Lição 7 – JESUS, o ESPÍRITO SANTO e a oração

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Segundo Trimestre de 2015

Tema geral do trimestre: O evangelho de Lucas

Lição 7 –  JESUS, o ESPÍRITO SANTO e a oração

Semana de  9 a 16 de maio

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar: “Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta” (Luc. 11:9 e 10, NVI).

 

Introdução de sábado à tarde

O sábado é um dos assuntos da grande controvérsia dos últimos dias. Ele é o assunto principal. Mas outra polêmica desses dias é o ESPÍRITO SANTO, se é ou se não é um ser divino.

Lucas colabora tanto com o sábado quanto com o ESPÍRITO SANTO, para afirmar a verdade sobre os dois assuntos. Ele é o autor dos evangelhos que mais se refere ao sábado e ao ESPÍRITO SANTO. Somando o livro de Lucas com o de Atos dos Apóstolos, esse autor se refere 74 vezes ao terceiro membro da Trindade. Como diz a lição, Lucas viu e até entendeu o relacionamento entre JESUS e esse outro Ser membro da Trindade. Por certo teremos bom proveito em estudar esse tema nesta semana; afinal, nesses tempos de crise espiritual, quando mais necessitamos da força do alto, das orientações seguras de DEUS, é quando mais devemos entender essa terceira pessoa da Trindade, Sua função e finalidade entre nós.

“O príncipe da potestade do mal só pode ser mantido em sujeição pelo poder de Deus na terceira pessoa da Trindade, o Espírito Santo. Cumpre-nos cooperar com os três poderes mais altos no Céu – o Pai, o Filho e o Espírito Santo – e esses poderes atuarão por nosso intermédio, fazendo-nos coobreiros de Deus” (Evangelismo, 617).

 

  1. Primeiro dia: JESUS e o ESPÍRITO SANTO

Havia uma importante relação entre o ESPÍRITO SANTO e JESUS.

O primeiro relacionamento foi a concepção de JESUS. Foi ato do ESPÍRITO SANTO. Maria não engravidou de um ser humano, mas de um ser divino. Ela foi a única mulher do mundo a ter essa experiência. Carregava em seu ventre um feto humano, mas não vindo de outro ser humano pecador, pois JESUS não herdou a natureza pecadora. Ele veio ao mundo no estado de Adão e Eva, sem pecado, contudo, já com os efeitos do pecado, isto é, Ele envelhecia, podia ficar doente, cansava e podia morrer. Somente com relação a não ser pecador que se diferenciava de nós; no mais, era tal qual nós também somos. Para ter essa diferença de não ser pecador, precisava ser fecundado não por outro ser humano, mas por um Ser divino, que era DEUS, ou, membro da Trindade. Nem um anjo ou outro espírito superior serviria para essa missão.

Algumas pessoas se referiram à atuação do ESPÍRITO SANTO na vida de JESUS, aliás, duas. Foram Simeão, o homem idoso que falou quando JESUS aos 8 dias foi circuncidado, e Isabel, a mãe de João Batista, que se referiu a JESUS como o Senhor dela.

No batismo de JESUS Se manifestaram as autoridades divinais. Ali estavam presentes os três membros da Trindade – o próprio JESUS, sendo batizado; o Pai, confirmando que aquele era Seu filho divino; e o ESPÍRITO SANTO, em forma de pomba. Em momentos muito importantes e solenes a Trindade Se une como uma confirmação de Sua atuação conjunta.

JESUS afirmou que o ESPÍRITO SANTO estava sobre Ele, em Nazaré, quando foi rejeitado. Ele disse: “O ESPÍRITO do Senhor está sobre Mim.” Ele prometeu enviar esse ser divino a todos que O solicitassem (Luc. 11:13). Também fez uma severa advertência sobre não crer ou não aceitar o ESPÍRITO SANTO, como esse sendo um pecado mortal, sem retorno. Sim, porque é esse Ser da Divindade que tem a função de ensinar às pessoas os passos do arrependimento em direção à vida eterna. Se, no entanto, alguém não aceita as advertências do ESPÍRITO SANTO, como poderá ser orientado por Ele? Como, assim, poderá ser salvo?

 

  1. Segunda: A vida de oração de JESUS

Hoje refletiremos sobre os grandes momentos de oração de JESUS. Em alguns desses momentos Ele passou a noite inteira em oração; noutros, orou apenas por alguns segundos. Mas todos esses momentos foram cruciais em Sua vida, para a Sua missão na Terra, como Salvador do mundo. Eram esses os momentos em que Ele poderia ter falhado.

  • Na primeira grande e importante oração, JESUS orou em Seu batismo (Luc 3:21). Essa não foi uma oração de entrega a DEUS para querer não pecar mais, mas sim, para nunca pecar pela primeira vez, e assim, provar que é possível viver, como ser humano, obedecendo a Lei de DEUS. Seria dessa maneira que Ele venceria a satanás.
  • Na segunda oração, Ele orou para escolher os 12 apóstolos (Luc. 6:12 e 13). Passou a noite orando. Essa oração foi longa. Será que ela não deu certo? Pois escolheu Judas, que O traiu. “”É necessário pois que, dos varões que conviveram conosco todo o tempo em que o Senhor Jesus entrou e saiu dentre nós, começando desde o batismo de João até ao dia em que dentre nós foi recebido em cima, um deles se faça conosco testemunha da Sua ressurreição. E apresentaram dois: José, chamado Barsabás, que tinha por sobrenome o justo, e Matias. E, orando, disseram: Tu, Senhor, conhecedor dos corações de todos, mostra qual destes dois tens escolhido, para que tome parte neste ministério e apostolado, de que Judas se desviou, para ir para o seu próprio lugar. E lançando-lhes sortes caiu a sorte sobre Matias. E por voto comum, foi contado com os onze apóstolos.” Atos 1:21-26” (Atos dos Apóstolos, v3, 412). A escolha de Judas foi por opinião de outros discípulos, e JESUS os atendeu nesse ponto. Lembro-me de ter lido sobre esse particular em algum dos escritos de EGW, mas não me recordo onde.
  • Oração pelos discípulos, momentos antes de lhes perguntar o que o povo dizia quem Ele era, e o que eles achavam quem Ele era (Luc. 9:18). Por certo Sua oração era para que eles acertassem na resposta e principalmente que tivessem a compreensão correta de Sua missão e da parte que deviam cumprir.
  • JESUS orou antes da transfiguração (está em Lucas 9:28 a 36). A aparência de Seu rosto passou a resplandecer durante a oração. Grandes respostas a pessoas do povo de DEUS foram dadas durante a oração, como foi o caso de Daniel, ao interceder pelo seu povo em exílio (Dan. 9:23).
  • JESUS orou no Getsêmani (Lucas 22:39 a 46). Essa foi a oração mais dramática, pois precedeu a batalha final, entre Ele, só, e o demônio e seus agentes espirituais e humanos, todos aliados contra o Salvador. Nessa ocasião um dos dois sairia derrotado para sempre, ou JESUS ou satanás. Daí a importância da oração. Afinal, JESUS teria que suportar a pressão inimiga durante um processo de enfraquecimento de Sua capacidade física e mental, até a morte.
  • Já na cruz, Ele orou entregando a Sua vida nas mãos de DEUS (Lucas 23:46). Essa foi uma oração de quem chegava no final de uma grande guerra e na última batalha. Ele como que dizia: cumpri a Tua vontade para salvar a humanidade, e a luta terminou. Se bem que Ele não sabia se estava vencedor ou não, pois só saberia ao terceiro dia, quando subisse ao Céu.
  • Há ainda outra oração importante, não está em Lucas, mas em João 17. Foi pronunciada após o lava-pés e santa-ceia, e antes dEle ir ao Getsêmani para mais uma vez orar. Nessa, a oração pastoral, Ele fez três pedidos: por Ele mesmo, pelos discípulos, e por todos os que viessem a segui-Lo. Nessa oração nós estamos diretamente incluídos.

Talvez o motivo da oração pelos discípulos, que JESUS fez, ainda seja o que poderia fazer por nós, hoje. “Quando a sós, Jesus “subiu ao monte para orar à parte”. Durante horas continuou a suplicar perante Deus. Não por Si mesmo, mas pelos homens, eram aquelas orações. Rogava poder para revelar aos mesmos o divino caráter de Sua missão, a fim de que Satanás não lhes cegasse o entendimento e pervertesse o juízo. O Salvador sabia que Seus dias de ministério pessoal na Terra em breve chegariam ao termo, e que poucos O receberiam como seu Redentor. Em angústia e lutas de alma, orava pelos discípulos. Haviam de ser duramente provados. Suas esperanças, tão longamente acariciadas, baseadas numa ilusão popular haviam de lhes trazer a mais dolorosa e humilhante decepção. Em lugar de Sua exaltação ao trono de Davi, haveriam de testemunhar-Lhe a crucifixão. Essa deveria, na verdade, ser Sua coroação. No entanto, não o percebiam e, em consequência, grandes seriam as tentações a sobrevirem-lhes, as quais difícil lhes seria reconhecer como tentações. Sem o Espírito Santo para iluminar a mente e ampliar a compreensão, a fé dos discípulos faleceria. Penoso era a Jesus ver que o conceito deles quanto a Seu reino se limitasse, em tão grande parte, ao engrandecimento e honra mundanos. Oprimia-O o peso da preocupação por eles, e derramava Suas súplicas com amarga angústia e lágrimas” (O Desejado de Todas as Nações, 379).

 

  1. Terça: A oração modelo – parte 1

Tempos atrás um irmão, novato na igreja, me pediu que explicasse como se ora a DEUS. Aliás, não só um perguntou isso. Ele disse que em um ou dois minutos já teria falado tudo, ou seja, teria feito os pedidos e os agradecimentos; então o assunto terminava.

Foi essa a preocupação dos discípulos. Eles não sabiam orar. E JESUS, como era Mestre em formação de líderes, esperou que eles perguntassem, que sentissem a necessidade, e se interessassem no assunto.

Foi então que Ele demonstrou a oração modelo, ou seja, a que serve para se fazer, para se estudar, para se aprender, para se ensinar, sobre como orar. Isso no entanto não quer dizer que devamos tornar essa oração numa reza, repetindo-a indefinidamente, pois nesse caso perde o sentido, como JESUS mesmo orienta em Mateus 6:7.

Pessoalmente, prefiro a versão de Mateus 6:9 a 13: “Pai nosso que estás nos Céus, santificado seja o Teu nome; venha o Teu reino, faça-se a Tua vontade assim na Terra como no Céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal [pois Teu é o reino, o poder e a glória para sempre, amém]. Essa parte em colchetes não foi pronunciada por JESUS, outros acrescentaram mais tarde.

Vamos por partes, hoje e amanhã, no estudo dessa oração.

  1. A frase “Pai nosso que estás nos Céus” declara pontos importantes. Em primeiro lugar, JESUS ensina a ter DEUS como um Pai, não como um chefe ou um ditador. O pai sempre é visto como quem nos quer proteger, ver nosso progresso, nos ajudar a vencer nas dificuldades. Também, como Pai, é o originador de todas as coisas, é o Criador e mantenedor, e em JESUS, o redentor. E esse Pai está no Céu.
  2. “Santificado seja o Teu nome”. Isso quer dizer que queremos respeitar a DEUS, a partir do nome dEle. Portanto, por exemplo, devemos evitar sempre pronunciar esse nome em vão, como está no mandamento. Muitos têm o mau costume de, a qualquer coisa, exclamar “deus o livre”, uma expressão totalmente sem sentido e conteúdo, a não ser que serve para preencher um vácuo de comunicação. Essa frase aparece muito em nosso meio. Dias atrás ouvi um sermão de um pastor jubilado orientar sobre isso, e foi muito bom, mas poucos estavam lá para aprender.
  3. “Venha o Teu reino”. JESUS veio explicar sobre esse reino. O reino era Ele, isto é, a partir dEle, o rei. Quem O seguisse, iria para esse reino; quando voltar, buscará essas pessoas para estarem com Ele, nesse reino, para sempre. Devemos desejar esse reino, por isso o pedido para que ele venha, ou seja, para que JESUS entre em nossa vida.
  4. “Seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no Céu”. Ou seja, numa só palavra, obediência. Essa é uma declaração de que queremos obedecer a DEUS em todos os momentos e em todos os lugares.

Amanhã continuaremos estudando essa oração, e então comentaremos algo mais.

 

  1. Quarta: A oração modelo – parte 2

Continuando o estudo sobre a oração do “Pai nosso”, iniciado ontem.

  1. “O pão nosso de cada dia, dai-nos hoje”. Isso quer dizer que confiamos em DEUS, uma vez que, como criaturas, e principalmente como pecadores, somos totalmente dependentes dEle. Nós, humanos, dependemos não apenas da providência de sustento e de vida divino, como também dependem os seres não caídos. Nós ainda dependemos do perdão, que veremos logo a seguir, e da salvação. Isso é uma providência divina, do bom Pai celeste, que nunca nos abandona. Se nós, pais humanos, somos capazes de fazer o bem a nossos filhos (nem todos e nem sempre), muito mais, diz Lucas 11:13, DEUS é capaz de fazê-lo. Podemos, portanto, confiar inteiramente em DEUS.
  2. “Perdoa-nos os nossos pecados”. Mais um ponto de dependência divina: o perdão para podermos merecer, por meio de JESUS, o Salvador, a vida eterna pela redenção. O perdão é a essência do plano da salvação. E não é um perdão barato, que não custou algo a alguém. JESUS, para poder perdoar, teve que viver aqui como homem sujeito às tentações e aos pecados, e morrer sem pecar. E foi assim. Portanto, Ele pode perdoar a Seus irmãos humanos. Dentre os bilhões de seres humanos, Ele é mais um, mas diferente, pois tentado ao extremo, resistiu obediente à lei, sem cair em pecado.
  3. “Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal”. As tentações, ou, em outras palavras, as atrações do mal, as ofertas de pecados, as seduções, as nossas inclinações, etc. existem e não podemos evitar a existência delas. Embora possamos muitas vezes evitar que nos aproximemos dos lugares de tentação, como por exemplo, desligar a televisão quando aparecem certos programas, isso nem sempre ocorre assim. Há tentações que não podemos evitar que nos rondem. Por exemplo, um carro de som que passa pela rua oferecendo uma meia entrada a um circo. Não é possível evitar que esse carro passe por onde estamos. Muitas vezes, estando dentro da igreja, somos submetidos a mensagens negativas vindas da rua. Por isso esse pedido na oração de JESUS, que DEUS nos livre do mal ou que nos dê forças para que não caiamos nessas tentações.

Pela oração que JESUS ensinou aos discípulos, podemos, em resumo, aprender que, DEUS é perfeitamente confiável e nós podemos vencer na vida espiritual, profissional e social, por meio da comunhão com Ele. Foi assim que JESUS também venceu.

 

  1. Quinta: Mais lições sobre a oração

Um ponto que a lição de hoje nos faz lembrar é que a oração deve ser humilde. Ou seja, devemos nos expor a DEUS. Ele nos conhece totalmente, mas nós, como povo de DEUS, e a história revela isto, somos cabeça dura, isto é, teimosos. É a comparação muito proveitosa de duas orações comentadas por JESUS, a do fariseu e a do publicano.

Os fariseus eram estudiosos das escrituras e colocavam tudo em prática, além de seguirem rigorosamente as orientações das tradições. Eles eram especialistas nisso. Por sua vez, os publicanos, cobradores de impostos, eram conhecidos por serem corruptos, cobrando indevidamente (os impostos naqueles tempos não eram bem regulamentados), e embolsando dinheiro do povo. Eles em geral eram ladrões, por isso, mal vistos pela sociedade, até detestados. Ninguém por certo admitia que um publicano se salvasse. As pessoas os condenavam e repudiavam.

A tal ponto chegou o nojo contra os publicanos que o fariseu chegou a mencionar isso em sua oração, agradecendo por não ser como aquele publicano pecador. Ele se imaginava merecedor da aprovação divina; nem passou em sua mente que estava em situação pior que o publicano. O fariseu saiu feliz e contente da sinagoga, mas em verdade, estava no caminho da perdição, reprovado e com os pecados sobre si.

O publicano se achou como um miserável pecador, devedor a DEUS, condenado, necessitando urgentemente do perdão divino. Batia com sua mão no peito suplicando por misericórdia. Ele acertou, pois, ao orarmos, devemos nos reconhecer como pecadores e solicitar a DEUS que nos esclareça em que aspectos devemos mudar nossa vida. Esse saiu aprovado pois se reconhecia exatamente o que era, um pecador, enquanto que o fariseu se achava o que não era, um homem santo e sem pecados.

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

Nós, povo de DEUS, que tem a esperança da redenção para breve, temos necessidade de manter ligação com DEUS. Ou melhor, manter comunhão com Ele, e em especial com nosso Redentor. Essa comunhão pode ocorrer de diversas maneiras, mas a principal, sem dúvida, é pela oração, quando falamos com DEUS, e recebemos, de alguma maneira, respostas. É-nos necessário orar todos os dias, para que sejamos sustentados e transformados gradativamente, mudando nosso modo de viver.

  • Quais os tópicos relevantes?

Se tivermos os mesmos hábitos ao longo de meses ou anos, é porque não estamos sendo transformados, e se assim for, é porque não estamos orando o suficiente.

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

Aprendendo com JESUS, devemos orar mais quando mais tivermos necessidades e desafios a vencer, e nem tanto, quando essas situações se tiverem solucionados, mas, todos os dias, mais intensamente ou menos intensamente, devemos orar.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Dizia o saudoso Pr. Siegfried Hofmann: “pouca oração, pouco poder; muita oração, muito poder”, e dizia mais: “precisamos mais bíblia e mais oração em nossa vida”.

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“Deus tem na Terra uma igreja que está erguendo a lei pisada a pés, e apresentando aos homens o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. A igreja é depositária das abundantes riquezas da graça de Cristo, e pela igreja será finalmente exibida a última e plena manifestação do amor de Deus ao mundo, que deve ser iluminado com Sua glória. A oração de Cristo, de que a igreja fosse uma, como Ele e o Pai eram um, será afinal atendida. Será conferido o rico dom do Espírito Santo, e por seu constante suprimento aos filhos de Deus tornar-se-ão eles testemunhas no mundo, do poder de Deus para salvação” (Testemunhos para Mnistros e Obreiros Evangélicos, 50).

 

  1. Conclusão geral

Um dia, após sermos salvos e transformados totalmente, então não oraremos mais. Pelo menos não do modo como fazemos hoje. Então falaremos face a face com DEUS, vendo-O e ouvindo-O. Mas, por hora, ainda necessitamos falar com Ele desse modo um tanto restrito, talvez até, precário. Porém, como pecadores que somos, é o que temos de melhor, e o contato frequente com DEUS por esse meio é a fonte de nossa força espiritual para vencermos na vida, nos desligarmos do pecado, e sermos cada dia transformados até sermos salvos por JESUS.

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira O decreto dominical O alfa e o ômega Como é fácil enganar!

 

 

estudado e escrito entre:    04  e  09/04/2015

revisado por Jair Bezerra

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

4 comments for “Lição 7 – JESUS, o ESPÍRITO SANTO e a oração

  1. Carlos alberto
    Maio 15, 2015 at 11:15 pm

    Tenho tido a alegria de usar seus comentários,me ajudando em preparar a lição para ministra-la com mais clareza em minha classe,na igreja de Rio de Areia em Bacaxá Saquarema RJ.Que DEUS possa continuar a iluminar sua mente para honra e gloria do nosso SENHOR e MESTRE JESUS CRISTO.DEUS te abençoe. Abraço forte.

  2. dezembro 23, 2015 at 11:07 am

    Gostei demais desses artigos, tenho aprendido coisas interessantíssimas. Desejo que todos tenham um ótimo proveitos dos mesmos!!

    • Sikberto Marks
      dezembro 24, 2015 at 4:00 pm

      Muito obrigado gente boa.

  3. outubro 21, 2016 at 2:47 pm

    Muito bom. Isso me conforta. MUITO OBRIGADA!

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