Lição 9 – Ídolos da alma e outras lições de JESUS

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Segundo Trimestre de 2016

Tema geral do trimestre: O Evangelho de Mateus

Lição 9 – Ídolos da alma e outras lições de JESUS

Semana de 21 a 28 de maio de 2016

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar: “Naquela hora, aproximaram-se de JESUS os discípulos, perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino dos céus?” (Mat. 18:1).

 

Introdução de sábado à tarde

Sobre nós, quanto a como pensamos, como decidimos, como agimos, como nos relacionamos, como é formado o nosso caráter, quais são nossos valores e princípios de vida, a cultura do ambiente em que vivemos é fortemente determinante. Faz parte dessa cultura a influência familiar, a sociedade, a mídia em seus diferentes tipos, a escola, os amigos, o trabalho, os relacionamentos, a igreja, e o que lemos e assistimos. Principalmente isso.

A cultura é tudo o que compõe uma sociedade, desde sua história, seus valores, suas crenças e ideologia, sua tecnologia, seus passatempos, seu sistema de governo, e assim por diante. Devemos respeitar a cultura, é verdade, mas muito cuidado para não deixar que a ela nos domine e substitua o ESPÍRITO SANTO, as Escrituras e os escritos do Espírito de Profecia em nossa vida. Na verdade, nem é necessária muita observação para ver que a última igreja é Laudiceia por causa do poder da cultura, que entra nessa igreja. Alguém está falhando quanto à proteção da igreja, e não é JESUS.

O esforço por assimilar a cultura celeste, a que JESUS viveu, que os profetas viveram, que os apóstolos viveram, que Ellen G. White viveu, é o que devemos procurar. Mas, ao menos por enquanto, nós, adventistas, somos uma espécie de misto cultural, algo celeste e muito terrestre, como foram os samaritanos no tempo de JESUS. Por isso necessitamos da reforma de Elias e de João Batista, para nos libertarmos das amarras do mundo, que muitos de nós, especialmente líderes, tanto amam. Aqueles que resistirem a seguir as simples orientações dos Escritos, serão no devido tempo (por ocasião do decreto dominical) sacudidos fora da igreja, e porque tem ligações fortes com o mundo, se tornarão nos piores inimigos dela. Que isso não aconteça comigo, nem com quem estiver lendo. Para tanto, precisamos viver em comunhão com JESUS, para entender qual é a Sua vontade, como Ele agiria em nosso lugar. Precisamos assimilar a cultura celeste para a nossa vida.

 

  1. Primeiro dia: A grandeza da humildade

O que é grandeza e o que é humildade?

Do ponto de vista humano secular, de nossos dias, grandeza é ser maior que os outros seres humanos, capaz de impor, de ter poder, de ser importante aos olhos das pessoas, de ser superior. E humildade é ser pequeno, inferior, insignificante, incapaz, sem poder, sem expressão, até incompetente e desprezível. Esses são, em geral, os conceitos presentes em relação a essas duas palavras.

Porém, no reino de DEUS, quais são as definições dessas duas palavras? Grandeza é ser igual a uma criança. Ela é dependente, pequena e principalmente obediente aos pais. A palavra que mais se harmoniza com grandeza no reino de DEUS é a obediência, mas também há outra palavra deveras importante: submissão. E por sua vez, humildade nesse reino é se reconhecer como alguém incapaz e desprezível se não estiver com DEUS, sabendo que, com Ele, será verdadeiramente grande (grandeza) como Ele é grande. Ou seja, tudo está vinculado à dependência de DEUS, que vem de andar com Ele todos os dias.

Da Bíblia podemos aprender sobre esses conceitos vitais para se alcançar a vida eterna. Analisemos alguns versos selecionados dentre muitos outros.

“Se por estarmos em Cristo, nós temos alguma motivação, alguma exortação de amor, alguma comunhão no Espírito, alguma profunda afeição e compaixão, completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros. Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-Se; mas esvaziou-Se a Si mesmo, vindo a ser servo, tornando-Se semelhante aos homens” (Filipenses 2:1-7).

“E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-Se a Si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!” (Filipenses 2:8).

“Por isso Deus O exaltou à mais alta posição e Lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Filipenses 2:9-11).

“Humilhem-se diante do Senhor, e ele os exaltará” (Tiago 4:10).

O exemplo de humildade era e é o maior de todos. É o Rei, Criador e Sustentador do Universo. Ele também tornou-Se Salvador do mundo. Resumindo em poucas palavras, Ele Se esvaziou do que realmente era e que tinha direito, tornando-Se semelhante a um ser humano falível, pecador e mortal. Ele desceu até nós, e um dia, que se aproxima, subiremos com Ele, até ao Seu nível, pois reinaremos com Ele. Mas para tanto, Ele Se humilhou por ser de fato humilde. Sempre foi, embora sempre tenha sido o rei do Universo. Portanto, nós, sendo nada sem Ele, sendo apenas pó, tenhamos ao menos a compreensão de em que lugar atualmente nos encontramos.

Quando, juntos com Ele formos realmente grandes, como Ele é grande, então seremos, como Ele é, humildes e obedientes ao princípio do amor, como Ele sempre foi e sempre será. A obediência ao amor nunca foi mudada e nunca mudará, é o alicerce único e permanente do governo de DEUS.

 

  1. Segunda: A grandeza do perdão

Hoje, que estou escrevendo esse comentário, é o dia seguinte (18/04) à aprovação do impeachment pela câmara dos deputados. Nesse momento estou lembrando quanto ódio se pôde ver naqueles homens e mulheres na hora de votar. Não acompanhei toda a votação, não havia paciência para isso, mas uma boa parte sim. Se assim agem nossos líderes, os que fazem as leis, com ódio no coração, imagine como deverá agir a população em geral. Vem da liderança o exemplo de caráter. Não estou contestando ou defendendo o resultado da votação pública, estou detectando como esses homens e mulheres se odeiam.

DEUS não é assim como o homem. Ele ama as pessoas, e passou instruções sábias e superiores a qualquer boa intenção vinda de ser humano. Que tal se essas instruções fossem aplicadas na nossa nação? Ou ao menos em nossa igreja e lar?

Como se devem resolver todos os problemas que surgem entre as pessoas, especialmente entre os irmãos? Nada mais simples e fácil de fazer, embora necessite de grandeza. Quando um irmão ofende outro irmão, é o ofendido que deve tomar a iniciativa de ir falar com o ofensor, ele só, para se reconciliarem, conforme Mateus 18:15-17. Deve ir sozinho para facilitar o entendimento. Em geral, muitas vezes assim tudo se resolve mais facilmente.

Se, no entanto, o ofensor não atender, então o ofendido deve levar mais uma ou duas pessoas. Aí já entram as testemunhas e os negociadores. A situação não está tão fácil para resolver. Se, no entanto, ainda assim não resolver, então deve comunicar ao ancião ou ao pastor da igreja, para que reúna a comissão e tudo seja apresentado devidamente à igreja. Se ainda assim não resolver, então esse irmão, que não precisa ser excluído, deve ser tratado como alguém que não pertence ao rol de membros, ou seja, deve se agir com ele com cuidado, pois pode ser problemático. Mas, muito cuidado, até uma igreja inteira pode entender tudo errado, e julgar mal, mesmo com oração. Também alguém pode estar manipulando a igreja. Conheço um caso em que a igreja disciplinou um jovem por ter fumado cigarro, e isso não era verdade. Prejudicou a família toda bem como outros jovens que sabiam da verdade.

Agora vamos aos comentários. A nossa igreja deve garantir amplo direito à defesa a quem ofendeu e amplo direito de defesa a quem foi ofendido. Isso está no nosso manual e também na Constituição Brasileira. É um dos direitos fundamentais, que DEUS exige seja respeitado.

Vajamos. Num primeiro momento, sem falar a ninguém, deve o ofendido “falar” somente com o ofensor. Nesse momento, um e outro tem o direito de falar o tempo que for necessário. Logo, o direito a defesa de ambos está amplamente garantido, e também a ética do sigilo.

Pois bem, quem ofendeu pode ter razão. Ou talvez nem tenha ofendido, apenas aquele que se magoou tenha feito interpretação errada. Ou então, de fato, o ofensor tenha ofendido e esteja irredutível para uma reconciliação. Nesses casos, mais pessoas devem entrar em ação para ajudar, “para que tudo se esclareça”. O ofendido deve tomar a iniciativa e convidar mais uma ou mais duas pessoas, conforme a situação. Isso não significa que o ofensor não possa tomar idêntica iniciativa, não está proibido. Essas pessoas convidadas devem ser neutras, não devem ser amigas mais de uma e menos de outra parte. Devem ser pessoas de oração, sábias para conduzir à reconciliação. Então, numa boa conversa amigável, busquem chegar ao entendimento e reconciliação. Esse processo não deve ser do tipo ‘ver quem ganha’, e sim, do tipo, explicar tudo, analisar e entender o que se passou, e então, intermediar para a reconciliação. A pessoa ou as duas pessoas a mais devem fazer o papel de intermediários, negociadores e reconciliadores. Especialmente, devem ser capazes de entender a situação, as motivações e causas, para serem capazes de explicar os fatos. Uma delas é que deve coordenar a reunião. Assim se pode aprender com os erros.

Se ainda não houver solução, o assunto deve ser levado às instâncias colegiais da igreja. Pode ser que o ofensor esteja irredutível, ou, por outro lado, pode ser que a questão não tenha sido corretamente abordada. Há sempre a possibilidade de o ofensor ser na verdade o ofendido, de ter ele apenas reagido a alguma provocação. Nesse caso, invertem-se os papeis. Tudo deve ser esclarecido, não pode haver injustiça. É de se avaliar se deve haver mais uma ou outra reunião desse grupo, e se é conveniente que sejam as mesmas pessoas. Se houver alguma perspectiva de solução sem envolver a igreja, ela deve ser preservada. O mesmo se diga da reunião entre os dois. Nesses casos a pressa é aliada de satanás.

Se a situação tiver que ir à igreja, isso ainda não quer dizer que o ofensor seja irredutível. Pode ser que ele esteja com a razão, e o ofendido esteja sendo exigente demais. De qualquer maneira, alguém está errado nesse processo, porque ainda não deu para resolver. Talvez os dois estejam errados.

Se, finalmente, envolvendo a igreja, o ofensor não ceder, ou quem esteja errado não ceder, e se humilhar (isso não quer dizer que deva ser humilhado), então sim, só então, ele deve ser posto de lado, ou seja, não ter, pelo menos por um tempo, cargo na igreja, talvez até ser desligado do rol de membros. Mas, em nenhuma hipótese, quem for culpado deve ser desprezado ou ignorado, posto no gelo, como é bem comum entre nós. Isso é um tipo de vingança de baixo nível, mas ocorre com grande frequência. Em torno do que a Bíblia requer, podemos elaborar outros caminhos, desde que sejam respeitados os direitos legais das pessoas, exaradas no Manual da Igreja e nas leis do país.

Mateus 18 é o procedimento básico para todos os tipos de conflitos e desentendimentos que aconteçam na igreja; assim foi desde os dias de JESUS. Não há outra maneira, só essa. Para que ela funcione, necessita-se duas posturas essenciais: humildade e disposição ao perdão. Todos devem estar dispostos a perdoar, e todos devem ser humildes em suas ações. Se uma parte não for humilde, enquanto se mantiver assim, não haverá reconciliação, a solução é impossível. Por exemplo, se uma parte, depois da reconciliação, ainda continuar falando a outros a respeito, a reconciliação ruiu e o problema voltou, rebrotou. Sendo assim, a solução fica bem mais difícil, pois pode ter ruído junto a confiabilidade em uma das partes. Também, se depois da reconciliação, quem ofendeu, outra vez ofende esse irmão, ou outro irmão, resolver esse novo problema fica também bem mais difícil, pois, de novo, a confiabilidade está reduzida, ou até deixa de existir. É o grave problema da reincidência.

O perdão é algo tão importante para que convivamos em estado de pecaminosidade, pois somos todos pecadores. JESUS chegou a afirmar que devemos perdoar até 70 vezes 7. Ora, isso quer dizer que devemos perdoar sempre. Ninguém vai ficar fazendo contabilidade de quantos perdões deu a seus irmãos. O mais prático é perdoar com toda facilidade e esquecer, aprendendo com o problema que ocorreu, amadurecendo com ele, e crescendo espiritualmente.

 

  1. Terça: Ídolos da alma

Curioso, mas é a realidade. É possível, ao menos do ponto de vista humano, guardar os mandamentos, e mesmo assim, ter ídolos no coração (mente). É o que se aprende do estudo de hoje.

Em outras palavras, como os fariseus, podemo-nos apegar à obediência à lei de DEUS, pelo menos de uma maneira burocrática, sermos exemplos na igreja, termos bons argumentos, levarmos muitos à salvação, colecionarmos estrelas numa coroa, e mesmo assim, nos perdermos por termos alguma ligação com atrativos terrestres.

Vamos a um exemplo prático desse tipo de ídolo. O que hoje mais atrai as pessoas? É o poder, o desejo de ser importante, o status, o vestuário, o automóvel, e muitas outras coisas bem lícitas, mas que muitas vezes são levada ao exagero. Veja que a pequena lista acima não é de coisas ruins. Podemos, por exemplo, almejar poder, porém, quando isso se torna uma obsessão, algo acima do equilibrado, daí o desejo de poder, como o desejo de qualquer coisa, se torna um ídolo. Ídolo é tudo o que nos atrai o interesse mais que o interesse por DEUS. Assim, ídolos podem ser coisas boas. Mais um exemplo: o da saúde. Devemos cultivar a saúde, porém, quando passamos a exagerar, malhando mais tempo na academia que o recomendado, ou tomando todo tipo de complemento alimentar e vitamínico, ou fazendo todo tipo de plástica, a busca por saúde se tornou um ídolo. É um assunto em que não há fronteiras prescritas e definidas, vai do bom senso de cada um, mas é um assunto importante.

Então, repetimos: uma pessoa que exagera em algo, que portanto tem um ou mais ídolos, pode, ao mesmo tempo, ser um exemplo aos outros em como se guarda os mandamentos e como se santifica o sábado. No entanto, está perdida se continuar assim. É por essas coisas que haverá surpresas no Céu, não se encontrando lá pessoas que aqui tivemos por bons exemplos de cristianismo, e, no entanto, encontrando lá pessoas que víamos como perdidas. Nós vemos o exterior, só DEUS vê o coração.

Analisemos o caso do jovem rico (Mat. 19:16 a 30). Esse moço era zeloso guardador da lei. Era também inteligente (senão não teria enriquecido). Em suas reflexões percebia que faltava algo em sua vida. O que lhe faltava era desvencilhar-se de seu ídolo, a riqueza.

Não há absolutamente nada errado em ser rico, ter muitas posses. Aliás, se ter posses não fosse tão perigoso quanto a perda da vida eterna, DEUS favoreceria a todos, assim como favoreceu Abraão e muitos outros, para que fossem ricos. O problema do jovem rico é que ele se apegou à riqueza, e passou a desprezar os pobres. Não temos os detalhes, mas geralmente quem se apega à riqueza, fica orgulhoso; quer sempre mais, acima de como se enriquece normalmente; dedica mais tempo que o equilibrado para ficar mais rico (workaholic); despreza os pobres e não os ajuda na medida em que poderia; confia mais nas riquezas que em DEUS, e assim por diante. E essa situação se torna num empecilho à salvação, assim como qualquer outro ídolo da mente.

Ele estava um tanto impaciente. Parece que imaginava que algo não ia bem. Talvez até mesmo percebesse, pois era inteligente, que sua riqueza tornou-se um ídolo. Mas ao que tudo indica, pela lógica, ele queria uma palavra de JESUS, lhe dizendo algo como: “vai em paz, está tudo certo.” Ou, “continue assim que você está salvo.” Isso, principalmente após JESUS lhe falar sobre a obediência à lei, onde era zeloso.

Quando JESUS lhe disse para tirar o ídolo de seu coração, ele desistiu. JESUS disse que vendesse seu ídolo, e que não ficasse com o dinheiro arrecadado, mas que desse tudo aos pobres, bem aqueles que ele desprezava. Ou seja, o que na realidade JESUS disse era que se libertasse do amor ao dinheiro, pois se devesse de fato vender tudo e ficar, ele mesmo também pobre, sendo que possuía talento para enriquecer, teria dito o mesmo a Abraão, Isaque, Jacó, Davi, Salomão, e muitos outros, homens riquíssimos. Era para ele tornar-se alguém como esses personagens acima. O moço cometeu que erro? O erro de não continuar no diálogo com JESUS, para saber o que o Mestre realmente estava afirmando. Ou seja, no limite da situação, não dando para se livrar do ídolo da riqueza para então se salvar; que de fato vendesse tudo, desse aos pobres, seguisse a JESUS como os discípulos, e se salvasse. Na pior das hipóteses, seria isso. Talvez houvesse uma situação intermediária, que o jovem não esperou para saber qual era, assim como Pilatos não teve paciência para saber o que era a verdade, pergunta que ele havia feito a JESUS. Ele amava o dinheiro, mas não amava, por exemplo, os pobres.

“É plano divino que as riquezas sejam usadas devidamente, distribuídas de modo a serem uma bênção aos necessitados, e para promover a causa de Deus. Se os homens amam as riquezas mais do que amam aos semelhantes, ou mais do que amam a Deus ou as verdades da Sua Palavra, se têm o coração preso às riquezas, não poderão então ter a vida eterna. … Aqui as criaturas são provadas; e, como o jovem rico, muitos se afastam, tristes, porque não podem levar suas riquezas e tesouros para o Céu. … “Para Deus todas as coisas são possíveis.” Mar. 10:27. … A verdade, incutida no coração pelo Espírito de Deus, expulsará o amor das riquezas. O amor de Jesus e amor do dinheiro não podem habitar no mesmo coração. O amor de Deus ultrapassa tanto o amor do dinheiro que o possuidor rompe com as riquezas e transfere suas afeições para Deus. Pelo amor é ele então levado a ministrar às necessidades dos pobres e ajudar a causa de Deus. É seu maior prazer dispor da devida maneira os bens de seu Senhor. Considera tudo que tem como não lhe pertencendo, e desobriga-se fielmente de seus deveres, como mordomo de Deus que é. … Deste modo é possível entrar o rico no reino de Deus” (Nos Lugares Celestiais, MM 1968, 301).

Concluindo, muitos pobres, bem pobres, também se perderão por terem a riqueza como um ídolo do coração. Assim como muitos ricos tem sua riqueza como ídolo. Um e outro dão mais importância a tal riqueza que a DEUS. Saem do equilíbrio, do bom senso. Afinal, DEUS é mais importante que tudo, e é assim que devemos considerá-Lo. Quem fica ansioso, sempre imaginando e querendo ser rico acima do equilibrado, seja essa pessoa rica ou pobre, está na mesma situação daquele jovem rico.

“Um jovem foi a Cristo e disse: “Bom Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna?” Mat. 19:16. Jesus lhe ordenou que guardasse os mandamentos. Respondeu ele: “Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade; que me falta ainda?” Mat. 19:20. Jesus olhou com amor para o jovem e fielmente lhe mostrou sua deficiência na observância da lei divina. Não amava ao próximo como a si mesmo. Seu amor egoísta às riquezas era um defeito, que, se não fosse reparado, o excluiria do Céu. “Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no Céu; e vem e segue-Me.” Mat. 19:21.

“Cristo queria que o jovem compreendesse que nada mais exigia dele senão que seguisse o exemplo que Ele mesmo, o Senhor do Céu, deixara. Abandonara Suas riquezas na glória, e Se tornara pobre, para que, pela Sua pobreza, o homem enriquecesse; e por amor dessas riquezas, pede ao homem que abandone as riquezas terrenas, a honra e o prazer” (Conselhos Sobre Mordomia, 201-211).

 

  1. Quarta: O que iremos ganhar?

Depois da questão ocorrida com o jovem rico, que saiu desapontado, Pedro fez uma pergunta a JESUS: “Eis que nós deixamos tudo para Te seguir; que será pois de nós?” (Mat. 19:27). Essa foi uma pergunta que repercute em nosso íntimo até hoje. Talvez nunca a tenhamos feito, mas certamente é uma de nossas preocupações. Ou seja, queremos ser salvos, e esse é o ponto. É nosso desejo, e é legítimo. A pergunta de Pedro pode ter a motivação do desejo da salvação, como também pode ter a motivação da recompensa e da honra. A resposta de JESUS foi tão sábia que direcionou para a salvação, e depois, incluiu recompensa, mas deixou evidente: devemos pensar na salvação, não na recompensa, que vem da graça, e não de algum mérito, que nem existe. Deixemos que Ellen G. White aborde esse assunto, ela é a profetiza.

“Pedro disse: “Eis que nós deixamos tudo e Te seguimos; que receberemos?” Mat. 19:27. Essa pergunta da parte de Pedro mostrou que ele pensava que certa quantidade de trabalho da parte dos apóstolos mereceria certa quantidade de recompensas. Havia entre os discípulos um espírito de condescendência, de exaltação própria, e faziam comparações entre eles mesmos. Se algum deles falhava de maneira assinalada, os outros se sentiam superiores. Jesus viu que se estava formando um espírito que devia ser detido. Podia ler o coração dos homens, e viu sua tendência para o egoísmo, na pergunta: “Que receberemos?” Mat. 19:27. Devemos corrigir esse mal antes que ele assuma proporções gigantescas.

“Os discípulos corriam o perigo de perder de vista os verdadeiros princípios do evangelho. Pelo uso dessa parábola [dos lavradores que foram chamados] ensina-lhes Ele que a recompensa não vem das obras, para que nenhum homem se glorie, mas vem toda da graça. O trabalhador chamado para a vinha no começo do dia teve sua recompensa na graça que lhe foi dada. Mas aquele a quem foi feito o último chamado teve a mesma graça que o primeiro tivera. A obra era toda de graça, e ninguém se devia gloriar sobre o outro. Não devia haver ressentimento de uns contra os outros. Ninguém recebeu maior privilégio do que o outro, nem podia alguém reclamar a recompensa como se esta fosse um direito seu. Pedro expressou os sentimentos de um mercenário” (Conselhos Sobre Mordomia, 340 e 341).

“A resposta do Salvador comoveu o coração daqueles pescadores galileus. Cristo mencionou honras que ultrapassavam seus mais altos sonhos. “Em verdade vos digo que vós, que Me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do Homem Se assentar no trono da Sua glória, também vos assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel.” Mat. 19:28. E acrescentou: “Ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por amor de Mim e do evangelho, que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições, e, no século futuro, a vida eterna.” Mar. 10:29 e 30.

“Mas a pergunta de Pedro: “Que receberemos?” (Mat. 19:27) revelou um espírito que, não corrigido, incapacitaria os discípulos para serem mensageiros de Cristo; porque era espírito de mercenário. Embora houvessem sido atraídos pelo amor de Jesus, os discípulos não estavam completamente livres do farisaísmo. Ainda trabalhavam com o pensamento de merecer recompensa proporcional à sua obra. Nutriam espírito de exaltação e complacência próprias, e faziam distinções entre si. Se algum deles falhava em qualquer pormenor, os outros nutriam sentimentos de superioridade” (Parábolas de JESUS, 396).

Resumindo: Tudo o que recebermos por termos deixado o que temos, não será pelo deixamos para trás, mas pela graça de JESUS, porque nos ama, e nos presenteia com a vida eterna, e com muitos presentes durante a eternidade. Desde a nossa criação, passando pela redenção, sempre recebemos porque nos ama; nunca recebemos nada, nem teríamos algum crédito de receber algo por mérito. Esse é o reino do amor e não da recompensa, é o reino da graça, não das obras.

 

  1. Quinta: “Podemos”

Hoje temos de tratar mais uma vez sobre a herança maldita, vinda de satanás. É o incontido desejo das pessoas, ao menos muitas delas, de terem poder, de dominar, mandar, ter autoridade, ser importante. Isso, embora no reino de DEUS, a partir dEle mesmo, todos sejam humildes, sempre dispostos a servir, não a ser servidos. Ao lado desse desejo, também é muito comum, outra herança de satanás, o desejo de vingança. Não são poucas as mortes nesse mundo em razão de pequenas ofensas, às vezes, somente mal entendidos.

Ia JESUS à Jerusalém, já nos dias para ser morto, e pediu que Seus discípulos providenciassem estadia numa cidade de samaritanos. Mas os samaritanos não lhes deram pouso, parece que pela razão de que estavam indo a Jerusalém. Tiago e João, os filhos do trovão, ficaram tão bravos que chegaram a pedir permissão a JESUS de mandar descer fogo do Céu para exterminar aquela cidade. Restam algumas questões: foram todos os cidadãos da cidade que não permitiram, ou apenas uns poucos, os que foram indagados? Que razões teriam de agir assim, se noutro tempo, os samaritanos receberam bem a JESUS, por meio da mulher samaritana que Ele encontrou no poço? Ou teriam outra razão? Seja o que for, não havia tão grande necessidade de exterminá-los sem antes dar-lhes outra oportunidade, ou oportunidades. Certamente foram mal tratados por judeus, e tinham motivos humanos para pensarem e agirem assim.

Esses mesmos Tiago e João, logo mais, com sua mãe, foram a JESUS fazer um pedido, do tipo que satanás muito desejaria. Queriam que JESUS mandasse que eles se assentassem, um à direita e outro à esquerda de JESUS, em Seu reino, que imaginavam estar próximo. Mas o que estava próximo era a Sua morte. Ele lhes perguntou se beberiam do cálice que Ele iria beber (de ser crucificado). Referia-Se à Sua morte. Eles, nem imaginando o que seria esse cálice, disseram imediatamente, irrefletidamente, que sim.

JESUS estava querendo poupá-los de serem mortos com Ele, pois veio para morrer por eles, e por todos nós. Assentar-se com Ele no trono, como eles imaginavam, no poder e na glória, significava que também deveriam ser literalmente crucificados com Ele. Achavam que estavam prontos, mas não imaginavam que seria tão grande o preço. Sofreram bastante por causa da morte de JESUS, mas foram poupados do extremo.

O cálice de JESUS não era um trono, mas a cruz. À direita e à esquerda de JESUS, foram crucificados dois malfeitores, não eles. Mas, como o Mestre disse, ao menos em parte eles participaram do sofrimento de JESUS. Tiago foi morto à espada, João viveu por muito tempo, perseguido e sofrendo, até que morreu em exílio.

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

Estudamos nessa semana a respeito da verdadeira grandeza. Vimos o contraste sobre a nobreza divina e a altivez humana. A nobreza divina quer perdoar, resolver os conflitos e sugere uma vida simples em humildade, diante de DEUS e dos homens. Por sua vez, a altivez humana tem os desejos que emanam de satanás, quer dominar, ter poder, subjugar, e se possível, até escravizar.

Se tivermos a sabedoria de DEUS em nossos corações (mentes) expressa nos Seus mandamentos, então saberemos com facilidade detectar e interpretar também as leis da natureza do modo correto, conforme a mente de DEUS. Inclusive entenderemos mais facilmente as motivações humanas e suas tendenciosidades, e teremos maior propensão a obedecer a DEUS.

  • Quais os tópicos relevantes?

A verdadeira grandeza está em resolver as situações segundo a sabedoria divina. No auge da grandeza, teremos desejo e prazer em levar pessoas ao reino de DEUS.

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

Podemos aprender que nossos interesses devem estar sujeitos à vontade de DEUS, pois essa vontade é infinitamente superior às nossas melhores intenções. Via de regra, desejando fazer tudo corretamente, erramos e geramos problemas. DEUS deve guiar nossas vidas.

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Devemos com humildade esperar que DEUS nos coloque no lugar que Ele deseja, na Nova Terra. Se formos assentar à direita, ou à esquerda, ou se formos nos assentar em algum outro lugar, isso hoje não importa. O mais importante é que estejamos salvos, juntos com JESUS, mesmo se nos assentemos nos últimos lugares. Importante: no Céu não há esse conceito de estar em último, essa é uma classificação terrestre.

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“Jesus dele [do rico e jovem príncipe] exigiu apenas que fosse onde Ele mostrasse o caminho. Torna-se a trilha espinhosa do dever mais fácil de seguir quando andamos nas divinas pisadas que Ele deixou à nossa frente, quebrando os espinhos. Cristo teria aceito esse talentoso e nobre príncipe, se este houvesse cedido a Suas condições, com a mesma prontidão com que Ele aceitou ao pobre pecador a quem convidara que O seguisse.

“A capacidade do jovem de adquirir propriedade não conspirava contra ele, contanto que amasse ao próximo como a si mesmo, e a ninguém tivesse prejudicado na aquisição de suas riquezas. Houvesse essa mesma capacidade sido empregada no serviço de Deus, em procurar salvar almas da ruína, e teria sido aceitável ao Divino Mestre, e se poderia ele ter tornado obreiro diligente e de êxito para Cristo. Mas recusou o elevado privilégio de cooperar com Cristo na salvação de almas; afastou-se do glorioso tesouro que lhe foi prometido no reino de Deus, e se apegou aos tesouros transitórios da Terra” (Conselhos Sobre Mordomia, 151 e 152).

 

  1. Conclusão geral

“Um jovem foi a Cristo e disse: “Bom Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna?” Mat. 19:16. Jesus lhe ordenou que guardasse os mandamentos. Respondeu ele: “Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade; que me falta ainda?” Mat. 19:20. Jesus olhou com amor para o jovem e fielmente lhe mostrou sua deficiência na observância da lei divina. Não amava ao próximo como a si mesmo. Seu amor egoísta às riquezas era um defeito, que, se não fosse reparado, o excluiria do Céu. “Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no Céu; e vem e segue-Me.” Mat. 19:21.

“Cristo queria que o jovem compreendesse que nada mais exigia dele senão que seguisse o exemplo que Ele mesmo, o Senhor do Céu, deixara. Abandonara Suas riquezas na glória, e Se tornara pobre, para que, pela Sua pobreza, o homem enriquecesse; e por amor dessas riquezas, pede ao homem que abandone as riquezas terrenas, a honra e o prazer. Ele sabe que enquanto as afeições estiverem voltadas para o mundo, serão desviados de Deus; portanto, disse ao jovem: “Vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no Céu; e vem e segue-Me.” Mat. 19:21. Como recebeu ele as palavras de Cristo? Regozijou-se por poder alcançar o tesouro celeste? Oh, não! “Retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades.” Mat. 19:22. Para ele as riquezas significavam honra e poder; e o grande vulto do seu tesouro faz com que tal venda pareça quase impossível” (Conselhos Sobre Mordomia, 210 e 210).

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Lição em espanhol: www.escuela-sabatica.com/comentarios.html

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
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Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira Como é fácil enganar! As 4 primeiras pragas, enfoque econômico        

 

 

estudado e escrito entre   15 e 21/04/2016

corrigido por Jair Bezerra

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

8 comments for “Lição 9 – Ídolos da alma e outras lições de JESUS

  1. Andrea Santos
    Maio 21, 2016 at 3:58 pm

    Feliz sábado ! Nessa tarde de 21/5 , estudando a lição 9 , procurei assuntos para agregar valores a mesma. Estou imensamente enriquecida de informações , com esse material , numa linguagem fácil e enriquecedora. Deus seja louvado e continuei abençoando pessoas preparadas como você ! Obrigada e muita gratidão , por esse material . Agregou mais valores , ao meu estudo , nesta próxima semana , onde completo também quase meio século de vida . Louvores ao nosso DEUS !

    • Sikberto Marks
      Maio 22, 2016 at 2:24 pm

      Olá irmã Andrea, muto obrigado pela sua grande bondade, DEUS te abençoe sempre.

      • Nelson Joveth Ngonga(iasd)
        Maio 24, 2016 at 11:06 am

        Hierarquias na igreja?(Mat.18:1-4) A questão da hierarquia, muito próxima das instituições humana era um assunto que necessitava explição, na verdade os discipulo não estavam interessado neste tema como tal, ou em uma definição a respeito do funci…

  2. Nelson Joveth Ngonga
    Maio 24, 2016 at 10:47 am

    Quero saber na lição o que significa doze tronos?

    • Sikberto Marks
      Maio 27, 2016 at 8:32 am

      Representa as doze tribos de Israel.

  3. dalmir borges dos santos borges
    Maio 27, 2016 at 11:22 am

    Olá irmão Sikberto Marhs feliz sábado ,sempre acompanho o seu comentário da lição ,desde o tempo que eu estava em Ijui e continuo participando ,acho exelente, que Deus lhe abençoe você e a sua familia um grande abraço do Dalmir e da Neusa

  4. dalmir borges dos santos borges
    Maio 27, 2016 at 11:22 am

    Olá irmão Sikberto Marhs feliz sábado ,sempre acompanho o seu comentário da lição ,desde o tempo que eu estava em Ijui e continuo participando ,acho exelente, que Deus lhe abençoe você e a sua familia um grande abraço do Dalmir e da Neusa

  5. dalmir borges dos santos borges
    Maio 27, 2016 at 11:22 am

    Olá irmão Sikberto Marhs feliz sábado ,sempre acompanho o seu comentário da lição ,desde o tempo que eu estava em Ijui e continuo participando ,acho exelente, que Deus lhe abençoe você e a sua familia um grande abraço do Dalmir e da Neusa

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