Lição 9 – Apelo pastoral de Paulo

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Terceiro Trimestre de 2017

Tema geral do trimestre: O evangelho em Gálatas

Lição 9 – Apelo pastoral de Paulo

Semana de 19 a 26 de agosto

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário complementa o estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar: “Eu lhes suplico, irmãos, que se tornem como eu, pois eu me tornei como vocês. Em nada vocês me ofenderam” (Gál. 4:12, NVI).

 

Introdução de sábado à tarde

Em Gálatas 4:12 a 20 Paulo mudou o tom, tornando-se mais suave. Depois de se mostrar durão com o que eles estavam fazendo, ele demonstrou que ainda tinha esperança com eles, e que ainda os amava, e que estava preocupado com a salvação deles.

Qual foi a estratégia dele? É fácil entender. Quando ele estava tratando com o pecado, o desvio de conduta, foi enfático e incisivo, mas quando passou a tratar do relacionamento com eles, foi, como sempre, bondoso e amigável. Esse era o momento em que ele estava fazendo um apelo, como que dizendo: vamos continuar nossa amizade na mesma fé? Seria como hoje, falando a alguém que está se afastando da igreja por alguma teimosia, e depois de alertá-lo adequadamente, apelar para que fique junto conosco na grande esperança da salvação.

 

  1. Primeiro dia: O coração de Paulo

“Irmãos, rogo-vos que sejais como eu, porque também eu sou como vós; nenhum mal me fizestes. E vós sabeis que primeiro vos anunciei o evangelho estando em fraqueza da carne; e não rejeitastes, nem desprezastes isso que era uma tentação na minha carne, antes me recebestes como um anjo de Deus, como Jesus Cristo mesmo. Qual é, logo, a vossa bem-aventurança? Porque vos dou testemunho de que, se possível fora, arrancaríeis os vossos olhos, e mos daríeis. Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade? Eles têm zelo por vós, não como convém; mas querem excluir-vos, para que vós tenhais zelo por eles. É bom ser zeloso, mas sempre do bem, e não somente quando estou presente convosco. Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós; eu bem quisera agora estar presente convosco, e mudar a minha voz; porque estou perplexo a vosso respeito” (Gálatas 4:12-20).

Vamos explicar as partes mais relevantes desse trecho de Paulo. Ele estava rogando, ou, desejando que todos ali fossem um, unidos, uns como os outros. Sendo ele, Paulo, carnal, foi ensinar a eles o evangelho, e eles aceitaram, não o desprezaram. Tornaram-se tão amigos que eles, Paulo ilustrando, disse que seriam capazes de até dar-lhe seus olhos, se fosse necessário (atualmente até poderia isso ser mais real, como uma doação de órgãos).

Pois agora chegou a hora de Paulo dizer umas verdades a eles, algo mais severo que o ensino do evangelho. Daí Paulo pergunta: por essa razão se teria feito inimigo deles?

Os judaizantes têm zelo por vós, isto é, são atraentes, se mostram preocupados, são persuasivos para os atrair para outro evangelho. Esse é um zelo não para o bem, mas para a perdição. Aliás, hoje, quem quer enganar, não faz com cara de quem está enganando, mas se faz parecer muito honesto e desejando o melhor. Os judaizantes agiam assim para que os Gálatas também tivessem zelo por eles, ou seja, para que acreditassem neles e agissem como eles desejavam.

Por isso tudo, Paulo como que sentia outra vez a dor do parto por eles. Ou seja, foi difícil e trabalhoso ensinar a eles a mensagem do evangelho até que aceitassem e se permitissem batizar. Agora estavam indo por um caminho de perdição, acreditando que a circuncisão era necessária para a salvação, que deveriam seguir a enorme quantidade de ritos das tradições sobre como guardar os mandamentos e observar o sábado, sobre as ordenanças dos rituais dos sacrifícios, etc. Essas coisas não tinham mais valor e muito menos alguma vez foram pontos necessários de salvação. A salvação é pela fé, explicava Paulo, mas eles se deixaram persuadir por aquele zelo errado dos judaizantes, aceitando que só por essa via poderiam ser salvos. Era exatamente por essa via que nunca se salvariam. Paulo estava decepcionado, mas ainda os amava, deixou esse sentimento bem claro nesse trecho de sua carta. Paulo outra vez sentia as dores de parto porque teria que reconstruir tudo outra vez, ou, reformar o que os judaizantes haviam estragado.

 

  1. Segunda: O desafio da transformação

“Irmãos, rogo-vos que sejais como eu, porque também eu sou como vós; nenhum mal me fizestes” (Gálatas 4:12).

Paulo tinha por costume pedir aos seus ensinados que agissem como ele (I Cor. 11:1; 2 Tes. 3:7-9), mas aos irmãos da Galácia ele fez um pedido diferente, que se tornassem como ele. Uma coisa é fazer como alguém faz, isso é um exemplo de como proceder. É assim que se ensina como trabalhar, por exemplo. Um mecânico aprende vendo como faz aquele que sabe fazer bem. Um cirurgião aprendeu dos professores como fazer os cortes cirúrgicos, com precisão. Nesse caso, é diferente daquela situação em uma aula de cirurgia, quando o professor pediu aos alunos que não calcassem demais o bisturi, pois da última vez estragaram a mesa de cirurgia. Um soldador aprende soldar imitando alguém que sabe fazer isso (não é fácil soldar). Uma menina aprende a cozinhar vendo sua mãe cozinhando, e ouvindo as explicações, e depois, ela deve experimentar cozinhar.

Imitar os outros é uma excelente estratégia para se aprender com quem sabe mais que nós. É assim que surgem os grandes profissionais em todos os ramos. Assim também é na vida espiritual, se aprende muito imitando quem é bom cristão, aliás, se pode degenerar muito imitando maus exemplos e falsos líderes. Paulo disse aos coríntios: “Sede meus imitadores, como eu o sou de Cristo!” (I Cor. 11:1).

Mas há uma estratégia de ganho espiritual mais profunda que a imitação de boas obras. Essa melhor estratégia, que deve ser a principal, a imitação pode ser complementar, é “ser como alguém que serve de bom exemplo.” A lição explica com “seja como eu”. Isso é mais profundo porque envolve princípios de vida, envolve crer como Paulo, pensar com os critérios de Paulo, utilizar os princípios de vida de Paulo. Mas Paulo seria um exemplo confiável? Por certo sim, ele era confiável porque era imitador de CRISTO. O Salvador era o exemplo de Paulo, e ser como ele era o mesmo que ser como JESUS. Paulo era fidedigno, ou, digno de ser visto como fiel.

Havia um princípio de vida excelente que resumia a lei de DEUS: “amar o próximo como a si mesmo.” Mas JESUS introduziu, como depois fez Paulo, um outro princípio, que não substitui aquele, mas o aprofunda e complementa: “amai vosso semelhante como Eu vos amei.” O texto é: “Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros (João 13,34, grifos acrescentados).

Paulo aprendeu bem esse princípio e passou a viver assim. Do mesmo modo, ele mesmo percebeu que poderia servir de exemplo de vida aos que vinham após ele, aos quais havia ensinado a vida cristã. E ele o havia aprendido de JESUS CRISTO.

Resumindo isso tudo: imitar alguém é aprender a fazer o que essa pessoa sabe fazer, mas tornar-se como alguém é assumir os princípios de caráter dessa pessoa que a leva a ser uma vencedora. Logo, para nós, seria excelente coisa buscar ser como JESUS. Ou seja, “ser mais semelhante a JESUS”.

 

  1. Terça: Eu me tornei como vocês

O estudo de hoje é continuação do de ontem. Ontem Paulo rogava que eles se tornassem como ele; hoje ele disse “eu sou como vocês.” Então o autor da lição faz uma importante pergunta: em que eles deveriam se tornar como Paulo se ele já se havia tornado como eles, gentios? A resposta a essa pergunta é fácil e importante.

Paulo aborda essa questão em I Coríntios 9:19-23, e destaquemos dois versos, para análise: “E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei. Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei” (1 Coríntios 9:20,21).

Nos versos acima Paulo explica que ele se adaptava às pessoas para ganhá-las para CRISTO. Ele era flexível e usava métodos adequados a cada situação. Mas ele faz um alerta bem importante aos cristãos de todos os tempos. Embora fica estabelecido que devem-se fazer adequações na pregação do evangelho, isso não quer dizer que se deve compactuar com recursos do inimigo nesse sentido. Veja-se que ele disse que “Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei.” Isso quer dizer que ele se comportava como judeu ao pregar aos judeus, e se comportava como gentio ao pregar aos gentios, no seguinte sentido: os judeus ele respeitava a circuncisão (que em si não é pecado) e com os gentios ele não exigia a circuncisão, nem outras leis cerimoniais e tradições dos anciãos. Seu único propósito ao adaptar-se até onde o fora possível à filosofia da vida dos judeus, era conduzi-los ao Salvador. Paulo não violava desnecessariamente as leis dos judeus. Não os repreendia porque respeitassem a lei de Moisés, nem se negava a conformar-se com essa lei quando podia fazê-lo sem entrar em contradição. Era tão cauteloso quanto a isto que pôde afirmar, quando foi acusado pelos dirigentes judeus, que havia guardado as leis e práticas judaicas. Porém, diante de ambos os públicos, ele ensinava que a salvação é pela graça, não pelas obras da lei. E ele mesmo, não vivia como se não existisse mais lei, pois declarou estar debaixo da lei de CRISTO, que são os Dez Mandamentos. Isso quer dizer que devemos falar na linguagem do público e não exigir dele mais do que possa suportar, uma estratégia muito usada por DEUS no antigo testamento e por JESUS em seus dias, mas também quer dizer que não devemos nos mundanizar, como muitos de nós defende, para conquistar o mundo. Ou seja, como o autor da lição diz, “havia limites”; a liberdade de Paulo em se adaptar “não inclui um estilo de vida sem lei.” Sobre isso, diz Ellen G. White:

“Antes de os juízos finais de Deus caírem sobre a Terra, haverá, entre o povo do Senhor, tal avivamento da primitiva piedade como não fora testemunhado desde os tempos apostólicos. … O inimigo das almas deseja estorvar esta obra; e antes que chegue o tempo para tal movimento, esforçar-se-á para impedi-la, introduzindo uma contrafação. Nas igrejas que puder colocar sob seu poder sedutor, fará parecer que a bênção especial de Deus foi derramada; manifestar-se-á o que será considerado como grande interesse religioso. …

Há um excitamento emotivo, mistura do verdadeiro com o falso, muito apropriado para transviar. Contudo, ninguém necessita ser enganado. À luz da Palavra de Deus não é difícil determinar a natureza destes movimentos. Onde quer que os homens negligenciem o testemunho da Escritura Sagrada, desviando-se das verdades claras que servem para provar a alma e que exigem a renúncia de si mesmo e a do mundo, podemos estar certos de que ali não é outorgada a bênção de Deus” (O Grande Conflito, 464 e 465).

Muitos supõem que, para se aproximar das classes mais altas, é preciso adotar uma maneira de vida e um método de trabalho que se harmonizem com seus fastidiosos gostos. Uma aparência de riqueza, custosos edifícios, caros vestidos, equipamentos e ambiente, conformidade com os costumes do mundo, o artificial polimento da sociedade da moda, cultura clássica, as graças da oratória, são considerados essenciais. Isso é um erro. O caminho dos métodos do mundo não é o caminho de Deus para alcançar as classes mais elevadas. O que na verdade os tocará é uma apresentação do evangelho de Cristo feita de modo coerente e isento de egoísmo” (A Ciência do Bom Viver, 214).

O que nós necessitamos é poder do ESPÍRITO SANTO, não de métodos de homens que outras igrejas utilizam para encher seus auditórios, e levá-los à perdição.

 

  1. Quarta: Naquele tempo e agora

“E vós sabeis que primeiro vos anunciei o evangelho estando em fraqueza da carne; e não rejeitastes, nem desprezastes isso que era uma tentação na minha carne, antes me recebestes como um anjo de Deus, como Jesus Cristo mesmo” (Gálatas 4:13,14).

Paulo, como os versos acima dão a entender, mesmo por meio de seu estilo incógnito de escrever, parece que estava doente em Gálatas, ou foi para lá doente, até pode ser para se tratar. Pelas suas palavras, dá a entender que a doença era grave e que tenha levado algum tempo para se recuperar. Naqueles tempos antigos a medicina era quase nada, porém, no caso dele, DEUS estava com tudo sob controle e comando.

Aproveitando a oportunidade, que ele nunca perdia, resolveu pregar aos gálatas e converteu um bom número de pessoas que se tornaram cristãs. E Paulo relata que os gálatas, apesar de sua situação fragilizada, não o julgaram desfavorecido de DEUS, no entanto, o receberam e aceitaram de bom grado. Pelo visto, até o ajudaram, pois Paulo relata que se fosse necessário, lhe dariam até os olhos deles. Em vez de verem a doença como um sinal de desaprovação divina, entenderam o contrário, e apreciaram seus ensinamentos. Daí que vem a grande contradição da atitude dos gálatas de, depois de sua doença resolvida e depois de terem aprendido sobre o evangelho, vem os judaizantes com um evangelho que se classificaria como anátema, sem doença alguma, enganam os gálatas, e eles aceitam esse novo evangelho (novo para eles, mas na verdade, antigo).

A situação entre os gálatas vinha deteriorando, tendo eles abdicado do verdadeiro evangelho que aprenderam do apóstolo de CRISTO, a ponto de, mais tarde, lhes dizer isto: “Escreve Paulo aos gálatas: “Eu quereria que fossem cortados aqueles que vos andam inquietando. Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pela caridade. Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros. Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne”” (Gál. 5:12-16).

 

  1. Quinta: Falando a verdade

“Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade?” (Gálatas 4:16).

Paulo disse a verdade em duas ocasiões: quando pela primeira vez pregou e os ensinou sobre a salvação e depois, nessa carta aos gálatas, quando advertiu contra o evangelho anátema (maldito) dos judaizantes. Fica fácil entender que Paulo se referia à verdade que ele falou da segunda vez, pois, na primeira, os gálatas gostaram tanto que fariam qualquer coisa pelo bem dele. E foi na segunda vez que ele usou palavras duríssimas, chegando a classificar os gálatas como insensatos. Mas Paulo não queria com isso provocar o ódio deles, eram palavras necessárias para chamar aquele povo do lugar errado onde foram parar para retornarem ao evangelho verdadeiro, que ele e os demais apóstolos e outros mestres genuínos ensinavam.

Paulo fez um alerta contundente aos gálatas: “Eles têm zelo por vós, não como convém; mas querem excluir-vos, para que vós tenhais zelo por eles. É bom ser zeloso, mas sempre do bem, e não somente quando estou presente convosco. Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós; eu bem quisera agora estar presente convosco, e mudar a minha voz; porque estou perplexo a vosso respeito” (Gálatas 4:17-20).

O que querem dizer essas palavras? Vamos escrever de outra maneira, já que as de Paulo são um tanto filosóficas. “Eles estão interessados em vocês, querem conquistá-los para o lado deles, ou ameaçarão de exclusão da salvação se não seguirem os ensinamentos deles (especialmente a circuncisão). Devem ser zelosos, mas pelo correto, pelo evangelho verdadeiro, de JESUS, e não se deixar enredar quando estou (Paulo) longe de vocês. Estou muito preocupado com o que aconteceu com vocês, como que outra vez sentindo dores de parto, as preocupações que tinha quando de início os ensinava, mas receando que não dessem atenção nem se interessassem. Eu quisera estar com vocês agora para cuidar de vocês a fim de que não sejam enganados por outros. Isso tudo me deixa perplexo, como foram cair tão facilmente na conversa dos falsos pastores”. Essa paráfrase pode ajudar a entender o que Paulo quer dizer em suas frases cheias de expressões difíceis, mas que podem ser entendidas com oração e dedicação. A parte boa dos escritos de Paulo é que elas requerem mais dedicação e atenção, isso desenvolve em nós capacidades mentais superiores.

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Tema transversal

Os gálatas foram imprudentes. Depois de aprenderem o puro evangelho por meio de Paulo, vindo outros com ideias diferentes e contrárias, no mínimo deveriam ter contestado, arguido e principalmente investigado em suas bíblias. Tendo aprendido a verdade se deve ser capaz de rechaçar a mentira, e se isso não for feito, é porque houve esquecimento da verdade ou porque se tornaram superficiais, relaxados e indiferentes. A situação começou uma tendência de desmantelamento da fé em Gálatas, e DEUS, por meio de Paulo, tratou de agir firmemente para inverter essa tendência. Deu certo.

Muito cuidado hoje, pois existem tendências em nossa igreja que estão sendo tratadas de maneira como foi feito entre os gálatas.

 

  1. Aplicação contextual e problematização

Em princípio, todos nós queremos que as coisas na igreja sejam conforme nossos desejos, gostos, vontade e inclinações. As pregações estão se amoldando a essa situação. E o estudo da Bíblia é cada vez menos valorizado. A tendência leva à sacudidura, essa é a profecia.

 

  1. Informe profético vinculado com a lição

“A Santa Sé avalia positivamente o Plano de ação da ONU para líderes e outros atores religiosos que visa prevenir a incitação à violência que pode levar a crimes de massa. Segundo a Santa Sé, a responsabilidade primária de proteger os inocentes de crimes horríveis cabe, em primeiro lugar, aos governos e à comunidade internacional.” Se bem que o plano é altamente positivo, há um porém perigoso, conforme se sabe por meio da profecia: igrejas que pregam ensinamentos diferentes dos do Ecumenismo serão enquadradas como incitação ao ódio. Veja a fonte da matéria, vale a pena ler aqui.

O prefeito de São Paulo está a combater com firmeza a cracolândia. Tem planos de eliminar esse desvio da sociedade em São Paulo. Há tempos alguém já deveria ter tomado uma iniciativa nesse sentido, pois tende a só aumentar. Por exemplo, conforme uma matéria que pode ver aqui, em apenas um ano houve o aumento de mais de mil pessoas do sexo feminino nessa comunidade de drogados.

Segundo um jornal russo, não pode haver uma guerra fora de controle em nosso planeta. Certamente não haverá devido ao contexto profético do momento, de conclusão da obra de evangelização do planeta, o alto clamor, e deve haver condições para isso. Ao menos nós cremos que antes do desfecho profético não haverá outro loucura de uma guerra global. Estudos afirmam que atualmente, devido a potência das bombas atômicas, o planeta poderia enfrentar uma situação catastrófica global inimaginável. Bem que satanás gostaria que isso acontecesse, mas há quatro anjos segurando os ventos até que todos os que desejarem, sejam selados. Por enquanto a porta da graça ainda não se fechou; assim sendo, os anjos continuarão segurando os ventos. Veja importante matéria aqui.

 

  1. Comentário de Ellen G. White

“A maneira como Paulo viveu entre os gálatas foi tal que ele pôde afirmar mas tarde: “Rogo-vos que sejais como eu.” Gál. 4:12. Seus lábios tinham sido tocados com a brasa viva do altar, e ele foi habilitado a sobrepor-se às fraquezas do corpo e a apresentar a Jesus como a única esperança do pecador. Os que o ouviam sabiam que ele havia estado com Jesus. Assistido com o poder do alto, estava capacitado a comparar as coisas espirituais com as espirituais e a demolir as fortalezas de Satanás. Corações eram quebrantados ao apresentar ele o amor de Deus como revelado no sacrifício de Seu único Filho, e muitos eram levados a perguntar: Que devo fazer para salvar-me?” (Atos dos Apóstolos, 208).

 

  1. Conclusão

“Em sua carta aos crentes gálatas, Paulo recapitula brevemente os incidentes principais relacionados com sua própria conversão e com sua experiência cristã primitiva. Por este meio ele procurava mostrar que foi através de uma especial manifestação de poder divino que ele havia sido levado a ver e abraçar as grandes verdades do evangelho. Foi mediante instrução recebida do próprio Deus que Paulo foi levado a advertir e admoestar os gálatas de maneira tão solene e positiva. Ele escreveu, não em hesitação e dúvida, mas com a segurança de decidida convicção e absoluto conhecimento. Esboçava claramente a diferença entre ser ensinado pelo homem e receber a instrução diretamente de Cristo.

“O apóstolo exortava os gálatas a deixar os falsos guias por quem haviam sido desviados, e a voltar à fé que havia sido acompanhada por inquestionáveis evidências de aprovação divina. Os homens que os haviam procurado desviar de sua fé no evangelho eram hipócritas, de coração não santificado e vida corrupta. Sua religião era feita de um acervo de cerimônias, por cujas práticas esperavam ganhar o favor de Deus. Não tinham interesse num evangelho que requeria obediência à palavra: “Aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” João 3:3. Sentiam que uma religião baseada em tal doutrina requeria demasiado sacrifício, e assim se apegavam a seus erros, enganando-se a si e aos outros” (Atos dos Apóstolos, 386 e 387).

 

Assista o comentário clicando aqui.

Lição em espanhol: www.escuela-sabatica.com/comentarios.html

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira Como é fácil enganar! As 4 primeiras pragas, enfoque econômico

 

 

estudado e escrito entre   14 a 20/7/2017

revisado por Jair Bezerra

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

 

3 comments for “Lição 9 – Apelo pastoral de Paulo

  1. Viegas Fufuna
    agosto 25, 2017 at 5:58 am

    Muito obrigado pela message contido no app, Deus seja louvado

    • Viegas Fufuna
      agosto 25, 2017 at 6:02 am

      Muito obrigado pela message contido no app Deus seja louvado , a lição da um grande impacto para a liderança atual Nas nossas igreja.

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