Liderança para o fim do tempo do fim

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Liderança para o fim do tempo do fim

Prof. Sikberto Renaldo Marks

Versão 01: 08/05/2010

Versão 02: 21/05/2010

 

Introdução

É notório que já nos encontramos nos momentos finais e cruciais da história da humanidade desde ela que se envolveu com o pecado. Bem logo todos os seres humanos entrarão numa fase de decisão quanto a que grupo se ligam, se ao dirigido pelo Senhor ou se ao comandado por satanás. Nesse tempo o povo especial de DEUS, aquele que deverá realizar a obra do anúncio da vinda do Salvador, e dizer a todos que devem adorar o Criador e santificar o sábado, receberão poder extra muito intenso do ESPÍRITO SANTO. Então a obra será concluída em tempo bem curto, antes do fechamento da porta da graça. É vital que se preparem líderes para tempo que vai de hoje até aqueles dias de grande poder do alto. Aliás, todos aqueles que se sentirem chamados a participar do maior projeto de atividade de todos os tempos por parte do povo de DEUS deverão ter capacidade de liderança, além de humildade para obedecerem ao que o Senhor determinar. Esse maior projeto antecede o maior evento de todos os tempos da história da humanidade, a segunda vinda de JESUS, e o resgate de Seu povo. Para esse tempo preparamos um esquema, que pode servir a quem deseja preparar-se como líder, ou a quem deseja treinar líderes para os dias que vão de hoje até o fechamento da porta da graça

 

  1. Definição de liderança

Liderar é um estilo pessoal de relacionamento motivador que atrai, influencia e entusiasma pessoas para voluntariamente, individualmente ou em grupos, realizarem atividades em comprometimento com o líder. Um líder obtém resultados na base do apoio, não da imposição.

Portanto, o líder espiritual deve, em primeiro lugar, conhecer a DEUS, depois a si mesmo, então as pessoas e suas peculiaridades, e deve conhecer muito bem aquelas outras pessoas que, com seu grupo, deseja alcançar e salvar. Deve ser leal aos seus superiores e identificar-se com os liderados e ser capaz de assumir responsabilidades bem como eventuais fracassos. Também deve ter idéias; sentir os sintomas da igreja e saber diagnosticar as situações boas ou ruins; saber organizar, planejar, propor, coordenar, avaliar e corrigir; saber atrair pessoas por empatia (não pela imposição); saber dinamizar programas e igrejas ou grupos segundo os verdadeiros princípios da Igreja Adventista, saber realizar e empreender; ter oratória mínima. De um líder é grande a exigência. O líder deve também levar as pessoas ao crescimento de suas capacidades. Com um bom líder as pessoas sentem-se bem para realizar atividades, mesmo sendo elas desafiadoras.

 

O que um líder faz:

ð  Mostra ao grupo a direção a seguir – e por que;

ð  Mostra ao grupo a viabilidade e a vantagem das metas propostas – e o potencial do grupo para realizá-las;

ð  Esforça-se para criar uma atmosfera de cordialidade e cooperação no grupo;

ð  Ativa e incentiva a comunicação entre os membros do grupo;

ð  Procura fazer com que todos participem e tenham reconhecimento pelo seu esforço;

ð  Esforça-se para superar o desânimo ou a perda da motivação;

ð  Cria um clima para produtividade e criatividade;

ð  Busca recursos e instrumentos para que o grupo realize suas metas;

ð  Resolve conflitos internos da melhor maneira possível.

A IASD é um excelente lugar, talvez o melhor que existe, para a formação e o desenvolvimento de líderes. Todo adventista devia ter algum tipo de responsabilidade para exercer liderança, e isso é possível.

Instrução bíblica básica: II Pedro 1:5 a 11

 

  1. Conceituação de igreja

Igreja é uma associação voluntária de pessoas, de livre adesão, onde participa quem quiser, se quiser, como e quando quiser. Nenhum dos membros é obrigado a algo pois todos são livres. Portanto, para que algo seja realizado, o modo como uma igreja é liderada torna-se vital. Em organizações voluntárias não é a burocracia que tem importância, ela apenas auxilia a liderança que assume grande importância para que haja progresso.

A força de ação de uma igreja depende de sua liderança, e esta, numa igreja constitui-se de gerenciamento e pastoreio.

 

 

  1. Estrutura de liderança nas igrejas e grupos locais

 

 

 

Observações importantes: Na estrutura hierárquica da igreja, da administração superior até o pastor distrital há exercício de poder burocrático; mas do pastor distrital em diante, o poder burocrático é ineficaz, deve-se exercer atração e empatia, e motivar para que os membros sintam o desejo de colaborar voluntariamente. Os membros devem ter conhecimento da importância de seu trabalho colaborativo. No caso de uma igreja, e em específico da IASD, há uma missão a cumprir, dada pelo Salvador do mundo. Para que essa missão seja cumprida, a liderança é vital. Ou seja, toda a igreja deve estar vinculada ao Salvador, e agir em coerência com Ele e Seu modo de ação.

No nível da organização superior da igreja bastam poucos líderes, pois ali se faz o planejamento das ações. Mas ao nível das igrejas, onde se executa o planejamento vindo das esferas superiores, e onde se agregam outros planos locais, se requer intensa coordenação das atividades, portanto são necessários muitos líderes, ou nada funcionará a contento.

Enquanto o mundo se organiza e se ordena em forma de organizações gigantes, cada vez maiores para terem poder competitivo, a igreja deve pensar no sentido contrário, em se preparar para estar presente no mundo todo por meio de pequenas organizações ligadas pelo dinamismo do amor de um para com o outro, assim como se prepararam os apóstolos para o Pentecostes. Quando vier o decreto dominical, só subsistirão pequenos grupos informais mas com seus membros fortemente ligados entre pelo senso de missão e pelo amor de uns para com os outros e pelo próximo. Há, portanto, uma contradição aparente entre o gigantismo das organizações do mundo e os pequenos grupos da igreja. O sistema de gigantismo procura poder e dominação, e procura motivar grupos gigantes pouco racionais, como por meio de metas burocráticas, grandes festas, grandes encontros, empresas enormes, recompensas imediatas, estádios de futebol, olimpíadas, etc. Mas nos pequenos grupos a motivação é para além do presente estado de coisas. Para seres humanos, tudo o que já existe há mais tempo, ou que entrou em rotina, perde a motivação, portanto, a igreja agora precisa ser sacudida e renovada pelo derramamento do ESPIRITO SANTO, para voltar às suas origens. Para isto, líderes preparados e vocacionados serão chamados pelo poder do alto.

Em toda a estrutura da igreja, a posição mais desafiadora e que requer maior esforço é a do pastor distrital. Ele recebe ordens burocráticas superiores mas lidera pessoas voluntárias, cuja colaboração não se pode obrigar. Ele precisa ser Um com seus auxiliares voluntários imediatos (os anciões ou diretores), e estes precisam ser Um com os membros da igreja, e todos devem ser Um com O Comandante e Salvador.

Para que uma igreja possua dinamismo, seus líderes devem estar unidos entre si e com a liderança superior, todos unidos comprometidos com a missão. Essa é uma atitude estratégica na igreja, diante da iminência do Armagedon, no conflito final. Essa condição de comprometimento só será possível se, na igreja local, houver uma aliança de ação conjunta entre o pastor e seus anciãos, ou diretores, do mesmo modo como CRISTO criou aliança com os doze apóstolos. Uma aliança assim requer trabalho em conjunto em muitos aspectos, como reuniões freqüentes entre o pastor e seus auxiliares imediatos, visitas aos membros da igreja, troca de idéias sobre as situações das famílias da igreja e dos departamentos (observe-se que mais importante que os departamentos são as famílias, pois com famílias problemáticas jamais se poderá ter departamentos que funcionem bem, e o diagnóstico nas famílias só se pode obter por meio de visitas), e da execução e readaptação dos planos anuais da igreja. É tempo de fortalecimento das famílias e dos pequenos grupos de ação, e para isso, precisa haver forte ação conjunta entre o pastor e a liderança leiga imediata, os anciãos, e também com os demais líderes dos departamentos que compõe a Comissão da Igreja. As reuniões de comissão não podem limitar-se aos assuntos de rotina, como muito se vê, mas a uma ação proativa e corretiva, que corrige os rumos se necessário, mas que também age preventivamente.

Toda a organização, para resistir e superar o desgaste (entropia ou degeneração natural) necessita de um núcleo forte. Esse núcleo é composto de duas pessoas no mínimo. Numa família compõe-se do pai e da mãe, o casal inicial. Na igreja compõe-se do pastor e dos anciãos ou diretores, conforme o caso. Esses tem a responsabilidade de manter toda a igreja na linha direita. Se esse núcleo falhar, toda a igreja estará em perigo. Esse núcleo, da igreja, precisa estar atento ao funcionamento dos núcleos dos lares. É deles a responsabilidade da manutenção do rumo e da identidade da igreja, para que não se perca e deixe de cumprir a missão. O núcleo forte (por outros chamado núcleo duro, pois tem a responsabilidade de não se desviar nem para a esquerda nem para a direita dos princípios da organização, seja ela uma igreja, seja uma outra organização), precisa interagir com freqüência, no mínimo reunindo-se uma vez por mês, para cuidar da liderança na igreja, quer da gestão, quer do pastoreio.

O estilo de liderança no cumprimento da Missão do IDE, pode fazer a diferença entre o êxito e o fracasso nos diferentes grupos locais. Muitos grupos podem se desintegrar dependendo da liderança, ou podem ser bem sucedidos, pelo mesmo motivo. A igreja é o que são seus líderes e estes falam por palavras e confirmam ou destroem o que dizem pelos seus exemplos de vida.

 

  1. Quanto mais perto do final, maior a necessidade de líderes

Durante o Alto Clamor, todos os santos serão profetas (Atos 2:17 e 18), e terão pelo menos duas peculiaridades especiais:

a)      Serão servos mansos e humildes seguidores de JESUS, em comunhão com Ele

b)      Serão líderes para buscar as ovelhas perdidas; enfrentar inimigos; capazes de ensinar, organizar e dinamizar grupos de adoradores, etc.

 

 

  1. Os grandes desafios durante o decreto dominical (tempo sem templo): como manter a coesão sem uma organização (no tempo do Alto Clamor)

a)      Ser humilde e obediente

b)      Ensinar e testemunhar (ser exemplo de vida)

c)      Educar os que estão vindo de fora na cultura de cima e abandono da cultura do mundo

d)     Relacionamento fraterno

e)      Amparo mútuo diante dos desafios e dificuldades

f)       Liderança de grupos pequenos: como manter a fé e o entusiasmo

 

 

  1. Liderança hoje: preparação para o Alto Clamor sem conflitar com o joio e sem ser influenciado por ele nem pelo mundo

Obs.: Hoje a igreja precisa ir em direção do fortalecimento e dinamização de pequenos grupos, que devem ser autos-sustentáveis em termos de liderança, desenvolver ambiente entusiasmante, encorajador e promissor.

a)      Precisamos chegar lá, ao Alto Clamor, para estar em pé na segunda vinda;

b)      Há grande necessidade de líderes consagrados para ajudar as pessoas a chegarem lá: Os adventistas do sétimo dia devem preparar-se até o decreto dominical, para depois dele, serem instrumentos de DEUS durante o Alto Clamor;

c)      Igrejas ativas, para chegarem lá (ao Alto Clamor) – como?

  • programas solenes, sagrados, dinâmicos e atraentes, com santa criatividade (não meras cópias do que fazem no mundo);
  • igreja unida que trabalha; todos envolvidos e compromissados, cada um no que gosta e sabe fazer (seu dom) buscando a excelência santa (desenvolvendo dons) no que faz;
  • relacionamento fraterno (visitas, fortalecimento, estudos extras…);
  • crescimento intelectual dos membros, um ajudando/ensinando o outro.

d)     Desafio: formar novos grupos com liderança capaz de DINAMIZAR o grupo ou a igreja com CRIATIVIDADE SANTA, sem apelar para recursos do mundo;

e)      O adventista do sétimo dia enfrenta hoje o difícil desafio de manter-se íntegro e fiel até o decreto dominical em vista dos exemplos negativos de grande parte da liderança superior, que não vivem o que pregam, ou até, nem pregam mais o que deviam; esse é um ponto negativo de credibilidade da liderança.

 

 

  1. Diagnóstico: ver como as coisas estão, respondendo as 7 questões

Diagnóstico se faz para conhecer a realidade da igreja.

a)      Há zelo pelo que está escrito? (ou: eu me sinto bem assim? membros influenciados por ventos de doutrinas? mundanismo controlando as mentes?)

b)      Há unidade e harmonia entre a liderança e desta com JESUS?

c)      Há unidade e harmonia entre os irmãos e destes com a liderança local?

d)     A igreja está ativa e todos, ou ao menos um grupo representativo, estão envolvidos e comprometidos?

e)      O pastor e os líderes estão atentos aos sintomas, buscam identificar os problemas e suas causas, buscam identificar também os potenciais promissores existentes e definem as ações necessárias e coerentes com a situação diagnosticada?

 

 

Obs: sem conhecer a realidade da igreja não é possível gerenciamento nem pastoreio

Gerenciamento e pastoreio andam juntos, ou a igreja não terá eficácia

Gerenciamento é: Organizar + planejar = grupo estruturado com metas e estratégias

Decidir como fazer

Executar por meio de coordenação

Controlar (avaliar para saber como vai)

Corrigir (solucionar problemas)

Especialistas dizem que gerenciar é resolver problemas!

Pastorear é: proteger o rebanho; ensinar e orientar; ajudar; fortalecer; ser solidário e amparar nas horas de dificuldade; enfrentar a entropia (degeneração); andar junto; crescer junto; ensinar o caminho e o conhecimento da verdade

f)       A igreja está sendo gerenciada em relação aos 5 itens anteriores?

g)      A igreja está sendo pastoreada em relação aos 5 itens anteriores?

 

Obs.: um excelente texto complementar para diagnostico na igreja está no livro “Testemunhos para ministros e obreiros evangélicos” sob o título “As ciladas de satanás”, p. 472 a 475.

 

 

 

  1. Os três cenários do estado das congregações: nota-se principalmente pelo louvor e pelo comprometimento nas atividades

 

1º cenário: igreja desanimada (parada na mornidão)

Sempre tudo igual, apatia, programações sem entusiasmo, pouca atividade, falta criatividade, foco no passado, indiferença em relação aos princípios da fé, hinos tipo lamúria, ambiente de despedida

 

2º cenário: igreja gospel (andando no rumo errado)

Barulhenta, shows, recursos e influências do mundo, uso de poder pessoal e imposição, envolvimento mecânico, vibração sem espiritualidade mas com êxtases, valorização da técnica e da arte de seres humanos, recorre aos métodos humanos, foco no ser humano, hinos agitados e som alto, ambiente de festança

 

3º cenário: igreja reavivada (avançando no rumo certo)

Poder do ESPÍRITO SANTO, amor entre os irmãos, atração pelo poder do testemunho pessoal, voluntários unidos engajados e ativos, estudo e ensinamento da verdade, criatividade santa, valorização do poder de DEUS e consciência da insignificância do ‘eu’ e dos métodos humanos, foco em DEUS e na segunda vinda, respeito pelos princípios da fé, hinos harmoniosos e com entusiasmo, ambiente feliz e contagiante

 

 

Texto anexo, para reflexão:

A ARTE DE LIDERAR

*Deborah Epelman

O mundo de hoje está mudando de uma forma extraordinária… as mudanças antigamente levavam décadas para acontecer e hoje estão acontecendo em meses e às vezes até em dias….

Com isso, o Líder de hoje é muito diferente do de antes, pois ele deve ser muito mais um sábio do que um técnico… deve acompanhar todas as mudanças… além disso antigamente o bom Líder era aquele que sabia mandar, e hoje ele deve saber compartilhar e investir nas pessoas para que elas dêem o melhor de si mesmas.

Quando falo sobre o Líder, estou falando de qualquer pessoa, de qualquer idade, que atue na Vida desta maneira… pode ser uma criança liderando seus amiguinhos na hora de brincar; um adolescente liderando sua “tribo”; uma dona de casa liderando seu lar; um atleta liderando seu time; um gerente liderando seus colaboradores…..

Liderar é uma maneira de agir, uma maneira de ser, não é algo somente de fora, somente para outros, para pessoas famosas. É uma parte natural da Vida.

Liderar é desenvolver a visão do que é possível e ser capaz de inspirar outros a ajudá-lo a realizar estas possibilidades.

Ser Líder significa desenvolver competência e talento internos completamente.

Vivemos em Sistemas o tempo todo… começando pelo nosso Sistema Interno (partes e órgãos internos), nosso Sistema Familiar, Profissional, Social, Comunitário, até o Sistema da Natureza, o Sistema Solar, o Universo… fazemos parte direta ou indiretamente de todos eles e eles interferem em nossas Vidas.

Então, para ser um bom Líder, a pessoa precisa primeiro saber liderar bem seu Sistema Interno pois sem Auto-Conhecimento, sem conseguir “dirigir seu próprio carro”, como é que alguém pode querer dirigir outras pessoas? Antigamente víamos líderes que só sabiam mandar e que perdiam completamente o controle de si mesmos por coisas bem pequenas… hoje estes perdem é a condição de serem líderes!!!

Depois a pessoa deve conhecer os Sistemas que fazem parte de sua Vida para poder viver de forma congruente. Não tem nada mais desagradável do que alguém que quer ser Líder falar algo e fazer outra coisa diferente… ou seja, não agir de forma congruente com suas palavras.

Em Inglês há a expressão “walking my talk” que fala exatamente sobre isso… quando o Líder fala uma coisa e faz outra, como conseqüência perde credibilidade.

Outra coisa muito importante nos dias de hoje é a filosofia do “ganha/ganha”, ou seja, o bom Líder é aquele que sempre age de forma que todos os envolvidos saiam ganhando… o Líder que “passa por cima” das pessoas está “por fora”!!!

Hoje e cada vez mais o mundo está transformando a Competitividade pela Cooperação e o Líder deve ser o primeiro a atuar desta forma.

Líderes! Vamos juntos ajudar o Mundo a completar esta transformação!

* Deborah Epelman – NLP Advanced Trainer
e-mail: deborah@pac.com.br

 

Avaliação do texto “A arte de liderar”

  1. Na igreja, o líder deve mandar ou compartilhar?
  2. Concorda com a autora que para ser um bom líder a pessoa precisa primeiro saber liderar bem seu Sistema Interno?
  3. Conhece exemplos de situações na igreja em que um líder fala uma cosia mas faz outra?
  4. O que vem a ser um líder “ganha/ganha”?
  5. Há competitividade na igreja, ou isso não é um problema para o povo do advento?

1 comment for “Liderança para o fim do tempo do fim

  1. andré
    outubro 8, 2012 at 6:18 pm

    Creio que a IASD como pessoa jurídica precisa (ou se faz precisar …) muitas concessões ao Estado (ou politicagem mesmo).

    Assim, conforme a iasd-PJ for aderindo ao ecumenismo , a IASD espiritual terá que continuar por via de pequenos grupos.

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