Lição 9 – JESUS, o mestre por excelência

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Segundo Trimestre de 2015

Tema geral do trimestre: O evangelho de Lucas

Lição 9 –  JESUS, o mestre por excelência

Semana de  23 a 30 de maio

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar: “E muito se maravilhavam da Sua doutrina, porque a Sua palavra era com autoridade” (Lucas 4:32).

 

Introdução de sábado à tarde

Façamos um contraponto do que está escrito na lição deste dia, que descreve, por meio de duas citações de Ellen White, as condições sociais da época. Hoje é semelhante, ou, bem pior, pois estamos no fim dos tempos do pecado. Hoje se acumulam todos os males de todos os tempos que fizeram DEUS tomar decisões radicais, pois o que desencadeou o dilúvio, vemos hoje na sociedade. O que desencadeou a destruição de Sodoma e Gomorra, da mesma forma. O que desencadeou a destruição de Herculano e Pompéia, também. O que fez o povo de DEUS ficar mais 38 anos no deserto, a cabeça dura deles, está entre nós. As mazelas do tempo de JESUS, estão todas em nosso meio. Antes de tudo isso, o ódio e a inveja de Caim contra seu irmão, faz parte do noticiário diário.

Por certo nunca tivemos um tempo de tanta corrupção, como em nossos dias, em especial, no Brasil. A pergunta é: será que há alguma atividade econômica que em nosso país sem corrupção? Certamente não. Se for investigar, tudo está corrompido. Há alguns anos venho dizendo que tenho vergonha de ser brasileiro, mas tenho prazer em ser cristão, pois em JESUS, há esperança de futuro decente. Aliás, o que ainda me dá alguma esperança aqui entre os seres humanos, que ainda tem bom senso, é a nossa Polícia Federal e o Ministério Público. E alguns jornalistas que denunciam o que corrói a sociedade.

Deixemos a Bíblia retrate os nossos dias: “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,
Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. Porque deste número são os que se introduzem pelas casas, e levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências; Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade” (2 Timóteo 3:1-7). Assim são os nossos dias, um contexto mais radical que o da primeira vinda.

Portanto, está em alto tempo de concluirmos a obra da evangelização e de JESUS retornar. Este não é um lugar minimamente adequado para uma vida moralmente decente, para educarmos os nossos filhos e dispormos de condições de não sermos afetados pelo mal de todo tipo. A sociedade se degenerou e legalmente essa degeneração está garantida. Quem ainda deseja manter princípios morais, como DEUS os deu no princípio, esse é visto como retrógrado e precisa ser combatido severamente. A esse ponto chegamos, e se não formos rápidos na evangelização, não haverá mais condições de fazê-lo. Mas DEUS conhece o futuro, e garante que as profecias se cumprirão. Ele está no comando.

 

  1. Primeiro dia: A autoridade de JESUS

Estudaremos hoje sobre a autoridade de JESUS, mas também sobre o seu poder. Parece que o autor esqueceu a parte do poder nessa lição. Autoridade sem poder não faz nada. Poder sem autoridade é ilegítimo, é imposição pela força, qualquer tipo de força. Em Administração (curso em que dou aula) se estuda esse assunto, autoridade e poder, entre outras coisas, como também liderança.

Onde se origina a autoridade e o poder? O que é autoridade e o que é poder?

A autoridade é o direito legítimo de exercer poder. Ela precisa originar-se por meio do direito, ou seja, ela precisa ser legítima. Se não for, então é algum tipo de imposição. A autoridade de JESUS não se legitimou desse mundo, ou seja, JESUS não teve o direito de curar doenças, de perdoar pecados, de dominar a morte e ressuscitar, de falar com poder, de contrapor os doutores da lei em diversos assuntos, de dizer que era Filho de DEUS, etc. por origem nesse mundo. Ele recebeu essa autoridade do trono celeste, e, também, dEle mesmo, pois, embora ali estivessem um ser humano, já estudamos que JESUS era também plenamente DEUS. Por isso Ele possuía também a autoridade de ser adorado.

As autoridades desse mundo se legitimam, por exemplo, por eleição da maioria dos votos. Outras, no caso os profissionais em geral, por meio de um curso superior, ou melhor, por um diploma. Assim adquirem o direito de realizar tratamentos no corpo das pessoas, exemplificando os médicos. Um presidente de uma empresa tem sua autoridade legitimada pelo estatuto da empresa. Ou, se for uma Cia Ltda, por que é o dono da empresa.

Mas dizíamos, a autoridade não é nada se não tiver poder. E o que é poder? Se autoridade é o direito de fazer certas coisas, poder é a capacidade de conseguir fazê-las. Por exemplo, a polícia tem o direito de prender as pessoas, e esse direito advém da lei, caso o cidadão a tenha infringido. E a polícia tem poder para prender, pois traz uma arma de fogo na cintura, e muitas vezes, um cassetete, algemas, etc. Ela pode usar a força para exercer sua autoridade. Portanto, poder é capacidade de fazer certas coisas.

E o poder de JESUS, como funcionava? O poder dEle vinha, direto, de Sua autoridade, ou seja, ele era divino, e agia também por meio do poder divino de Seu Pai. O poder de JESUS também não vinha desse mundo. Quando Ele curava, por exemplo, não era porque se havia aprofundado em algum curso de medicina, mas pelo poder divino, esse mesmo poder que usou para criar o Universo do nada, por meio da palavra.

JESUS impressionou as pessoas pelo poder do que falava. Aquilo possuía conteúdo, e era persuasivo e convincente. Era a verdade explicada de uma maneira impactante. As multidões se admiravam das informações que Ele passava, e do modo como as passava. Mudanças ocorriam nas vidas de muitas pessoas pelo que Ele ensinava. Ele ensinava com poder, e tinha o direito divino para isso, pois afinal, aqui na Terra nunca fez curso algum para ter esse direito e tal poder.

Podemos ter todos os cursos e diplomas do mundo. Aliás, isso até é bom. Porém, se não tivermos a autoridade e o poder do alto, tais cursos só atrapalharão, servirão como estorno à pregação da verdade. A autoridade e o poder da Terra é inútil, procede de seres humanos, e é fraco. O poder para ensinar e transformar devemos receber do ESPÍRITO SANTO, assim como JESUS demonstrou quando esteve entre nós.

 

  1. Segunda: O maior sermão de CRISTO

O conteúdo do assunto de hoje daria para pelo menos duas semanas. É o sermão do monte, onde estão ditas, por CRISTO, as orientações para o verdadeiro cristianismo. Vamos então destacar apenas alguns aspectos principais para o nosso estudo. Outros poderão destacar aspectos diferentes, não importa. JESUS foi farto nesse sermão, bastante rico em sabedoria e conhecimento.

Um ponto, alto, que se destaca no sermão de JESUS é sobre amar os inimigos (Lucas 6:27 a 36). O pessoal do mundo ama os amigos, portanto, disse JESUS, nisso os cristãos, se também o fizerem, não se diferenciam dos que não seguem tão bem a CRISTO, ou que nem O seguem. Mas a ordem do Mestre é mais radical, digamos, mais profunda. Devemos amar também os nossos inimigos, todos eles. Aqui satanás manteve sua principal batalha contra DEUS e a Sua lei. Ele diz, desde o princípio de sua rebelião, que é impossível amar quem não nos ama, que são os nossos inimigos, os que nos fazem mal. Imaginava que não houvesse como, por exemplo, DEUS perdoar Adão e Eva e seus descendentes, por causa dos pecados. Mas o perdão é justamente o ponto central do amor e do processo da salvação, é o ponto central do cristianismo, é assim por causa do amor. Devia ser a norma superior do relacionamento entre os seres humanos, e não teríamos problemas na Terra. Em vez de “dente por dente, olho por olho” como era a considerada sensata e sábia lei do Talião, ou seja, a vingança nunca poderia ser superior ao mal feito, JESUS ensinou como eliminar o mal pela raiz, oferecendo a outra face e dispondo-se a perdoar. Ele ensinou que devíamos ir e propor a reconciliação com quem nos ofendeu, pois o normal entre nós humanos é esperar que aquele que nos ofendeu tome a iniciativa de acertar as contas.

Outro ponto forte desse sermão é sobre o julgamento (Lucas 6:37 e 38). Não devemos julgar os outros, e assim, também não seremos julgados. O que JESUS quer dizer aqui é que não nos compete condenar outras pessoas, mesmo que elas estejam em flagrante erro. Mas o que podemos fazer, ou, o que devemos fazer, é constatar erros em outras pessoas para ajuda-las na recuperação. Para isso, evidentemente devemos julgar, mas esse não é um julgamento condenatório, que só a DEUS compete. A nós compete socorrer para que alguém se salve, e se mesmo assim não se salvar, já não é nosso problema, é a decisão dele.

 

  1. Terça: Uma nova família

Podemos hoje fazer uma confrontação da sabedoria do mundo com a sabedoria divina. Quanto a amar, o que diz a sabedoria do mundo?

Em primeiro lugar, a palavra amor, hoje, está deturpada. Fala-se em ‘fazer amor’, como sexo livre, tornou-se sinônimo de libertinagem, de anulação da família.

Mas o que significava amor, lá no Jardim do Éden? Uma ligação afetiva e também racional entre Adão e Eva, selada pela presença de DEUS, Ele que é o amor. Portanto, hoje, amor é a flagrante quebra do terceiro mandamento, de reverenciar e ter grande cuidado com o nome de DEUS. Esse mandamento se estende também para o conceito em relação a DEUS. É evidente que uma sociedade assim não pode progredir, como não progredia moralmente Sodoma e Gomorra. Não saber amar é a fórmula para uma sociedade ir de mal a pior. No Brasil há leis que favorecem mais a união homo afetiva que a família tradicional, assim chamada, portanto, podemos esperar o aceleramento da degeneração social em nosso país. Uma coisa é respeitar os que apreciam vincular-se a pessoas do mesmo sexo, isso devemos fazer, mas não é necessário que concordemos, a lei ainda permite isso. Foi o que aconteceu no passado em casos assim, não nos esqueçamos de Herculano e Pompéia, duas cidades destruídas pelo vulcão Vesúvio. Eram cidades devassas.

Os filósofos tem grandes pensamentos sobre amor, mas são pensamentos limitados à sabedoria humana. Com essa sabedoria se faculta a guerra, a violência e a destruição. Por exemplo, a nós é normal termos diferenças entre nacionalidades. Pois, desconfiamos de alguém de outro país, tanto que, para entrar no Brasil, precisa se identificar corretamente, e pode ser revistado. Enfim, nós somos maus, e os maus não sabem amar corretamente.

Outro exemplo, são os esportes, no Brasil, em especial, o futebol. É para nós achar normal ser adventistas, e no entanto, estar divididos entre nós torcendo para times diferentes. Enquanto estivermos com tais divisões não sabemos o que é amor, a nós não é coerente torcer para algum time, como se algum deles fosse sempre invencível.

É normal e aceito assim, participar de partidos políticos. Lembro que um grupo de anciãos e pastores, da região de Porto Alegre, em uma eleição passada, declararam seu voto a favor de candidato de um partido. Isso em si já é uma aberração para o povo de DEUS, mas esse partido é um acérrimo defensor dos direitos dos homossexuais. Sim, estamos divididos, não entendemos o que é amor, mas pregamos sobre ele, como se entendêssemos.

Poderia falar mais, mas deixemos por hora. O que JESUS falou sobre amor? A lição traz quatro exemplos. Em primeiro lugar, JESUS não fazia distinção entre as pessoas. Os publicanos, cobradores de impostos, eram muito mal vistos pelo povo judeu, considerados, ou julgados como pecadores. Portanto, eram postos à margem, mas JESUS não só convidou Levi para fazer parte de seu grupo como participou de uma refeição em sua casa (ver em Lucas 5:27 a 32).

Os soldados romanos eram vistos como o poder opressor, do qual, os judeus esperavam um Messias para os libertar. No entanto, o que fez JESUS? Curou o servo de um centurião (Lucas 7:1 a 10). Na cura dos dez leprosos, enquanto iam para se apresentar no templo, e nesse meio tempo foram curados, um deles voltou para agradecer, só um. Este era samaritano, considerado um povo inferior e pecador. Mas justo esse voltou, e somente a este JESUS disse: “a tua fé te salvou” (Lucas 17:11 a 19). Na grande ceia dada para muitas pessoas nobres e de dignidade social convidados, nenhum deles foi, todos arranjaram alguma desculpa esfarrapada, até que, a festa saiu, com os pobres, páreas da sociedade, marginalizados e maltrapilhos. Os considerados ‘gente fina’ não foram, mas os considerados ‘gente indigna’, estes foram.

O que JESUS ensinava por meio destas mensagens? Isso que Ele ilustrava por sua vida: amar a todos, amigos e inimigos, bons e maus, dignos e indignos. Se algumas dessas pessoas não corresponderem, daí o problema é delas. Não devemos admitir nenhum motivo para que se estabeleça algum tipo de muro entre nós e os outros, nem riqueza, nem pobreza, nem título, nem time de futebol, nem marca de produto, absolutamente nada.

 

  1. Quarta: A definição do amor: a parábola do bom samaritano – parte 1

A parábola do bom samaritano (título preconceituoso, pois supõe que os samaritanos sejam maus por natureza, só esse um, como exceção, que seria bom), começa com uma pergunta de um doutor da lei. Ele fora falar com JESUS sobre a salvação. Por via das dúvidas, pois o doutor era ele, não JESUS, mesmo assim, foi indagar o famoso Mestre. Queria saber o que fazer para ser salvo. Quem deveria conhecer a resposta era ele mesmo, pois, era doutor no conhecimento da lei. A rigor, era ele quem deveria ensinar a JESUS sobre a salvação, muito embora, JESUS fosse o próprio Salvador, acima daquele doutor.

JESUS valeu-se da condição de altos estudos do doutor, e lhe perguntou exatamente sobre o que ele já deveria saber: “Que está escrito na lei? Como interpretas?” (Lucas 10:26). Ou seja, tu és o doutor, e eu que devo responder tua pergunta? O doutor deu a resposta correta, digamos, tecnicamente falando: “Amarás o Senhor teu DEUS de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento e amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Luc. 10:27).

A resposta estava corretíssima, afinal, ele era o que ensinava a lei ao povo, portanto, deveria saber. E ele sabia, porém, não sabia a correta aplicação da parte sobre amar o próximo, aliás, nosso grande problema nesse mundo, até em nossos dias. JESUS mesmo disse a ele, que era isso mesmo, e que fizesse isso, e viveria, que seria salvo. Mas JESUS omitiu algo, a explicação sobre amar o próximo, pois sabia que o doutor estava inquieto, e queria saber exatamente isso. Era, pois, a parte de amar o próximo. Por certo o doutor já ouvira falar sobre amar os inimigos, amar todas as pessoas sem distinção, e assim por diante. O culto indagador estava preocupado com a parte de amar o próximo. Logo após a aprovação por parte de JESUS, ele queria saber quem era o próximo, ou seja, a quem deveria amar, e a quem não necessitaria amar.

Foi essa pergunta que desencadeou a parábola do bom samaritano: “quem é meu próximo?” (Luc. 10:29).

A situação do doutor da lei era a seguinte. Ele possuía o conhecimento correto, mas era conhecimento acadêmico, teórico, artificial, sem a devida aplicação conforme o propósito da lei, como JESUS vinha ensinando ao povo. Faltava entender como se deveria amar o próximo, quem incluir e quem excluir. Faltava o critério que definisse quem era esse próximo, isso que o doutor estava em dúvida, e queria aprender. Era exatamente isso que o doutor queria saber. Como JESUS sabia onde ele queria chegar, deixou que ele mesmo o revelasse. Amanhã estudaremos sobre a parábola que ilustra quem é nosso próximo.

 

  1. Quinta: A definição do amor: a parábola do bom samaritano – parte 2

Hoje JESUS explica o que é o verdadeiro amor. Em outras palavras, amar é estar disposto a perdoar, a fazer o bem, a ter bom relacionamento, não importa quem seja a outra pessoa. Foi esse amor que JESUS demonstrou na cruz. Era desse amor que satanás duvidava que fosse possível alguém dispor e demonstrar sempre. Amar amigos é fácil, até os ímpios fazem isso, mas amar inimigos, isso é ir mais adiante. Amar quem nos fez mal, quem nos odeia, quem nos quer assaltar, quem nos traiu, quem nos quer matar, quem já matou um íntimo nosso, etc., isso é realmente amor. Amar a todos, amar o próximo. Pois, quem é nosso próximo? Todo ser humano que exista.

A ilustração de JESUS foi esclarecedora. Os judeus entendiam e ensinavam que se devesse amar os próprios judeus, os gentios não, e muito menos os samaritanos, que eram considerados um povo inferior, ocupante das terras do Reino do Norte. Eles eram meio pagãos e meio adoradores do mesmo DEUS dos judeus. Haviam vindo do paganismo para ocupar o lugar dos israelitas que foram deportados. Por isso os judeus os odiavam. Em vez de os converter por completo, evitavam qualquer contato, e condenavam quem falasse com eles.

JESUS explicou que “um certo homem” foi assaltado, coisa bem comum naquela época, como hoje no Brasil, tiraram tudo dele, e o deixaram como morto, deitado à beira do caminho. Passaram por ele um sacerdote e um levita, mas nada fizeram. Depois passou um samaritano, justamente um homem que os judeus odiavam. Este compadeceu-se do coitado e o socorreu. Tomou todas as providências necessárias e que estavam ao seu alcance, chegando a leva-lo dali para uma hospedaria, e pagando pela sua estadia.

Ora, de quem menos se esperava, foi que veio o socorro. Então veio a pergunta de JESUS: quem foi o próximo daquele homem? Nem o sacerdote nem o levita, mas o samaritano, que resolveram chamar “bom”, porque os samaritanos eram considerados maus.

Quem deveria amar aquele homem desfalecido, que iria morrer ali se não fosse socorrido, nada vez. Aliás, duas pessoas da elite religiosa nada fizeram, foi um estrangeiro que fez algo, que amou e se compadeceu. Este é que aplicou a lei na prática, de amar as pessoas como a si mesmo.

Qual a aplicação mais profunda dessa parábola? Quem conseguiu praticar tal coisa foi JESUS. Nós somos como aquele homem assaltado, estamos a beira da morte. Nem mesmo merecemos algum socorro, pois somos pecadores. Mas JESUS veio em nosso socorro, morreu em nosso lugar, e providenciou um lugar para ficarmos, providenciou uma casa para cada um de nós (João 14:1 a 3). Ele perdoou a todos, pendurado ali na cruz, dizendo: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.” Isso é fazer algo pelo próximo. Depois JESUS disse que devêssemos amar os outros assim como Ele nos amou (João 13:34).

 

  1. Resumo e aplicação Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Síntese dos principais pontos da lição
  • Qual o foco principal?

O mundo hoje, igual ao que acontecia no tempo de JESUS, necessita de uma mensagem poderosa, que seja ensinada e demonstrada. O mundo necessita saber como amar o próximo. Pelos noticiários se esvai um clamor por segurança, por honestidade, por respeito, por amor entre as pessoas. Pois desaparece a consideração para com os mais velhos, com as grávidas, com as crianças, com todos. Nós, adventistas, não temos que inventar uma nova maneira de ensinar, mas, agir como JESUS, ensinar o que vivemos, e viver o que ensinamos.

 

  • Quais os tópicos relevantes?

Buscar ser educadores como JESUS foi, Ele, o Mestre por excelência. Ele ensinava com poder e autoridade, e vivia tal como ensinava. Ele disse que nos amássemos assim como Ele nos amou (João 13:34), ou seja, que víssemos em nossos inimigos seres humanos a serem salvos. Ele ensinou sobre a importância do perdão, da amizade e do bom relacionamento.

 

  • Você descobriu outros pontos a acrescentar?

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  1. Que coisas importantes podemos aprender desse estudo?

Devemos deixar o espírito mundano de competição de lado e adotar definitivamente o espírito de servir aos outros.

 

  • Que aspectos posso acrescentar a partir do meu estudo?

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  1. Que providências devemos tomar a partir desse estudo?

Certamente devemos fazer um diagnóstico espiritual em nossa vida. Em que ainda estamos errando? Então pedir ao ESPÍRITO SANTO que nos ajude a superar nossas fraquezas. Assim experimentaremos uma vida de transformação.

 

  • O que me proponho a reforçar, se for bom, ou mudar se for mau, em minha vida?

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  1. Comentário de Ellen G. White

“”Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que há um só Deus, e que não há outro além dEle; e que amá-Lo de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios.” Mar. 12:32 e 33.

“A sabedoria da resposta de Cristo convencera o escriba. Sabia consistir a religião judaica mais em cerimônias exteriores que em piedade interior. Sentia de certo modo a inutilidade de ofertas meramente cerimoniais e do derramamento de sangue para expiação do pecado, quando destituído de fé. Amor e obediência para com Deus, e desinteressada consideração para com o homem, pareciam-lhe de mais valor que todos esses ritos. A prontidão desse homem para reconhecer a exatidão do raciocínio de Cristo, e sua decidida e imediata resposta perante o povo, manifestavam um espírito inteiramente diferente do dos sacerdotes e príncipes. O coração de Jesus moveu-se de piedade para com o sincero escriba que ousara enfrentar os sobrecenhos dos sacerdotes e as ameaças dos príncipes, para declarar as convicções de seu coração. “E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Não estás longe do reino de Deus.” Mar. 12:34” (O Desejado de todas as nações, 607 e 608).

 

  1. Conclusão geral

Pelo que revela Ellen G. White, em citação na lição de sexta-feira, tirada do livro O Desejado de todas as nações, p. 499, a parábola do bom samaritano não era uma parábola, mas uma história real. Ela diz que o sacerdote e o levita que passaram de largo pelo assaltado, estavam presentes com JESUS, ouvindo-O, no momento em que o doutor da lei, escriba, fazia sua sincera pergunta sobre quem era o seu próximo. Isso é muito interessante, relevante! De fato, essa história ou parábola, não importa, ensina algo que hoje a humanidade muito necessita: que todos fossemos misericordiosos uns com os outros. Assim as cadeias não estariam tão lotadas e não haveria tanto pranto em razão da violência que campeia mundo afora.

 

  • Qual é o ponto mais relevante a que cheguei com este estudo?

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Assista o comentário clicando aqui.

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p

(Apoc. 15, 16)

Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp

Armagedom

Os chifres
A igreja verdadeira O decreto dominical O alfa e o ômega Como é fácil enganar!      

 

 

estudado e escrito entre:    17/04 a 23/04/2015

 

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

2 comments for “Lição 9 – JESUS, o mestre por excelência

  1. Clara Regina Dreher
    Maio 23, 2015 at 5:42 pm

    Boa tarde.. gostaria de receber o comentário do prof. Sikberto no meu e-mail.
    Agradeço a atenção..

    • Sikberto Marks
      Maio 27, 2015 at 9:52 pm

      Olá, não tenho estrutura para enviar os comentários. Vai ter que acessar no site mesmo. Desculpe.

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