunca era denunciado, até que um dia isso aconteceu, e a sua segunda identidade emergiu. Ou seja, parecia ser um bom professor.

Assim será quando chegarmos ao Céu. Vamos nos surpreender como homens e mulheres, que pareciam excelentes pessoas e excelentes cristãos, não foram salvas. Nelas havia algo escondido, que só elas e DEUS sabiam, pois em muitos casos pessoas conseguem fingir até o fina de suas vidas.

Mas no discipulado de JESUS, a orientação mais importante é, deixe de ser você (pois é um pecador) e seja como Eu (que sou um ser humano, mas não um pecador). Esse é o ponto central do discipulado com JESUS. Ou seja, siga Meus ensinamentos e siga também Meu exemplo de vida. Era o que JESUS quis dizer ao falar: “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-Me” (Lucas 9:23). É, portanto, seguir JESUS, pelo que Ele ensinou e pelo que Ele fez.

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

O discipulado requer duas providências relevantes: seguir os ensinos de JESUS, e agir como Ele agiu, ou agiria, se fosse humano em nosso tempo.

Isso pode requerer renúncia do nosso modo de ser para, só então, sermos como JESUS. Ou seja, devemos ser radicais aqui: morrer para nossa velha natureza e viver em uma nova natureza. Isto só será possível por meio da nossa entrega a JESUS, todos os dias, e sermos transformados pelo poder do alto, todos os dias.

A morte para o eu significa abandono de nossos costumes mundanos. Sem essa morte, o ESPÍRITO SANTO não irá agir em nossa vida. É isso que JESUS quis dizer com: “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-Me.”

  • Quais os tópicos relevantes?

O mais importante a um discípulo é seguir a JESUS. Aliás, é o que fazem todos os seres de outros planetas, onde o pecado não entrou. Assim também agem os anjos. A diferença para o nosso caso é que precisamos ser transformados para O seguirmos em espírito e em verdade, ou seja, seguirmos 100%.

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

Só um discípulo recebe autoridade e poder do alto. DEUS jamais iria denegrir Seu santo nome, por meio de mau exemplo de vida, de um suposto seguidor, dando-lhe legítimo poder do alto. Imagine, por exemplo, um pregador poderoso que faz milagres em nome de JESUS, mas que ao mesmo tempo é corrupto. Isso jamais acontecerá, pois, pelas obras conheceremos quem é de quem.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Todos os dias, tomar a nossa cruz, e seguir a JESUS. Carregar a cruz de JESUS, quer dizer obedecer os mandamentos dEle, e servir em Sua causa, assim como Ele viveu. Ora, esses mandamentos não são penosos, o fardo de JESUS é leve.

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“Jesus declara ser leve o jugo que tens receio de colocar sobre ti por temeres que te calejará. A carga que não ousas tocar é leve. Tudo quanto é solicitado de tua parte é lançar mão dela resolutamente e a verás como um apoio e não como um pesado fardo. Essa cruz que te parece um instrumento tão inconveniente de levantar, que parece tão pesada para ser erguida, quando alegremente lançares mão dela e a ergueres, ela te erguerá e será um apoio e força para ti” (Olhando Para o Alto, MM 1983, 370).

“Quando tomamos em nossas mãos o manejo das coisas com que temos de lidar, e confiamos em nossa própria sabedoria quanto ao êxito, chamamos sobre nós um fardo que Deus não nos deu, e estamos a levá-lo sem Sua ajuda. Estamos tomando sobre nós mesmos a responsabilidade que pertence a Deus, pondo-nos, na verdade, assim, em Seu lugar. Podemos bem ter ansiedade e antecipar perigos e perdas; pois isto é certo sobrevir-nos. Mas quando deveras acreditamos que Deus nos ama, e nos quer fazer bem, cessamos de afligir-nos a respeito do futuro. Confiaremos em Deus assim como uma criança confia em um amoroso pai. Então desaparecerão nossas turbações e tormentos; pois nossa vontade fundir-se-á com a vontade de Deus” (O Maior Discurso de CRISTO, 100 e 101).

“Se buscardes o Senhor e vos converterdes cada dia; se, por vossa própria escolha espiritual, fordes livres e felizes em Deus; se, com satisfeito consentimento do coração a Seu gracioso convite, vierdes e tomardes o jugo de Cristo – o jugo da obediência e do serviço – todas as vossas murmurações emudecerão, remover-se-ão todas as vossas dificuldades, todos os desconcertantes problemas que ora vos defrontam se resolverão” (O Maior Discurso de CRISTO, 101).

 

  1. Conclusão geral

A fórmula é simples e prática. Todos podem fazer; está facilmente ao alcance. É a entrega diária e a obediência.

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira O decreto dominical O alfa e o ômega Como é fácil enganar!

 

 

estudado e escrito entre  13/03 e 19/03/2015

revisado por Jair Bezerra

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

 

 

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