Lição 8 – As reformas de Josias

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Quarto Trimestre de 2015

Tema geral do trimestre: Jeremias

Lição 8 – As reformas de Josias

Semana de 14 a 21 de novembro

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar: “Antes dele, não houve rei que lhe fosse semelhante, que se convertesse ao Senhor de todo seu coração, e de toda a sua alma, e de todas as suas forças, segundo toda a lei de Moisés; e depois dele, nunca se levantou outro igual” (2 :25).

 

Introdução de sábado à tarde

Se estiver lembrado, já estudamos sobre o rei Josias na lição três. É grata satisfação, nesta semana, estudar mais sobre esse excelente rei. Se todos os reis de Israel fossem como Josias, essa nação teria uma história bem diferente. Ainda hoje seria a nação de DEUS, e também teríamos, evidentemente, a igreja de CRISTO. Eles teriam aceito JESUS CRISTO como seu Messias. A morte de JESUS teria sido diferente. Aliás, nem se sabe como, mas a história dos filhos de DEUS e da humanidade teria sido completamente diferente. Até as profecias nesse caso deveriam ser diferentes. É de se refletir o quanto impactaram sobre a humanidade e sobre o povo de DEUS a conduta dos reis de Israel e principalmente de Judá, que manteve a linhagem de Davi.

Outra coisa que devemos aprender de Josias é sobre seus filhos. Temos esse aprendizado ao observar as famílias bem estruturadas e fiéis a DEUS de nossos dias. É os filhos dessas famílias que satanás mais ataca. Ele evidentemente não suporta que tais famílias passem adiante uma herança de fidelidade a DEUS. Não sabemos como foi Josias como pai, ou suas duas esposas como mães. Talvez tenham falhado em alguma coisa. Mas é de se supor que Josias, tão empenhado em conduzir a nação inteira ao bom caminho do Senhor, tivesse também lembrado de educar da mesma maneira seus filhos. Isso parece fazer sentido. Porém, a realidade é que seus filhos foram piores que os piores reis anteriores. Talvez a herança de seu avó Amom, e principalmente do bisavô Manassés tenha também alguma influência para a maldade dos filhos de Josias.

Tivemos a oportunidade de refletir algo sobre o livre-arbítrio. Esse é um tema relevante para nós cristãos. O livre-arbítrio é uma condição de vida só exequível a seres inteligentes. DEUS tem livre arbítrio, os anjos, os seres humanos, todos os seres inteligentes. É a capacidade que DEUS dá a seres de tomarem escolhas que podem ser de acordo com as Suas leis e princípios ou em sentido contrário. É o direito que seres inteligentes tem de seguir por outro caminho que aquele da vontade de DEUS. Todo ser que tem livre-arbítrio, portanto, que é inteligente, ele tem também a capacidade de avaliar suas decisões, porque conhece os efeitos dessas decisões. Por exemplo, a Adão e Eva DEUS disse que não deveriam comer de uma determinada árvore, só isso. E alertou que, se caso comessem, morreriam. Essa era a consequência da desobediência, bem drástica.

Mais uma coisa sobre o livre-arbítrio. Porque os seres inteligentes e racionais, tem o livre-arbítrio? Pois bem, eles devem ter essa condição. É por causa do relacionamento com DEUS e com as demais criaturas, sejam inteligentes, sejam irracionais, seja a natureza em geral. O relacionamento é, por estabelecimento do próprio DEUS, regido pelo amor. Esse é o segredo de tudo. O amor não é autêntico se for automático. Vamos a um exemplo bem conhecido. Quase todos temos animais em casa, cachorros, gatos, e outros tipos. Eles gostam de nós, eles nos amam. Geralmente ficam tristes se não estamos, e se alegram quando voltamos. Mas esse tipo de amor não é o que DEUS deseja para ser praticado entre os seres humanos ou dos humanos para com DEUS. Esse é um relacionamento automático, faz parte do instinto do animal, e cada animal tem o seu próprio instinto, portanto, sua maneira de amar. Na verdade o amor dos animais não é autêntico, não vem do coração, ou da mente, vem do instinto natural de cada animal. Esse tipo de amor é sempre do mesmo jeito, nunca muda, não vem de uma decisão racional. Por isso ele não é um ser à semelhança de DEUS, ele não escolhe odiar, mas se ofende quando maltratado.

Já, entre os seres humanos, por exemplo, entre um homem e uma mulher, aí sim, pode haver amor autêntico, racional, inteligente e consciente. E sendo assim, um sente a vontade escolhida do outro em lhe fazer bem e amar. É infinitamente mais agradável ser amado por uma pessoa dessa maneira do que por um cachorro. Os filhos, quando os educamos segundo os princípios do amor de DEUS, e eles nos amam, o lar se torna um lugar de verdadeiro prazer de viver. Esse é um amor decidido e escolhido entre a outra opção, de odiar e fazer mal.

Mais um exemplo, o nosso DEUS. Ele pode, se quiser, nos fazer mal. Mas Ele não faz o mal a nós. E quando faz, Lhe é um ato estranho e absolutamente necessário, a última opção, segundo a bíblia. Isso aconteceu algumas vezes na história da humanidade, como no Dilúvio, na destruição e Sodoma e Gomorra, etc. Mas DEUS só age de modo estranho ao Seu amor porque Ele também é justiça, e em certos momentos há necessidade de agir assim para que a situação no planeta não saia do controle. Porém, por outro lado, foi DEUS que decidiu que JESUS iria morrer pela humanidade. Pois bem, tomar decisões assim, como DEUS toma, é resultado do livre-arbítrio.

O livre-arbítrio tem seus riscos, mas é absolutamente necessário para nos amarmos uns aos outros de modo autêntico. Por sua vez, o livre-arbítrio também produz aprendizados. A principal aprendizagem no caso da história da humanidade é que o pecado não compensa, tal como DEUS, no início de tudo, já havia alertado. Portanto, pela Bíblia, em Naum 1:9, sabemos que o mal não se levantará pela segunda vez. Essa vez, que estamos passando, será a única, o Universo está aprendendo sobre o amor autêntico de DEUS, que também nós precisamos amar assim, para que sejamos felizes eternamente. Depois de vencida essa grande provação, o Universo terá aprendido algo sobre o amor de DEUS que jamais será esquecido. O conhecimento desse amor prático servirá para evitar outra tragédia. Então iremos nos relacionar uns com os outros, sob o princípio do amor, sempre livres para desobedecer, mas jamais desobedecendo. É aí que veremos o que é felicidade e prazer para viver.

 

  1. Primeiro dia: Os reinados de Manassés e Amom

Manassés, a rigor, não deveria ter nascido. Seu pai, o rei Ezequias, foi curado de sua doença, e três anos após essa cura, nasceu Manassés. Esse nome quer dizer esquecer do passado. Provavelmente Ezequias estava querendo esquecer de sua aflição em seus tempos de doença, e também, do cerco de Jerusalém pelos assírios. Quando Ezequias faleceu, Manassés tornou-se rei aos doze anos. Ele soube da doença de seu pai, da cura, dos bons atos dele e de como DEUS livrara Jerusalém do cerco dos Assírios pelo rei Senaqueribe, tendo DEUS matado naquela noite todo exército inimigo, em torno de 185 mil soldados. Esse homem deveria ser grato a DEUS pois não fosse seu pai curado da doença mortal, ele nunca teria vindo à existência.

Manassés, ao contrário de seu pai Ezequias, foi um mau rei que se arrependeu mais perto do final da vida. Assumindo aos 12 anos de idade, agiu deliberadamente contra Deus ao desafiar Sua liderança e direção. Era um rebelde voltado contra DEUS, isso era uma atitude flagrantemente provocativa, como que dizendo: ‘DEUS que se dane, eu faço o que quero’. Ele provocou a DEUS para conscientemente o irritá-Lo, ou para provoca-lo à ira. Em 2 Cron. 33:6 diz que ele praticava o mal, prosseguia nesse caminho com a intenção de irritar DEUS. Cometeu uma coleção de maldades, tais como: adorar as estrelas, o Sol e a Lua; edificar altares pagãos no templo do Senhor; queimou filhos seus como sacrifícios pagãos; adivinhava pelas nuvens; era agoureiro (supersticioso, adivinhador, vidente); era feiticeiro; tratava com necromantes e feiticeiros; colocou uma imagem de escultura dentro do Templo do Senhor; fez o povo de Judá errar; e eles chegaram a fazer pior do que aqueles povos que DEUS expulsou quando instalou os israelitas em Canaã. Ele foi um tirano sanguinário que impunha seu poder a ferro e fogo. Era, digamos, sedento pelo poder.

A idolatria de Manassés foi fortemente afetada pela adoração pagã realizada na Assíria. Em seus dias a Assíria ainda era uma potência respeitada, embora logo viria sua decadência e fim. Fazia menos de cem anos que essa Assíria havia acabado com o Reino do Norte, Israel. A nação de Judá, com Manassés deixou de prosperar. Inimigos por todos os lados, a Assíria prendeu esse rei e o levou à cidade de Babilônia. Isso deve ter acontecido nos últimos anos dele, que reinou 55 anos. Segundo uns tabletes encontrados por arqueólogos, naqueles dias a Assíria tinha a cidade de Babilônia como uma espécie de segunda capital. Pois, pode parecer estranho a Assíria ter algo a ver com Babilônia. Naqueles dias a terra dos caldeus estava sob o domínio de Esaradom, rei da Assíria.  Ele foi humilhado ao pó, levado preso com ganchos tipo anzóis, presos no nariz ou na boca e cadeias. O cativeiro de Manassés foi uma prévia do que aguardava o povo caso não se arrependesse de seus pecados. Na verdade, a primeira referência de que Judá seria levado para o cativeiro babilônico é feita no governo de Manassés (cf. 2Reis 21.10-15). No livro do profeta Jeremias está escrito: “Entregá-los-ei para que sejam um espetáculo horrendo para todos os reinos da terra; por causa de Manassés, filho de Ezequias, rei de Judá, por tudo quanto fez em Jerusalém” (Jr 15.4).

Preso em exílio, Manassés humilhou-se e orou a DEUS. Arrependeu-se de verdade. DEUS ouviu suas súplicas e ele ganhou a liberdade e voltou a ser rei. Então ele fez reformas em Judá. Destruiu os altares pagãos, e restabeleceu o verdadeiro culto. Mas essa foi uma reforma superficial e tardia. O povo já havia absorvido a idolatria e não seria em pouco tempo que deixaria desse tipo de pecado. E mesmo tendo, nos últimos anos de sua vida, se arrependido de tudo o que tinha feito, os efeitos do pecado frutificaram em seu filho Amom. Esse sim, que reinou por apenas dois anos, pois foi assassinado por seus servos, tornou-se mau como seu pai, e talvez pior. Não se arrependeu, aliás, também não chegou a ser preso. Sanguinário e sedento por poder, levou a nação a idolatrar pior do que faziam nos dias de seu pai Manassés. Foi morto por pessoas do palácio, e seu filho, Josias assumiu aos oito anos de idade, e como sabemos, e veremos de amanhã em diante, foi, junto com Davi, o melhor rei de Judá.

 

  1. Segunda: Um novo rei

O rei Manassés fez uma reforma mal planejada. Essa reforma veio porque ele foi preso. Não foi uma iniciativa em bom estado, como fez seu neto Josias. Foi uma reforma originada da pressão de estar preso em exílio, numa situação humilhante e desesperadora.

Mas demos uma olhada do outro lado da situação, do lado de DEUS. Manassés foi um péssimo rei, como já descrevemos, e como está escrito em 2Reis 21. É até encantador, maravilhoso e impressionante que DEUS tenha perdoado o péssimo rei, que se arrependera. Mais admirável é que DEUS devolveu a ele o reino que havia perdido por causa de seus pecados. Isso DEUS fez, mais tarde, com o rei Nabucodonosor, quando se tornou bicho por alguns anos, e depois lhe foi devolvido o império. Como DEUS é rápido em perdoar e em restabelecer! Que DEUS impressionante! Por isso, também é de se pensar: como foi que o povo de Israel e Judá perdeu tudo, a ponto de Judá deixar de ser povo de DEUS, sendo esse DEUS tão bondoso? Isso não é admirável, é assustador, pois, por mais que seja fácil nos salvarmos, pouco se salvarão. Os que se perderem, não será por culpa de DEUS, mas de cada um que se perdeu. Afinal, o perdão é uma resposta a uma simples oração sincera, e tudo resolvido.

Amom, como também já vimos, sucedeu Manassés e foi mau, pior do que seu pai nos primeiros tempos de reinado. Amom foi pior por duas razões: uma porque agiu ainda mais radicalmente na maldade, e outra, porque nunca se arrependeu em seu curto reinado. Ele foi tão mau e insuportável que gente do povo e do palácio se revoltou, tramarem contra a sua vida e mataram esse rei.  Isso é admirável entre os criminosos. É sabido, ao menos no Brasil, que os criminosos não perdoam os pedófilos nem os que batem em mulheres. Esses, se forem presos, correm risco de vida na certa, precisam ser separados em alas específicas. Tal coisa não é justiça correta, mas é sede de justiça e pressa em realiza-la, mesmo que à margem da lei.

Foi nesse contexto que assumiu o rei Josias, com oito anos de idade. A situação era dramática em Judá. Leia e reflita as palavras do profeta Habacuque, ao exclamar sobre a situação em Judá: “O peso que viu o profeta Habacuque. Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! e não salvarás? Por que razão me mostras a iniqüidade, e me fazes ver a opressão? Pois que a destruição e a violência estão diante de mim, havendo também quem suscite a contenda e o litígio. Por esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta; porque o ímpio cerca o justo, e a justiça se manifesta distorcida” (Habacuque 1:1-4).

Deu para entender o contexto em que um menino Josias assumiu uma nação? Pois bem, esse menino, desde o início, radicalmente diferente de seus dois antepassados, sem que precisasse vir uma crise ou uma ameaça de profeta, foi fiel a DEUS, tal como DEUS sempre havia desejado. Josias não precisou de ameaças estrangeiras, não precisou de palavras duras de algum profeta, não precisou ser preso, etc., ele era bom e fiel a DEUS, já aos oito anos, melhor, antes dessa idade! Do mau Amom nasceu uma criança de excelente caráter, segundo o coração de DEUS. E aos dezesseis anos conduziu a mais completa reforma de todos os tempos entre o povo de DEUS. Era um adolescente quando iniciou a reforma, mas sendo fiel a DEUS, o ESPIRITO SANTO o aconselhava, e ele obedecia. Diria hoje: assim é fácil governar, tendo ao lado um Ser infinitamente inteligente e poderoso, e sendo obediente a Ele. Josias provou que essa ideia é verdadeira.

Outra reflexão. O povo de Israel pediu um rei, igual tinham as nações da vizinhança. Queriam ser iguais o mundo. A igreja hoje está extasiada, querendo se aproximar da maneira que o mundo louva e adora. A invasão de Babilônia para os judeus é para nós a sacudidura. Eles foram levados cativos para aquele país inimigo de DEUS, entre nós muitos, a maioria, será sacudida e irá aliar-se com os inimigos de DEUS e da igreja.

Na verdade o povo de Israel, no tempo de Samuel, já estava cansado do sistema dos juízes. Também não funcionava. Esses juízes foram incompetentes, não souberam unir a nação, não administraram, limitaram-se a ser representantes de DEUS, mas não assumiram a liderança para dirigir a nação. Estava tudo muito à vontade, sem comando, por isso o povo pediu um rei. Os juízes, nem todos foram bons, a exemplo de Sansão, um devasso e sedento pela pornografia da época. Por falta de comando e gestão, a nação não avançava, apenas passava o tempo, e politicamente nada era feito. A rigor, eram um conjunto de tribos sem um poder central que os unisse, dirigisse e orientasse no caminho da vontade de DEUS. O sistema de juízes faliu não porque DEUS pensou mal, mas porque, tal como os reis, esses juízes, em geral, mesmo os bons, não administravam a nação, apenas julgavam. Nunca estabeleceram um sistema de governo, que era necessário, assim como fazia Moisés. O sistema cansou o povo, e DEUS, sem uma alternativa melhor, teve que atender o pedido de um rei. Na verdade eles foram muito bem atendidos, pois no futuro, veio o melhor de todos os reis, JESUS, mas esse eles não quiseram.

 

  1. Terça: Josias no trono

Já estudamos sobre o rei Josias na lição três, como também já escrevi acima. Vamos fazer, então, uma breve revisão. O pai de Josias foi o rei Amom, seu avô foi Manassés e o bisavô foi Ezequias, que ao ser curado miraculosamente, acabou mostrando aos representantes de Babilônia, toda a sua riqueza. Nos dias dos filhos de Josias, os Babilônios, já bem fortes como império, vieram buscar tais riquezas, tirando-as de um reino enfraquecido pela desobediência a DEUS. Josias reinou entre 639 a 609 aC, tornando-se rei aos oito anos de idade. Aos 16 anos ele passou a reinar por vontade própria, antes disso, era auxiliado por tutores, mas ele possuía a última palavra. Junto com Davi, que foi rei de Israel, o reino unido, foi o melhor rei de Judá.

Durante o seu reinado Safã, o escriba, encontrou o livro da lei, provavelmente os livros escritos por Moisés. Esse livro foi estudado junto com o sacerdote Hilquias, e tornou-se a base para as grandes reformas que Josias passou a realizar daí em diante. Sendo contemporâneo do profeta Zacarias e do profeta Jeremias, corrigiu tudo o que seu avô e pai haviam feito errado. Aliás, corrigiu tudo o que todos os demais reis anteriores haviam feito de mau, especialmente a idolatria.

Veja só em que condições encontraram o livro da lei. Bem quando estavam reformando o templo. Esse livro se perdeu no tempo em que o templo estava sendo deturpado e depredado pela idolatria. Interessante que, quando desrespeitavam o templo, perderam o livro da lei, mas quando estavam se aproximando de DEUS, acharam esse livro. Alguns estudiosos relacionam esse achado ao livro de Deuteronômio. O décimo segundo capítulo desse livro é favorável a centralização do culto. Provavelmente esse capítulo influenciou fortemente o rei sempre disposto a ser fiel a DEUS. Tudo o que o rei viesse a saber que DEUS desejava, ele levava a sério, e colocava em prática.

Diante das revelações do livro, vistas as transgressões que se praticavam e das consequências anunciadas, Josias sentiu-se alarmado. Consultou a profetiza Hulda para saber o que DEUS orientaria para se fazer. Ela afirmou que uma grande tragédia estava por vir, mas não seria nos dias de Josias. Josias determinou um solene pacto com DEUS. Realizou-se então uma páscoa como a muito tempo não se fazia. Os capítulos 2 a 6 de Jeremias dão a entender que, apesar da grande reforma, o povo, em geral, não foi influenciado. A reforma finalmente chegou, mas, infelizmente, tarde demais para muitos.

Josias decidiu fazer uma reforma no templo. Desde que Salomão dedicara o templo a DEUS, esse edifício enfrentou muitas provas. Foi a ação do tempo, da idolatria, das guerras, da indiferença para com DEUS, da falta de manutenção, da falta de atenção e zelo, e assim por diante. O templo já existia há mais de 350 anos. Embora fosse construído com os melhores materiais, com a melhor tecnologia da época, não era uma construção perfeita, não estava no Céu, num lugar onde nada envelhece. Precisava, de tempos em tempos, de manutenção, e Josias decidiu fazer essa manutenção, com zelo ao extremo. Davi preparou muitas coisas para que o povo tivesse um templo de elevada qualidade, Salomão construiu o templo e Josias o reformou. Esses reis deixaram, cada um, seu legado para o futuro do povo. Josias deixou um bom legado. Mas infelizmente o dedicado rei foi pouco respeitado. Josias foi desprezado pelo povo, até pelos seus filhos, assim como JESUS também foi desprezado pelos seus filhos. A nação até hoje não aceita JESUS como Messias e Salvador. Mas, tudo o que fazemos a DEUS, nunca é vão. Alguns daquele povo foram salvos por essas reformas.

É lamentável, pois, bem poucas décadas depois da reforma de Josias, veio Nabucodonosor e destruiu o templo, desapareceu a lei, que nunca mais foi recuperada. Josias voltou-se total e integralmente a DEUS, mas seus filhos jogaram toda sua dedicação no lixo. Foram eles que perderam o reino para Babilônia, e por causa persistente maldade deles o templo foi destruído. Nunca mais houve rei em Judá, senão, quando veio o humilde Senhor que os havia constituído, JESUS CRISTO. Foi desprezado, humilhado, e fizeram com Ele o que já haviam feito com muitos profetas: mataram-no.

O pior de tudo, eu e você também patrocinamos a morte de JESUS, por meio de nossos pecados. Foram os pecados que levaram à destruição do templo, assim como foram os pecados que separaram JESUS de DEUS, e O levaram à morte. Um templo de material foi destruído por causa dos pecados e um templo vivo foi morto pelo mesmo motivo. Esse templo voltou à vida ao terceiro dia, e trará de volta a vida todos aqueles que crerem nEle.

 

  1. Quarta: O livro da lei

O rei Josias estava com idade por volta dos 16 ou 17 anos, quando começou a preocupar-se com a condição espiritual da nação. Logo resolveu firmemente restabelecer o verdadeiro culto a DEUS. Nessa idade, muitos, hoje ainda estão por desenvolver juízo, mas Josias já era maduro e sabedor do que era certo ou errado. Quem ensinou esse menino a ser fiel a DEUS? Que mistério! Mas é admirável que, no desfecho da derrocada de Judá surja alguém assim para comandar o país.

Ele determinou que se fizesse uma reforma no templo? Ele teve a capacidade de perceber que o templo estava em estado deplorável. Durante a reforma, nalgum canto, encontraram o livro da lei. Quem encontrou também era fiel a DEUS, e se alarmou, e foram ler o livro junto com Josias, pois sabiam que ele daria valor ao que ali estava escrito. Pelo visto ninguém deles sabia sobre o conteúdo, tanto tempo não se ensinava aquele assunto.

Ao Josias tomar conhecimento do conteúdo do livro da lei, ele se desesperou. Zeloso como era, (poucos há em nossos dias com tamanha fidelidade a DEUS, vivemos hoje em tempos de liberalismo, e alguns, de fanatismo, mas bem poucos zelosos com sabedoria), rasgou suas vestes horrorizado com a apostasia e as consequências previstas, o juízo que haveria de vir, e como sinal de arrependimento. A apostasia facilmente vem por meio de um mau líder, e o arrependimento de uma nação, também deve, sempre, vir por meio da liderança. Se a liderança for, como hoje é, liberal, a igreja será em geral, liberal, especialmente os jovens, que são mais suscetíveis a novidades. Há um contra ponto terrível. Se a apostasia durar por muito tempo, digamos, décadas, ou como em Judá, séculos, não será uma reforma radical como fez Josias que irá erradicar o mal em pouco tempo. Precisa, por vezes, mais de uma geração. Foi assim com a idolatria e rebeldia que os israelitas herdaram de sua longa vida no Egito. DEUS teve que esperar que aquela má geração morresse no deserto, para levar uma nova para Canaã.

Hulda, a profetiza, foi chamada, às pressas. Ela alertou que aqueles juízos realmente viriam, não nos dias de Josias, pelo fato do arrependimento do rei e das reformas no culto. Mas viria mais tarde, nos dias dos filhos de Josias, e de seu sobrinho, pois o povo não se arrependeria definitivamente, voltaria à idolatria, comandado pelos novos reis que sucederiam Josias. Esse é um ponto assustador. Podemos nos arrepender, mas, podemos ter recaídas, e isso é um alerta que devemos ter sempre em mente. Só é seguro se estivermos bem firmes nas mãos de DEUS, todos os dias.

Como vínhamos discutindo acima, pode até parecer contraditório que Josias tenha feito uma reforma total em Judá, e logo depois, com o reinado de seus filhos, tudo tenha retornado a como era antes, e ainda pior, e que a nação tenha sido destruída totalmente. Não é contraditório. O que os líderes, reis e sacerdotes, cultivaram ao longo de séculos, formou uma cultura de rebeldia firme e sólida. Satanás conseguiu em grande parte o que queria, dominar a nação. É o que ele quer fazer hoje, com a Igreja Adventista do Sétimo Dia. E, outra vez, em grande parte, está conseguindo, controlando, especialmente a música na igreja. Muitas músicas, por exemplo, do CD jovem, o estilo tem sua origem no vodu africano. É pesquisar e descobrir. Por outro lado, há uma grave e severa advertência vinda da profetiza Ellen G. White, mas que, como naqueles tempos antigos, grande parte de nossos líderes, pastores e dirigentes, não considera relevante. Nossa profetiza diz que, um pouco antes do fechamento da porta da graça, exatamente essa música entraria na igreja. Nada poderia ser mais claro e direto, no entanto, contraditoriamente, deliberadamente, por ato de rebeldia, não sendo aceito pela direção da igreja de hoje. Hulda diria hoje, a sacudidura virá, não há como evitar, porque a rebeldia dentro da igreja não será revertida ao lado da reforma e reavivamento que está em andamento. Assim como Josias reformou, mas não reverteu a profecia, assim hoje, já acontece a reforma e reavivamento, mas para muitos, não reverte sua situação espiritual. Por isso, muitos serão sacudidos para fora da igreja, logo após o decreto dominical.

Esse é o alerta que resta a nós do estudo da lição de hoje. Se ficarmos apenas refletindo sobre os erros que cometeram no passado, teremos perdido nosso tempo. Devemos refletir e aplicar também aos nossos dias o exemplo que aqueles nos deixaram.

 

  1. Quinta: As reformas de Josias

Já elaboramos uma relação do que fez Josias em suas reformas. Pode relembrar isso na lição três, no estudo de domingo. Em essência a reforma foi para abordar dois aspectos importantes: reafirmar ou renovar a aliança nacional com DEUS e erradicar a idolatria disseminada por toda nação. A nação inteira, o povo, os sacerdotes, os reis anteriores, os príncipes, se haviam entregue ao estúpido costume de adorar um pedaço de matéria sem vida, ou os astros também sem vida, menos o DEUS que os havia tirado do Egito e implantado em Canaã. Eles haviam ido longe demais para um bom convívio espiritual experimental com DEUS. É lógico, sempre por trás estava satanás e seus agentes trabalhando para levar a nação a se afastar de DEUS e derrota total, sua extinção. Ainda hoje, mais que naquele tempo, satanás deseja desvirtuar a igreja, especialmente quando se inicia um reavivamento. Ele faz isso por meio de duas estratégias gerais: liberalismo (facilidade de viver igual ao mundo) e fanatismo (exigências acima do necessário).

Josias promoveu a celebração da páscoa como nunca se havia feito desde o tempo de Salomão. Ela foi uma enorme reunião nacional em Jerusalém para onde todo povo foi chamado, e relembraram em conjunto a saída do Egito. Nas reformas anteriores eram incentivados a realizarem essa celebração nos lares. Mas dessa vez, Josias queria provocar um impacto em toda nação, quem sabe reverter para sempre a forte tendência à idolatria. Ele fez o máximo possível. Estavam então pactuando a adoração do DEUS verdadeiro, aquele que era capaz de torá-los do Egito com mão forte, com dez pragas, com maná, com água no deserto, com poder para derrotar os inimigos ao longo do caminho, e assim por diante. Eles estavam sendo levados, pelo rei, a reconhecerem que o verdadeiro DEUS não são os ídolos, mas o DEUS vivo e poderoso, e também, que os amava incondicionalmente.

Atentemos porque em nossos dias também devemos ter o zelo do rei Josias. Atentemos também a iniciativa da reforma veio do rei, nem mesmo um profeta foi até ele para incentivá-lo. Ele tomou a iniciativa de buscar a profetiza Hulda. Deve ter sido bom ser profeta nos dias de Josias. Nós não devemos esperar apelos, reavivamentos oficiais ou provações para fazermos um novo pacto com DEUS. Preferencialmente em cada família se deveria tomar a decisão de sermos mais fiéis a DEUS, de nos afastarmos do mundanismo e de darmos bom exemplo aos nossos semelhantes, sejam eles da igreja, sejam de fora.

Por uma gentileza do Pr João Augusto Cesar, recebi este esquema dos cinco últimos reis. Trata-se de uma tabela muito bem elaborada, que decidi publicar aqui, pois ajuda a organizar o pensamento sobre aqueles anos finais em Judá.

 

NOME SIGNIFICADO CARACTERISTICA IDADE TEMPO DE

REINADO

16 Josias        640-609 Deus cura O humilde       34:27 8 anos 31 anos                   34:1
17 Jeoacaz            609 Deus prendeu O deposto        36:3 23 anos 3 meses                  36:2
18 Jeoaquim     609-598 Deus firma O abominável   36:8 25 anos 11 anos                   36:5
19 Joaquim       598-597 Deus levantado O maldoso        36:9 18 anos 3 meses/10 dias     36:9
20 Zedequias    597-586 Justiça de Deus O obstinado    36:13 21 anos 11 anos                   36:6

Gentileza do Pr João Augusto Cesar

 

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

O foco dessa semana poderia ser uma pergunta, como fez a lição na parte de sexta-feira: como pode uma nação inteira (na verdade duas) afastar-se tanto de DEUS, e vir a sucumbir na desgraça da insubordinação a DEUS? Caíram Israel e Judá. Isso se explica facilmente. O povo de DEUS tem um inimigo forte, astuto, inteligente e sedutor. Os seres humanos degeneraram ao longo dos séculos, e facilmente apreciam bem mais o mal que o bem. Portanto, isso facilita a vida de satanás, para enganar o povo de DEUS.

Isso que aconteceu com Israel, e cento e poucos anos depois com Judá, acontece com a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Porém, profeticamente, sabemos que a igreja permanecerá, ela não será substituída por outra denominação. Desse modo, a prudência nos ensina que devemos ficar dentro da igreja, não combater a igreja, no entanto procurar solucionar os problemas que ela enfrenta. Mas o mais importante nesses dias finais é que individualmente nos mantenhamos firmes ao lado de nosso Salvador, sendo obedientes ao que está escrito.

 

  • Quais os tópicos relevantes?

Nunca é tarde. Isso se pode afirmar num certo sentido. A nação Judá desapareceu, porém, pessoas, individualmente se salvaram. E quem sabe até que ponto as ações do profeta Jeremias e a reforma de Josias contribuíram para que, 70 anos mais tarde, muitos retornassem a Jerusalém e ao país, e reconstruíssem tudo? Quem sabe o quanto essas reformas contribuíram para que houvesse povo de DEUS afim de que JESUS tivessem onde vir pela primeira vez? Sim, porque, se com as reformas aconteceu essa enorme tragédia, imagina sem elas!

 

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

A lição apresenta uma interessante pesquisa científica sobre como pessoas comuns podem se tornar cruéis com seus semelhantes. É bom ler na parte de sexta-feira. Tempos atrás fiz um sermão sobre esse assunto. Simplesmente constatei pelos noticiários quantas pessoas que não tiveram passagem pela polícia, de um momento para outro, praticaram atos cruéis, do tipo, matar a esposa, ou o pai, ou o filho, ou outra pessoa. Não são poucos casos. Fiquei com medo de mim mesmo. Como é má nossa natureza! Espantoso! Portanto, como devemos, dia a dia, andar de mãos dadas com nosso Salvador e atentar às mensagens do ESPÍRITO SANTO.

 

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Somos maus por natureza. Temos a tendência a praticar maldade mais facilmente que atos bons. Assim como um alcoólatra pode ter recaída até mesmo décadas depois de ter parado com a bebida, nós também, podemos ter recaídas, mesmo sendo servos de DEUS e ativos na igreja. Portanto, a única segurança é comunhão com DEUS, todos os dias, assim como fazem os alcoólatras, um voto para cada dia, nesse dia, ficar afastado da maldita bebida, e nós, nesse dia, afastados do maldito pecado.

 

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“Assim como as más paixões e os maus propósitos dos homens baniram a Deus de seus pensamentos, também o esquecimento dEle os inclinou mais fortemente para o mal. O coração, amando o pecado, imputou a Deus os seus atributos, e tal concepção fortaleceu o poder do pecado. Propensos à satisfação própria, chegaram os homens a considerar a Deus tal como eles mesmos, a saber, como um Ser cujo objetivo fosse a glorificação própria, cujas ordenanças se acomodassem a Seu prazer; Ser este pelo qual fossem os homens elevados ou rebaixados, conforme favorecessem ou impedissem ao Seu propósito egoísta. As classes inferiores consideravam o Ser supremo mal diferindo de seus opressores, sobrepujando-os apenas no poder. Por tais ideias se modelava toda forma de religião. Cada uma delas consistia num sistema de cobrança. Por meio de dádivas e cerimônias, os adoradores procuravam tornar propícia a Divindade, a fim de se assegurarem de Seu favor para seus próprios fins. Tal religião, não tendo poder sobre o coração e a consciência, não poderia deixar de ser senão uma rotina de formalidades, de que se cansavam os homens, e de que anelavam libertar-se, exceto naquilo que lhes aproveitasse. Assim o mal, sem restrições, tornava-se mais forte, enquanto o apreço e o desejo do bem diminuíam. Os homens perderam a imagem de Deus, e receberam o estigma do poder diabólico pelo qual eram dirigidos. O mundo todo estava-se tornando uma fossa de corrupção” (Educação, 75 e 76).

 

  1. Conclusão geral

“Deus precisa de homens e mulheres que trabalhem na simplicidade de Cristo, a fim de levarem o conhecimento da verdade àqueles que necessitam de seu poder transformador” (Evangelismo, 105)

 

 

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Lição em espanhol: www.escuela-sabatica.com/comentarios.html

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira Como é fácil enganar! As 4 primeiras pragas, enfoque econômico        

 

 

estudado e escrito entre:    9/10 a 15/10/2015

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

5 comments for “Lição 8 – As reformas de Josias

  1. Eliane Inácio de Paula Passos
    novembro 16, 2015 at 8:15 pm

    Boa noite!
    Como sempre, o senhor iluminado por Deus.
    Desejo muitas bênçãos para o senhor e família.
    Muito obrigada pelo carinho e competência que o senhor tem com os comentários.

    Eliane Passos

  2. judite
    novembro 20, 2015 at 11:59 pm

    Pastor, Agradeço de coração pela explicação tão clara, tão maravilhosa aqui exposta por senhor, tinha 17 anos e faz 35 anos que conheci os mandamentos da Lei de Deus, e hoje renovo minhas necessidades de estar mais proxima de Deus, mts coisas se passaram casei, tenho 3 filhos tds adultos, somente um está firme na igreja, e aos meus irmãos tds catolicos ainda, não consegui passar as verdades eles simplesmente ignoraram, Hoje sinto mais forte para novamente levar essas mensgens, peço que coloque os nomes dos meus filhos Talita, Israel Jr, e Jonatas em suas orações, que Deus vem ter misericordias para que eles possam retornar ao Lar, ou seja para igreja. Pastor Deus o abençoe nesse ministerio, mais uma vez, mto obrigada pela mensagem. Feliz Sábado

  3. dezembro 18, 2015 at 12:32 pm

    Exelente ,
    excelente,
    quanta sabedoria , que Deus continue lhe iluminando amado mestre.
    Angelo Filho, Poconé-MT.

  4. VANIA-SANTOS
    outubro 13, 2017 at 11:13 am

    Paz de Cristo ! Amanhã vou levar uma Palavra de manhã e “jesuscidentemente” é sobre Josias e estou pesquisando fatos mensagens e vou falar alguns pontos q o senhor enfatizou aqui.Deus o abençoe meu irmão!

  5. outubro 13, 2017 at 11:14 am

    Paz de Cristo ! Amanhã vou levar uma Palavra de manhã e “jesuscidentemente” é sobre Josias e estou pesquisando fatos mensagens e vou falar alguns pontos q o senhor enfatizou aqui.Deus o abençoe meu irmão!

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