Lição 4 – Repreensão e represália

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Quarto Trimestre de 2015

Tema geral do trimestre: Jeremias

Lição 4 – Repreensão e represália

Semana de  17 a 24 de outubro

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar:Cura-me, Senhor, e serei curado, salva-me, e serei salvo; porque Tu és o meu louvor! (Jer. 17:14).

 

Introdução de sábado à tarde

O ser humano é na maioria das vezes incoerente em seu comportamento comparando com a Bíblia. Segue seus desejos e não os da sabedoria, ou, de DEUS. A palavra de um profeta é uma palavra sábia, pois vem da parte de DEUS. Ela não poderia ser questionada, senão por outro ser mais inteligente que o próprio DEUS. E esse ser não existe.

Mas o ser humano, um resquício de inteligência e sabedoria do que fora na criação, ousa não somente questionar a DEUS, como até desobedece-Lo. Diz Ellen G White: “Foram necessários mais de dois mil anos de delitos e de condescendência com as paixões inferiores para trazer sobre a humanidade enfermidades físicas em grande escala. Se Adão, ao ser criado, não houvesse sido dotado de vinte vezes maior vitalidade do que os homens possuem agora, a humanidade, com seus presentes métodos de vida que constituem uma violação da lei natural, já estaria extinta. Por ocasião do primeiro advento de Cristo, o gênero humano degenerara tão rapidamente que um acúmulo de doenças pesava sobre aquela geração, suscitando uma torrente de aflição e uma carga de sofrimento indescritível” (Conselhos sobre educação, 8 e 9, grifos acrescentados). Nós, que degeneramos mais de 60 séculos após a criação, hoje, não temos direito algum de questionar a DEUS e por conta própria, achar que Ele deve concordar conosco. Assim é em relação ao comportamento; às atitudes; com a moda; com a música de louvor e outras músicas; com a alimentação; quanto a nossas relações com outras pessoas; quanto ao uso do poder; quanto nossa competência profissional; com relação a como realizar ações missionárias, etc.

Eles, do tempo de Jeremias, foram incoerentes com relação a palavra de Jeremias, e se deram mal. A pergunta de reflexão, hoje, é: somos coerentes com relação a todas instruções da Bíblia e de EGW?

 

  1. Primeiro dia: Duas maneiras

Em termos de futuro, há só dois caminhos: ou segue JESUS, e vive, ou se mantém rebelde contra JESUS, e morre. Não há outra alternativa. Podemos até nos manter neutros em relação a essa escolha, e essa neutralidade em si já é uma escolha, a da rebeldia.

Os seres humanos tem um costume, que vem de sua fraca condição humana, resultante da degeneração dos seres humanos em razão da ação do pecado. Eles seguem outros seres humanos, em especial, gente de poder. Senão vejamos, por exemplo, o quanto os jovens, se apegam a artistas, cantores, jogadores, etc., e os idolatram. O quanto pessoas milhões de pessoas, se apegam a partidos políticos em razão de um homem ou mulher, que um dia foi líder, e em seu nome se fundou tal partido. Ou, o quanto outros seguem líderes fortes, e quase os veneram. São poucos exemplos, mas a realidade proporciona extensa lista de seguidores de outros seres humanos. Mas não há ser humano que não se engane, que não seja de alguma maneira mal intencionado, que seja totalmente confiável.

Primeiro os israelitas, depois os judeus, caíram por essa razão. Como costumo dizer, o povo parece que foi feito para ser enganado, pois gosta ou prefere ser enganado. Quando vem alguém com alguma novidade, seja na igreja, seja em qualquer lugar do mundo, o povo segue essa pessoa. E a tendência é seguir algum líder mau, não tanto um bom líder. Quero dizer, um mau líder consegue êxito em dominar o povo mais facilmente que um líder bom. Os judeus perderam tudo, o reino, o templo e a capital, por terem confiado em maus reis, e desconfiado nos profetas de DEUS. Assim, em vez de ouvirem Jeremias, seguiram o rei, que qualquer pessoas de bom senso poderia ver que era um idólatra, não um seguidor de DEUS. Lembrem que só há dois caminhos, ou com DEUS, ou contra Ele, portanto, não é difícil saber qual alternativa escolher. A nossa mente é enganosa, ela engana a nós e aos outros também.

“Nenhuma superioridade de classe, dignidade ou sabedoria humana, nenhuma posição em serviço sagrado, guardará os homens de sacrificar o princípio quando abandonados a seu próprio, enganoso coração. Aqueles que têm sido considerados como dignos e justos, demonstram-se cabeças de facção na apostasia, e exemplos na indiferença e no abuso das misericórdias de Deus. Ele não tolerará por mais tempo seu ímpio procedimento, e em Sua ira, trata-os sem misericórdia.

“É com relutância que o Senhor retira Sua presença daqueles que foram abençoados com grande luz, e que experimentaram o poder da Palavra em ministrar aos outros. Foram outrora servos fiéis, favorecidos com Sua presença e guia; dele se apartaram, porém, e induziram outros ao erro, e caem portanto no desagrado divino” (Testemunhos seletos, v2, 66 – 67).

DEUS tentou de todas as maneiras salvar os judeus da perda de seu reino, mas eles, seguindo seus corações, ou melhor, suas mentes, seguiram também aos maus reis, e se afastaram de DEUS. Foram pela via da degeneração, e se entregaram a satanás, por meio de sua idolatria. Para as pessoas cuja natureza é pecaminosa, a tendência, se não nos apegarmos a DEUS, é fazer a escolha errada. “Em todas as pessoas há uma tendência natural de ser mais sentimentais que práticas. Em vista desse fato, é importante que os pais, na educação dos filhos, lhes dirijam e eduquem a mente para amar a verdade, o dever e a abnegação, e para possuir nobre independência na escolha do que é direito, ainda que a maioria escolha estar errada” (Filhos e filhas de DEUS, MM 1956, 184).

 

  1. Segunda: O pecado de Judá

O que temos em nosso coração, isto é, em nossa mente? Há duas possibilidades: (a) o prazer em guardar seus mandamentos e estatutos ou; (b) um conjunto de pecados acariciados.

Essa foi a experiência de Judá. O povo gravou em suas mentes muitos pecados. Dentre eles, a idolatria, práticas de desonestidade e desobediência à lei de DEUS. É aí que entra Jeremias. Ele estava lá para levar a palavra de DEUS. Era uma palavra de repreensão direta, dura e contundente. DEUS conhecia os pecados deles, um por um. Ele tenta, respeitando a liberdade de consciência dos humanos, por meio do profeta, redirecionar a tendência da nação. As palavras de Jeremias eram duras, e não poderia ser diferente. A situação era desesperadora.

A situação da nação era semelhante ao das empresas dos dias de hoje, que se acham perto da falência. Dizem alguns estudiosos que nesses casos, uma possibilidade é fazer uma reengenharia organizacional. Isto é um conjunto de ações bem radicais que buscam salvar a empresa da falência. Estas empresas precisam ser submetidas a um remédio bem amargo, e mesmo assim, muitas vezes não evita o colapso. Em geral, o remédio resulta em demissões, em mudanças radicais nos processos de trabalho e outras providências assustadoras. É muito doído, e há resistência interna da maioria das pessoas. Mas a ação é necessária, ou a empresa vai mesmo falir.

Mais ou menos assim aconteceu com Judá. Ao longo dos séculos de desobediência acumularam a prática de muitos pecados. Para que mudassem o rumo, as repreensões de DEUS deveriam ser no mesmo nível do tamanho dos pecados e do tempo em que se instalaram. A situação era a seguinte: ou eles aceitam o remédio muito amargo, ou Babilônia vem e acaba com tudo. O remédio amargo nesse caso requeria que se arrependessem de seus muitos pecados acariciados, que aprenderam a amar intensamente.

Esse é o ponto amargo: em vez de amar a DEUS de todo o coração, e de obedecer-lhe também de todo o coração, isto é, da mente, nesse lugar, gravaram pecados nojentos e passaram a amar esses pecados. O remédio é amargo porque seu efeito deve fazer com que deixem de amar o mal e passem a amar o bem. Por que tal coisa é amarga? Porque lida com os desejos e atrativos das pessoas. Elas devem deixar daquilo que mais apreciam, e passem a apreciar exatamente o que detestam. As pessoas de Judá apreciavam a idolatria e detestavam obedecer a DEUS. Essa mudança, que se revela ser tão boa, no entanto, para quem aprendeu a amar o mal, detesta amar o bem. A tal ponto chega o entusiasmo pelo mal que se tais pessoas se salvassem, o céu para elas seria um lugar sem atrativos, e não gostariam de permanecer lá.

 

  1. Terça: A advertência para Jeremias

Continuando o assunto de ontem, a rejeição dos judeus chegou a tal ponto que queriam matar o profeta Jeremias. Quem queria mata-lo? Os seus patrícios da cidade de Anatote, sua cidade natal. Os falsos profetas deveriam ser mortos, mas porque matariam um profeta cujas profecias se cumpriam? Eles, como argumentamos ontem, não desejavam ouvir as advertências do profeta. Melhor, não desejavam ouvir a voz de DEUS. Eles estavam rejeitando a DEUS, não o profeta, que era apenas o Seu porta-voz.

Se bem que as mensagens do profeta fossem duras, a situação religiosa e política chegou a tal ponto que não havia mais argumento para mensagens mais brandas. “Jeremias não pôde ser impedido de falar as palavras que Deus lhe ordenara; e seu testemunho de tal maneira enfureceu o rei e os príncipes que o atiraram num poço asqueroso” (Atos dos apóstolos, 565).

Os judeus estavam em suas mentes dão apaixonados pelos seus pecados, gostavam tanto deles, que, quem ousasse falar algo contra suas práticas era visto como inimigo que devia ser banido. Assim aconteceu com JESUS. Na verdade Jeremias foi uma espécie de modelo do que aconteceria com JESUS. O grande Mestre veio para salvar a nação, e alertava para os pecados afim de salvá-los, porém, assim como fizeram com Jeremias, queriam matar JESUS, e de fato, o mataram. Jeremias prefigurava JESUS.

Uma reflexão vital: por que razão queriam matar, tanto Jeremias como JESUS? Por causa da contradição das advertências desses dois homens em relação ao que eles amavam. Daremos um exemplo, como ontem, sobre esse fenômeno contraditório. Quem não conhece um caso como este, de uma moça, que se encantou por um rapaz que seus pais e amigos aconselhavam não se casar com ele. Mas a paixão é tanta que ela odeia as pessoas que aconselha que se afaste dele. Há casos em que a moça se junta escondida dos pais. Depois vem a realidade. O rapaz, que parecia ser um anjo, não trabalha, é gastador, vive na folga e é possessivo, impondo restrições sobre sua esposa, e inclusive batendo nela. Mais uma que perdeu o direito de ser feliz por uma decisão que muitos viam como desastrosa, porém, que ela imaginava ser a máxima felicidade. Isso que aconteceu com os judeus, eles imaginavam que suas práticas eram boas, mas DEUS alertava que era o contrário, e se enfureceram contra o que DEUS dizia. Achavam-se mais entendidos que DEUS, e queriam matar seu profeta.

 

  1. Quarta: Uma queixa

Hoje, na minha humilde condição de membro leigo da igreja, vou ousar pensamentos diferentes do autor da lição. O profeta Jeremias se queixava bastante, pois não era teólogo, ou como um teólogo. Mas teólogos também falham, tal como os membros leigos. Ele queria que os maus fossem castigados, pois naqueles dias, desde o tempo de Manassés, o avó de Josias, não havia severo castigo sobre aqueles que praticavam maldades e até adoravam ídolos. Havia as ameaças desde Moisés, mas DEUS estava postergando, em razão de Sua misericórdia. Logo, sob o olhar de Jeremias, a situação não era correta, pois os maus prosperavam e iam bem, enriqueciam, e pareciam receber bênçãos de DEUS o tempo todo. Enquanto isso, os que viviam corretamente, ficavam parecendo sem bênçãos.

Hoje é assim também. Por exemplo, tivemos uma loja tempos atrás. Fechamos porque, como nos tempos de Jeremias, outros lojistas, que sonegavam, cresciam e arrancavam nossos clientes. Eles podiam vender por menos que nós. Não dava para competir. Lembro que orávamos pedindo a explicação, por que isso era assim. Porque, afinal, quem não é honesto prospera, e quem é, não consegue nem equilibrar. Minha esposa e eu entendemos bem Jeremias.  Mais uma pergunta que tivemos que fazer: porque nós tivemos que pagar uma multa ao governo sendo que os outros que sonegavam impostos, e nós nunca? Jeremias era humano, e tal como JESUS, entendia a situação: havia uma espécie de impunidade temporária, mas ele também percebia que a impunidade viria na forma de uma desastre dramático. Tudo isso era extremamente desconfortável, altamente preocupante.

Então Jeremias pedia a DEUS que punisse esses maus judeus, porque, afinal, nem todos era assim. Havia uns poucos, bem poucos, que sofriam com a situação. E Jeremias, homem inteligente, queria que o desfecho não fosse o fim da nação. Ele bem conhecia no que deu a rebeldia do Reino do Norte, Israel, que havia desaparecido para sempre. Isso precisava ser evitado.

Mais ainda, ele era profeta escolhido do Senhor. O próprio DEUS lhe havia revelado que quase todos seriam contra ele. Ele enfrentaria, sozinho, sem outro ser humano ao seu lado, senão a proteção prometida de DEUS. Os reis, os príncipes, os sacerdotes e a maciça maioria do povo estaria contra ele. Depois da primeira deportação feita pelo rei Nabucodonosor, parece que não restou mais nenhum aliado de Jeremias. Por exemplo, os bons Daniel e seus companheiros, já foram embora.

Jeremias tinha motivos para lamentar e para pedir a punição dos que estavam destruindo a nação por sua rebeldia. Também temos o mesmo direito, de pedir a DEUS exemplar punição para que se cumpra Apoc. 11:18, última linha.

 

 

 

  1. Quinta: Uma situação desesperadora

No estudo de hoje temos um retrato, talvez pálido, da situação espiritual do povo judeu. Resumindo, eles chegaram a tal ponto de degeneração pela idolatria e rebeldia que se tornaram incapazes de arrependimento. Pode alguém chegar a essa situação? Pois eles chegaram!

Deu-se uma seca severa. Os homens ricos mandavam seus servos pelos campos em busca de água. Esses retornavam sem notícia do precioso líquido. Quando falta água, tudo o mais que se tiver, não pode resolver o problema.

No Brasil estão prevendo que os próximos dois anos serão de mais calor do que esses últimos recentes. É possível que a escassez de água perdure por mais tempo. Se o ano de 2015 foi problemático, e se essa previsão se confirmar (espero sinceramente que não), então deixaremos de ter um problema, passaremos a ter uma situação dramática, com talvez gente morrendo de sede. O custo de saciar a sede um dia será alto demais para os pobres e talvez até para a sociedade. O que farão os verdadeiros cristãos nas grandes cidades nesse tempo?

Judá estava enfrentando um seca prolongada, isso depois do reinado de Josias. Os animais sofriam e abandonavam suas crias para morrerem de sede, e eles mesmos olhavam para o horizonte tentando farejar algo, ou buscando por alguma saída. O instinto dos animais não conseguia distinguir alguma solução. Estavam todos desesperados em busca de água.

Os seres humanos resolveram orar a DEUS. Clamaram, faziam sacrifícios, reuniam-se em grandes grupos. Os sacerdotes lideravam procissões e oferendas, mas nada de água. O que eles queriam é que voltasse a chover, e por isso oravam a DEUS, mas não abandonavam seus maus atos nem sua idolatria. Nem de longe estavam dispostos a mudar sua atitude, agarravam-se aos inúteis ídolos, e ainda esperavam pelo favor divino.

Chegaram a tal extremo de insensibilidade espiritual que DEUS proibiu Jeremias orar por eles (Jer. 14:11-16). Isso quer dizer que DEUS não os perdoaria por causa de suas orações e oferendas, apenas se houvesse arrependimento de verdade. Essa foi a situação a que chegou o povo de Judá, pela péssima liderança de seus reis e sacerdotes. É o poder dos líderes corruptos que produz tais resultados. O povo tem a tendência de seguir líderes humanos, sejam bons, sejam maus!

Mas aprendamos uma coisa dessa situação. A maioria do povo se corrompeu. Porém, pelos menos uns poucos do povo, como o próprio Jeremias, Daniel, e mais uns outros rapazes, permaneceram firmes ao lado de DEUS, mesmo sendo jovens com pouca experiência de vida. Esses poucos, mesmo sendo cativos no estrangeiro, decidiram manter-se firmes ao lado de DEUS. Diante de ameaças, como a da fornalha, da cova dos leões, do alimento, etc., não se deixavam vender para práticas não condizentes com a de bons servos de DEUS. Isso nos ensina que, mesmo nos dias finais, quando a igreja enfrentar grande sacudidura, quando a maioria irá trair a DEUS (como fizeram com JESUS), quando a maioria irá sair da igreja e perseguir os que ficarem firmes, assim como houve um remanescente entre os judeus também eu e você poderemos vencer nos mantendo fiéis a nosso Salvador.

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

Nem os líderes de Judá, nem o povo aceitava repreensões de DEUS. Tornaram-se tão distantes pelos contínuos pecados que viam tudo sob seus próprios critérios, não os de DEUS. A tal ponto chegaram eles que, nos tempos de JESUS, estavam dispostos a ensinar a DEUS como ser DEUS. A realidade é que eles se tornaram maus por natureza, absorveram o mal, e se tonaram integralmente muito maus. Por isso não conseguiam mais aceitar qualquer sugestão de mudança de vida.

A lição de sexta-feira debate sobre como entender a origem do mal. Poderíamos adicionar, perguntando: como entender a manutenção do mal? Afinal, como se poderia explicar que alguém se prejudica a si mesmo e não aceita que outro lhe ajude a sair de seu conjunto de erros. Por exemplo, imagine uma pessoa que cada dia se torna pior. Ela se dá mal com sua família, com seus colegas de trabalho. Ela fica doente por isso, está irritada e deprimida, e perde o emprego, endividando-se. Mas, mesmo assim, não aceita ajuda de quem quer fazer o bem a ela. Como se explica isso? É tentar justificar o erro, não há como fazer isso.

 

  • Quais os tópicos relevantes?

Jeremias viveu num contexto de contradições absurdas. Ele era servo de DEUS, sabia disso, e entendia a vontade de DEUS. Sabia que DEUS queria evitar o fim do povo judeu. Mas percebia que os líderes e o povo insistiam em permanecer no caminho do desastre. E não houve maneira de evitar a tragédia nacional. Assim está o mundo hoje, e muita gente dentro da igreja está agindo da mesma forma. Mas, como em todas as vezes anteriores, hoje também há lugar para os remanescentes.

 

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

A lição pergunta, na parte de sexta-feira: “Corremos o risco de ter com relação a ela [Ellen G. White] a mesma atitude que alguns [quase todos] tiveram para com o profeta Jeremias? A resposta é sim. Ela não vem sendo respeitada com relação a saúde, aos costumes de vida, ao respeito e reverência dentro da igreja, ao tamanho de muitas igrejas, quanto a música na igreja, a maneira de se fazer orações, a barulho na igreja, ao uso abusado do poder na igreja, etc.

 

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Se estivermos confortavelmente como está a maioria na igreja, cuidado! A história nos ensina que a posição correta sempre esteve com a minoria.

 

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“Ninguém será condenado por não fazer caso da luz e do conhecimento que nunca teve e não pôde obter. Muitos, porém, recusam obedecer à verdade que lhes é apresentada pelos embaixadores de Cristo, porque desejam acomodar-se ao padrão do mundo, e a luz que penetrou no seu entendimento, a luz que resplandeceu na alma, condená-los-á no juízo.

“Os que têm oportunidade de ouvir a verdade, mas não se esforçam para ouvi-la ou compreendê-la, pensando que, se não a ouvirem não serão responsáveis, serão considerados culpados perante Deus, como se a tivessem ouvido e rejeitado. Não haverá desculpa para os que preferem continuar no erro, quando poderiam compreender o que é verdade. Em Seus sofrimentos e morte, Jesus fez expiação por todos os pecados de ignorância, mas não foi tomada nenhuma providência para a cegueira voluntária.

“Não seremos considerados responsáveis pela luz que não atingiu nossa percepção, mas pela luz a que resistimos e que rejeitamos. Um homem não poderia compreender a verdade que nunca lhe foi apresentada, e não pode, portanto, ser condenado pela luz que nunca teve” (Eventos Finais, 217 e 218).

 

  1. Conclusão geral

“Se estamos esperando que a igreja inteira receba a chuva serôdia, jamais esse dia virá” (Leroy E. Frooom, A vinda do Consolador, 180).

“Ao avizinhar-se o fim da ceifa da Terra, uma especial concessão de graça espiritual é prometida a fim de preparar a igreja para a vinda do Filho do homem. Esse derramamento do Espírito é comparado com a queda da chuva serôdia; e é por esse poder adicional que os cristãos devem fazer as suas petições ao Senhor da seara “no tempo da chuva serôdia”. Em resposta, “o Senhor, que faz os relâmpagos, lhes dará chuveiro de água”. Zac. 10:1. “Ele… fará descer a chuva, a temporã e a serôdia, no primeiro mês.” Joel 2:23.” (Atos dos Apóstolos, 55)

 

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Lição em espanhol: www.escuela-sabatica.com/comentarios.html

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira Como é fácil enganar! As 4 primeiras pragas, enfoque econômico        

 

 

estudado e escrito entre:    11/09 a 17/09/2015

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

4 comments for “Lição 4 – Repreensão e represália

  1. Diana Pereira Marques
    outubro 20, 2015 at 7:17 am

    Seus comentários tem sido de muito valor,pois ajudam a esclarecer mais as lições.
    Muito obrigada pela grande colaboração no entendimento da Palavr de DEus.

  2. valeria xavier
    outubro 23, 2015 at 7:51 pm

    Adorei o estudo da lição , muito explicativo e interessante . obrigada e um ótimo sábado a todos .

  3. ONOFRE C. SOBRINHO
    outubro 24, 2015 at 8:13 am

    Caro professor, sou muito grato por ter seus comentários. Que Deus seja sempre contigo para te abençoar. Abraço

  4. outubro 24, 2015 at 2:13 pm

    Como sempre maravilhoso

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