Lição 6 – Atos simbólicos

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Quarto Trimestre de 2015

Tema geral do trimestre: Jeremias

Lição 6 – Atos simbólicos

Semana de 31 de outubro a 7 de novembro

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar: “Não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra?” (Rom. 9:21).

 

Introdução de sábado à tarde

A Bíblia possui muitos símbolos em seus textos. Os seus livros proféticos, em geral, possuem mais símbolos que os demais livros. JESUS usava linguagem simbólica, ensinando por meio de parábolas. Quais as razões do Grande Autor valer-Se tanto dos símbolos em Sua mensagem ao mundo?

A linguagem simbólica é mais rica. As aplicações se tornam mais abrangentes e universais. Apela mais fortemente para a inteligência, faz pensar, meditar, refletir, dialogar. É uma linguagem indireta, porém, poderosa para influenciar a mente. A linguagem direta, dizendo as coisas de forma que seja sem rodeios, é pobre e pouco duradoura. Principalmente, não influencia tanto a mente humana.

Por exemplo, se disser assim: hoje está um lindo dia de sol! Essa é uma linguagem direta, diz claramente como está o dia, e só. Porém, se disser que hoje a natureza está radiante, o céu sem nuvens e a chuva distante, disse a mesma coisa, porém, de forma mais rica. Outro exemplo: o de um anúncio da venda de um sítio, elaborado por Olavo Bilac (dizem que é verdadeiro). Foi tão bem elaborado que o dono, ao ler, não quis mais vender. Era em linguagem poética. “Vende-se encantadora propriedade onde cantam os pássaros, ao amanhecer, no extenso arvoredo. É cortada por cristalinas e refrescantes águas de um ribeiro. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranquila das tardes, na varanda.” É diferente de dizer: “Vende-se um sítio.” Assim é a Bíblia! Ela nos fala à inteligência, requer que reflitamos e que dialoguemos sobre os seus assuntos. Dessa maneira aprende-se muito mais, e se desenvolve poder intelectual.

 

  1. Primeiro dia: A verdade em símbolos

Vamos estudar mais algumas coisas sobre os símbolos na Bíblia. Isso é importante para mais facilmente podermos entender esse livro, a carta de DEUS à humanidade.

Vamos ao caso dos sacrifícios de Abel e Caim. Foram dois irmãos, que ofereceram sacrifícios de modos bem diferentes. Um obedeceu a DEUS e sacrificou conforme a vontade de DEUS; seu sacrifício foi aceito. O outro agiu conforme a sua vontade, não a de DEUS, e seu sacrifício foi em vão; DEUS não aceitou. Abel saiu perdoado, Caim continuou com seus pecados.

Por certo tais maneiras de sacrificar se repetiram mais de uma vez, e também a frustração de Caim se vinha agigantando. Vamos a uma ilustração, que serve apenas para comparar, não para incentivar que se faça isso. Imagine onde ocorrem esses concursos de tiro ao alvo. O que cada atirador deve fazer? Deve apontar sua arma, ou a flecha, conforme o caso, direto para o alvo. Essa é a orientação correta. Mas imagine que haja um atirador teimoso que insiste em apontar para um lugar diferente. Ele insiste nisso, e fica furioso por nunca acertar um tiro. Depois de tanto insistir, dá um tiro no campeão, pois não suporta mais seu desapontamento. Porém, o culpado direto é só ele. Assim agiu Caim.

O simbolismo existe para fazer pensar, como já afirmamos. A reflexão serve para aprofundar a compreensão e principalmente para levar a pessoa a mudar seus conceitos. Também serve para desenvolver pensamento crítico, isto é, com base em sólidos fundamentos, a pessoa torna-se capaz de julgar as coisas e separar o que é construtivo do restante. Os símbolos são fortes estimuladores da mente, portanto, ajudam no desenvolvimento das faculdades mentais, dentre elas, a inteligência e a sabedoria.

Analisemos ainda o caso da serpente de bronze que foi levantada por Moisés, a mando de DEUS. Eles estavam sendo picados por serpentes peçonhentas, e as pessoas iam morrendo. DEUS decidiu acabar com as mortes por meio de um ato puramente de fé. Eles deveriam simplesmente olhar para a serpente, e estariam livres do efeito do veneno; viveriam. Ora, que elementos curativos pode ter um olhar, e justamente para uma serpente de bronze, que seria símbolo da morte, não da vida? Nenhum, na verdade. Um ato assim jamais poderia curar uma pessoa envenenada. Por que, então, os israelitas afetados pelo veneno eram curados dele, somente por olhar para a serpente? É que essa foi uma ordem de DEUS. Ele curaria quem agisse assim. Esse foi um ato de fé, na verdade, não foi um simples olhar qualquer, foi um olhar em obediência a DEUS. Eles deveriam aprender que poderiam ser sarados de qualquer coisa, crendo e obedecendo. Mesmo que fosse para olhar para uma serpente, de onde vinha a morte. Essa ilustração fazia lembrar que no futuro JESUS seria exposto numa cruz, de onde viria a salvação da morte.

 

  1. Segunda: O barro do oleiro

Na figura do barro e do oleiro há bastante para se apreender. O oleiro prepara o barro na consistência correta e decide que tipo de vaso vai fazer. Pode ser para colocar flores, para armazenar água, para emitir luz (uma candeia), para lavar os pés, para armazenar cereais, para armazenar perfume, e muitas outras utilidades. Há vasos mais nobres e outros menos nobres, mas todos são importantes, caso contrário, não seriam construídos. Todos eles têm valor comercial, sentimental e utilidade prática. Todos prestam algum tipo de serviço. Por terem sido feitos por um profissional, tornaram-se depois de prontos, de valor mais alto que antes, quando eram apenas barro.

O que essa ilustração quer dizer para nós?

Que DEUS é o Criador, portanto, Ele é que decide como serão as criaturas. Ele cria anjos de várias ordens, cria seres humanos e também os animais. O que vai criar, é decisão dEle, não da criatura. O cachorro não pode questionar a DEUS porque não o fez ser humano. O ser humano não pode questionar DEUS porque não o fez anjo. Os seres humanos não podem questionar porque são de dois sexos e porque DEUS quis que se casassem, mas os anjos não se casam. Isso e outras coisas vem da vontade de DEUS, e não se questionam nem se mudam. Não é necessário, pois DEUS é perfeito, e tudo o que Ele decide e faz, é bom. Desde que a criatura seja obediente, será para o seu bem estar e felicidade. Por exemplo, minha esposa e eu nunca questionamos a DEUS porque somos criaturas, seres humanos, e porque tivemos que nos casar. É assim porque gostamos um do outro, e não desejamos ser algo diferente. Vemos que DEUS acertou; somos felizes assim.

Esse é um ponto que podemos nos aprofundar. Como criaturas de DEUS, na realidade estamos numa situação confortável e promissora. Afinal, não depende de nós, nem da Evolução, qual será, por exemplo, nosso futuro. Também não é só de nós que depende o que iremos fazer, como elaborar nossos planos. Temos Alguém que é infinito em todos Seus atributos, e que, acima disso, é puro amor. Assim sendo, é confiável pelo quanto poder que possui e pelo modo como se relaciona com as criaturas. Ele não é um ditador, Ele ama Suas criaturas. A nossa situação é confortável porque, para tudo, sim, TUDO o que devemos fazer ou enfrentar, podemos contar com Quem é capaz de resolver tudo. Não estamos sós, temos um amigo, mais que um amigo, um fiel amigo, capaz e interessado em nos fazer bem.

Por exemplo, imaginemos um jovem que precisa decidir sobre seu futuro profissional. Isso faz parte do planejamento da vida futura, assim como com quem vai casar, em que cidade vai morar, que amigos terá, onde irá trabalhar, e assim por diante. A decisão pela profissão não será tomada por DEUS, pois o jovem, como todo ser humano, tem livre arbítrio, e nisso DEUS não interfere. Porém, DEUS quer orientar o jovem em seu planejamento. Ele, por exemplo, pode levar o jovem a evitar uma profissão “24 x 7”, ou seja, daquelas que o profissional tem que estar pronto a ser chamado a qualquer hora do dia, sete dias da semana. Esse regime é inadequado para servos de DEUS. Após a escolha da profissão, o jovem vai enfrentar muitos problemas e desafios. Se ele confiar, DEUS o ajudará a superar tudo. Ou seja, quem vai decidir será o jovem, porém, DEUS estará orientando para que o caminho dele seja vitorioso, para que suas decisões sejam adequadas. É isso que podemos aprender com a ilustração do oleiro e do barro. Diferente do barro, nós somos seres inteligentes, algo proveniente de DEUS, mas semelhante ao barro, somos em tudo dependentes do Criador.

 

  1. Terça: A degeneração de uma nação

Hoje não está fácil escrever sobre o assunto para estudo. Parece estranho, desconfortável à mente. É ruim só de pensar. Não quero escrever muito sobre o dia de hoje. O conteúdo é horrível. Sabe a que ponto os judeus chegaram?

  • Queimaram incenso a outros deuses;
  • Edificaram os altos de Baal (que Josias havia destruído todos);
  • Nesses altares ofereciam seus filhos em sacrifício a falsos deuses (essa prática é a mais aviltada possível em qualquer circunstância);
  • Portanto, derramavam sangue inocente em seus rituais (o vodu ainda faz isso hoje);

Relembremos a história, desde Josias. Ele foi filho de Amom e neto de Manassés, que foram maus reis. Assumiu o reino aos 8 anos de idade, e veio a ser, ao lado de Davi, o melhor rei de Judá. Lembram que ele destruiu todos os tipos existentes de altares e objetos de culto a falsos deuses, alguns existentes desde o rei Salomão, que os havia construído em sua fase de idolatria? Josias fez uma reforma profunda na adoração, restabeleceu a páscoa e os rituais estabelecidos para o templo. Também reformou o templo do Senhor.

No entanto, seus filhos, nada herdaram de seus bons atos nem de seu caráter. Eles degeneraram ainda mais que os maus reis anteriores, nivelando-se aos cananeus que DEUS havia destruído exatamente por esses atos. Chegaram ao ponto de fazerem sacrifícios humanos, como faziam os egípcios de onde saíram e que foram destruídos pelas dez pragas, e os cananeus que eles mesmos, pelo poder de DEUS, haviam também destruído. DEUS abominava sacrifícios humanos, havia proibido essa prática conforme Deuteronômio 18:10, ninguém deveria fazer passar pelo fogo seu filho. Agora, Ele, deveria fazer uma terceira destruição, seu próprio povo, que agia como os piores pagãos. Será que é possível descer mais que isso, tornar-se ainda mais degradado do que eles faziam? Não sei dizer, mas uma coisa é absolutamente certa: eles foram longe demais, distanciaram-se tanto de DEUS que não conseguiam mais suportar as mensagens que DEUS enviava pelo profeta.

 

  1. Quarta: Quebrando a botija

Uma ilustração bem direta Jeremias deveria fazer. Era para ilustrar a condição do povo de Jerusalém. Ele deveria ir a um lugar próximo onde trabalhavam os oleiros. Inclusive a porta de entrada da cidade, naquele lugar, chamava-se “Porta do Oleiro” ou também “Porta dos Cacos”, conforme a versão da Bíblia. Nesse lugar, pelo visto, havia um oleiro, ou talvez mais de um. Quantos oleiros eram, não importa. Jeremias deveria comprar uma botija do oleiro. Botija, naquele tempo, era um recipiente de barro para colocar água. Deveria reunir os líderes da cidade nesse lugar, onde já havia cacos inúteis de recipientes de barro. Ali ele deveria quebrar o recipiente e assim demonstrar a condição espiritual do povo de Jerusalém.

Para que servem os cacos de uma botija? Servem para nada! Aliás, até tem alguma serventia. Em alguns lugares, onde existem esses cacos em quantidade, eles os jogam nas ruas de chão batido, para nivelar valetas e facilitar o trânsito. Os cacos não são completamente inúteis, mas sua utilidade é desprezível; servem para outros passarem por cima, para serem pisados e humilhados. Era essa a condição do povo de Jerusalém! A esse estado chegou a cidade. Os líderes deveriam entender a que condição levaram aquele povo, e assumir a necessidade de mudança. Porém, já haviam ido longe demais. Entenderam a situação, no entanto, não seguiram a recomendação da mudança. Continuaram levando o povo em direção a ruína eminente. A sombra de Nabucodonosor já podia ser sentida, mas eles não acreditavam no desastre anunciado pelo profeta. Preferiram crer em suas falsas maneiras de pensar.

 

  1. Quinta: O cinto de linho

Diante da situação calamitosa do povo de Judá, DEUS deu uma tarefa bem trabalhosa a Jeremias. Ele deveria comprar um cinto de linho e usá-lo para demonstrar sua utilidade. Esse era um tipo de cinto para se usar nos lombos. Um cinto desses servia para tornar-se como que uma só peça, corpo e cinto. Assim ele era realmente útil. E deveria ser forte e firme. Os homens, atualmente, usam cintos para segurar as calças. Eles são regulados para serem firmes, assim a calça não escorrega.

Então Jeremias deveria realizar um trabalho enorme. Ir até o rio Eufrates e deixar lá o tal cinto por uns tempos, numa fenda, à beira do rio, onde há bastante humidade e não há sol para secar. Ele fez isso, caminhou por uns 800 km, ida e volta. Então, passados muitos dias, DEUS deu outra ordem a Jeremias, que fosse buscar o cinto. Lá foi ele, mais 800 km de caminhada. O cinto estava imprestável, apodrecera, não servia mais para sua finalidade.

O que essa ilustração ensinava aos judeus? Que se eles se mantivessem infiéis a DEUS, desligados dEle, rebeldes, seriam levados à região do Eufrates, como cativos do poder político e militar vindo do Eufrates. Lá apodreceriam longe da pátria, longe de DEUS. Muitos deles jamais retornariam. Outros tantos se perderiam na idolatria e rebeldia. Eles teriam que fazer uma longa caminhada, como fez Jeremias, para longe de sua pátria, longe do lar, da propriedade, do templo, dos rituais, da terra prometida onde estavam estabelecidos. Iriam para ficar como aquele cinto, podres, desligados de DEUS, aquele que os formou como povo santo, escolhido e peculiar.

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

Ilustrações e símbolos, especialmente em mensagens de DEUS, contém grande poder para fazer entender e refletir sobre o respectivo assunto. Jeremias parece que foi o profeta que mais se valeu, ou por meio de quem DEUS mais Se comunicou por esses expedientes. A mais significativa parece ser a do cinto de couro. Ela, como DEUS, abraça a pessoa e assim torna-se muito útil. Porém, para que serve um cinto podre, cujas peças arrebentam com o uso? Assim a relação com DEUS precisa ser firme e não deteriorada. Esse cinto de couro estava lembrando os judeus que eles iriam continuar deteriorando em Babilônia, se não fossem fiéis a DEUS.

  • Quais os tópicos relevantes?

Temos livre arbítrio. Podemos decidir o que desejarmos, com DEUS ou contra Ele. Mas DEUS, um Ser de puro amor e infinita sabedoria e poder deseja nos orientar para que tenhamos uma vida saudável aqui, e a vida eterna com JESUS.

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

DEUS Se comunica conosco por meio de Sua Palavra, a Bíblia, por meio dos escritos de EGW, e por meio de nossa consciência. Devemos atentar a essas mensagens. Mesmo as que foram dadas em passado distante, servem para nos orientar, ainda, nos dias de hoje.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Ao contrário do que fizeram os judeus do tempo de Jeremias, devemos obedecer a um DEUS bom, poderoso e competente, cuja vontade é excelente para todos nós.

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“Através de Jeremias, Zedequias e todo Judá, inclusive os que tinham sido levados para Babilônia, foram aconselhados a se submeterem pacificamente ao domínio temporário de seus conquistadores. Era especialmente importante que os que estavam no cativeiro buscassem a paz da terra para a qual tinham sido levados. Isto, entretanto, era contrário às inclinações do coração humano; e Satanás, tirando vantagem das circunstâncias, fez que se levantassem entre o povo falsos profetas, tanto em Jerusalém como em Babilônia, os quais declaravam que o jugo do cativeiro seria logo quebrado e o anterior prestígio da nação restaurado.

“A aceitação de tais profecias assim lisonjeiras teria levado a fatais iniciativas da parte do rei e dos exilados, frustrando assim os misericordiosos desígnios de Deus em favor deles. A fim de evitar que fosse incitada uma insurreição seguida de grande sofrimento, o Senhor ordenou a Jeremias enfrentasse a crise sem delongas, advertindo o rei de Judá da infalível consequência da rebelião. Os cativos também foram admoestados, mediante comunicações escritas, a não se deixarem iludir quanto a estar próximo seu libertamento. “Não vos enganem os vossos profetas que estão no meio de vós”, ele insistiu. Jer. 29:8. Em relação com isto foi mencionado o propósito do Senhor de restaurar Israel após os setenta anos de cativeiro preditos por Seus mensageiros” (Profetas e Reis, 440 e 441).

  1. Conclusão geral

Em especial, nos dias de hoje, atentemos ao que escreveram os profetas e estaremos seguros. Ao longo da história, esses homens e mulheres especialmente escolhidos por DEUS, foram perseguidos, até mortos. Mas a mensagem deles é para nossa salvação. Sejamos coerentes com as orientações de DEUS, não com aqueles que combateram essas pessoas de DEUS, e teremos futuro eterno como era o planejado antes do pecado.

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Lição em espanhol: www.escuela-sabatica.com/comentarios.html

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira Como é fácil enganar! As 4 primeiras pragas, enfoque econômico        

 

 

estudado e escrito entre  25/09 e 1º/10/2015

corrigido por Jair Bezerra

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

19 comments for “Lição 6 – Atos simbólicos

  1. outubro 4, 2015 at 7:00 pm

    Parabéns! òtimo artigo e sem dúvida vai ajudar muita gente…
    Grande Abraço.

    • Flora jambamacedo
      novembro 7, 2015 at 5:44 am

      Essas licoes teem sido pra mim uma benção .amen por isso.

      • Sikberto Marks
        novembro 7, 2015 at 9:06 pm

        Olá irmã Flora, fico agradecido, muita gentileza.

  2. Eliane Inácio de Paula Passos
    novembro 2, 2015 at 8:26 pm

    Sr. Sikberto, muito obrigada pelos comentários da lição da Escola Sabatina, aprendo muito com o senhor. Uma ótima semana.

    • Sikberto Marks
      novembro 2, 2015 at 9:05 pm

      MUITO OBRIGADO Eliane!

  3. Andréa Fontanari
    novembro 3, 2015 at 6:57 am

    Obrigada por partilhar esses ensinamentos que tanto nos edifica, tem enriquecido minha meditação no estudo da lição! Deus o abençoe!

    • Sikberto Marks
      novembro 7, 2015 at 9:12 pm

      Obrigado irmã Andréa, DEUS seja louvado sempre.

  4. Washington-DF
    novembro 3, 2015 at 2:11 pm

    SR. SIKBERTO,
    AGRADEÇO PELOS ENSINOS QUE IRÃO AJUDAR NO DESENVOLVIMENTO DA LIÇÃO.
    OBRIGADO!

    • Sikberto Marks
      novembro 7, 2015 at 9:11 pm

      Meu irmão, eu é que agradeço, fico feliz em ajudar um pouco.

  5. Luiz Csbral
    novembro 6, 2015 at 6:50 am

    Professor Sixberto

    Bom dia,

    Sou um servo do Senhor na IASD Barra em Dalvador -Bahia. Sou muito grato pelos comentários, faço uso dos mesmos para melhorar a minha compreensão e tem ajudado muito na apresentação em nossa unidade de ação aos Sábados.
    Que Deus continue iluminando sua mente para continuar produzindo comentários que nos ajuda a fazer muitas reflexões.
    Feliz Sábado!

    Luiz Cabral

    • Sikberto Marks
      novembro 7, 2015 at 9:10 pm

      Irmão Luiz, agradeço em nome de DEUS, que sempre nos impulsiona para frente.

  6. valeria xavier
    novembro 6, 2015 at 7:43 pm

    parabéns muito bem explicada a lição ! feliz sábado

    • Sikberto Marks
      novembro 7, 2015 at 9:10 pm

      Muito obrigado amiga Valeria.

  7. André Martins
    novembro 7, 2015 at 3:20 am

    Meus parabéns irmão Sikberto , acompanho os seus comentários a meses , tem me ajudado muito, que Deus continue abençoando o Sr e sua família !!!

    • Sikberto Marks
      novembro 7, 2015 at 9:08 pm

      Olá André, fico muito agradecido por tanta gentileza.

  8. novembro 7, 2015 at 5:06 am

    Obrigado professor Sikberto. Os seus comentários têm me ajudado a compreender as lições da escola sabatina cada semana. Também tenho partilhado com muitos irmãos.Que Deus lhe abençoe nesta nobre missão.

    • Sikberto Marks
      novembro 7, 2015 at 9:07 pm

      Os vossos agradecimentos me incentivam a seguir adiante, obrigado.

  9. Adilson Viana Santos
    novembro 7, 2015 at 5:48 am

    Os seus comentários são muito importantes prá nós professores da E Sabatina, pois são bem ricos em dados e informações. Que Deus o abençoe ricamente.

    • Sikberto Marks
      novembro 7, 2015 at 9:06 pm

      Muito obrigado Adilson, DEUS seja louvado.

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